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O País – A verdade como notícia

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê ocorrência de chuva acima de 70 mm em todo o país, nos próximos dias. Entretanto, alguns bairros da Cidade de Maputo já se ressentem da precipitação que caiu nas últimas horas, tanto que há casas alagadas, ruas intransitáveis e valas de drenagem entupidas.

Um casal conseguiu apenas sair do interior da sua casa e fixou-se encostado à parede para contemplar o quintal que ficou tomado pela água da chuva. Isso está a acontecer no bairro Costa do Sol, na Cidade de Maputo, onde muitas casas estão alagadas, ruas intransitáveis e valas de drenagem entupidas.

No bairro Mavalane, um dos troços deu lugar a um riacho onde os carros mergulham para transitar. Adérito Mathe deplora o actual estado das vias da urbe e, em particular, a Rua da Beira.

No bairro Albasine, há ruas degradadas com a passagem da chuva, as valas de drenagem estão entupidas, houve até tentativa de contornar a força da água com a colocação de sacos de areia nas ruas. Rui Muiambo, uma das residentes daquele bairro, aponta o dedo à edificação da Avenida Cardeal Dom Alexandre dos Santos que não contemplou as valas de drenagem de águas pluviais, o que faz com que as residências sejam inundadas. Por seu turno, Simão Chaúque pede a intervenção do Presidente da República para a resolução de inundações naquele bairro.

O INAM prevê a ocorrência de mais chuva um pouco por todo o país. “Neste momento, estimamos que, em alguns pontos, a chuva possa passar de 70 mm em 24 horas. É verdade que, olhando para o nível de instabilidade, conseguimos ver, no entanto, que, no interior das províncias de Maputo e Gaza, há um nível de instabilidade muito forte que faz com que esta mesma humidade comece a ir para níveis mais altos. Hoje, dia 17, amanhã, 18, e a partir do dia 19, este mesmo sistema começa a migrar para a zona Centro, entretanto um outro sistema de baixas pressões, no fim-de-semana, pode chegar à zona costeira das províncias de Cabo Delgado e Nampula”, conclui Lelo Tayob, meteorologista em serviço.

Ainda no bairro Albasine, foi possível ver residências que foram abandonadas pelos seus proprietários devido à chuva.

O Sheik Umar Aiuba defende a poligamia, mais concretamente a poliginia, sendo que o homem que pretenda ter mais de uma mulher deverá observar todas as regras do alcorão.

Poligamia, nos seus dois tipos – poliginia (um homem casa-se com diferentes mulheres) e poliandria (uma mulher casa-se com dois ou mais homens) –, é um tema polémico e que divide opiniões, até porque muitas pessoas, quer homens quer mulheres, não aceitam esta prática.

No entanto, na perspectiva islâmica, a poliginia é algo normal e é vista sem tabu. Aliás, numa palestra havida em Quelimane com irmãos muçulmanos, o Sheik Aiuba, palestrante, recordou que o alcorão, livro sagrado da religião muçulmana, permite aquele tipo de casamento, dando abertura para que qualquer muçulmano, querendo, possa praticar.

“Eu acho que o facto de o alcorão falar da poligamia (referindo-se à poliginia) como uma permissão já é uma abertura para qualquer muçulmano entender isso e simplesmente aprender a encarar. Não é coisa para mostrar rebeldia ou qualquer forma de insatisfação (…). Enfatizo, aqui, que não é um factor obrigatório, o que é necessário é que os que praticam a poligamia saibam como praticar”, explicou o Sheik Umar Aiuba.

Inuss Ismail, um dos dirigentes da comunidade muçulmana na Zambézia, falou da poliginia como tipo de casamento que visa acabar com a promiscuidade.

“É muito importante que a nossa sociedade deixe de enveredar pela hipocrisia, porque todos nós conhecemos a promiscuidade que existe. Portanto, temos que assumir as regras do islão, como os preceitos que concedem a respeito da poligamia (referindo-se à poliginia). Então, o islão diz que poligamia é permitida, mas tem suas regras”, disse Inuss Ismail.

Por seu turno, as mulheres muçulmanas presentes no evento dizem que, apesar de o tema ser polémico, aceitam, mas adiantam que deve haver equilíbrio de tratamento do marido para com as suas mulheres, tal como manda o alcorão.

“É importante aceitarmos as outras mulheres, porque se pede que os homens sejam justos. Então, havendo essa justiça para as mulheres, penso eu que não há problema e pode viver-se em harmonia”, adiantou Judite Cassima.

Catija Hussein, outra muçulmana, diz que a poliginia reflecte a solidariedade que as mulheres devem ter entre si. “Eu concordo. Eu tenho que ser solidária para com as outras. A mulher muçulmana está preparada.”

De acordo com o prognóstico do Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), espera-se que o dia de hoje seja de temperatura fria a fresca em quase todo o país, com máximas entre 20 e 34 graus. Na mesma sequência, o prognóstico aponta para a possibilidade de queda de chuva e vento a soprar, por vezes, com rajadas em algumas capitais provinciais.

Em graus Celsius, as cidades de Maputo, Xai-Xai, Inhambane e Vilanculo, na zona sul do país, poderão registar temperaturas máxima de 20, 24, 27 e 28 e mínimas de 18, 22,  23 e 23, respectivamente.

Para as cidades da Beira, Chimoio, Tete e Quelimane prevêem-se máximas de 29,25, 34 e 32 e mínimas de 24, 19, 25 e 20 graus Celsius, respectivamente.

As cidades da Nampula, Pemba  e Lichinga poderão registar máximas de 30, 31 e 24 e mínimas de 22, 24 e 10 graus, respectivamente.

Está atrasada por 10 meses a obra de construção de alpendres para vendedores no mercado grossista do Zimpeto, em Maputo. O Município de Maputo diz que decorre um processo contra o empreiteiro por incumprimento de contrato.

O dia 6 de Junho de 2021 era o prazo estipulado para a entrega do galpão que albergaria parte dos mais de 400 vendedores no mercado grossista de Zimpeto, na Cidade de Maputo, uma obra que, segundo indica a placa, teria a duração de 8 meses. Sucede, porém, que quase um ano depois as obras continuam paradas.

Trata-se de uma infra-estrutura orçada em mais de 29 milhões de Meticais, dos fundos próprios do Município de Maputo, que fazem parte do projecto de requalificação do mercado.

No local, só é possível ver pilares e mais pilares, e os mais de 400 comerciantes que vendem ao relento e nestas condições, já perderam a esperança de ver os seus produtos protegidos.

“Trabalhar nestas condições é muito difícil. Aqui, quando chove o produto molha e quando há calor, igualmente, o produto sofre. Veja que nós vendemos vegetais, sensíveis ao calor e à chuva, mas não temos o que fazer. Neste mercado pagamos, diariamente, 150 Meticais pelo bilhete. Mesmo assim, não temos nada de bom aqui”, disse a vendedora Arsélia Nacudinba, que comercializa repolho e cenoura a grosso.

Com a chuva que se faz sentir, nos últimos dias, um pouco por todo o país, aqueles importadores usam lonas para proteger os seus produtos. É um salve-se quem puder, como disse, indignado, Xadreque Maculane.

“Haviam prometido que ainda este ano teríamos o alpendre, mas vemos a obra parada e não sabemos o que se está a passar. Quando há chuva nós esticamos lonas, sobrinhas e outras coisas para podermos proteger os nossos produtos, senão perderemos toda a mercadoria”.

Um outro importador contou ao “O País” que procurou saber sobre a conclusão da construção do galpão e soube que o empreiteiro responsável pela obra está a responder a um processo judicial.

“É um problema que há muito tempo preocupa-nos. Junto da administração e outras reuniões que temos com as estruturas, procuramos saber do ponto de situação da construção do alpendre. Mas parece que o empreiteiro está na barra da justiça, por isso não se avança aqui”, referiu o comerciante Abílio Marima.

Há que recordar que, em Abril de 2021, o Município de Maputo justificou o atraso da obra pelo facto de a cobertura da infra-estrutura estar a ser produzida na vizinha África do Sul. Mas, através de uma chamada telefónica, o Vereador para a área Desenvolvimento Económico Local, no Município de Maputo, Danúbio Lado, disse que o empreiteiro responsável pela obra, a Zaida Construções Limitada, demonstrou incapacidade em concluir a obra e, neste momento, decorre um processo administrativo por forma a encontrar uma solução para o impasse.

Questionado sobre o tipo de incapacidade apresentada pela “Zaida Construções Limitada”, Lado remeteu à construtora para obter mais detalhes, apenas tendo dito que “vê-se no terreno que nada ocorre e o contrato já venceu faz tempo, por isso o Conselho Municipal está a tomar medidas para garantir a conclusão das obras”.

O galpão em questão apenas tem a capacidade de albergar 78 viaturas, dependendo da arrumação e, para os outros, prevê-se a construção de mais um galpão e espera-se que seja lançado o concurso ainda este ano.

Contudo, enquanto não se resolve o impasse com o empreiteiro, os vendedores no mercado grossista do Zimpeto continuarão trabalhando ao relento, faça chuva, faça sol.

O preço de produtos alimentares importados da África do Sul poderá registar um agravamento nos próximos dias, no país, devido às inundações que já mataram pelo

A chuva intensa que cai já há alguns dias na vizinha África Sul, que já soma cerca de 400 mortes e destruição de infra-estruturas públicas e privadas, já começa a afectar as importações.

Segundo alguns importadores de produtos alimentares, está difícil trazer mercadorias para o país, principalmente a batata.

“Faz duas semanas que chove muito na África do Sul. Com isso já enfrentamos dificuldades para a compra da batata. Agora a batata vem da zona de Free State, bastante longe, isto porque em Mpumalanga está difícil adquirir. Sinto que haverá escassez da batata”, disse Abílio Marima

Por conta da escassez deste produto, os comerciantes prevêem agravamento dos preços.

“Os preços estão muito mais elevados. Agora estamos a comprar a batata entre 80 a 90 Rands, por saco. Devido à distância, o preço da batata, nos próximos dias, vai disparar”, acrescentou a fonte.

Actualmente, a batata é vendida entre 320 e 350 Meticais, no entanto poderá atingir 400 Meticais o saco de 10kg. A cebola está no mesmo caminho e os vendedores dizem que um agravamento poderá retrair os clientes, porém, não têm alternativas.

O agravamento dos preços destes produtos vem juntar-se às recentes subidas de produtos como óleo, açúcar, cebola e outros produtos alimentares básicos.

O país continua sem notificar óbitos causados pela COVID-19 e, por isso, o cumulativo continua de 2.200. Entretanto, sete indivíduos testaram positivo para o vírus nas últimas 24 horas.

Segundo o Ministério da Saúde (MISAU), trata-se de resultados extraídos de um universo de 321 amostras suspeitas testadas no período em causa, em que a Taxa de Positividade foi de 2.18%.

Os infectados são seis mulheres e um homem, todos de nacionalidade moçambicana e com idades entre 15 e 80 anos.

“Neste momento, o cumulativo nacional de amostras suspeitas testadas é 1.306.062, enquanto e o cumulativo de casos positivos é 225.323. Deste número, 224.924 são casos de transmissão local, 369 dos quais, importados”, refere o MISAU, acrescentando que há 48 casos activos da doença.

Não há registo de recuperados, assim como internados. De acordo com a Saúde, ainda nas últimas 24 horas, nenhum paciente teve alta. Assim, existem quatro pacientes sob cuidados médicos. “Importa referir que, desde o anúncio do primeiro caso de COVID-19, em Moçambique, em Março de 2020, já foram hospitalizadas no nosso país, 8.511 pessoas”, dizem as autoridades sanitárias.

Livrarias de venda de produtos religiosos, na Cidade de Maputo, estavam cheias, este sábado, de crentes que procuravam comprar bíblias, velas, vestes brancas e outros artigos para usar e presentear nesta Páscoa.

Na Livraria Paulinas, capital do país, na entrada havia uma fila de crentes que, há poucas horas para a celebração da Páscoa, tentavam ganhar tempo para comprar artigos religiosos, a serem usados numa das grandes festas da religião cristã.

Hermenegildo Chambal, que havia aguardado para entrar na livraria há mais de meia hora, contou ao “O País” que estava naquela loja porque procurava um presente para alguém que ia baptizar na noite de sábado.

“Vim comprar estas bíblias infantis para uma amiguinha da minha filha, só vim hoje porque só hoje tive tempo de o fazer, por isso tive de enfrentar a fila”, disse o crente, feliz por ter consigo fazer suas compras.

Dentro da loja, o movimento era intenso, eram tantas opções, que a escolha parecia difícil. Uns preferiam ler um trecho antes de levar o artigo e outros faziam chamadas para consultar o que comprar. Para quem sabia o que queria, o tempo dentro da loja foi mais curto.

“Levei uma bíblia infantil, levei também, o Evangelho do São Lucas, é este livro que fala das boas práticas morais para que ele cresça sabendo o que é certo e errado, seguindo os preceitos de Deus”, explicou a Jaiana Ramos.

Jaiana até podia ter saído em pouco tempo da loja, mas a fila para o pagamento também era longa, o que pressionava os livreiros, uns tratavam dos pagamentos, outros davam explicações sobre os artigos à venda e havia, também, os responsáveis por embrulhar os presentes.

Segundo a irmã Inês, responsável pela livraria, a pressão é vivida desde segunda-feira passada, mas este sábado foi pior, “parece que todos crentes da Cidade de Maputo decidiram vir à nossa loja para comprar esses artigos, como sabemos que as pessoas deixam tudo para última hora, decidimos estender o horário de funcionamento”.

Nas Paulinas, não eram procurados apenas livros, velas, vestes brancas estavam na lista de alguns crentes, pois há baptismo nesta Páscoa, e Serafim Gama, que até as 12:40 estava na fila para entrar na loja, quase perdia esses artigos para o baptismo do seu afilhado, segundo disse “seria um desastre, não consegui-los, pois seu afilhado baptizaria na noite de sábado”.

O mesmo assistia-se na casa bíblica, na zona do Ponto Final. Não havia filas de espera, mas as prateleiras já estavam vazias.

Bento Ubisse, responsável da loja disse ao “O País” que o cenário não se via desde a eclosão da pandemia e o movimento só veio reanimar as vendas da loja, que costuma fechar as 12 aos sábados, mas que neste dia em particular, o fecho estaria dependente do entra e sai dos clientes.

O ministro dos Transportes e Comunicações diz que os 80 autocarros movidos a gás estão parados porque aguardam pelo desfecho de processos burocráticos, o que contraria as declarações da vice-ministra do mesmo pelouro, segundo as quais espera-se por um concurso público.

Depois de uma promessa da compra de 100 autocarros falhada por um ano, chegaram em Fevereiro deste ano, 80 autocarros do número prometido e até hoje estão parqueados. No dia 10 de Abril, a vice-ministra dos Transportes e Comunicações disse que a circulação dos autocarros, movidos a gás, estava refém de um concurso público para a sua distribuição.

“Estamos constantemente a distribuir os autocarros e, no dia seguinte, estarmos com problemas de transportar pessoas. Está a se tentar perceber qual é a melhor saída e julgamos que a melhor saída é um concurso público e não distribuir as viaturas. Lança-se um concurso e quem ganha fica com um lote de viaturas e criar uma determinada rota. Provavelmente, isso pode nos ajudar e é um processo. Menos dia e mais dia nós isso vai acontecer. Já temos o processo de matrícula e dos seguros terminado”, explicou Manuela Rebelo, vice-ministra dos Transportes e Comunicações.

Enquanto a vice-ministra justifica que a circulação das viaturas está refém de um concurso público, o ministro dos Transportes tem um entendimento diferente sobre o mesmo assunto.

“Era preciso que aqueles que fabricaram viessem dar instruções aos operadores, por um lado. Por outro lado, há questões administrativas que têm a sua burocracia e levam o seu tempo. Infelizmente nós, também, como Governo, deparamo-nos, nalgum momento, com esta burocracia porque precisamos que as coisas sejam bem feitas para que não haja problemas no futuro. É esta burocracia que estamos a aturar até então”, justificou o ministro dos Transportes e Comunicações, Janfar Abulai.

Mas o problema não se cinge apenas aos processos burocráticos. “Estamos a tratar questões de seguros, a formação dos motoristas. São motoristas de diversos municípios e precisamos de seleccionar para depois formar para operar aquele tipo de transporte, embora seja autocarro, mas é movido a gás e tem as suas especificidades”, acrescentou o ministro dos Transportes e Comunicações.

Janfar Abdulai até fala de um concurso público, mas não para a distribuição dos 80 autocarros, ao contrário do que avançou a vice-ministra. “Nós estamos a ver a questão da concessão de rotas e a possibilidade de, futuramente, podermos lançar um concurso para uma entidade ou duas a três que possam operar os autocarros que serão adquiridos pelo Governo, mas paulatinamente, esta entidade privada pode criar a sua estabilidade e adquirir autocarros e que não seja sempre o Estado a fazê-lo. É preciso incentivar o privado para operar o transporte público”, avançou Janfar Abdulai.

Afinal, de que lado está a verdade? Facto é que os autocarros continuam parqueados e os beneficiários sujeitos a um autêntico calvário para fazer suas deslocações.

Sobre a retoma do projecto da ligação marítima entre as cidades de Maputo e Matola, para mitigar o congestionamento na EN2, Abdulai diz que o estudo vai consistir na avaliação do nível de adesão dos passageiros e, a posterior, a ideia será vendida ao sector privado.

“Numa primeira fase, nós queremos fazer um estudo para depois vendermos ao privado. Isto é uma espécie de criar apetite ao privado, dizendo que é viável praticar esta actividade de transporte público via marítima. Caso haja um certo desconforto do privado, aí o Estado verá como é que, dentro das suas capacidades, pode implementar esse transporte público de passageiros marítimo”, revelou o ministro dos Transporte e Comunicações.

O transporte marítimo entre Maputo e Matola tinha sido introduzido em 2010 e colapsou no ano seguinte.

Em Nampula, um carro transportando reclusos envolveu-se num acidente de viação do qual uma pessoa morreu e outras 18 contraíram ferimentos. Dois agentes penitenciários estão internados no Hospital Central de Nampula.

O acidente deu-se ontem, quando uma viatura que transportava reclusos do estabelecimento penitenciário provincial de Nampula seguia em direcção a um campo de cultivo, no distrito de Rapale. Consta que um recluso perdeu a vida logo depois de dar entrada no Hospital Central de Nampula.

A penitenciária provincial ainda não se pronunciou sobre o assunto. O “O País” sabe que um recluso terá fugido no local do acidente.

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