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O País – A verdade como notícia

O último fim-de-semana foi sangrento, na vizinha África do Sul. Trinta e quatro pessoas morreram e outras dezenas ficaram feridas, em consequência de acidentes de viação.

Das 34 vítimas mortais, 12 foram registadas domingo, em Mpumalanga, quando um autocarro embateu no pilar de uma ponte, na Estrada Nacional número três, que liga Joanesburgo a Durban.

Na mesma rodovia, seis pessoas morreram e outras 60 ficaram feridas, nas primeiras horas de domingo. De acordo com as autoridades sul-africanas, o autocarro no qual as vítimas viajavam também caiu de uma ponte na província de Gauteng.

Num outro acidente, um autocarro capotou e várias pessoas contraíram ferimentos na Estrada Nacional número três. Quando a equipa de socorro chegou ao local, alguns passageiros já estavam fora da viatura completamente esmagada, desesperadas e incrédulas, principalmente porque outros passageiros estavam presos nos destroços.

No último sábado, 16 perderam a vida em consequência de um acidente de viação que envolveu 10 viaturas, das quais dois transporte públicos de passageiros. A desgraça aconteceu em Pietermaritzburgo, capital e segunda maior cidade da província de KwaZulu-Natal.

Informações das autoridades indicam que as rodas de um camião se desprenderam, causando o capotamento da viatura e, na sequência, outras viaturas foram arrastadas, entre elas cinco veículos particulares.

 

 

Nem o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano, dono do livro de Ciências Sociais, consegue explicar como erros tão graves passaram da avaliação até à fase da impressão. O manual não vai sair de circulação, o sector vai produzir erratas e pede desculpas aos pais e alunos.

Afinal, além de ter chegado atrasado aos alunos, o novo livro da disciplina de Ciências Sociais da 6ª Classe está cheio de erros. Quem “viaja” pelo conteúdo do manual de ensino que já está nas mãos dos alunos se depara com falhas inconcebíveis. Intitulado “O Nosso Continente”, o livro diz, por exemplo, na página 78, que a África Austral é composta apenas por cinco países, nomeadamente África do Sul, Botswana, eSwatini, Lesotho e Mamília, e exclui Moçambique dessa lista. O nosso país é colocado pelo livro na África Oriental, na mesma região que nações como Somália, Etiópia e Uganda.

E mais, na página 120, a imagem da Assembleia Nacional de Angola é usada para ilustrar a Assembleia da República de Moçambique; na página 86, os elaboradores afirmam que o Rio dos Bons Sinais é o mesmo que o Rio Inharrime, quando, na verdade, o Rio Inharrime está na província de Inhambane e o Rio dos Bons Sinais na província da Zambézia. Já na página 48, é ensinado aos alunos que o antigo Estado do Grande Zimbabwe tem o Mar Vermelho como um dos limites, quando o Mar Vermelho está no Norte de África.

As gralhas começaram a circular nas redes sociais e forçaram, este domingo, quadros do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano a reunir-se de emergência, com a presença da ministra Carmelita Namashulua e o dirigente do Instituto Nacional de Desenvolvimento da Educação.

O MINEDH não sabe como erros tão graves terão passado até à fase da impressão do livro e anunciou, ontem, a criação de uma comissão de inquérito, até agora sem prazos, para apontar em que fase da cadeia as falhas foram deixadas passar. “Esta comissão de inquérito é que nos vai ajudar, como Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano, a perceber onde é que terá havido esta falha. Neste momento, não é possível dizer se a falha foi dos autores, comissão ou dos avaliadores.”

O que se sabe é que várias fases compõem a elaboração de um manual de ensino, etapas nas quais estão criadas condições para que erros como aqueles não sejam deixados passar. Segundo explicou a porta-voz do sector, Gina Guibunda, o processo começa com o lançamento de um “concurso de contratação de consultoria editorial. A editora apurada é que contrata os autores, revisores de conteúdos, ilustradores e maquetizadores. O draft do livro é submetido à avaliação por uma comissão de avaliação que, depois, elabora um relatório com recomendações específicas para cada livro. Este relatório e orientações são enviados à editora que as insere e manda o livro para o Instituto Nacional de Desenvolvimento da Educação que faz a avaliação final”.

Os erros não foram detectados nem corrigidos em todas essas fases, incluindo pela comissão de avaliação que é composta por técnicos do MINEDH, do Ministério da Cultura e Turismo e professores universitários.

SERÃO PRODUZIDAS ERRATAS PARA OS ALUNOS

Sobre a solução do problema, Gina Guibunda começou por falar da produção de uma errata com as indicações da interpretação correcta da informação constante da página 48. “A errata vai incluir a questão da página 48 do livro da 6ª classe de Ciências Sociais, mas também o MINEDH está, em simultâneo, a fazer um trabalho em todos os livros que possui.”

Só depois de uma questão colocada pelo jornal O País é que a porta-voz afirmou que a errata será para todos os erros que estão no livro. “Este é um trabalho que é feito em relação a todo o livro, mas nós dissemos e reafirmamos que, em relação a todos os outros livros, há um trabalho que está a ser feito e também vai produzir uma outra errata.”

Segundo o MINEDH, as erratas que serão produzidas não vão implicar custos significativos. Gina Guibunda terminou por apresentar um pedido de desculpas do sector. “O Ministério pede desculpas aos pais e/ou encarregados de educação e, principalmente, aos alunos por este embaraço que foi causado neste livro.”

Salientar que são 941 700 livros que já foram distribuídos, para os quais será necessária a entrega das erratas, e o MINED afirma que este processo não terá custos adicionais.

ANTIGA MINISTRA DEFENDE INVESTIGAÇÃO AO INDE

Em reacção, a antiga ministra da Educação e Desenvolvimento Humano, Conceita Sortane, começou por dizer que “esta é uma situação um pouco delicada”.

A antiga governante foi mais longe e falou da necessidade de uma investigação junto do Instituto Nacional de Desenvolvimento (INDE), para compreender o que se passou durante a elaboração dos manuais, uma vez que esta instituição é responsável pela verificação dos conteúdos.

“Temos o INDE que é a instituição apropriada, que faz todo um trabalho de produção, um trabalho de contacto com os investigadores que fazem a investigação da matéria, e esse é o papel do INDE. Então, eu penso que deve ser feito um trabalho de investigação junto do INDE”, sublinhou Sortane.

Esta é a primeira vez em que o país se depara com situação igual: primeiro o atraso de quase cinco meses para entrega de livros aos alunos e, agora, erros em cadeia sobre a matéria leccionada.

O prognóstico do Instituto Nacional de Meteorologia ( INAM), para esta segunda-feiras, aponta para  ocorrência de tempo fresco. A cidade Tete poderá registar a temperatura mais elevada de hoje, de  32 graus.

Assim, as cidades de Maputo, Xai-xai, Inhambane e Vilankulo poderão registar máximas de 24, 25, 28 e 28 graus Celsius, e mínimas de 15,16,18 e 13 respectivamente.

Para as cidades da zona centro do país, Beira,Chimoio, Tete e Quelimane, a previsão é de máximas a atingirem 29, 27, 32 e 29 e mínimas de 16,12,16 e 12 graus, respectivamente.

Já para a cidades na região nortenha de Moçambique, prevêem-se máximas de  26,27 e 21 e mínimas de 16, 19 e 12 graus Celsius, respectivamente.

Vendedores do Mercado Municipal de Frango e Magumba, na Cidade de Maputo, negam a gestão da CTA e ameaçam voltar a praticar a sua actividade na praia de Costa do Sol.

Há discórdia e falta de comunicação no Mercado Municipal de Frango e Magumba, na Cidade de Maputo. Os vendedores dizem que não sabiam que houve passagem de pastas na gestão daquela infra-estrutura.

O facto é que, na sexta-feira, a Confederação das Associações Económicas de Moçambique e o Conselho Municipal da Cidade de Maputo trocaram de pastas, num memorando que deixa a CTA como gestora do Mercado de Frango e Magumba, por um período de oito anos.

A presidente da Associação dos Vendedores de Frango e Magumba (AFRAMA), Sandra Matsinhe, diz que soube da mudança da gestão pela nossa equipa de reportagem. “Para estar neste mercado, não coordenamos com a CTA, mas sim com o Município [de Maputo]. Não temos nenhum memorando com a CTA, não queremos trabalhar com esta instituição. Eles devem resolver o seu problema. Nós queremos trabalhar com o Conselho Municipal que foi quem nos tirou de onde estávamos.”

A secretária da AFRAMA, Angelina, explica que, pouco antes de a obra ser entregue aos vendedores, em Dezembro de 2021, a CTA teria entregado contratos que firmavam acordos de arrendamento dos contentores da marginal, e os vendedores deveriam pagar à CTA três mil Meticais mensais de renda por cada contentor.

“De acordo com esses contratos, não pagamos taxas, mas renda, estipulada em três mil Meticais. Aliado a isso, queriam ainda que pagássemos três mil e quinhentos Meticais para garantir a instalação da corrente eléctrica, mas nós negamos”, revelou.

Cinco meses passam desde a sua inauguração, mas os vendedores continuam a lamentar a falta de energia, além de existirem apenas duas cozinhas repartidas entre os pouco mais de 200 utilizadores, outro facto que eleva ainda mais a insatisfação no mercado dos contentores.

Inaugurando em 2021, o Mercado de Frango e Magumba surgiu para pôr fim ao problema da venda desordenada na praia da Costa do Sol. Entretanto, com um tom de insatisfação, os vendedores ameaçaram voltar, caso o Município de Maputo não retroceda na sua decisão.

“Queremos pagar uma taxa mais ou mesmo igual a de outros mercados. Pode não ser tal e qual, porque sabemos que estamos numa zona nobre, mas três mil não vamos pagar”, afirmou um vendedor.

“Vamos ficar fora, vamos fechar todos os quiosques e vendermos fora. Preferimos voltar à nossa antiga forma”, secundou Victória Francisco, conselheira da AFRAMA.

A infra-estrutura foi financiada pela Confederação das Associações Económicas e, desde que o mercado foi inaugurado, a gestão era feita pelo Conselho Municipal da Cidade de Maputo.

A partir do dia 01 de Junho, entram em funcionamento mais sete portagens ao longo das Estradas Nacionais Números 1, 7 e 13. As taxas variam de 50 a 1000 Meticais.

As portagens ao longo das estradas nacionais, erguidas no âmbito do Programa Auto-Sustentado de Manutenção de Estradas, entram em funcionamento na próxima quarta-feira.

Trata-se das portagens de Chidenguele, na província de Gaza, e de Nhacundela, Malova, Mapinhane, em Inhambane, todas ao longo da Estrada Nacional Número 1.

A portagem de Camuaza, em Manica, na Estrada Nacional Número 7, e Congerenge e Utukulo, em Niassa, na Estrada Nacional Número 1.

De acordo com um comunicado conjunto, enviado à nossa Redacção pela Administração Nacional de Estradas e Fundo de Estradas, serão aplicadas as seguintes taxas: “veículos de classe 1 vão pagar 50 Meticais; a classe 2 vai pagar o valor de 200 Meticais, a classe 3 vai pagar 500 Meticais e a classe 4 paga 1000 Meticais”.

Ainda no mesmo documento, consta da tabela taxas mensais que poderão ser pagas pelos residentes, incluindo veículos de transporte urbano semi-colectivo de passageiros, sendo que a classe 1 paga 300 Meticais e a classe 2 paga 500 Meticais.

Ginecomastia é o crescimento do volume da mama do homem. No país, não se sabe, ao certo, quantos homens têm a doença, uma vez que muitos se escondem por conta do medo da discriminação e vergonha.

A doença é criada por um desequilíbrio entre as hormonas femininas (estrogénios) e as masculinas (testosterona). Nos casos em que, no organismo do homem, o estrogénio se encontra em níveis mais elevados e a testosterona diminuída, a combinação das duas coisas desenvolve a mama no homem, ou seja, resulta no aumento do seu volume.

Foi o que aconteceu com Marcelo, nome fictício de um jovem de 28 anos, que, há dois meses, viu o seu peito direito crescer, após dias de comichão na ponta do mamilo.

“A comichão era tanta que eu ia sempre coçando, meses depois, começou a inchar e a crescer com o caroço por dentro. Fiquei preocupado e fui ao médico, que me diagnosticou com cancro de mama. Fiquei espantado, pois não sabia que homens também podem ter cancro de mama, mas exames mais apurados concluíram que, na verdade, se trata da ginecomastia, uma doença que faz o peito crescer”, relatou o jovem.

O crescimento anormal do seu seio direito começou a gerar um incómodo físico e emocional, além de se ter sentido um ser anormal, já que não podia vestir camisetas para não dar a entender o que se passava com a sua mama e apenas familiares mais próximos é que sabem da sua situação.

Segundo o médico-cirurgião, Ussen Isse, a ginecomastia não é grave e tem cura. É normal quando ocorre em recém-nascidos e desaparece três a quatro semanas após o nascimento; ao ocorrer na puberdade a partir dos 14 anos, e desaparecer até aos 20 e, nos idosos, pois a hormona masculina diminui.

“Mas há também casos em que se trata de uma doença, quando ocorre em adultos. Pode ocorrer nos casos da ingestão de alguns medicamentos de hipertensão, por exemplo, ou mesmo em casos de pessoas que fazem o tratamento anti-retroviral que uma das reacções é o crescimento do seio, ocorre também em pessoas que consomem anabolizantes e que praticam exercícios físicos”, explicou o médico.

A ginecomastia pode ser unilateral, quando ocorre em apenas uma mama, ou bilateral quando é nas duas. Entretanto, tem cura e o tratamento, que pode ser medicamentoso ou cirúrgico, que, segundo o médico, consiste na remoção da glândula mamária para que a hormona feminina não tenha como actuar, mas a sua mama vai permanecer.

Ussen Isse explicou, ainda, que a doença tem níveis, sendo que, no estágio três, a mama cresce até ao ponto em que pode confundir-se com o peito de uma mulher a amamentar.

A situação de alguns deslocados que vivem na cidade de Pemba, capital da província de Cabo Delgado, está cada vez mais difícil devido ao alto custo de vida.

A ajuda humanitária tende a reduzir, e o apoio que recebe das poucas organizações que ainda operam na província é considerado insuficiente.

“Continuamos a receber ajuda do Programa Mundial para Alimentação, que dá um cheque de três mil e seiscentos Meticais para levantamento de alimentos nas lojas, mas, devido ao aumento dos preços de produtos, estamos a passar muito mal”, reclamou Celina Vicente, uma deslocada oriunda do distrito de Muidumbe.

Segundo explicou a fonte, “antes conseguíamos comprar muita coisa com o valor que recebemos, mas agora, por causa do aumento dos preços, só dá para ter um saco de arroz, um de farinha e cinco litros de óleo”.

Além do aumento do custo de vida, a situação de Celina Vicente agravou-se este ano, quando o marido perdeu o emprego que tinha conseguido há cerca de um ano.

“Vivemos numa casa arrendada e, agora que perdi trabalho, não sei como fazer. Assim, estamos há dois meses sem pagar a renda e não sabemos até quando o dono de casa vai compreender a nossa situação”, disse Cornélio Bernardino.

Outra preocupação dos deslocados que vivem em Pemba é a falta de solidariedade das pessoas que aparentemente estão indiferentes ao sofrimento dos sobreviventes dos ataques terroristas.

“Não estamos felizes aqui. Na nossa terra, estávamos habituados a pedir sal ou água ao vizinho, mas aqui, em Pemba, quando pedimos alguma coisa, ninguém nos dá nada e ainda nos ofendem dizendo que somos deslocados. Esta situação é triste, porque esperávamos ter ajuda dos vizinhos e outras pessoas de boa vontade, mas, agora, ninguém está disponível para dar a mão”, revelou Muamina Amade, uma jovem deslocada que vivia em Mocímboa da Praia.

Devido à gravidade da situação humanitária dos deslocados, algumas famílias estão a pensar em voltar às suas origens, mas aguardam pelas orientações das autoridades.

“Estamos a pedir às autoridades, ao Presidente Nyusi e a todos para terminar com essa guerra para cada um voltar à sua casa, porque já não aguentamos mais este sofrimento, e o pior é que não estamos a ver os nossos pais, filhos e outros familiares; só ouvimos que morreram e é triste não poder enterrar os nossos entes queridos”, pediu Fátima Abdala.

A ajuda humanitária, segundo apurou o jornal “O País”, tende a reduzir, e algumas organizações não-governamentais pararam de prestar apoio aos deslocados.

Os empreiteiros em causa construíram, em menos de um ano, três vias que, em pouco tempo, começaram a degradar-se. Trata-se da rua Lurdes Mutola, que dá acesso à UCM e ao bairro Janeiro, 3040, que faz a ligação entre a N10 e a regional 642, passando pelo bairro Acordos de Lusaca, e a última 4000, que dá acesso à Escola Secundária Filipe Nyusi, a partir do Mercado Brandão. São cerca de três quilómetros avaliados em cerca de 60 milhões de Meticais, fundos do Município de Quelimane.

Nos últimos 10 anos, cerca de 10 quilómetros de estradas foram pavimentadas em asfalto e pavês, num investimento de cerca de 200 milhões de Meticais.

Inicialmente, cerca de dois quilómetros foram construídos de pavês, mas, mais tarde, a edilidade avançou para a asfaltagem. As vias, que foram asfaltadas, apresentam-se num estado de relativa consistência, mas a chuva, que caiu nos últimos dias, deixou nu o problema da falta de qualidade das obras.

Munícipes, que entendem de construção de estradas, dizem que os empreiteiros falharam logo na construção da base dos solos que recebe o asfalto. “Será que, nesta questão de estradas, tivemos a presença de consultores e projectistas? Será que foram observados todos os critérios de selecção dos empreiteiros e respectiva supervisão? Penso que estes pressupostos são importantes”, disse Heitor Fijamo.

Xadreque da Silva não tem dúvidas de que, nas referidas estradas, houve problemas desde o início. “A base não foi devidamente preparada e sabemos perfeitamente que a cidade de Quelimane está abaixo do nível das águas do mar. Não sei quanto foi aplicado no mapa de quantidades, até porque não tive acesso por não ser parte integrante dos trabalhos.”

Por sua vez, o Conselho Municipal de Quelimane afirma que houve má qualidade das obras. De acordo com Helder Subizo, director de estradas na edilidade, os empreiteiros em causa foram notificados em Fevereiro último para trabalhos de correcção dos defeitos. Curiosamente, os inspectores estiveram sempre no terreno a aferir o grau de execução das obras.

“Antes das três estradas, construímos outras com as mesmas características, mas estão intactas. Concluímos que é uma má execução por parte do empreiteiro. Se reparar os projectos, são os mesmos com os que fizemos outras ruas, mas, nestas novas, em tão pouco tempo, começámos a notar defeitos. Claramente, há problema de má execução, por isso já tramitamos um auto administrativo, porque as obras ainda não tinham sido entregues. Já notificamos o empreiteiro para se fazer ao terreno, caso contrário, vamos accionar as cláusulas contratuais”, disse o director de estradas.

A previsão do tempo para este Domingo  indica que as três regiões do país enfrentarão temperaturas entre 25 e 30 graus Celsius de máxima.  As cidades cidades de Tete  e Beira serão as mais quentes de hoje.

Na região centro, as urbes da Beira, Chimoio, o Tete e Quelimane poderão registar temperaturas máximas de 30, 25, 30 e 28 e  mínimas de 19, 12, 18 e 17 graus Celsius, respectivamente.

De acordo com a Meteorologia, as cidades de Nampula, Pemba e Lichinga poderão registar temperaturas máximas de 25,28,22 e mínimas de 16,17 e 8 graus.

Para as cidades de Maputo, Xai-Xai, Inhambane e Vilankulo, no sul do país, prevêem-se máximas de 29, 29, 28 e 27 e mínimas de 16, 16, 18 e 17 graus Celsius, respectivamente.

Adicionalmente, o INAM prevê ocorrência de chuvas  em algumas capitais provinciais do país.

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