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O País – A verdade como notícia

A situação do lixo está controlada, na Cidade de Maputo. A informação é avançada pelo director Municipal de Salubridade, que revela que o Município está a comprar meios próprios para a recolha de resíduos sólidos na capital do país. A edilidade diz, ainda, que voltará a montar básculas na Lixeira de Hulene para controlar a quantidade de lixo recolhida pelas empresas contratadas.

Depois de muitos dias com lixo espalhado pela cidade, o Município de Maputo diz que a situação já está controlada. No período de pico da produção de lixo na Cidade de Maputo, os empreiteiros foram chamados a “dar uma mão” na recolha de resíduos sólidos e nisto constataram haver lacunas na fiscalização. 

Uma das empresas contratadas para a recolha de lixo na Cidade de Maputo, a ECO LIFE, reagiu e afirma que tem feito o controlo da quantidade de resíduos que leva para a Lixeira de Hulene. Entretanto, por estes dias, a báscula não está a funcionar na Lixeira de Hulene e o Município baseia-se no histórico das empresas para controlar as quantidades recolhidas. 

Porque este risco é sempre iminente, a Edilidade de Maputo já conta os dias para voltar a ter báscula na Lixeira de Hulene. O Conselho Municipal de Maputo está, também, a reforçar os meios para situações de emergência na recolha de lixo. 

Os comboios voltaram a circular na linha de Ressano Garcia, na província de Maputo, após cinco dias de paralisação, devido ao descarrilamento de uma locomotiva.

O incidente ferroviário ocorreu no último domingo, na zona de Chanculo, no distrito da Moamba, envolvendo um comboio de mercadorias que seguia na direcção Ressano Garcia-Maputo.

A locomotiva, segundo escreve a Rádio Moçambique, era composta por cinquenta vagões que transportavam cromo, sendo que destes, seis descarrilaram, dois tombaram completamente e quatro desorientaram-se.

O director das Operações ferroviárias na empresa Portos e caminhos de ferro de Moçambique, na região sul do país, Arnaldo Manjate, citado pela RM, explica que informações preliminares indicam o calor intenso, como a causa do descarrilamento.

O ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe, visitou, esta sexta-feira, as Linhas Aéreas de Moçambique para conhecer o funcionamento e o actual estágio da companhia aérea.

Durante a visita, reuniu-se com a administração e transmitiu uma mensagem de incentivo e reafirmou o compromisso do Governo com a reestruturação da empresa. 

Matlombe falou, segundo uma nota divulgada na página da companhia aérea, nas redes sociais, Da importância da modernização e eficiência operacional para garantir a sustentabilidade da LAM.

“A LAM desempenha um papel crucial na aviação moçambicana, e o Governo está comprometido em apoiar a sua recuperação financeira e operacional”, garantiu.

Durante a visita, o ministro ouviu as preocupações e os desafios operacionais da empresa. 

Já estão em curso, na cidade da Beira, a segunda fase das obras de construção da segunda fase de valas de drenagem revestidas. As obras irão beneficiar sete bairros e incluem a construção de uma bacia de retenção.

Ao todo, serão intervencionados 12 quilómetros de valas e o projecto irá culminar com a construção da segunda bacia de retenção na zona de Muavi.

O Município da Beira pretende, com esta iniciativa, mitigar os efeitos das chuvas intensas que caem de forma irregular nos últimos anos, devido às mudanças climáticas.

Cerca de 200 famílias que construíram residências nas bermas das valas e outras que tem machambas em redor das mesmas serão compensadas pelo edilidade.

Actualmente as valas de drenagem que irão beneficiar de reabilitação estão neste repletas de capim e resíduos sólidos que obstruem a passagem das águas o que tem contribuído para inundações.

As obras foram financiadas pelo Banco Mundial e deverão terminar dentro de um ano.

A Chuva que se fez sentir nas últimas 48 horas agudizou o problema de erosão dos solos no bairro residencial de Morropué, na cidade de Quelimane, colocando as famílias em perigo porque as casas podem desabar. 

Uma erosão que não é de hoje e que tem vindo ano após ano ganhando ainda mais forma na destruição dos solos. A chuva das últimas 48 horas em Quelimane provou que se esforços não forem envidados para travar o cenário, a situação poderá complicar-se. 

Nesse bairro, os solos foram arrastados e parte das paredes de algumas casas cedeu  diante da força da mãe natureza. 

A erosão e corrente de água forçou a interrupção de uma das vias de acesso que liga os bairro Murropué e Sangariveira e a via liga a escola secundária local. 

A região centro está a registar, nos últimos dias, chuvas intensas, que poderão continuar até as próximas 36 horas, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia.

“Nas próximas 24 à 36 horas, o sistema de baixas pressões que  se localiza na faixa costeira das províncias da Zambézia e  Sofala, continuará a influenciar o estado do tempo caracterizado por períodos de chuvas fortes, podendo ocorrer em regime intenso”, avisa o Instituto Nacional de Meteorologia, em comunicado de imprensa.

Cinco homens foram abatidos pela Polícia, ontem, em Angoche, depois de um suposto confronto com a Polícia. Trata-se dos chamados “Naparamas” que, segundo a Polícia da República de Moçambique, pretendiam causar mortes a dirigentes do Governo naquele ponto da província de Nampula.

Os chamados “Naparamas” saíram do distrito de Larde e foram até ao posto administrativo de Aube, no distrito de Angoche munidos de azagaias, catanas e outros objectos contundentes. O caso deu-se por volta das 8 da manhã de quinta-feira.

A Polícia destacou um contingente que se fez ao terreno. Houve confronto, que culminou em mortes e feridos. Dos feridos, um é um agente da Polícia.

Enquanto isso, as obras de construção da terceira esquadra da PRM, no bairro de Namicopo, já iniciaram. Os trabalhos iniciais consistem na demolição das paredes da antiga infra-estrutura vandalizada durante os protestos pós-eleitorais.

O prazo das obras é de três meses e a população enaltece a importância da presença da Polícia no bairro.

Os trabalhadores da empresa Cimentos da Beira amotinaram-se, hoje, no Tribunal Judicial da província de Sofala  à procura do administrador da insolvência, que há alguns dias não se faz presente na empresa e que terá, alegadamente, levado 7 milhões de meticais, para parte incerta, que seriam para o pagamento de salários do mês de Janeiro.

A situação ocorre um dia depois de estes se terem amotinado nas instalações da empresa para exigir o pagamento de salários em atraso e outras regalias excluídas, alegadamente sem justa causa. 

Os trabalhadores receberam garantias em meados de Janeiro de que os salários daquele mês seriam pagos na semana finda, o que não aconteceu até hoje.

Os trabalhadores da Cimentos da Beira afirmaram que continuarão a recorrer à justiça para exigir os seus direitos.

Subiu de 10 para 16 o número de óbitos vítimas de descargas atmosféricas  e inundações na província de Tete.

Há dois meses que a província de Tete tem registado ocorrência de muita  chuva, acompanhada de ventos fortes e trovoadas. A situação fez com que o número de óbitos por descargas atmosféricas e arrastamento pelas águas,  aumentasse. 

Para evitar perdas de vidas humanas e de infraestruturas vitais, assim como prevenir o surgimento de doenças nesta época das chuvas, o INGD garante  que os comitês locais de gestão de risco e desastres estão  a  intensificar a divulgação das  medidas de prevenção nas zonas afectadas.  

Para além das mortes, cerca de 280 casas, incluindo escolas e igrejas foram destruídas.

População saída de vários distritos da província de Gaza voltou a invadir extensas áreas no posto administrativo de Patrice Lumumba, em Xai-Xai e ocuparam os espaços. 

A invasão de terras continua na província de Gaza, depois de casos similares em Chongoene e Praia de Xai-Xai. Desta vez o caso deu-se no posto administrativo de Patrice Lumumba, onde populares provenientes de vários bairros de Xai-Xai, incluindo do Limpopo, foram ocupar uma área de mais 400 hectares.

Ao todo, são mais de 3 mil pessoas que usurparam os espaços. Nem mesmo os nativos conseguiram impedir, tendo em conta o elevado número de pessoas que continuavam a chegar na chamada terra “prometida”. O grupo invasor afasta a possibilidade de abandonar o local.

O governo da província de Gaza classifica a ação popular de ilegal e diz há curso trabalhos de consulta às autoridades locais para a recuperação dos espaços invadidos.

Para evitar novas invasões, o director provincial de planificação e ambiente, Micas Mechiço, fala de uma permanente plataforma de diálogo entre as autoridades do governo e as comunidades.

A zona de Dzandzatine é outro ponto invadido pela população em Xai-xai.

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