O Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação garante que os restos mortais de Helda Muianga, jovem que perdeu a vida em Portugal, serão brevemente transladados para Moçambique. Sem avançar datas, a entidade diz que estão neste momento a ser observadas formalidades relacionadas com a identificação do cadáver.
Helda Muianga perdeu a vida em Portugal, a 27 de Janeiro, vítima da depressão Kristin. De lá a esta parte, os seus restos mortais aguardam por translação para Moçambique, entretanto a família não dispõe de valores para efectuar o processo.
Esta quarta-feira, o governo, através do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, chamou a imprensa para informar que o problema está perto do fim.
“Gostaríamos de anunciar que a transladação do corpo da malograda cidadã moçambicana ocorrerá brevemente, após o cumprimento das formalidades relacionadas com a devida identificação do cadáver pela Embaixada da República de Moçambique na República Portuguesa e a emissão da respectiva certidão de óbito e do procedimento da autópsia pelo Instituto de Medicina Legal de Coimbra”, explicou Armando Chissaque, director-Geral do INACE.
Em comunicado enviado à nossa redacção, a Primeira-Dama, Gueta Chapo, manifestou pesar à família enlutada e anunciou que vai apoiar a família com o valor de 340 mil meticais necessários para a transladação, além das despesas fúnebres.
“A Primeira-Dama manifestou a sua profunda consternação ao tomar conhecimento do falecimento de Helda Muianga…o caso já vinha sendo acompanhado pelas autoridades, que continuam a trabalhar para a transladação do corpo”.
Helda Muianga morreu em consequência do desabamento da residência onde se encontrava em Portugal, 14 dias após a sua chegada.

