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O País – A verdade como notícia

Universidade Licungo lança programa de doutoramento

A Universidade Licungo lançou oficialmente, esta sexta-feira, o Programa de Doutoramento em Ciências de Desenvolvimento, uma iniciativa da Faculdade de Economia e Gestão que pretende

Universidade Licungo lança programa de doutoramento

A Universidade Licungo lançou oficialmente, esta sexta-feira, o Programa de Doutoramento em Ciências de Desenvolvimento, uma iniciativa da Faculdade de Economia e Gestão que pretende

O Conselho Municipal da Matola Rio iniciou a transferência de vendedores e transportadores para um espaço provisório, onde permanecerão durante cerca de 90 dias, enquanto decorrem as obras de construção do novo terminal de transportes e do novo mercado.

A medida resulta de um trabalho de sensibilização levado a cabo pelo município, em coordenação com a Polícia Municipal e os serviços das Actividades Económicas, visando retirar os operadores de uma zona considerada de risco e proporcionar melhores condições para o exercício das suas actividades.

O vereador da Salubridade, Cemitérios, Jardins, Parques e Transportes, Issufo Ismael explicou que o novo local tem carácter transitório e servirá de acolhimento até à conclusão das novas infra-estruturas.

Segundo o responsável, a operação de transferência decorrerá ao longo de toda a semana, com equipas no terreno a sensibilizar os transportadores para abandonarem definitivamente o antigo local e passarem a utilizar o novo espaço.

“O objectivo final é proporcionar aos transportadores, vendedores e munícipes um espaço mais digno e seguro para o desenvolvimento das suas actividades”, afirmou.

Por sua vez, Cecília Chinavane explicou que a mudança visa garantir maior segurança às vendedoras e aos restantes comerciantes, retirando-os de uma área considerada perigosa.

A responsável referiu que o trabalho de transferência deverá prolongar-se durante vários dias, de modo a assegurar que todos os vendedores sejam instalados no novo espaço provisório.

Acrescentou que, após a conclusão do novo mercado e do terminal de transportes, o município prevê integrar não apenas os actuais vendedores, mas também comerciantes que exercem actividade ao longo da Estrada da Mozal.

O futuro mercado contará com áreas organizadas por secções, destinadas à venda de verduras, hortaliças e outros produtos, permitindo melhorar a organização, reforçar a segurança e oferecer melhores condições de trabalho aos comerciantes e maior comodidade aos utentes.

A província da Zambézia continua a registar uma das mais elevadas taxas de analfabetismo do País, com 46,2% da população com 15 anos ou mais sem saber ler nem escrever, de acordo com os dados mais recentes do Inquérito ao Orçamento Familiar (IOF). A percentagem está acima da média nacional, fixada em 38,3%.

Os números indicam que cerca de 46 em cada 100 adultos na província são analfabetos, um cenário que preocupa as autoridades do sector da Educação.

Nos últimos três anos, a situação agravou-se devido ao abandono de muitos alfabetizadores, motivado pelo não pagamento dos respectivos subsídios. Como consequência, o número de alfabetizandos reduziu de cerca de 40 mil para 28 mil.

O sector da Educação reconhece a existência de uma dívida de aproximadamente 15 milhões de meticais, correspondente aos subsídios dos alfabetizadores referentes aos anos de 2023 e 2024. Actualmente, a província conta com cerca de três mil alfabetizadores.

Perante este quadro, o Movimento para Advocacia, Sensibilização e Mobilização de Recursos para a Alfabetização reuniu-se para debater formas de mobilizar recursos financeiros que permitam reforçar os programas de alfabetização e reduzir os elevados índices de analfabetismo na província.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) destaca Moçambique como um exemplo de inovação no financiamento do abastecimento de água, apontando o modelo de fundo rotativo implementado em pequenas cidades como uma solução com potencial para ser replicada noutras regiões.

No relatório de 2025 sobre Água, Saneamento, Higiene e Ambiente, a organização refere que o mecanismo, já expandido para 25 pequenas cidades, permitiu aumentar as ligações domiciliárias e reforçar a sustentabilidade financeira dos serviços de abastecimento de água.

O documento assinala ainda que Moçambique integra o grupo de países apoiados pelo UNICEF na implementação de estratégias nacionais de financiamento para os sectores da água, saneamento e higiene.

No domínio da resposta às alterações climáticas, o relatório destaca a mobilização rápida de recursos após a passagem do ciclone Jude, em Março de 2025. Segundo o UNICEF, o Fundo Central de Resposta a Emergências das Nações Unidas disponibilizou seis milhões de dólares em apenas 13 minutos, enquanto o mecanismo de seguro paramétrico Today and Tomorrow Initiative libertou 2,5 milhões de dólares para assistência imediata às populações afectadas.

A organização considera estes mecanismos exemplos de financiamento previamente acordado, capazes de assegurar uma resposta célere em situações de emergência provocadas por fenómenos climáticos extremos.

O relatório evidencia igualmente outros resultados alcançados no País, entre os quais a construção ou reabilitação de 188 salas de aula resilientes às alterações climáticas em 2025, beneficiando cerca de 18.800 alunos. Desde 2022, foram apoiadas 1.645 salas de aula, alcançando mais de 210 mil estudantes.

Além disso, mais de 150 mil crianças beneficiaram de apoio após os ciclones Chido, Dikeledi e Jude, através da disponibilização de espaços temporários de aprendizagem, material escolar e serviços de saúde, água e saneamento.

A nível global, o UNICEF alerta que o acesso universal à água, saneamento e higiene continua ameaçado pelas alterações climáticas, conflitos, fragilidade institucional, degradação ambiental e instabilidade económica, sublinhando que milhares de milhões de pessoas continuam sem acesso seguro a estes serviços essenciais.

O Presidente da República, Daniel Chapo, e a African Parks analisaram ontem os sucessos e os desafios da gestão conjunta do Parque Nacional do Arquipélago de Bazaruto, na província de Inhambane, durante uma audiência concedida ao director-executivo (CEO) da organização, Peter Fearnhead, que manifestou confiança na consolidação daquela área protegida como uma referência mundial em conservação marinha, turismo sustentável, crescimento económico e criação de emprego.

No fim do encontro, realizado no Gabinete da Presidência, Peter Fearnhead explicou que a audiência serviu para fazer um ponto de situação sobre o trabalho desenvolvido pela African Parks no Parque Nacional do Arquipélago de Bazaruto, cuja gestão é assegurada em parceria com o Governo de Moçambique, bem como identificar áreas que requerem melhorias para maximizar o impacto da iniciativa.

“Viemos para discutir os sucessos, mas também para falar sobre algumas das áreas onde podemos melhorar enquanto organização gestora, bem como na relação com o Governo, de modo a garantir que Bazaruto seja um activo turístico e de conservação verdadeiramente importante para Moçambique. Isto com o objectivo de promover o desenvolvimento da região, estimular o crescimento económico e, muito importante, a criação de emprego que daí resulta”, declarou.

O CEO da organização classificou a reunião como produtiva e considerou que o alinhamento entre o Governo e a African Parks permitirá ultrapassar, a curto prazo, os desafios que ainda condicionam o projecto.

“Acredito que tivemos uma reunião excelente, muito produtiva. O compromisso do Governo e o compromisso da African Parks são recíprocos e penso que veremos alguns dos pequenos desafios que o projecto enfrenta resolvidos em breve. Acredito que Bazaruto, enquanto projecto, se tornará um dos principais projectos de conservação marinha do mundo. Portanto, estamos muito entusiasmados com o caminho a seguir”, afirmou.

Peter Fearnhead destacou ainda o empenho do Presidente da República em fortalecer a parceria entre o Governo e a African Parks, considerando que esse compromisso será determinante para elevar o desempenho do projecto.

“Sua Excelência demonstrou um grande compromisso com esta parceria e em fazer com que o seu Governo nos apoie, porque se o Governo nos apoia e nós apoiamos o Governo, juntos fazemos com que o projecto funcione melhor. Sua Excelência esteve inequivocamente empenhado em resolver os problemas para que o projecto possa ser ainda melhor. Tudo o que procuramos num parceiro governamental é que nos ajude para que possamos, por nossa vez, ajudar o Governo. Penso que podemos perspectivar com muito optimismo as coisas boas que vão acontecer em Bazaruto”, acrescentou.

Fundada em 2000, a African Parks é uma organização não-governamental de conservação da natureza que estabelece parcerias de longo prazo com governos africanos e comunidades locais para assegurar a gestão sustentável de parques nacionais e outras áreas protegidas, assumindo responsabilidades directas pela sua recuperação, administração, protecção e sustentabilidade financeira.

No âmbito dessas parcerias, a organização desenvolve acções de protecção da fauna e da flora, combate à caça furtiva, recuperação de espécies ameaçadas, promoção do turismo sustentável, investigação científica e programas de apoio às comunidades vizinhas nas áreas da educação, saúde, emprego e geração de rendimento, contribuindo para conciliar a conservação da biodiversidade com o desenvolvimento socioeconómico.

O Conselho Empresarial Provincial de Manica afirma que a suspensão das actividades mineiras está a trazer resultados positivos. É que, dez meses depois da decisão do Governo, a água da Albufeira de Chicamba voltou a apresentar baixos níveis de turbidez, um sinal de que a qualidade da água está a melhorar.

O presidente do Conselho Empresarial Provincial de Manica diz que os empresários dos sectores do turismo, agricultura e pesca estão satisfeitos com a redução da poluição nos rios, numa altura em que algumas empresas voltaram a operar em cumprimento de normas de salvaguarda ambientais. Alcides Cintura considera que esta melhoria mostra que é possível explorar os recursos minerais sem prejudicar o ambiente.

O dirigente acredita que a nova Lei de Minas vai reforçar a fiscalização da atividade mineira, reduzir a poluição dos rios e garantir uma exploração mais responsável.

“A Empresa Nacional de Minas creio que vai fazer parte de todas as cadeias de exploração e vai fazer parte de 15% sobre aquilo que são as licenças mineiras de qualquer operador. Isto vai garantir que não haja naturalmente esta continuidade da poluição dos rios. Felicitamos o governo de Moçambique, felicitamos o governo da província e também as equipas que trabalharam e é daí onde nós temos que conseguir assegurar que este ritmo continue para não prejudicar nem as populações nem a empresa”, disse o presidente do Conselho Empresarial de Manica. 

Alcides Cintura defendeu, por outro lado, a continuidade das medidas de suspensão de licenças mineiras para proteger o ambiente.

O Município de Montepuez suspendeu o transporte público de passageiros, devido à crise de combustíveis que afecta a segunda maior cidade de Cabo Delgado. Os autocarros de transporte público de passageiros de Montepuez pararam de circular há quase uma semana. O edil de Montepuez, Cecílio Chabane, reconhece o problema e explica que a edilidade tem estado a trabalhar para garantir que haja combustível nos próximos dias.

Além de criar transtornos na mobilidade da população, a paralisação dos autocarros em Montepuez provocou uma onda de desinformação sobre as reais causas do problema. Nesse sentido, a edilidade apela à calma dos munícipes.

Para minimizar o sofrimento da população, o município de Montepuez retomou, temporariamente, o transporte público de passageiros enquanto aguarda o fim da crise de combustíveis.

Montepuez recebeu, neste ano, cinco autocarros, dois dos quais circulam no centro da cidade, enquanto outros dois fazem a rota Balama-Namuno, numa extensão de sessenta quilómetros.

Pelo menos 60 famílias foram desalojadas no bairro das Mahotas depois de terem tomado um espaço supostamente abandonado durante as manifestações pós- eleitorais de 2024. As famílias acusam a PRM de terem incendiado e destruído as suas, e a administração do distrito municipal diz não ter sido informada da operação.

A madrugada desta quarta-feira no bairro das Mahotas na cidade de Maputo foi marcada por desespero e destruição. Mais de 60 famílias foram desalojadas em casas maioritariamente precárias construídas em terras supostamente abandonadas durante o período das manifestações pós-eleitorais de 2024.

Segundo as vítimas, por volta das três horas, a Unidade de Intervenção Rápida tomou o lugar “ e não deixaram ninguém pelo menos se vestir. algumas pessoas saíram nuas e outras saíram de capulanas e de calções.” Descreveu uma entrevistada que pediu anonimato.

Após a instalação, iniciou uma batalha judicial ainda sem desfecho, por isso, a população estranha a invasão da polícia, sem aviso prévio. “Não tivemos oportunidade de fazer nada, mas o que custou dar um pré-aviso.” Questionou outro entrevistado também sem revelar a sua identidade.

A Polícia da República de Moçambique esteve fortemente armada. As casas foram incendiadas e destruídas, deixando dezenas de famílias ao relento. Entre os desalojados estão muitas crianças, idosos e mulheres, agora expostos ao frio e à incerteza. Os bens que conseguiram salvar estão amontoados ao longo de vias públicas, transformando as ruas em abrigos improvisados.

“Queimaram documentos, uniforme das crianças e usaram gás lacrimogêneo. Eu vou passar a noite aqui, com crianças. nao temos onde ir”

Parte das famílias desalojadas chegou àquele ponto depois de ver as suas casas tomadas pelas águas das chuvas, e permanecem até hoje. A sua retirada daquele local, segundo as famílias, foi autorizada por entidades ligadas ao município de Maputo, no entanto, as estruturas afastam as alegações. 

Por indicação do Administrador do Distrito Municipal de Ka Mahotas, a Secretária do Bairro, Maria da Conceição,  distanciou-se das acusações.

“Não constituiu a verdade, porque aquela gente começou a ficar ali na altura das manifestações. Eles invadiram e foram se instalando ali. Em nenhum momento o bairro autorizou a estadia deles naquele lugar.”

Por outro lado, lamentou que a PRM não tenha informado  autoridades locais sobre a operação

“Eu conheço o proprietário do espaço. Já veio cá duas, três vezes. Já conversei com ele para poder conversar de uma forma amigável para a retirada daquelas pessoas. Lamentar, porque as estruturas locais não tomaram conhecimento da vinda dos policiais lá. Nem o administrador, nem eu como secretária tomamos conhecimento.” Concluiu

Até à nossa saída,  as famílias continuavam de um lado sem perspectiva de onde passar a noite, e a Polícia de outro, controlando o ambiente e vedando a entrada e saída da população no espaço.

Populares de Mapate, no distrito de Muidumbe, província de Cabo Delgado, denunciaram ontem o rapto de duas pessoas por supostos terroristas durante actividades de pesca no lago Nhanje, levando à saída de parte da população local.

De acordo com fontes locais, citadas pela Lusa, o rapto ocorreu à luz do dia, no domingo, quando um grupo de residentes se encontrava a pescar naquele lago, situado a cerca de 20 quilómetros da aldeia de Mapate.

“Desapareceram dois membros da comunidade no lago Nhanje. Foram pescar e terão sido surpreendidos pelos rebeldes nas matas junto ao lago”, disse uma fonte contactada pela Lusa a partir de Muidumbe.

Segundo a fonte, as duas vítimas são populares locais que tinham regressado recentemente à comunidade após vários anos fora da região devido à insegurança provocada pelos ataques armados registados em 2022.

“Um vivia em Namialo e outro em Mueda. Como a situação estava relativamente calma, voltaram e hoje acontece isso”, lamentou outra fonte local.

Após o sucedido, alguns residentes abandonaram a zona por receio de novos ataques, enquanto elementos da Força Local realizam buscas para tentar localizar as vítimas, acrescentaram as fontes.

Rica em gás, a província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, é alvo de ataques extremistas há oito anos, com o primeiro ataque registado em 05 de outubro de 2017, no distrito de Mocímboa da Praia.

A organização de Localização de Conflitos Armados e Dados de Eventos (ACLED) registou 11 eventos violentos nas duas primeiras semanas de Junho na província moçambicana de Cabo Delgado, todos envolvendo extremistas do Estado Islâmico, que provocaram oito mortos, elevando para 6632 os óbitos desde 2017.

De acordo com o último relatório da ACLED, com dados de 01 a 14 de Junho, dos 2408 eventos violentos registados desde Outubro de 2017, quando começou a insurgência armada em Cabo Delgado, 2224 envolveram elementos associados ao Estado Islâmico Moçambique (EIM).

A defesa dos direitos humanos e os desafios que ameaçam a convivência no espaço lusófono dominaram a reunião da Rede de Mulheres da Assembleia Parlamentar da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (AP-CPLP), realizada esta quarta-feira, em Luanda. As parlamentares manifestaram preocupação com o avanço da xenofobia na África do Sul, a persistência do terrorismo e aumento dos casos de femicídio e os obstáculos que continuam a condicionar a livre circulação de pessoas dentro da CPLP.
Ângelo Tsane
A posição surge no âmbito dos trabalhos preparatórios da XV Sessão Plenária da AP-CPLP, que inicia esta quarta-feira na capital angolana, reunindo representantes parlamentares dos nove Estados-membros da organização.
Sobre a situação dos cidadãos estrangeiros vítimas de atos xenófobos na África do Sul, a Rede de Mulheres condenou qualquer forma de violência ou discriminação baseada na nacionalidade, defendendo que os países da CPLP devem reforçar mecanismos de proteção dos seus cidadãos e promover uma cultura de tolerância.
“Não podemos aceitar que cidadãos sejam perseguidos pela sua origem ou nacionalidade. A defesa da dignidade humana deve estar no centro da ação dos nossos Estados”, defendeu Maria Enoque, Presidente da Rede da Mulher Parlamentar AP-CPLP.
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Além da xenofobia, a agenda colocou em destaque os desafios de segurança que afetam algumas regiões do espaço lusófono, com particular atenção para o terrorismo. A Rede considerou que o fenómeno exige uma resposta coletiva, envolvendo cooperação entre os Estados e políticas capazes de garantir maior estabilidade e segurança às populações.
A violência contra as mulheres foi outro dos temas levantados pelas representantes parlamentares. O aumento dos casos de femicídio foi apontado como uma preocupação crescente, levando a Rede a defender o reforço das políticas públicas de prevenção, proteção das vítimas e
responsabilização dos agressores.

“Não haverá desenvolvimento sustentável enquanto as mulheres continuarem a perder a vida vítimas de violência”, sublinharam as participantes.

Durante o encontro, voltou também ao centro do debate a questão da livre circulação de pessoas no espaço da CPLP. As parlamentares reconheceram avanços registados pelos Estados-membros, mas consideraram que ainda existem barreiras que impedem que este compromisso se transforme numa realidade plena para os mais de 300 milhões de cidadãos da comunidade.

A Rede de Mulheres defendeu que a mobilidade dentro da CPLP pode impulsionar o turismo, o investimento, a investigação e o intercâmbio cultural, mas depende de maior coordenação política entre os países.
A XV Sessão Plenária da Assembleia Parlamentar da CPLP arranca esta quarta-feira, em Luanda, com uma agenda centrada no reforço da cooperação parlamentar, integração regional e aprofundamento dos mecanismos que aproximam os povos dos nove Estados-membros.

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