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O País – A verdade como notícia

Uma ponteca sobre o rio inhamgome, construída com material precário, foi arrastada pela fúria das águas, uma vez que visava dar lugar à transitabilidade provisória de pessoas enquanto decorriam obras da plataforma em betão. O investimento na obra é de mais de 98 milhões de Meticais, fundos do Banco Mundial.

A situação está a condicionar a vida das famílias, que se socorrem de pequenas embarcações para fazer a travessia.

O edil de Quelimane, Manuel de Araújo, mostra-se agastado com o empreiteiro. “Estamos extremamente desgastados com a empresa do senhor Victor Duarte. Nós informámos por mais de três vezes e alertámos que esta estratégia não era das melhores. E, neste momento, o contrato está suspenso. O que nós propusemos é que, não tendo capacidade, esta empresa devia passar o contrato para outra que tem capacidade técnica, isso para que nos possa facultar uma estratégia que nos leve a terminar esta ponte em tempo útil”, disse.

Manuel de Araújo apelou aos empreiteiros para cumprirem os prazos das obras e executarem as mesmas com qualidade. “Nós damos oportunidade aos empreiteiros nacionais, aos empreiteiros locais. Esta é a segunda empresa. Tivemos o caso da avenida Max Love, que tivemos de suspender.”

A população lamenta o arrastamento da ponteca, situação que diz estar a impactar negativamente as suas vidas. “Estamos mal. Os nossos filhos não conseguem atravessar para o outro lado da margem para irem à escola. Pedimos que resolvam esta situação”, lamentou um dos populares.

Professores contratados este ano, na província de Manica, já começaram a auferir os seus salários. A garantia é do director provincial de Educação, Albino Chaparica, que disse que o processo demorou por razões burocráticas que já foram ultrapassadas.

Há muito que os professores contratados no presente ano lectivo para diferentes subsistemas de ensino, em Manica, se vêm queixando do não pagamento dos seus salários.

A situação deixou a classe desconfortável com o sector de educação em Manica, que diz que a situação, nesta província, está ficar resolvida, até porque faltam poucos por receber.

“O processo de pagamento de salários dos novos colegas está a 60%. É verdade que temos retroactivos a pagar, que estão a ser processados. Este processo é gradual, porque as contratações são feitas a partir dos distritos. Os governos distritais são autónomos. Eles é que abrem os concursos ao nível dos distritos, os administradores são gestores seniores dos distritos. Assim sendo, cada distrito, tendo aberto o seu concurso, os procedimentos serão de acordo com cada distrito”, explicou Albino Chaparica, que acrescentou que “nós temos uma calendarização específica por seguir, mas por vezes temos tido lentidão”.

Chaparica, que chamou a imprensa para falar do processo de matrículas para novos ingressos do próximo ano lectivo, disse ainda que serão tomadas medidas contra as escolas que tentarem efectuar cobranças de dinheiro de pagamento de guardas ou outras contribuições no acto de matrículas.

“Tolerância zero para o gestor escolar que pautar por estas vias, porque, da recomendação tida do conselho da escola, é dito que a decisão do conselho da escola deve ser revista após a inscrição da criança na escola. Não deve, simultaneamente, obedecer ao calendário da criança para depois condicionar a mesma de modo a que esteja inscrita. Esta é a recomendação do Governo ao nível central e da província.”

Para o ano lectivo de 2025, o sector de educação em Manica necessita de 3025 professores.

A polícia sul-africana deteve cinco moçambicanos, com idades entre 19 a 40 anos, acusados de crimes de homicídio e rapto de um gestor municipal, na província de Mpumalanga, a nordeste da África do Sul.

A informação foi tornada pública através de um comunicado da Polícia da África do Sul, emitido pelo Gabinete de Mpumalanga. 

A vítima de 64 anos era gestor municipal de Mpumalanga e que, de acordo com o relatório, foi morto na região de Witbank,  onde era esperado numa reunião, no dia 29 do mês passado, na qual nunca chegou . 

“A família terá tentado contactá-lo, mas sem sucesso. Depois de a família ter participado o seu desaparecimento à esquadra de polícia de Mpumalanga e de ter alertado o SAPS de Witbank, também notificou a empresa de localização, tendo o veículo da vítima sido localizado perto de uma estação de serviço em Witbank”, lê-se no comunicado, que “O País” teve acesso.

A colaboração entre a família e empresas de localização via dispositivos eletrónicos facilitou a localização dos suspeitos. O documento refere que “durante a detenção, os suspeitos foram encontrados com alguns objectos pessoais, que se acredita serem da vítima. Uma investigação subsequente levou à descoberta do corpo da vítima nos arbustos junto a uma estação de serviço em Witbank”.

Os suspeitos têm idades que variam, de 19 a 40 anos, e, neste momento, equipas de investigadores e o Ministério da Administração Interna trabalham para  determinar o estatuto dos acusados na África do Sul.

“Pelo que, à medida que a investigação prossegue, poderão ser acrescentadas acusações de violação da Lei de Imigração da África do Sul contra os suspeitos”, acrescenta o ofício, avançando ainda que os indiciados compareceram, nesta terça-feira, ao Tribunal de Emalahleni, para responder a múltiplas acusações, incluindo homicídio, sequestro e posse de bens roubados.

O presente caso é despoletado num momento em que as autoridades daquele país vizinho, investigam os suspeitos do assassinato de 18 pessoas da mesma família, no último fim de semana. Esta terça-feira, o presidente Sul Africano, Cyril Ramaphosa, prometeu que as autoridades estão a trabalhar a todo o gás para o esclarecimento do crime que chocou o país.

O Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano ainda não iniciou a produção do livro escolar para o ano 2025. A instituição diz que aguarda a aprovação do Plano Económico e Social e Orçamento do Estado, a ser produzido pelo próximo Governo, que vai sair das eleições de 09 de Outubro.

Depois do incumprimento das metas de impressão e distribuição de 22 milhões de livros gratuitos para este ano lectivo prestes a findar, o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano ainda não sabe como será o ano de 2025.

Esta terça-feira, o jornal O País questionou o porta-voz do Ministério da Educação, Manuel Simbine, se já existe ou não dinheiro para o livro escolar chegar às escolas e, consequentemente, às mãos dos alunos, no próximo ano. A resposta foi a de costume: esperar.

“Tudo já foi feito. Não queremos adiantar números. É um processo que está a acontecer gradualmente. Acho que todos sabem que o ciclo de governação está no fim. Temos as projecções que fizemos e depois teremos as projecções do ano 2025. Para o caso do ano 2025, precisamos de ter a aprovação do Plano Económico e Social e Orçamento de Estado, que é um instrumento que vai controlar o nosso exercício. Esse Plano Económico e Social e Orçamento de Estado resulta do programa quinquenal do Governo, que, nesta altura, ainda está em manifesto para todos os candidatos à Presidência da República. Então, vamos esperar que termine este processo. Vamos receber as devidas recomendações e, nessa altura, partilhamos, estaremos, novamente aqui para todos que são os números. Temos as planificações todas feitas. Depois, iremos submeter a quem de direito. Por exemplo, temos o Ministério da Economia e Finanças, que depois vai disponibilizando os recursos. Então, vamos aguardando para podermos falar com instrumentos aprovados”, explicou Manuel Simbine, porta-voz do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano.

Mesmo assim, o porta-voz garantiu que estão criadas as condições para o arranque do ano lectivo em Janeiro próximo e que todos os anos “há trabalhos para criar todas as condições para os alunos antes de Dezembro. O processo é o mesmo. Temos fé de que, até o dia 32 de Janeiro, que é o dia em que vamos fazer a abertura do ano lectivo, as condições estejam criadas.

O porta-voz disse, ainda, que o mais importante é que os pais e encarregados de educação coloquem as crianças na escola mais cedo, façam as matrículas para que se possam fazer as estatísticas e projecções das quantidades de material de aprendizagem que vai ser alocado a cada escola.

 

Baixa afluência marca primeiro dia de matrículas para o ano lectivo 2025 em Maputo

Falta de manuais de ensino à parte. Esta terça-feira, arrancou, em todo o país, o processo de matrículas para a primeira classe. Os panfletos, logo à entrada de algumas escolas, davam o alerta sobre o número de vagas disponíveis.

Por exemplo, na Escola Primária 03 de Fevereiro, na capital do país, há 181 vagas disponíveis. Custódia Zucula, gestora da instituição de ensino, disse que o processo não tem sido rápido como nos anos anteriores. “Arrancamos o processo de matrículas e a nossa esperança é atingir a meta”, disse Custódia Zucula, directora da Escola Primária 3 de Fevereiro.

Na Escola Primária 1 de Junho, a afluência dos pais e encarregados de educação também foi baixa no primeiro dia do processo. “Estamos com apenas 42 vagas e queremos apelar aos pais e encarregados de educação para que se apressem. Lembrar que são ilegíveis crianças que vão completar seis anos de idade até Junho do próximo ano”, alertou Lídia Manuel, directora da Escola Primária 1 de Junho.

Em relação aos alunos que passam de um nível para o outro, as matrículas vão acontecer em Janeiro.

O Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano falou, igualmente, do arranque do processo de matrícula para os novos ingressos na primeira classe e avançou que a previsão é matricular cerca de um milhão e seiscentas mil crianças.

De acordo com o porta-voz do sector da educação, Manuel Simbine, o mais importante é que os pais e encarregados de educação não deixem tudo para o fim. “Em relação aos alunos que terminam o nível e passam para o outro, estou a falar dos da sexta classe, que passam para a sétima, e da décima, que passam para décima primeira classe, as matrículas vão acontecer em Janeiro, a partir do dia 6 até ao dia 24 do mesmo mês”, avançou Manuel Simbine.

Na província de Tete, uma mulher está detida, indiciada de queimar a mão da filha de 11 anos de idade. A vítima está fora de perigo e goza boa saúde.

O caso deu-se no mês de Agosto deste ano, quando a mãe da vítima decidiu aquecer água e queimar a mão da filha como forma de punição por ter levado ovos da casa vizinha sem pedir.

A indiciada nega ter queimado a filha propositadamente e alega que a menor caiu próximo ao fogão, quando tentava fugir, por temer represálias.

Entretanto, a menor alega ter sido a própria mãe quem mergulhou a mão forçosamente na panela que continha água quente. Acrescenta que a mãe também usou a mesma panela para desferir golpes na cabeça.

“Mamã trancou-me dentro da casa e começou a bater em mim, porque levei ovos da casa da minha amiga. Amarrou-me os pés e os braços, forçosamente, na panela de água quente e perguntou sobre as razões que me fizeram levar doze ovos da casa vizinha. Daí, pegou na mesma panela e bateu-me a cabeça”, disse a menina.

O SERNIC não descarta a possibilidade de ter sido a indiciada quem aqueceu água propositadamente, com intenção de repreender a menor.
A indiciada tem 32 anos de idade.

São cento e vinte estudantes nacionais que vão beneficiar de bolsas de estudo oferecidas pela multinacional Mozal, no âmbito da sua responsabilidade social. O projecto vem sendo desenvolvido desde 2018 e formou mais de 390 jovens nos ensinos técnico e superior.

Com a disponibilização de mais 120 bolsas de estudo, a Mozal diz que pretende dar oportunidades a jovens sem condições mínimas para continuar com os estudos após a conclusão do ensino médio. As bolsas incluem estudantes com necessidades especiais.

A presente edição 2025 oferece inscrições para as áreas de engenharias, Ciências Exactas e Ciências Sociais, nas Universidades Eduardo Mondlane e Industrial Armando Emílio Guebuza e no Instituto Industrial e Comercial da Matola parte dos beneficiários. No leque, serão, também, incluídos 10 centros ao longo das províncias, excepto Inhambane.

A Mozal acredita que a formação é um dos factores determinantes para o desenvolvimento de habilidades humanas e técnicas necessárias para o aumento dos níveis de empregabilidade e de geração do auto-emprego em prol do desenvolvimento do nosso país.

“O acto que hoje presenciamos é a continuidade das acções do Programa Mulher na Indústria. É um programa que começou em 2018 com o objectivo de capacitar e inserir a mulher nas actividades do setor industrial, onde a sua participação ainda é relativamente baixa”, defende Gil Cumaio, director dos Assuntos Externos da Mozal.

A Universidade Eduardo Mondlane (UEM) recebe de braços abertos a iniciativa e afirma que “bolsas parecem um número, e nesta questão não é a gente falar só de número, mas há pessoas por trás dessas bolsas. Por cada pessoa, pretende-se desenvolver um projecto de vida”, diz Diniz Juízo, representante da UEM, que defende que esta é uma forma de a Mozal devolver para a sociedade aqueles ganhos que, como empresa e como indústria, tem tido nesta sua empreitada.

Os beneficiários prometem que vão usar da melhor forma as oportunidades oferecidas. O programa lançado esta terça-feira, assim como nas edições anteriores, vai incluir aulas gratuitas de preparação para exames de admissão para os potenciais beneficiários das bolsas de estudo.

O Instituto Nacional de Saúde (INS) recebeu, recentemente, uma delegação de congressistas dos Estados Unidos da América (EUA), chefiada pelo Director Executivo da Global Health Advocacy na Fundação das Nações Unidas dos EUA, Chris Moore.

De acordo com a informação publicada esta terça-feira, pelo INS, os visitantes tinham como objectivo inteirar-se sobre o funcionamento do INS, particularmente no domínio da resposta ao HIV-SIDA, Doenças Emergentes e Doenças Preveníveis por Vacinas em Moçambique.

Na ocasião, o Director-Geral do INS, Eduardo Samo Gudo, que conduziu a visita, deu a conhecer o percurso histórico da instituição, destacando as realizações e os desafios da instituição, entre as quais a aprovação da Lei de Investigação em Saúde Humana, o Decreto de Redefinição do INS, o estabelecimento das delegações provinciais e a implantação dos laboratórios provinciais de Saúde Pública.

Durante o encontro com a delegação, Samo Gudo apresentou e explicou as responsabilidades do INS no Sistema Nacional de Saúde, destacando as acções de vigilância, de referência laboratorial e implementação de programas conjuntos de pós-graduação com instituições de ensino superior nacionais e internacionais.

No final da visita, lê-se na publicação do INS, Chris Moore agradeceu ao INS por abrir as portas à sua comitiva e pela parceria duradoira e estratégica com o Governo Americano.
No mesmo contexto, partilhou a sua satisfação em relação ao trabalho que a instituição tem estado a desenvolver no âmbito da geração de evidência científica em saúde e revelou que a sua equipa ficou impressionada com o funcionamento dos laboratórios do INS, avança a publicação.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, apelou, esta segunda-feira, às forças policiais a afastarem-se de atitudes que atropelam os valores éticos, deontológicos e a contribuírem para tornar o país mais seguro com vista a atrair investimentos.

O Presidente da República lançou o apelo na tarde desta segunda-feira, no distrito de Nhamatanda, na Província de Sofala, durante o encerramento do sexto curso de sargentos na ESAPOL.

Filipe Nyusi lembrou aos sargentos que é na polícia onde o cidadão busca refúgio em momentos de aflição, daí que eles devem contribuir para tornar o país mais seguro, com condições favoráveis para o desenvolvimento de actividades produtivas para atrair investimentos.

O Comandante em Chefe das Forças de Defesa e Segurança referiu que o estatuto do agente da polícia orienta que o mesmo paute por princípios éticos, deontológico de respeito, solidariedade, entre outros valores nobres.

Em relação ao processo eleitoral, cuja campanha está em curso, Filipe Nyusi apelou aos partidos políticos e aos órgãos eleitorais a pautarem por respeito e tolerância política.

Foram graduados cerca de 550 sargentos da polícia em várias especialidades.

Entrar e sair do terminal do Zimpeto continua um grande problema para os automobilistas, que dizem perder mais de 30 minutos no exercício, devido a má concepção das vias e degradação nas proximidades. Ademais, o parque do Zimpeto tem sido invadido por construções de lojas. 

Sair e entrar no terminal de transporte público de Zimpeto continua um grande desafio, 12 anos depois da concepção da infraestrutura. Construído em 2012 pelo município da cidade de Maputo, o parque acolhe mais de 15 rotas de transporte, e mais de 12 mil passageiros diários, e as dificuldades no acesso ao local, deixam agastados os automobilistas.

É muita ginástica que fazemos para entrar e sair do parque do Zimpeto. Tem água estagnada por aqui, além da degradação em algumas vias”, lamenta  Henrique Alberto, Transportador da Rota Muhalaze- Zimpeto.

Devido a má situação das vias que dão acesso ao terminal do zimpeto, os automobilistas dizem averbar danos mecânicos sem precedentes. Recentemente a entrada principal de acesso ao parque, beneficiou de uma reabilitação,facto que esperava-se minimizaria a situação, entretanto, os automobilistas dizem continuar a perder muito tempo para entradas e saídas no parque.

Além das vias e lombas mal concebidas, há águas que inundam a via e criam um cenário de imundície para a lamentação de quem desenvolve comércio nas proximidades. 

“É só ver que ao longo da via está cheio de águas, que saem das foices (…) creio que a tal dita reabilitação daquela entrada não mudou quase nada. Fecharam os tubos que conduzem às águas negras e o lixo sai do outro lado, com isso chegamos a perder mais de quarenta minutos a uma hora de tempo, neste exercício”, queixa-se Filipe Moiane, outro transportador semi colectivo de passageiros.

Os que por ali passam diariamente, apontam o dedo ao município da cidade de Maputo que continua a fazer “vista grossa” perante as anomalias causadas por desconhecidos. Para os munícipes, a edilidade pode exigir explicação aos desconhecidos que conduzem águas negras até ao local. 

Sergio Nhanca desenvolve suas actividades comerciais nas proximidades da via que liga o terminal e a Estrada Nacional Número 1 (EN1), e relata o drama vivido no local. “Estamos a passar mal e pedimos socorro por essa situação. Nós comemos aqui. Nem para engolir uma coisa não conseguimos por conta do cheiro nauseabundo criado pela concentração das águas negras”.   

Em 12 anos, o parque do Zimpeto conheceu outras mudanças, além da degradação das vias de acesso e valas ao seu redor. No local é possível ver obras em lugares que a edilidade havia assegurado que seria usado para estender o terminal de chapas.

O Jornal O País tentou, sem sucesso, contactar o município de Maputo para explicações sobre as obras que estão a ser erguidas nas proximidades do terminal do Zimpeto.

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