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O País – A verdade como notícia

O Presidente da República, Daniel  Chapo, apelou, este domingo, à promoção do amor, reconciliação e  comunhão entre os moçambicanos, como pilares fundamentais para  o desenvolvimento do país.

Falando durante a missa de Páscoa, celebrada na Paróquia Santa  Ana, em Dondo, província de Sofala, em que participou com a  esposa, a Primeira-Dama Gueta Chapo, o estadista  destacou que “o ódio não desenvolve a ninguém”, e reiterou que a paz deve ser o alicerce das relações sociais, políticas e económicas  em Moçambique.

No reencontro com a paróquia onde foi baptizado e crismado, o  Presidente da República sublinhou a importância espiritual da ocasião.  “Queria, em primeiro lugar, agradecer a Deus que nos permitiu estar  aqui hoje, a esta hora […]. Estamos aqui pela graça de Deus”,  declarou, visivelmente emocionado por regressar à igreja da sua  infância. O Chefe de Estado descreveu a visita como um regresso à  casa, à sua “família em Cristo”.

Recordando a sua formação cristã na Paróquia Santa Ana, o  governante descreveu o ambiente festivo que encontrou na  celebração pascal. “Hoje, a paróquia é uma dança. Muita festa,  muita alegria, e estamos felizes por estar aqui. Diz-se que um bom filho  volta a casa”, afirmou, sublinhando o seu apego às raízes e à fé cristã.

O Presidente Chapo justificou a ausência de visitas anteriores com o  intenso contexto pós-eleitoral. “Janeiro foi o mês da tomada de posse,  e depois nós assistimos muita violência, muita destruição […], as  atenções tinham que estar viradas para trazer a paz e estabilidade  para o povo moçambicano”, explicou, rejeitando os caminhos de  violência e intolerância política.

Ao citar as Escrituras, o Presidente da República reafirmou que o seu  governo se guia pelos valores do amor e da paz. “Deixo-vos a paz,  dou-vos a minha paz, amai-vos uns aos outros”, recordou. Segundo  ele, foi esse princípio que orientou os encontros promovidos com  partidos e candidatos que participaram nas últimas eleições, com o  propósito de reforçar a paz e garantir a estabilidade política,  económica e social em Moçambique.

Enfatizando os valores cristãos, o Chefe de Estado defendeu que  “Cristo é a paz. Cristo é amor. Cristo é perdão. Cristo é irmandade”, e  exortou os moçambicanos, de todas as regiões, a resolverem os seus  conflitos por via do diálogo e não da violência. “A violência gera  violência. O ódio gera ódio. Por isso, é importante que cultivemos o  amor”, apelou.

O governante aproveitou a ocasião para felicitar os cristãos  moçambicanos, desejando-lhes uma Páscoa feliz e repleta de paz,  apelando-os à união e aos esforços de trabalhar para a consolidação  da paz.

No fim, agradeceu ao povo moçambicano, “do Rovuma ao Maputo,  do Zumbo ao Índico, incluindo a diáspora”, pelos esforços colectivos  em prol da unidade nacional. “O que desenvolve é a paz, é a  segurança, é a harmonia, é a reconciliação, é a comunhão entre  irmãos, é a fraternidade entre irmãos”, reforçou.

A celebração da Páscoa em Dondo serviu, assim, de plataforma para  o Presidente da República reiterar o seu compromisso com a  estabilidade do país, guiado por valores cristãos e humanistas, numa  clara mensagem de esperança e unidade para todos os  moçambicanos.

Cristãos celebram, este Domingo, a ressurreição de Jesus Cristo. Nesta Páscoa, líderes religiosos e crentes apelam ao perdão, à paz e à reconciliação. 

Jesus Cristo ressuscitou e houve quem, depois de nascer de novo pelo baptismo, o recebeu em sua vida, pela primeira vez.  Na igreja católica, muitos crentes receberam o corpo e sangue de Cristo através da Eucaristia.  Este acto marcou a missa de celebração da Páscoa na Sé Catedral de Maputo. 

“A ressurreição não é uma teoria, é uma missão. A vida já venceu a morte então somos chamados a testemunhar esse amor ”, disse Dom João Carlos Nunes, durante a sua pregação. 

Aos cânticos de louvor e adoração,  os crentes oravam e agradeciam pelo dom da vida. Em muitas igrejas, o que mais se ouvia eram mensagens de paz e reconciliação entre os moçambicanos.  

“Este é o momento para cada um de nós possa perdoar, para que possamos ver Moçambique reconciliado porque Jesus morreu e ressuscitou no terceiro dia para que nós que estamos numa condição de separados de Deus estivemos reconciliados ”, disse Jorge Bata, pastor da Igreja Assembleia de Deus da Baixa.

Para os líderes religiosos, o diálogo deve prevalecer, sempre como o principal caminho para resolver os problemas.  Porque a Páscoa é uma das celebrações mais importantes para os cristãos, algumas igrejas, na capital, registaram um número desusado de crentes imbuídos no espírito pascal.

Quatro pessoas da mesma família morreram vítimas de incêndio, provocado por uma bobina de mosquitos, no bairro Magoanine A, na cidade de Maputo. Entre as vítimas está uma menor de 4 anos.

Foi uma bobina igual a esta, usada para espantar mosquito durante as noites, que se suspeita que tenha iniciado um incêndio nesta residência, sita no bairro Magoanine A, na cidade de Maputo. O resultado do incidente foram quatro mortes.

Tudo aconteceu na noite da última sexta-feira, a sexta santa, quando oito pessoas da mesma família dormiam. 

Porque a casa estava trancada, os vizinhos tiveram que partir parte da parede para retirar as vítimas.  Apesar das tentativas para salvar a todos, uma menor não conseguiu sair a tempo e morreu carbonizada.

O incêndio interrompeu os sonhos de três menores, de 4, 14 e 17 anos, das quais duas eram irmãs e que estavam de visita na casa. A dona da casa, que por sinal era tia das menores, acabou por perder na luta pela vida.

As outras três vítimas, por sinal filhas do casal, junto do pai, sobreviveram, tendo as meninas saído do hospital, faltando o chefe da família, que tem a saúde estável. A família está inconsolável. 

O sector da Educação em Sussundenga, província de Manica, necessita de cinco mil carteiras escolares, para tirar do chão cerca de mil alunos que estudam em condições precárias no distrito.

O pequeno Lucas Patrício tem o exercício diário de carregar um banquinho e mochila para escola primária de Chicueo, onde estuda a terceira classe, numa sala improvisada. Este é o terceiro ano que estuda nestas condições. Numa clara situação de habituar o sofrimento, diz ser já fácil para si.

Já Reginaldo Castiano, que frequenta a quinta classe, não esconde a sua insatisfação em estudar nas condições de improviso devido a falta de sala, carteira e até quadro. “É um pouco difícil pegar um caderno e escrever”, reclamou.   

O Município de Sussundenga diz ter-se sensibilizado com a situação, e, por isso, decidiu construir, na escola de Chicueio, um bloco de três salas de aula, que poderá aliviar o sofrimento de pelo menos 700 alunos dos 20 mil que estudam em situação precária, em todo o distrito de Sussundenga.

“Este marco não será apenas um edifício físico, mas também é o lugar onde, nós como município, confirmamos que vão partir, deste local, muitos quadros. Vão partir muitos engenheiros, muitos médicos, muitos professores, entre outros profissionais que podemos encontrar  no ramo do emprego”, disse  Manuel Sumila, edil de Sussundenga. 

A edilidade de Sussudenga diz estar igualmente preocupada com pessoas carenciadas e que vivem em situações de vulnerabilidade. Por isso, construiu uma casa para um idoso, chefe de uma família de 10 elementos, que vivia numa cabana.

O município de Tete está a reabilitar os passeios, ao longo das principais  ruas e avenidas da cidade, que se encontram muito degradados. A intervenção inicial abrange as vias que estão praticamente intransitáveis devido ao estado acentuado de degradação.

Um conjunto de passeios, de diversas artérias da cidade de Tete, começou, há dias, a ser reabilitado, no quadro de uma iniciativa municipal, que visa a melhoria das condições de circulação e de mobilidade pedonal.

Alguns utentes louvam a iniciativa do município, mas outros questionam as más condições das estradas, onde estão a decorrer as obras de reabilitação  e  manutenção dos passeios.

“Devia ser primeiro a estrada, porque nós os automobilistas passamos mal mesmo. Quando chove, aqui é um assunto, mas o serviço é deles e não temos como. Mas, a iniciativa é bem vinda”, disse um automobilista. 

Os munícipes pedem igualmente melhorias das condições das vias de acesso nos bairros fora da zona cimento, cuja  transitabilidade é deficitária devido ao  excesso de crateras e buracos

“Seria bom também que esse trabalho fosse aos bairros, para agradecer ao povo que votou no presidente César de Carvalho. Não basta só fazer o trabalho dentro do cimento, tem que sair para fora”, recomendou um munícipe. 

A edilidade, através do pelouro de infraestruturas e trânsito, reconhece o problema  e explica que o plano irá abranger todas as ruas e avenidas da cidade, cuja transitabilidade está condicionada. 

“Como podem ver, nesta avenida, estamos a requalificar. Para ter acesso a um estabelecimento comercial, temos que ter em conta que temos essas pessoas com deficiência, por isso vamos deixar também algumas rampas, para facilitar a mobilidade dessas pessoas com deficiência”, avançou o vereador de infraestruturas e trânsito da cidade de Tete.   

A edilidade diz ainda que os trabalhos de requalificação dos passeios incluem  o alargamento das faixas de rodagem e colocação de pavé em locais tidos como críticos.

“Além de melhorar os passeios, estamos também a alargar a estrada, que antes tinha 12 metros e agora passa a ter 13. Contudo, não estamos a impedir a mobilidade de munícipes ou de pessoas com deficiência. Significa que ainda temos passeios que dá para a sua circulação”, acrescentou o vereador.  

O município de Tete não avança o orçamento  para execução das obras , mas garante conclusão até meados deste ano. 

A PRM em Nampula confirma a morte de cinco pessoas, que faziam parte de um grupo dos vulgos Naparama, em Mutuale, distrito de Malema. A porta-voz da Polícia afirma que o grupo tentou invadir um acampamento das Forças de Defesa e Segurança.

“Tivemos registo de um caso, em que um número de indivíduos fez-se ao acampamento onde as Forças de Defesa e Segurança se encontram. Os mesmos teriam invadido aquele ponto e as Forças de Defesa e Segurança  foram vistas a responder o ataque. Os mesmos faziam-se naquele ponto, munidos de azagaias e instrumentos contundentes, do tipo: catana, marretas, facas e ainda pedras”, avançou a porta-voz da PRM em Nampula, Rosa Chaúque. 

A PRM disse ainda que as diligências feitas durante a tentativa de invasão resultaram na detenção de seis indivíduos,  e a Polícia detém, neste momento, pistas e nomes de alguns membros do grupo. 

“Neste momento, já temos pistas e nomes dos envolvidos, assim como membros que fazem parte deste grupo, vulgo Naparamas, naquele ponto”, disse. 

Rosa Chaúque avançou também que, durante a operação, cinco membros do grupo Naparama foram mortos,  e um número não especificado de pessoas ficou ferido. 

Cerca de 30 mil pessoas estão em risco de fome extrema em Gaza devido a inundações e à seca severa. Para reverter esta situação, as autoridades locais e organizações não governamentais têm estado a distribuir insumos agrícolas e  motobombas para minimizar os impactos da estiagem e cheias. 

No interior do distrito de Massingir, na província de Gaza, há famílias que estão  na iminência da fome por conta da estiagem…

“Não há produção porque não choveu. Não há chuva. Estamos a morrer de sede. Estamos a passar mal de fome. Nós, os idosos, vamos piorar”, lamentou Maria Machaieie, residente de Massingir. 

Por isso, os celeiros que, a estas alturas, deviam ter a colheita de milho, estão vazios…

Ainda nas machambas, as culturas estão secas e sedentas de chuva, que cai de forma muito irregular, conforme relatou  Sandra Moisés, residente de Massingir. 

“Aqui em Mucatine, o calor é muito intenso. Ainda que a chuva caia, é só uma e outra vez. Quando nós semeamos, as culturas crescem e não apanham mais chuva”, disse. 

E a agricultura de subsistência a seguir este rumo, a alimentação das famílias que dela dependem é limitada. 

“A alimentação, por estes dias, é difícil. Assim, iremos cozinhar isto para o nosso alimento. Se sobrar um pouco, as crianças comem de manhã e à tarde, elas (as crianças) alimentam-se na escola. Porque não há caril nesta zona. Sofremos muito com isso e a seca, também, nos castiga. Nós, os adultos, aguentamos. Comemos à tarde e à noite”, relatou Maria Machaieie, também residente de Massingir. 

Outro residente de Massingir reclama que: “Há muita fome aqui nesta zona. Não conseguimos comer todos. A mim, alguém enviou-me isto, hoje. São familiares que mandaram coisas para eu comer. Os outros dormem com fome. Nem todos conseguimos comer”. 

Além da seca, o maior inimigo da produção agrícola no distrito de Massingir, é a invasão das machambas pelos elefantes.

“Os elefantes nos castigam. Este ano, tínhamos plantado milho, melancia, mas os elefantes estão sempre por aqui”, reclamou Sofia Ngovene. 

Calcula-se que cerca de 30 mil pessoas estão em risco de fome extrema em Gaza devido a inundações e à seca severa. Para minimizar os impactos do governo local e as organizações não-governamentais têm estar a promover campanhas de distribuição de insumos agrícolas e motobombas para zonas áridas e semi-áridas.

Já decorre a reconstrução das infra-estruturas destruídas durante as manifestações violentas na província da Zambézia. Duas novas escolas acabam de ser inauguradas nos distritos de Pebane e Mocubela, nesta última os rastos de destruição ainda são visíveis. 

O distrito de Mocubela faz parte da lista dos que mais ficaram afectados durante as manifestações. Populares destruíram infra-estruturas públicas, incluindo escolas. Para que as crianças não parem de estudar, duas escolas secundárias foram construídas e entregues em Mocubela e em Pebane. 

O governador da Zambézia Pio Matos inaugurou as duas escolas em Pebane e deplorou a situação de destruição de infraestruturas. 

As duas infraestruturas estão avaliadas em perto de 60 milhões de meticais, fundos do Governo. 

No coração da província de Inhambane, a Vila de Homoíne celebrou o seu 61.º aniversário com diversas atividades culturais e desportivas. Contudo, as comemorações foram acompanhadas por um forte apelo da população por soluções concretas para os desafios que marcam o quotidiano da vila. Entre os principais problemas estão as estradas degradadas, a falta de organização do transporte de passageiros e as condições precárias para os comerciantes locais. Estes desafios têm impactado diretamente a qualidade de vida dos munícipes, que agora pedem mais ações por parte das autoridades.

João Matavele, um residente de Homoíne, descreve com tristeza o estado das estradas que cortam a vila. “As estradas estão completamente esburacadas e, em dias de chuva, tornam-se verdadeiros rios de lama. É quase impossível transitar”, afirmou, sublinhando como a situação afeta não apenas a mobilidade, mas também o acesso a serviços essenciais, como escolas e unidades de saúde. “Há vezes que temos que caminhar grandes distâncias porque os transportes não conseguem passar. Isso afeta principalmente os idosos e as crianças, que são os mais vulneráveis”, acrescentou.

Ele também destacou o problema da poeira em dias de sol, que afeta diretamente a saúde dos moradores. “A poeira é constante e causa problemas respiratórios, principalmente nas crianças e nos idosos. Já perdi as contas de quantas vezes meus filhos ficaram doentes por causa disso”, lamentou. Para Matavele, a reabilitação das estradas é uma necessidade urgente, e ele pede ainda a organização do transporte de passageiros, que atualmente é caótico. “Os chapas param em qualquer lugar, bloqueando as vias e dificultando o trânsito. Precisamos de paragens adequadas para melhorar a mobilidade e garantir a segurança de todos”, apelou, enfatizando que uma melhor organização beneficiaria não apenas os condutores, mas toda a comunidade.

Maria Júlio, uma vendedora que ocupa os passeios no centro da vila, partilhou as dificuldades enfrentadas diariamente pelos comerciantes informais. “Trabalhamos sob sol intenso e chuvas torrenciais, sem nenhum tipo de proteção. É desumano. Nós precisamos de um mercado digno, onde possamos vender os nossos produtos sem medo de perder as mercadorias ou adoecer”, lamentou. Ela destacou como as condições precárias não afetam apenas o trabalho, mas também a qualidade dos produtos vendidos. “Quando chove, muitas mercadorias ficam molhadas e estragam. Isso gera prejuízo para nós, que já ganhamos tão pouco”, explicou.

Para Maria, a criação de um mercado organizado não é apenas uma questão de conforto, mas de sobrevivência. “Muitas de nós dependemos deste trabalho para sustentar as nossas famílias. Se tivermos um espaço adequado, poderemos atender melhor os clientes, conservar os nossos produtos e, quem sabe, aumentar os rendimentos”, afirmou. Ela também apelou às autoridades locais para que priorizem a construção de infraestruturas básicas para os comerciantes. “Não estamos a pedir luxo, mas condições mínimas que nos permitam trabalhar com dignidade”, concluiu.

Jovial Setina, Presidente do Conselho Autárquico de Homoíne, reconheceu que a vila enfrenta grandes desafios. Segundo ela, a erosão tem sido um dos principais problemas, degradando as vias e dificultando a mobilidade dos munícipes. “Devido à erosão, temos as vias todas esburacadas. Além disso, enfrentamos falta de água e energia em várias zonas da vila, o que compromete a qualidade de vida dos nossos munícipes”, afirmou.

Apesar das dificuldades, Setina destacou alguns avanços realizados pelo conselho. “Conseguimos levar água para dois povoados e estamos a finalizar a construção de uma casa de espera para mães grávidas em Marengo. Também iniciámos a reabilitação de um troço de estrada que liga o Banco ao Hotel”, acrescentou. Esses pequenos avanços são vistos como passos importantes, mas ainda insuficientes para atender às necessidades da população.

No que diz respeito à arrecadação de receitas, a liderança local enfrenta desafios significativos. Segundo Setina, a vila arrecadou menos da metade do valor previsto no ano passado. “Tínhamos uma meta de 6 milhões de meticais, mas arrecadámos apenas cerca de 2,5 milhões. Isso afeta diretamente a nossa capacidade de realizar projetos importantes para os munícipes”, explicou. Apesar disso, a presidente destacou que novas estratégias estão a ser implementadas para melhorar a arrecadação. “Estamos a introduzir formas inovadoras de coleta de receitas, e acreditamos que isso trará resultados melhores nos próximos anos”, afirmou.

Embora os desafios sejam muitos, a liderança local está determinada a transformar Homoíne numa vila mais organizada e funcional. Setina apelou à população para que colabore com o conselho autárquico, sublinhando que o progresso depende de um esforço conjunto entre governo e cidadãos. “Estamos a trabalhar dia e noite para melhorar esta realidade. O nosso compromisso é garantir que Homoíne ofereça condições dignas para os seus habitantes”, garantiu.

Enquanto isso, os munícipes esperam que as promessas se traduzam em ações concretas. Estradas transitáveis, mercados organizados e serviços públicos de qualidade continuam a ser as principais demandas da população. Para os moradores, o futuro de Homoíne depende de lideranças comprometidas e de uma população ativa na busca por soluções que beneficiem a todos.

O 61.º aniversário da vila não é apenas um marco histórico, mas também uma oportunidade de reflexão sobre os rumos que Homoíne deve tomar. Entre as dificuldades e as esperanças, o desejo é claro: transformar simbolismo em progresso, garantindo que as comemorações do futuro sejam acompanhadas por um verdadeiro avanço no bem-estar da população.

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