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O País – A verdade como notícia

O terceiro ciclone a atingir Moçambique nos últimos meses destruiu escolas, cortando o acesso à educação a cerca de 20,000 crianças, e danificou mais de 20,000 casas, segundo os primeiros relatórios.

Estima-se que 747,000 pessoas, metade das quais crianças, poderão ter sido afectadas pelos ventos fortes, chuvas torrenciais e inundações repentinas que atingiram as províncias de Nampula, Niassa e Zambézia, no norte de Moçambique, esta semana.
O ciclone JUDE, que atingiu a província de Nampula na manhã de segunda-feira, 10 de Março, trouxe ventos de até 195 km/h e chuvas torrenciais. O ciclone causou danos consideráveis nas infraestruturas, incluindo estradas, sistemas de água e electricidade, instalações de saúde e escolas.
As primeiras informações sugerem que 17 mil crianças ficaram sem acesso à aprendizagem, de acordo com o Fundo das Nações Unidas para Infância (UNICEF), prevendo-se que este número aumente nos próximos dias. As graves inundações estão a exacerbar o risco de doenças transmitidas pela água, incluindo a cólera e a diarreia – grandes ameaças à vida das crianças. Entretanto, os graves danos nas principais estradas estão a perturbar a distribuição de bens essenciais.
Isto acontece numa altura em que mais de 730 mil moçambicanos já estavam a sofrer o impacto devastador dos ciclones tropicais Chido e Dikeledi, que destruíram mais de 150 mil casas, 471 escolas e 100 instalações de saúde.
“O impacto do ciclone Jude em centenas de milhares de crianças e famílias já afectadas pelos ciclones Chido e Dikeledi está a ser devastador. Ventos extremos e chuvas fortes destruíram infraestruturas críticas e estão a privar as crianças vulneráveis dos serviços essenciais, disse Mary Louise Eagleton, Representante do UNICEF em Moçambique.
“O UNICEF está a trabalhar com os parceiros e o Governo para responder e satisfazer as necessidades das pessoas afectadas, mas depois de já ter respondido a dois ciclones no espaço de apenas alguns meses, estamos sobrecarregados e necessitamos urgentemente de recursos adicionais”, garante.

O Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, reuniu-se hoje com a Ordem dos Enfermeiros de Moçambique (OEMo) para discutir os desafios enfrentados pela classe e buscar soluções para fortalecer a profissão. Durante o encontro, a bastonária Maria Acácia Ernesto Lourenço apresentou um conjunto de solicitações, incluindo apoio na tramitação de documentos essenciais para o exercício da enfermagem no país.

Criada em 2027, a OEMo está actualmente no segundo mandato e tem a responsabilidade de regulamentar a profissão e o ensino na área da enfermagem. Segundo a bastonária, um dos principais entraves enfrentados pela instituição é a demora na aprovação dos estatutos reformulados, que visam adequar as competências da entidade à realidade da prática profissional. O processo depende de aprovação pelo Ministério da Saúde, pelo Conselho de Ministros e, por fim, pela Assembleia da República.

Outro ponto central abordado foi a necessidade de acelerar a tramitação do Estatuto do Profissional de Enfermagem, documento que busca garantir maior dignidade e valorização para a classe. A bastonária solicitou o apoio do Chefe de Estado para que esse processo avance com maior celeridade.

Além disso, a OEMo reforçou a importância da criação da primeira Escola Superior de Ciências de Enfermagem, um projecto iniciado em 2022. De acordo com Maria Lourenço, a enfermagem deve ser reconhecida como uma ciência autónoma, distinta da medicina, e a existência de uma instituição de ensino superior específica contribuirá para o avanço da pesquisa e da inovação na área.

“Acreditamos que uma escola própria permitirá o desenvolvimento de investigações que possam resultar em melhorias na qualidade da assistência prestada à população moçambicana”, destacou a bastonária.

O encontro reafirmou a importância do diálogo entre o Governo e a OEMo para o fortalecimento da enfermagem no país, garantindo melhores condições de trabalho para os profissionais e aprimorando os serviços de saúde para a população.

O ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe, reconhece que os serviços oferecidos para emissão da carta de condução não são dos melhores, e o preço pago pelos mesmos é alto e será revisto. E sobre a interdição da EN1,  o governante diz que há um trabalho no terreno para garantir a reposição até ao fim de semana.

Emitir pedido de carta de condução custa 2500 meticais e não só. É necessário esperar mais de um mês para ter acesso ao documento de habilitação. O governo sabe das dificuldades e reconhece que a qualidade dos serviços oferecidos não é das melhores.

As mudanças estendem-se também para os preços praticados. João Matlombe diz que são bastante altos.

E sobre a interrupção da circulação ao longo da Estrada Nacional número um, devastada pelo ciclone JUDE, o governante diz que há um trabalho no terreno para garantir a reposição até ao fim de semana.

O governo está no processo de contratação de empreiteiro para o arranque do projecto de requalificação da EN1, mas sem descartar a ideia de construção de uma estrada alternativa.

João Matlombe falava esta quinta-feira, à margem do Conselho Técnico do Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários que teve lugar na cidade de Maputo e que contou com a presença dos os actores do sector.

Uma pessoa morreu e houve total e parcial destruição de 67 casas de construção precária em três distritos da província de Tete. O INGD garante a prestação de apoio às famílias afectadas.

O ciclone tropical JUDE entrou no território nacional no dia 10 de Março com ventos de até 140 quilómetros por hora e rajadas que atingiram até 195 quilómetros por hora, tendo afectado as zonas centro e norte do país. Face aos seus efeitos, três distritos do norte da província de Tete, nomeadamente Macanga, Mutarara e Moatize ficaram afectados e 67 casas de construção precária ficaram destruídas. 

O Instituto Nacional de Gestão de Desastres em Tete, garante estar a prestar assistência alimentar e outros recursos disponíveis às famílias afectadas. Acrescenta que as famílias cujas as casas ficaram totalmente destruídas, foram abrigadas em locais mais seguros .

Ainda no âmbito da tempestade, o INGD refere que oito estradas dos distritos de Mutarara, Macanga e Moatize estão com  a transitabilidade condicionada.

De Outubro a Março deste ano, vinte pessoas morreram vítimas do mau tempo na província de Tete.

Uma pessoa morreu e houve total e parcial destruição de 67 casas de construção precária em três distritos da província de Tete. O INGD garante a prestação de apoio às famílias afectadas.

O ciclone tropical JUDE entrou no território nacional no dia 10 de Março com ventos de até 140 quilómetros por hora e rajadas que atingiram até 195 quilómetros por hora, tendo afectado as zonas centro e norte do país. Face aos seus efeitos, três distritos do norte da província de Tete, nomeadamente Macanga, Mutarara e Moatize ficaram afectados e 67 casas de construção precária ficaram destruídas. 

O Instituto Nacional de Gestão de Desastres em Tete, garante estar a prestar assistência alimentar e outros recursos disponíveis às famílias afectadas. Acrescenta que as famílias cujas as casas ficaram totalmente destruídas, foram abrigadas em locais mais seguros .

Ainda no âmbito da tempestade, o INGD refere que oito estradas dos distritos de Mutarara, Macanga e Moatize estão com  a transitabilidade condicionada.

De Outubro a Março deste ano, vinte pessoas morreram vítimas do mau tempo na província de Tete.

O mau tempo está a condicionar o processo de travessia e pesca na província da Zambézia. A administração Marítima e o Itransmar estão no terreno a observar o cumprimento das medidas que visam salvaguardar vidas humanas.
Os efeitos da depressão tropical Jude, na província da Zambézia, ainda estão patentes, com chuvas e ventos fortes a se fazer sentir.
Todas as travessias e o processo de pesca foram paralisados para salvaguardar vidas humanas. Augusto Dongo é administrador marítimo e diz que neste momento não há registo de danos.
Já o Delegado da autoridade reguladora dos transportes marítimos Itransmar, que esteve a trabalhar na travessia Quelimane-Imhassunge, fez saber que enquanto continuar o mau tempo não se vai fazer travessia.
Entretanto, do lado da entrada da travessia, grupo de cidadãos residentes em Inhassunge, reclamavam a interdição mesmo com perigo à vista.
O Hospital Provincial de Pemba não está a transferir doentes graves para Nampula, devido a intransitabilidade na estrada N1, via interrompida há quase dois dias na sequência do ciclone JUDE. Alguns doentes estão numa situação crítica e podem correr o risco de vida caso não recebam tratamento especializado urgente.

Um membro da Organização da Juventude Moçambicana, Organização da Juventude Moçambicana (OJM) foi, espancado por manifestantes quando este pretendiam impedir a destruição da sede da Frelimo, em Inharrime, na Província de Inhambane. O Secretário-geral da Frelimo, Shakil Aboobakar, condena o acto e diz que há necessidade de se reforçar a vigilância nas comunidades para evitar que não haja assassinatos, roubos e vandalizações em nome de manifestações.

Emerson Edgar, um jovem da Organização da Juventude Moçambicana, na tentativa de repelir os enfurecidos, acabou sendo atacado, segundo avançou Shakil Boobakar, secretario-geral da Frelimo.

Shakil Abubacar diz que não haver algum motivo para a onda de manifestações que ocorre um pouco por todo o país.

Shakil Aboobakar trabalha na Província de Manica, desde esta quinta-feira até Sábado, onde, além de orientar sessões dos camaradas, tem na agenda visita aos distritos de Chimoio, Gondola e Barue onde irá manter encontros com líderes religiosos e diversos extractos sociais.

O ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe, reconhece que os serviços oferecidos para o tratamento da carta de condução não são dos melhores, e o preço pago pelos mesmos é alto e será revisto. E sobre a interdição da Estrada Nacional Número Um, EN1,  o governante diz que há um trabalho no terreno para garantir a reposição até ao fim-de-semana.

Emitir pedido de carta de condução custa 2500 meticais e não só. É necessário esperar mais de um mês para ter acesso ao documento de habilitação. O governo sabe das dificuldades e reconhece que a qualidade dos serviços oferecidos não é das melhores, reconheceu o ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe. Por isso, a situação terá de mudar.

As mudanças estendem-se também para os preços praticados. João Matlombe diz que são bastante altos.

Sobre a interrupção da circulação ao longo da Estrada Nacional Número Um, devastada pelo ciclone Jude, o governante diz que há um trabalho no terreno para garantir a reposição até ao fim-de-semana.

O governo está no processo de contratação de empreiteiro para o arranque do projecto de requalificação da Estrada Nacional Número Um, mas sem descartar a ideia de construção de uma estrada alternativa.

João Matlombe falava esta quinta-feira à margem do conselho técnico do Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários que teve lugar na cidade de Maputo e que contou com a presença dos os actores do sector.

Uma criança morreu eletrocutada por uma cerca ilegal instalada buna casa e nas árvores de frutas do quintal. O menor morreu, quando tentava arrancar um limão.  

O proprietário de uma residência, com recurso a arame queimado, instalou ilegalmente uma cerca elétrica ao redor da sua casa, principalmente nas portas e janelas. A instalação da cerca foi prolongada  até as plantas que estavam no seu quintal e para uma vedação feita de chapas de zinco.

Um menor de 14 anos, na companhia dos seus amigos, tentou arrancar um limão, mas foi eletrocutado e caiu numa poça de água.

“Encontro o miúdo caído na vala, sem vida, Tentei pegar o coração e sentir se ainda estava a respirar, mas nada”, contou António Tomo, pai da vítima. 

Uma vizinha também partilhou o que viu. “São nossas crianças. A criança sempre brinca assim. Foi tirar limão e depois apanhou esticão e caiu na vala. Esta aqui é a terceira criança, mas só despertamos agora com a morte desta criança. Duas crianças sofreram, mas nós não prestamos atenção, mas esta última sofreu por causa da chuva, por isso perdeu a vida”.  

Luís António era o nome da vítima. Ele frequentava a 9ª classe na Escola Básica Julius Nyerere e era o melhor da escola. Os colegas e a directora da escola foram se  solidarizar com a família.   

“Perdi um dos alunos que eu tanto confiava, não só eu perdi, mas posso dizer que todo Moçambique perdeu um futuro engenheiro, um futuro professor”, lamentou a professora do menor.   

O proprietário da residência foi detido.

Dois indivíduos foram indiciados por  violar sexualmente duas menores, de 4 e 8 anos de idade, em Xai-Xai e Limpopo, na província de Gaza.   Os indiciados são  o tio e pai das vítimas. A polícia da república de Moçambique (PRM) refere que as duas menores  foram violentadas várias  vezes. 

“No seu trabalho de investigação, junto de familiares das vítimas, bem como por exames médicos, chegamos à conclusão de que menores de 4 e 8 anos de idade eram violados de forma sistemática pelos seus parentes, no caso vertente tio e pai. Os casos foram registados nos bairros  25 de Junho, 9 de Limpopo e em Xai-Xai” , disse Júlio Nhamussua, porta-voz da PRM. 

O tio das menores confessou o crime, mas o pai negou a autoria do crime  e acusou a tia da menor de perseguição. 

“Estava sob efeito de álcool, e de regresso, ela tocou-me nas partes íntimas, e não trazia roupa interior.(…) Neste sentido violei-a, e acto decorreu na rua, pratiquei, mas sem querer impelido pelo diabo. Agora estou muito arrependido pelo meu acto”, confessou o tio da menor.

Já o outro referiu que “Trata-se de tentativa de denegrir a minha imagem. Eu não cometi esse crime. O violador da minha filha foi um jovem do bairro que costumava fazer isso na nossa ausência.  Quando isso aconteceu eu levei a minha filha ao hospital.”, disse. 

 De acordo com  Júlio Nhamussua, porta-voz da PRM em Gaza, os indiciados violaram as menores e, os casos mais recentes foram registados  no dia 8 e 10 de Março corrente.

“Depois da denúncia feita pelas tia das menores, houve um trabalho no terreno para aferir os factos. Os indiciados aproveitaram-se da ausência de outros membros da família  para executarem seus planos macabros”, afirmou o porta-voz da PRM.

De acordo com as autoridades, 10 casos de violência doméstica foram registados nos primeiros três meses deste ano, em Gaza, sendo a maior parte das vítimas mulheres e crianças.

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