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O País – A verdade como notícia

São cento e vinte estudantes nacionais que vão beneficiar de bolsas de estudo oferecidas pela multinacional Mozal, no âmbito da sua responsabilidade social. O projecto vem sendo desenvolvido desde 2018 e formou mais de 390 jovens nos ensinos técnico e superior.

Com a disponibilização de mais 120 bolsas de estudo, a Mozal diz que pretende dar oportunidades a jovens sem condições mínimas para continuar com os estudos após a conclusão do ensino médio. As bolsas incluem estudantes com necessidades especiais.

A presente edição 2025 oferece inscrições para as áreas de engenharias, Ciências Exactas e Ciências Sociais, nas Universidades Eduardo Mondlane e Industrial Armando Emílio Guebuza e no Instituto Industrial e Comercial da Matola parte dos beneficiários. No leque, serão, também, incluídos 10 centros ao longo das províncias, excepto Inhambane.

A Mozal acredita que a formação é um dos factores determinantes para o desenvolvimento de habilidades humanas e técnicas necessárias para o aumento dos níveis de empregabilidade e de geração do auto-emprego em prol do desenvolvimento do nosso país.

“O acto que hoje presenciamos é a continuidade das acções do Programa Mulher na Indústria. É um programa que começou em 2018 com o objectivo de capacitar e inserir a mulher nas actividades do setor industrial, onde a sua participação ainda é relativamente baixa”, defende Gil Cumaio, director dos Assuntos Externos da Mozal.

A Universidade Eduardo Mondlane (UEM) recebe de braços abertos a iniciativa e afirma que “bolsas parecem um número, e nesta questão não é a gente falar só de número, mas há pessoas por trás dessas bolsas. Por cada pessoa, pretende-se desenvolver um projecto de vida”, diz Diniz Juízo, representante da UEM, que defende que esta é uma forma de a Mozal devolver para a sociedade aqueles ganhos que, como empresa e como indústria, tem tido nesta sua empreitada.

Os beneficiários prometem que vão usar da melhor forma as oportunidades oferecidas. O programa lançado esta terça-feira, assim como nas edições anteriores, vai incluir aulas gratuitas de preparação para exames de admissão para os potenciais beneficiários das bolsas de estudo.

O Instituto Nacional de Saúde (INS) recebeu, recentemente, uma delegação de congressistas dos Estados Unidos da América (EUA), chefiada pelo Director Executivo da Global Health Advocacy na Fundação das Nações Unidas dos EUA, Chris Moore.

De acordo com a informação publicada esta terça-feira, pelo INS, os visitantes tinham como objectivo inteirar-se sobre o funcionamento do INS, particularmente no domínio da resposta ao HIV-SIDA, Doenças Emergentes e Doenças Preveníveis por Vacinas em Moçambique.

Na ocasião, o Director-Geral do INS, Eduardo Samo Gudo, que conduziu a visita, deu a conhecer o percurso histórico da instituição, destacando as realizações e os desafios da instituição, entre as quais a aprovação da Lei de Investigação em Saúde Humana, o Decreto de Redefinição do INS, o estabelecimento das delegações provinciais e a implantação dos laboratórios provinciais de Saúde Pública.

Durante o encontro com a delegação, Samo Gudo apresentou e explicou as responsabilidades do INS no Sistema Nacional de Saúde, destacando as acções de vigilância, de referência laboratorial e implementação de programas conjuntos de pós-graduação com instituições de ensino superior nacionais e internacionais.

No final da visita, lê-se na publicação do INS, Chris Moore agradeceu ao INS por abrir as portas à sua comitiva e pela parceria duradoira e estratégica com o Governo Americano.
No mesmo contexto, partilhou a sua satisfação em relação ao trabalho que a instituição tem estado a desenvolver no âmbito da geração de evidência científica em saúde e revelou que a sua equipa ficou impressionada com o funcionamento dos laboratórios do INS, avança a publicação.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, apelou, esta segunda-feira, às forças policiais a afastarem-se de atitudes que atropelam os valores éticos, deontológicos e a contribuírem para tornar o país mais seguro com vista a atrair investimentos.

O Presidente da República lançou o apelo na tarde desta segunda-feira, no distrito de Nhamatanda, na Província de Sofala, durante o encerramento do sexto curso de sargentos na ESAPOL.

Filipe Nyusi lembrou aos sargentos que é na polícia onde o cidadão busca refúgio em momentos de aflição, daí que eles devem contribuir para tornar o país mais seguro, com condições favoráveis para o desenvolvimento de actividades produtivas para atrair investimentos.

O Comandante em Chefe das Forças de Defesa e Segurança referiu que o estatuto do agente da polícia orienta que o mesmo paute por princípios éticos, deontológico de respeito, solidariedade, entre outros valores nobres.

Em relação ao processo eleitoral, cuja campanha está em curso, Filipe Nyusi apelou aos partidos políticos e aos órgãos eleitorais a pautarem por respeito e tolerância política.

Foram graduados cerca de 550 sargentos da polícia em várias especialidades.

Entrar e sair do terminal do Zimpeto continua um grande problema para os automobilistas, que dizem perder mais de 30 minutos no exercício, devido a má concepção das vias e degradação nas proximidades. Ademais, o parque do Zimpeto tem sido invadido por construções de lojas. 

Sair e entrar no terminal de transporte público de Zimpeto continua um grande desafio, 12 anos depois da concepção da infraestrutura. Construído em 2012 pelo município da cidade de Maputo, o parque acolhe mais de 15 rotas de transporte, e mais de 12 mil passageiros diários, e as dificuldades no acesso ao local, deixam agastados os automobilistas.

É muita ginástica que fazemos para entrar e sair do parque do Zimpeto. Tem água estagnada por aqui, além da degradação em algumas vias”, lamenta  Henrique Alberto, Transportador da Rota Muhalaze- Zimpeto.

Devido a má situação das vias que dão acesso ao terminal do zimpeto, os automobilistas dizem averbar danos mecânicos sem precedentes. Recentemente a entrada principal de acesso ao parque, beneficiou de uma reabilitação,facto que esperava-se minimizaria a situação, entretanto, os automobilistas dizem continuar a perder muito tempo para entradas e saídas no parque.

Além das vias e lombas mal concebidas, há águas que inundam a via e criam um cenário de imundície para a lamentação de quem desenvolve comércio nas proximidades. 

“É só ver que ao longo da via está cheio de águas, que saem das foices (…) creio que a tal dita reabilitação daquela entrada não mudou quase nada. Fecharam os tubos que conduzem às águas negras e o lixo sai do outro lado, com isso chegamos a perder mais de quarenta minutos a uma hora de tempo, neste exercício”, queixa-se Filipe Moiane, outro transportador semi colectivo de passageiros.

Os que por ali passam diariamente, apontam o dedo ao município da cidade de Maputo que continua a fazer “vista grossa” perante as anomalias causadas por desconhecidos. Para os munícipes, a edilidade pode exigir explicação aos desconhecidos que conduzem águas negras até ao local. 

Sergio Nhanca desenvolve suas actividades comerciais nas proximidades da via que liga o terminal e a Estrada Nacional Número 1 (EN1), e relata o drama vivido no local. “Estamos a passar mal e pedimos socorro por essa situação. Nós comemos aqui. Nem para engolir uma coisa não conseguimos por conta do cheiro nauseabundo criado pela concentração das águas negras”.   

Em 12 anos, o parque do Zimpeto conheceu outras mudanças, além da degradação das vias de acesso e valas ao seu redor. No local é possível ver obras em lugares que a edilidade havia assegurado que seria usado para estender o terminal de chapas.

O Jornal O País tentou, sem sucesso, contactar o município de Maputo para explicações sobre as obras que estão a ser erguidas nas proximidades do terminal do Zimpeto.

Esta segunda-feira, no Hotel Indy Village, Cidade de Maputo, membros do Governo, representados pelos Ministério da Saúde, Educação, Género, Interior, Justiça, e Organizações da Sociedade Civil e parceiros de cooperação, vão debater sobre os grandes desafios para a oferta dos serviços de aborto seguro.

Segundo um comunicado de imprensa, a sessão de debate vai incluir abordagem a questões relacionadas ao transporte de medicamentos abortivos às unidades sanitárias.

Além do debate em si, serão distinguidas algumas figuras emblemáticas na defesa dos Direitos Sexuais e Reprodutivos, com especial enfoque para o aborto seguro.

Durante o evento, promovido pela Rede de Direitos Sexuais e Reprodutivos (DSR), serão abordados os desafios organizativos, técnicos e logísticos para o acesso pleno aos serviços de aborto seguro em Moçambique.

A actividade insere-se nas comemorações do dia 28 de Setembro, Dia Mundial do Aborto Seguro, sob lema “Solidariedade nos Desafios que persistem na oferta de Serviços de Aborto Seguro”.

Só no ano passado, foram mais de 850 casos diagnosticados no Hospital Central de Nampula, número que representa aumento em cerca de 100%, se comparado a 2021. A gastrite não tem cura e há que devem ser evitados, porque pioram a doença.

Começou com um quadro de dor ardente no estómago sempre que consumia determinados alimentos. Júlia Leonor reporta esse quadro desde 2020. 

“Dói-me o peito, como se estivesse a aquecer por dentro. Principalmente quando como arroz, feijão manteiga, salada de alface e de repolho”.  

Moisés Firmino é outro paciente que reporta o mesmo quadro clínico: “existem alguns alimentos que provocam esse problema depois de consumir. É o caso de refrigerantes, água gelada, feijões e arroz”.

O relato dos dois pacientes sugere tratar-se de gastrite, mas a confirmação definitiva só pode ser feita por um especialista em gastroenterologia – especialidade médica que cuida do sistema digestivo. 

“O estômago é como se fosse uma bola. Tem uma cavidade interna que chamamos de mucosa e é ela que fica afectada quando temos gastrite. A ferida [no estômago] é outra situação – aí já estamos a falar de úlceras. A gastrite pode ter um padrão de inflamação e pode ter um padrão de erosão que ocorre da descontinuidade ao nível da camada que protege o estômago, a mucosa, neste caso, enquanto que a úlcera é uma depressão que ocorre como complicação da gastrite. Então, o processo, sempre, inicia como uma gastrite”, explica Roqueia Combana, médica gastroenterologista.    

Em mais uma consulta com a médica gastroenterologista, Júlia apresenta os resultados das análises a que foi submetida e, para a sua sorte, não se trata exactamente de gastrite.

“Pedimos exames laboratoriais e não apresenta nenhuma alteração. Uma das suspeitas que tínhamos era de uma infecção pelo “helicobacter pylori” que é uma das principais causas da gastrite, mas no caso dela não tem esta infecção. Neste caso, tem um tratamento conservador que são as medidas gerais. Aconselhamos a ter uma dieta adequada para pacientes com gastrite”.

Dependendo do quadro clínico do paciente, são realizados exames com recurso à torre endoscópica. “Por meio deste procedimento nós diagnosticamos, visualizamos as alterações e também podemos tratar algumas situações. Por exemplo, se o paciente tiver uma úlcera ao nível do estômago que é uma das complicações da gastrite é possível fazer o tratamento por via endoscópica”.  

A médica explica que a gastrite não tem cura definitiva, mas também por si não leva à morte. “A gastrite, por si só, não mata, mas pode evoluir com algumas complicações como é o caso da úlcera do estômago, ou que pode acontecer no duodeno e o paciente pode evoluir com um quadro de sangramento digestivo em que vomita e defeca sangue e, se não for controlado, pode levar à perda da vida”.

O recomendável para não desenvolver um quadro de gastrite é evitar certos alimentos que têm um grande potencial de causar irritação na camada do estômago.  Para os pacientes com gastrite “aconselhamos sempre o paciente a evitar o álcool, o tabaco,evitar o consumo de refrigerantes, o paciente deve evitar ou reduzir o consumo do chocolate, café, o consumo de chá preto, o piri-piri, os temperos, no geral. Deve evitar também alimentos processados, estamos a falar de salsichas, chouriços e de certa forma os laticínios derivados de leite, alguns vegetais crus como é o caso da cebola e tomate que têm uma grande concentração de ácido”.  

Os casos de gastrite têm vindo a aumentar em Nampula, afectando mais as mulheres e a população jovem. Em 2021, foram reportados 456 casos e, no ano passado, o número disparou para 854.

Retomaram, na quinta-feira, os trabalhos de asfaltagem das faixas laterais da Avenida Eduardo Mondlane, na Cidade de Maputo. Orçada em cerca de 100 milhões de Meticais, o Município prevê concluir a reabilitação da via até ao fim deste ano.

Depois de uma interrupção de quase um ano, retomou, na última quinta-feira, a reabilitação da Avenida Eduardo Mondlane, na Cidade de Maputo…

É que o Município de Maputo só tinha asfaltado as faixas centrais para o espanto dos condutores.

“É positivo. Só que ficamos espantados porque é que, primeiro, foi asfaltado uma central e, agora, as partes laterais. Contudo, não há dúvidas de que vai ajudar”, referiu um dos condutores que usa a Avenida Eduardo Mondlane.

E a reabilitação, agora, das faixas laterais é bem vista pelos demais condutores. “É um pouco constrangedor por causa do congestionamento visto que os trabalhos são feitos nos horários normais de circulação de viaturas, mas a reabilitação está a minimizar algumas covas na estrada”, apontou Rogério Manhiça, condutor, secundado por Ivan Chongoene, ao afirmar que: “Esperamos que as coisas melhorem. O trabalho é louvável porque a estrada já estava muito danificada. Agora, andaremos bem”.

Na verdade, segundo o Município de Maputo, as obras de reabilitação da Avenida Eduardo Mondlane nunca foram interrompidas.

“Havia algumas componentes que precisavam, ainda, de ser ajustadas e uma das coisas que nós fizemos foi, em vez de avançarmos com a recelagem das faixas laterais da Avenida Eduardo Mondlane, preferimos, primeiro, fazer o sistema de saneamento. Uma vez executadas as correções, agora estamos a fazer a recelagem nas faixas laterais, que era o que faltava”, referiu João Munguambe, vereador de Infra-estruturas no Conselho Municipal de Maputo.

E os trabalhos não se vão limitar, apenas, a asfaltagem das faixas laterais.

“Há outras componentes que hão-de vir. Tem a ver com as áreas de estacionamento em que está, também, a finalizar o projecto, mas, em princípio, usaremos um tipo diferente de material, que vai ajudar. Um pavimento drenante, que vai permitir que possa, também, facilitar a drenagem. Portanto, as obras não foram abandonadas nem podem ser abandonadas porque precisam de ser feitas e já era sem tempo. Já faz tempo que a Avenida Eduardo Mondlane não tinha uma intervenção deste nível”, disse João Munguambe.
Estas intervenções poderão ser concluídas até ao fim deste ano.

“O contrato já está um pouco fora do prazo, mas uma vez feitos estes ajustes e pensamos que até ao final do ano poderemos concluir que falta por fazer. As obras da Eduardo Mondlane estão orçadas em cerca de 100 milhões de Meticais, mas estão num pacote único que inclui a Julius Nyerere”, concluiu o vereador de Infra-estruturas no Município de Maputo.

Além das vias de acesso, o Município de Maputo está, também, a reabilitar o sistema de drenagem da cidade.

Foram a enterrar os restos mortais do jornalista Rui de Carvalho. O velório ocorreu na manhã de hoje, onde colegas, amigos e familiares descrevem-no como um homem que não se contentava apenas em escrever.

A despedida do jornalista Rui de Carvalho foi um evento que contou com a presença do Presidente do município de Maputo, Rasaque Manhique, familiares, amigos, membros do governo e centenas de pessoas que compareceram para dizer o último adeus.

Na sua mensagem, o edil da Cidade de Maputo deixou uma mensagem para a família e em especial para viúva e seus filhos “que aceitem os nossos mais sinceros pêsames e que Deus conceda a voz força e consolo. Rui de Carvalho acabou de cumprir a sua missão na terra”, disse.

Fazendo um breve historial da sua vida, Faruco Sadique, antigo Presidente do Conselho de Administração da Televisão de Moçambique disse que foi um jornalista que deu um grande contributo para a comunicação social em Moçambique “por exemplo, ele não se contentava apenas em escrever para os jornais e para outros órgãos de comunicação que assistia mas criando novos espaços, contribuindo em jornais como Diário de Notícias e O público.

Foi apreendido, na fronteira de Ressano Garcia, um camião com mais de 400 sacos de carvão vegetal prestes a serem exportados para a vizinha África do Sul. Presume-se que o produto tenha sido tirado da província de Inhambane.

Um camião carregado de um produto, cuja exportação é proibida no país: o carvão mineral.

“Temos presente um camião, que está a transportar carvão vegetal e, pelo que tudo presume, o veículo está a tentar tirar carvão de Moçambique para a vizinha África do Sul. Portanto, estamos perante um caso de tentativa de exportação de carvão vegetal”, revelou Arsénio Tchelene, chefe de fiscalização na Agência Nacional para o Controlo da Qualidade Ambiental (AQUA).

E isto é proibido à luz da Lei 17/2023 de 29 de Dezembro que, no artigo 67, número um, estabelece que:

  • É expressamente proibida a exportação dos seguintes produtos florestais madeireiros:
    Madeira em toros de qualquer espécie nativa, natural ou plantada;
  • Peças de madeira de espécies nativas com espessura superior a 12,5 centímetros;
  • Carvão vegetal e lenha proveniente de qualquer espécie, natural ou plantada.

E parece que o suposto infractor estava ciente. Por isso, tentava exportar, a partir da província de Inhambane, mais de 400 sacos de carvão vegetal num domingo e à noite.

“Numa situação em que o indivíduo é encontrado nessas circunstâncias, como é o caso deste camião, é sancionado em um milhão de Meticais, acrescido de valor de agravante. Vejam que ele tentou fazer isto no período nocturno e num domingo. É uma tentativa clara que procurava o melhor período que pudesse melhorar camuflar a sua carga e não fosse muito fácil de ser percebido pelas autoridades e transitar. Entretanto, estávamos atentos, quer a AQUA, quer as alfândegas, conseguimos neutralizar e a multa foi agravada em mais 300 mil meticais, totalizando um milhão e trezentos mil Meticais”, explicou chefe de fiscalização na Agência Nacional para o Controlo da Qualidade Ambiental

Ao condutor deste camião, não nos foi apresentado.

“Este trabalho foi coordenado com as alfândegas. Portanto, o processo vai seguir os trâmites legais. Haverá um procedimento a ser seguido. Estamos na zona de influência das alfândegas. Vai ser seguido o processo em sede desta instituição. Então, nós, como AQUA, estamos aqui presentes que está em sede de lei de floresta tipificada, como a sua exportação é um crime, tratamos do processo de lavratura do auto e aplicação da multa. As alfândegas, também, trabalharam connosco no processo todo relativo à detenção, seguimento do processo para as autoridades judiciárias para submissão do processo e, naturalmente, a AQUA vai constituir-se como assistente”, justificou Arsénio Tchelene.

Segundo o documento de apreensão da mercadoria a que tivemos acesso, o condutor do camião com matrícula sul africana é de nacionalidade Zimbabweana.

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