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Venâncio Mondlane alinhado com presidente do PODEMOS na greve

Foto: O País

Venâncio Mondlane nega ter havido desalinhamento entre si e o presidente do PODEMOS, no tocante à marcha de repúdio desta segunda-feira. O candidato presidencial diz ter havido apenas falta de informação.

Diante de dúvidas sobre ir ou não à rua manifestar-se em repúdio aos assassinatos bárbaros do advogado Elvino Dias e e Paulo Guambe, num contexto de eleições gerais, o candidato presidencial Venâncio Mondlane diz não haver desalinhamento entre si e o presidente do PODEMOS.

“O presidente do PODEMOS consertou comigo antes do acontecimento do Elvino Dias. De facto, o que ele disse antes do assassinato do Elvino Dias, eu também havia dito em público. Depois do assassinato, exactamente no local do crime, é que eu disse que havia uma medida acrescida. Então, ele não teve acesso à medida acrescida. Portanto, não há nenhuma disparidade, o único problema foi o acesso à informação”, explicou Venâncio Mondlane.

Tais dúvidas surgiram após o presidente do PODEMOS ter anunciado uma greve que consistia em toda a gente ficar em casa, ao passo que Venâncio Mondlane  convocava as pessoas para o local dos assassinatos, em Maputo, e noutras províncias para locais por determinar.

“Nós, neste momento, estamos a fazer o processo de impugnações distritais dos resultados. Depois vamos passar para a impugnação geral e, neste momento, a greve que se fala é de alguém ficar em casa a fazer os seus afazeres de casa e não da rua. O partido PODEMOS não anunciou uma greve para a rua, até coordenado com o próprio candidato”, disse Albino Forquilha.

Contudo, a manifestação popular teve lugar nas principais capitais provinciais a nível nacional e muitos empreendimentos ficaram encerrados.

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