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O País – A verdade como notícia

Os professores estão a ser aldrabados, diz a Associação Nacional dos Professores (ANAPRO) que, neste momento, está em audiência na oitava comissão, a comissão de petições, queixas e reclamações da Assembleia da República.

O problema dos professores não é novo, mas, agora, os professores exigem resposta às suas inquietações. Da lista constam questões relacionadas ao pagamento de horas extras, a falta de material didático, turmas ao relento e a falta de livros escolares.

Quanto ao pagamento das horas extras, o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano  garantiu que estavam a decorrer os pagamentos, referente a 2022.

 

A Direcção de Informação do Grupo Soico tem uma nova estrutura. António Tiua e Emildo Sambo são chefes de redacção e Olívia Massango continua a directora.

A jornalista Olívia Massango continua a liderar a Direcção de Informação do Grupo Soico e, a partir desta segunda-feira, António Tiua junta-se a Emildo Sambo como chefe de redacção.

“Temos a plena confiança nos quadros que indicamos para estas responsabilidades. Acreditamos que, com a experiência que foram acumulando ao longo destes anos que trabalham para o Grupo Soico, vão prestar um bom serviço internamente e, também, ao nível externo”, disse Olívia Massango, directora de Informação.

E o grupo mostra-se claro do que esses quadros deverão fazer para que valha a confiança que em si se deposita. “Esta nova estrutura significa que o grupo está comprometido na inovação e na qualidade e eficiência produtiva. Procuramos, com esta nova estrutura, aprimorar os nossos processos internos, olhando para aquilo que é a relação entre as diferentes equipas da Direcção de Informação, e com o mercado também, porque entendemos que a redacção é um espaço democrático por excelência. A comunicação entre os jornalistas tem de ser algo que valorize este simbolismo da democracia que nós temos como uma marca de trabalho.

O jornalista António Tiua, agora chefe de redacção, sabe bem o que significa esta indicação e mostra-se claro da missão. “É um voto de confiança que me é dado após cerca de 10 anos de percurso interno, desde repórter a apresentador de vários programas. É um desafio e uma responsabilidade dar o meu contributo para que o Grupo Soico continue a ser uma referência no jornalismo e possamos manter a nossa qualidade, relevância e diferencial na forma como fazemos e tratamos os nossos conteúdos”, disse António Tiua.

Emildo Sambo já era chefe de redacção desde 2020 e quer fazer mais daqui para frente. “Esperamos continuar nesta nossa jornada de fazermos um jornalismo relevante, de excelência e com a qualidade que todos nós e os telespectadores possam olhar e, através deste jornalismo, possam identificar-nos como um grupo relevante no mercado”, disse Emildo Sambo.

Além deles, foram nomeados Francisco Mandlate, Clemêncio Fijamo e José João como editores dos principais blocos noticiosos do grupo. José dos Remédios é o editor do jornal O País Digital e Online.

Paulina Chiziane e a sua equipa foram agredidos na tarde de ontem, quando tentavam gravar um vídeo-clipe, nas proximidades da Igreja Divina Esperança, em Muntanhane, Marracuene.

Segundo conta a escritora, tudo aconteceu quando tentavam finalizar as gravações do vídeo-clipe de umas das suas músicas. O local escolhido foi um terreno baldio, entretanto, nas proximidades de uma igreja, o que não agradou os seguranças da Divina Esperança, que aproximaram e proibiram.

“Os seguranças da dita igreja vieram ao nosso encontro e disseram: aqui nas imediações nós não permitimos que se façam filmagens, até aí estava tudo bem. Disseram que tínhamos que ir à esquadra, mas passaram duas horas e não saímos do local até que começamos a nos insurgir”, contou.

A artista, que fez o relato a partir de um vídeo na noite de domingo, relatou que não tardou e chegou um homem, que se presume que seja o líder da igreja, que ordenou que fossem tiradas fotos da escritora sem revelar a finalidade e confiscaram o telemóvel de Chiziane.

Foi ali que começaram as agressões físicas a três membros da sua equipa e psicológica a ela.

“O Eduardo Samo foi barbaramente agredido, o nosso maestro das palavras, o meu assessor Vieira Mário apertaram-lhe o pescoço, quase que eu ia morrendo ao ver aquela coisa horrível. O Job, nosso amigo que está doente, foi maltratado ”, mencionou.

Diante de tais actos, Chiziane questiona “quem são eles para me impedir de fazer uma imagem na rua? Quem são? e por quê agrediram essas crianças maravilhosas com quem trabalho? E o que querem fazer com as imagens da Paulina?”.

As imagens tiradas foram depois a circular nas redes sociais, com um texto sem assinatura, mas que acusa a artista de ter ido à igreja fazer trabalhos de feitiçaria.

Este jornal entrou em contacto com a igreja que disse não ter nada para falar.

O caso foi submetido às autoridades policiais, que, segundo a assessoria da artista, presenciaram as agressões e não reagiram.

Pelo menos 38 pessoas morreram vítimas de cólera no país, de Outubro de 2023 a Julho de 2024. A informação foi avançada hoje, em Maputo, pelo primeiro-ministro, que orientou a abertura da primeira conferência transdisciplinar para travar a doença.

O número de casos de cólera no país continua alto. Só nos últimos nove meses, cerca de 16 mil foram registados e 38 óbitos. O facto reactivou o alerta, no país e na região, para a busca colectiva de estratégias para o combate e a prevenção da doença.

Por isso, decorre, em Maputo, a primeira conferência sobre transdisciplinaridade para a eliminação da cólera, evento que reúne líderes de entidades nacionais e estrangeiras.

“Tudo indica que esta situação de agravamento da cólera está directamente relacionada ao aumento de frequência e gravidade dos eventos climáticos extremos, como diversos factores associados, com destaque para o deficiente saneamento do meio, acesso limitado à água potável e desinformação sobre as causas da cólera. As estatísticas disponíveis indicam que, em todo o mundo, foram registrados cerca de 94 mil casos de cólera entre Janeiro e Março do presente ano, sendo que mais da metade ocorreram em África.”

De acordo com o primeiro-ministro, no continente africano, há registo de 50 mil casos de cólera, entre 2023 a esta parte, o que resultou em mais de quatro mil óbitos, o que corresponde a uma taxa de letalidade de 1,6 por cento.

Adriano Maleiane, que esteve em representação do Presidente da República, defende o reforço da vacinação aliado a outras formas de combate.

“Esta abordagem permitiu que, no nosso país, fossem vacinadas cerca de 5,2 milhões de pessoas nos distritos mais afectados pela cólera no período entre 2021 até esta parte. A nossa experiência demonstra que as campanhas de vacinação, combinadas com outras medidas sociais, têm um impacto positivo na prevenção e controle desta epidemia. Por isso, tomamos esta ocasião para encorajar e sensibilizar os parceiros de cooperação e demais intervenientes a garantirem o aumento da produção e disponibilização de vacinas”, defendeu Maleiane, durante a sua intervenção de abertura oficial da conferência.

Mas, há muito mais ainda a ser feito e as notas foram deixadas, virtualmente, pelo chefe de Estado da Zâmbia, Hakainde Hichilema.

“Apelamos aos líderes globais, a todos os nossos líderes globais em todo o mundo, para se juntarem a nós no compromisso com as seguintes acções: desenvolvimento e implementação de iniciativas de água, saneamento e higiene resilientes ao clima, junto com programas de redução de risco de desastres para prevenir futuros surtos de cólera. Número dois, fortalecimento da colaboração e coordenação do sector local para acelerar os nossos esforços em direcção ao controlo e eliminação da doença. Número três, a aceleração de etapas em direção à fabricação local e regional de vacinas de cólera e maior acesso a produtos essenciais, como soluções de reidratação oral e camas para pacientes com cólera.”
Por sua vez, a Unicef desafia os Estados a investirem mais, se quiserem controlar a doença.

“Devido à crescente procura, à limitada disponibilidade a nível mundial, as vacinas contra a cólera estão a esgotar-se. Assim, entendemos que, para resolver a situação da cólera, serão necessários esforços e investimentos adicionais em estratégias multissetoriais de controlo e prevenção da cólera. Entre estas, priorizar melhorar as infra-estruturas de água e saneamento nos principais focos do surto, como também melhorar a preparação ao nível das unidades sanitárias e comunidades para respostas mais sistemáticas. Ao nível comunitário, temos de reforçar a comunicação dos riscos e a cobertura da vacinação para a comunidade.”

A conferência, que termina esta terça-feira, subordina-se ao tema Juntos pela eliminação da cólera.

O Instituto Comercial de Maputo abriu um furo de água subterrânea sem autorização e parecer técnico da entidade competente, revela a Administração Regional das Águas do Sul, ARA Sul, entidade do Governo responsável pela emissão de licenças.

Fora da lei. É como o Instituto Comercial de Maputo terá aberto um furo de água subterrâneo, fez saber, esta segunda-feira, a Administração Regional das Águas do Sul, ARA Sul. Lizete Dias, chefe do Departamento de Recursos Hídricos e porta-voz, explica os contornos.

“Nós, neste momento, mandamos uma carta para o Instituto Comercial a dizer para se aproximar a nós para pedir autorização para a abertura de furo. Então, aguardamos a resposta deles. Nós, quando nos apercebemos que está a aparecer, vimos que é ilegal, não pode fazer furo sem autorizacão da ARA. Então, nós, quando identificamos alguém que está ilegalmente a executar uma acção, nós mandamos um ofício, obrigamos a pessoa a aproximar-se de nós para ver se há condições para fazer o furo. Porquê disto? Porque a pessoa pode fazer o furo vai gastar muito dinheiro e não sabe em que condições em que aquela água se encontra. Nós temos de olhar não só para a quantidade, mas também para a qualidade de água.”

O Instituto Comercial de Maputo já está a regularizar o processo de abertura do furo, segundo assegura Daniel Mafumo, director daquela instituição, que diz que a água ainda não está em uso.

“Sim, eles entregaram uma nota que dizia ao Instituto Comercial para aproximar à ARA Sul de forma a proceder à regularização do furo dentro de sete dias. Estamos a regularizar o furo e, neste momento, já temos o relatório do empreiteiro sobre o furo. O que nos falta são os resultados laboratoriais”.

Enquanto isso, há proliferação de furos subterrâneos privados por quase todo o país e sem a autorização prevista na lei, diz a  ARA  Sul.

“Para autorização da abertura de um furo, submete-se o pedido à ARA Sul, que, por sua vez, autoriza a abertura do furo e a pessoa faz o furo e tem de apresentar o relatório técnico, tem que apresentar o relatório sobre a qualidade de água, o que quer dizer que não devemos só olhar para a quantidade de água, temos de olhar para a qualidade de água e, tratando-se de uma escola, é muito importante observar esse requisito.”

E há também recomendações técnicas que devem ser observadas rigorosamente.

Por exemplo, não se deve fazer um furo numa distância inferior a 100 metros de uma fossa séptica, latrina ou foco de lixo, não se pode, podem perguntar porquê? Se por exemplo é uma zona de dunas, onde temos areia, se chover, vai haver infiltração de água arrastando areia e a pessoa não sabe, bomba aquela água e bebe directo, o que não é recomendável.

O Decreto 17/2012 de 5 de Julho, no Artigo 43, determina, dentre várias infracções administrativas, os seguintes actos:

Executar obras ou actividades de pesquisa e exploração de água subterrânea sem a devida autorização ou licença;

Não apresentar o relatório técnico final no prazo determinado;

Manusear, depositar ou armazenar quaisquer produtos ou substâncias junto das captações de água subterrânea que ponha em risco os aquíferos.

E sobre as sanções, a lei prevê, dentre outras medidas:

Multa variável entre um a vinte salários mínimos;

Embargo provisório, por prazo determinado para execução de obras.

Embargo definitivo, com revogação da autorização de pesquisa, licença emitida, conforme o caso, com a obrigação de repor no seu anterior estado o local da captação.

De acordo com a ARA Sul, há, neste momento, quatro mil furos de água subterrânea licenciados na região Sul, havendo ainda muitos ilegais.

Trinta e nove reclusos fugiram do estabelecimento penitenciário de Alto Molócuè, na província da Zambézia, este sábado. A evasão envolveu 44 reclusos, dos quais um foi alvejado mortalmente e quatro já foram recapturados pelas autoridades.

Segundo o Serviço Nacional Penitenciário, o caso ocorreu no último sábado, no Estabelecimento Penitenciário Distrital de Alto Molócuè, na província da Zambézia.

A evasão envolveu um grupo de 44 reclusos que se encontravam em privação de liberdade nas celas, quando, por volta das 15h30, devidamente armados, escalaram e abriram o portão do pavilhão para o fornecimento de água para o consumo dos reclusos e agrediram os guardas penitenciários.

Durante a incursão, um dos prisioneiros foi atingido mortalmente na tentativa de impedir a fuga, o segundo foi neutralizado no momento e outros três condenados foram recapturados, em coordenação com as Forças de Defesa e Segurança e as autoridades comunitárias.

Assim sendo, são 39 reclusos que se encontram em parte incerta.

No local, os guardas penitenciários foram feridos, um dos quais com gravidade.

Dos reclusos envolvidos na evasão, que são acusados de cometer os crimes roubo, homicídio, tráfico de drogas e outros delitos graves, 20 já haviam sido condenados e encontravam-se a cumprir penas e 19 aguardavam os respectivos julgamentos.

Em comunicado emitido pelo Serviço Nacional Penitenciário, esta segunda-feira, a instituição garante estar a realizar operações de busca intensiva para capturar os reclusos que continuam a

monte e que está a realizar inquéritos para apurar as reais circunstâncias da evasão, além de ter reforçado a segurança no Estabelecimento Penitenciário.
O SERNAP apela à população para que ajude na partilha de qualquer informação que possa ajudar na recaptura dos reclusos fugitivos.

O académico Nataniel Ngomane diz que a superlotação de salas de aula no país, associada à falta de professores, se deve a falhas na planificação ao longo dos anos. O académico alerta para os perigos no processo de ensino-aprendizagem e defende que se deve repensar o Sistema Nacional de Educação.

O problema da superlotação de salas de aula não é de hoje e agrava-se a cada ano. Reagindo ao facto de haver turmas que chegam a ter mais de 100 alunos, o professor universitário, Nataniel Ngomane, defendeu que a solução está na planificação.

“Somos cerca de 32 milhões de habitantes e é possível prever o crescimento populacional, pelo menos de forma aproximada. Por associação, pode-se prever as necessidades e associar-se a uma planificação. Talvez tenhamos perdido a possibilidade ou a noção da importância de um plano preciso que projecta as actividades futuras”, explicou o académico, alertando que deste problema surgem consequências negativas que resultam num péssimo aproveitamento pedagógico.

“Dificilmente os alunos prestam atenção, aliás, são mais propensos a distrair-se, inclusive em conversas entre eles. Talvez escutem mal a voz do professor. Portanto, a quantidade de alunos em cada sala de aula tem de ser reduzida.”

Mas como reduzir o número de alunos por turma se há falta de professores?

“Nós temos de meter a mão na massa. Não podemos ficar à espera de donativos para pagar aos professores. Vamos fazer as projecções do crescimento da nossa população, ver quantas escolas são necessárias em função do desenvolvimento da mesma, particularmente da população escolar, que valores serão necessários. Vamos programar isso atempadamente e devemos envolver-nos directamente”, explicou Ngomane, que disse mais: “Temos de criar gabinetes técnicos para pensarem somente nestes assuntos e tentarem dar respostas através de propostas concretas sobre essa matéria.”

Para Nataniel Ngomane, não basta que uma educação de qualidade seja a prioridade do Governo somente na escrita. Há que buscar estratégias de materialização.

A primeira-dama da República, Isaura Nyusi, é desde hoje, Doutora Honoris Causa pela Universidade Rovuma. A atribuição foi feita pelo seu papel no empoderamento de mulheres e raparigas.

A distinção da esposa do Presidente da República está inserida no âmbito da realização pela UniRovuma do III Fórum sobre Acção Humanitária e Responsabilidade Social, sob o lema “Pela Acção Humanitária e Responsabilidade Social, Juntos Podemos”.

Durante a atribuição, foi destacado o papel de Isaura Nyusi no empoderamento da rapriga, com ênfase na área de educação. Onde se fez a menção do projecto “Sou Capaz”, que capacitou mulheres e raparigas na área da educação.

O reitor da Universidade Rovuma, Jorge Brito dos Santos, disse que o título foi atribuído como forma de reconhecimento do trabalho feito pela primeira-dama para aliviar o sofrimento da população.

“Em celebração do trabalho humanitário  e responsabilidade social, decidimos que seria relevante reconhecer quem já está a fazer muito nesta área, com acções concretas que salvam vidas e aliviam o sofrimento das nossas populações”, disse.

Isaura Nyusi contou com o apadrinhamento da Doutora Benigna Zimba, da Universidade Eduardo Mondlane, para a atribuição do título honorífico, e o professor Doutor Armindo Ngunga foi presidente da comissão ad-hoc de juri de avaliação criada para analisar e decidir pela atribuição do título.

Ao tomar a palavra, a Doutora Honoris Causa destacou alguns dos seus compromissos na área da educação da mulher e saúde, que abraçou ao longo dos últimos 10 anos.

“É esta visão que enquadra os programas ‘Eu Sou Capaz’, campanhas de vacinação, campanhas de rastreio do colo do útero e da mama, nas mulheres, e do cancro da próstata, nos homens, e campanhas em defesa da população idosa. Minhas senhoras e meus senhores, o ponto central do desenvolvimento social, no âmbito das nossas acções, é a figura da mulher e da rapariga.”

Um jovem não habilitado para conduzir é acusado de matar uma pessoa e deixar outras cinco feridas, no distrito de Dondo, província de Sofala. O indiciado nega as acusações, mas a Polícia afirma não haver dúvidas de que o jovem tenha sido o autor dos acidentes.

Na noite de sexta-feira, o jovem acusado, supostamente, levou, sem autorização dos pais, o carro da família e fez-se à rua, mesmo não possuindo a carta de condução.

Depois de alguns minutos, o jovem terá perdido o controlo da viatura que, devido ao excesso de velocidade, se despistou e embateu violentamente contra um outro carro, que seguia no sentido contrário, depois de ter atropelado mortalmente uma pessoa.

“Depois de embater nesses seis indivíduos, o jovem não conseguiu imobilizar a viatura, pois tentou colocar-se em fuga, mas, no meio de essa fuga, colidiu com um outro veículo que se encontrava imobilizado ao longo da via pública, causando, assim, uma sequência de acidentes de viação”, explicou Dércio Chacate, porta-voz da PRM.

Todavia, o suposto autor do sinistro nega que seja responsável e diz que quem, na verdade, conduzia o veículo era um amigo. “Não era eu quem estava a conduzir a viatura. Um amigo meu é que conduzia, porque eu não tenho carteira.”

A polícia classifica as declarações do jovem como uma forma de ludibriar a opinião pública. “Temos de ter atenção à sua narrativa, que, de longe, mostra que é uma tentativa de desconstruir a realidade dos factos. E nós, como Polícia da República de Moçambique, não temos dúvidas de que este indivíduo esteve a conduzir esta viatura, mesmo sabendo que não tinha as devidas credenciais para o efeito”, disse Chacate.

No interior da viatura, havia garrafas de bebidas alcoólicas, o que sugere que os seus ocupantes estariam a consumi-las.

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