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O País – A verdade como notícia

O Governo moçambicano ainda não recebeu, por via oficial, qualquer notificação ou comunicação da Federação Russa relativamente ao ataque ao navio russo em Mocimboa da Praia, segundo partilhado hoje, pelo porta-voz do Governo. Inocêncio Impissa falou ainda da redução das taxas de portagens, adiantando que, do total de 41 portagens existentes no país, 25 ainda não estão a operar. 

Foi realizado, esta sexta-feira, o briefing do porta-voz do Governo, Inocêncio Impissa, Ministro da Administração Estatal e Função Pública. Inocêncio Impissa avançou que já decorrem investigações para averiguar as circunstâncias do ataque ao navio russo, em Cabo Delgado. 

Em relação às portagens, o Governo anunciou que ainda há portagens que não retomaram as suas actividades, devido às vandalização. Disse ainda que mesmo as portagens que estão em funcionamento operam de forma condicionada, pois há motoristas que “persistem em promover desordem, para passar pelas portagens sem o pagamento das devidas taxas”. 

Inocêncio Impissa apelou ao distanciamento de situações de vandalização que ainda ocorrem em alguns pontos. 

O presidente da Frelimo, Daniel Chapo, exigiu que os deputados da bancada do seu partido sejam comprometidos com as necessidades do povo. Chapo falava, hoje, durante o seminário de indução dos deputados da Assembleia da República pela bancada da Frelimo. 

O Partido FRELIMO realiza, esta sexta-feira, na Escola Central do Partido, na cidade da Matola, o Seminário de Indução dos Deputados da Assembleia da República pela Bancada Parlamentar da FRELIMO. A cerimónia foi dirigida pelo Presidente daquela formação partidária, que enalteceu os resultados alcançados durante os cinquenta anos de independência. 

Daniel Chapo lembrou os avanços que o país alcançou neste período, mas também mencionou algumas dificuldades persistentes. Por isso, Chapo exigiu que os deputados estivessem alinhados aos princípios do partido e mantivessem a firmeza e clareza para assegurar que no fim do mandato tenha sido mudado o cenário do país. 

O Presidente dos camaradas instou os deputados a lutarem pela eficiência e pelos resultados, dominando as matérias em avaliação nas Comissões de Trabalho e na Assembleia de República. “Queremos deputados que vencem o debate pela pela força da lógica da argumentação”, sublinhou. 

Chapo disse ainda que os deputados da bancada Frelimo devem defender os interesses do povo, sendo agente soluções. “O deputado deve inspirar confiança e ser exemplo na sociedade. Ter disciplina partidária e fidelidade ao partido”.  

O Município de Nampula recuou! Diz que não há prazo para a retirada dos vendedores informais das ruas e nem vai usar a força. O cenário nas ruas da cidade é caótica, mas há mercados sem um vendedor sequer.

A cada vez que a câmara foca na Avenida do Trabalho, o que projecta são imagens de desordem e mais desordem.
Os passeios foram tomados pelos vendedores informais e os peões disputam a estrada com as viaturas. Fracassou a primeira fase de retirada voluntária e os visados colocam condicionalismos para saírem do local.
O espaço público está cada vez mais reduzido e até os automobilistas conduzem com receio de passar por cima de produtos vendidos na estrada.
O vereador para a área de Mercados, Augusto dos Santos Tauancha, dá a cara para anunciar o que essencialmente é um recuo da edilidade. Diz que o plano de
De cem mil meticais que o Município de Nampula conseguia da taxa diária dos mercados, actualmente não passa de 55 mil.

A ministra da Educação e Cultura, Samaria Tovela, reconheceu que o actual modelo de avaliação utilizado no ensino técnico-profissional é a principal causa da morosidade na atribuição dos certificados. A governante garantiu que o seu sector já está a trabalhar para reverter esta situação, com a implementação de uma nova estratégia, até ao próximo ano.

Segundo a ministra, existem actualmente cerca de 64 mil alunos à espera de certificados, sendo que apenas 10 mil certificados foram entregues desde o início deste ano. A titular da pasta da Educação considera ineficaz o sistema de avaliação baseado na separação por módulos, que contribui para o atraso no processo.

Paralelamente, Samaria Tovela abordou também o processo de produção e distribuição do livro escolar, afirmando que estão a ser reforçados os mecanismos para evitar erros ortográficos e de conteúdo. A produção está a cargo de uma equipa nacional especializada, e os alunos da quarta classe já começaram a receber cadernos de apoio.

As declarações foram prestadas esta segunda-feira, em Maputo, durante o lançamento oficial das festividades do Dia de África, que se celebra no próximo domingo. A cerimónia contou com a presença de vários embaixadores acreditados em Moçambique, com destaque para os representantes de países africanos.

Rejeição à vacinação em alguns distritos ameaça  metas da imunização  de mais 680 mil crianças contra pólio em Gaza. Sector de saúde dinamiza sensibilização e diálogo comunitário a mais de 87 famílias  para reverter o quadro. 

A Governadora de Gaza, Margarida Mapandzene, disse que a consciencialização sobre a vacinação é feita para que as famílias e as comunidades estejam capacidades sobre os benefícios da vacinação e o respeito ao calendário da vacinação.  

“Deixamos um apelo aos pais, cuidadores e sociedade em geral para se apropriarem dos serviços de vacinação disponível, para a prevenção de todas as doenças preveníveis por vacina, na vacinação de rotina na unidade sanitária, assim como em campanhas, como a campanha de vacinação  contra a pólio, que vai se realizar entre os dias 2 e 6 de Junho, em todos os distritos da província”, explicou a governante. 

Mapandzene avançou que serão vacinadas menores de 10 anos, nas casas, nas escolas, nas igrejas e outros locais de maior aglomeração.

 Mulássua Simango, directora de Saúde em Gaza, explicou que foi eleito o distrito de Manjacaze para o início da campanha de vacinação pelo facto de já terem no local 87 famílias que já tem critérios de certificação para o efeito.

Cabo Delgado perdeu 2 323 salas de aulas, nos últimos cinco anos, devido ao terrorismo e a ciclones. Muitas dessas infraestruturas ainda não foram reconstruídas devido à falta de fundos. Actualmente, o Governo da província tem feito campanhas para pedir ajuda aos parceiros de cooperação.

A destruição de mais da metade das salas de aulas, em Cabo Delgado, nos últimos cinco anos,  deveu-se ao ciclone Chido, que deixou a província parcialmente em ruínas.

Além da destruição de salas de aulas, Cabo Delgado continua com muitas  escolas fechadas devido ao terrorismo, um dos principais  problemas que tem estado a comprometer o sector de Educação na província.

Para acelerar o processo de recontrução da rede escolar destruída pelo terrorismo e pelos sucessivos ciclones que passam por Cabo Delgado, o governo da província reuniu-se com parceiros de cooperação do sector de Educação para mais uma vez pedir ajuda financeira.

O fórum dos parceiros do sector de educação em Sofala está preocupado com o elevado absentismo dos professores e gestores escolares, tendo, por isso, indicado que este facto está a afectar na qualidade de ensino, principalmente, nas zonas rurais, onde a aprendizagem continua aquém das metas.

Os principais parceiros do sector de educação em Sofala, que tem prestado apoios multiformes no processo de ensino e aprendizagem, mostraram-se, nesta quarta-feira, preocupados com a

ausência constante dos professores e dos gestores escolares nos seus postos de trabalho.

Os mesmos apontaram, na reunião de concertação, que, apesar dos esforços do governo, dos parceiros de cooperação e das comunidades para garantir o acesso e a qualidade do ensino, os resultados de aprendizagem continuam aquém das metas, pois, actualmente,  as crianças não estão a desenvolver adequadamente as competências de leitura, escrita e cálculos nos momentos esperados.

O governador de Sofala, Lourenço Bulha, que orientou o evento,  reconheceu que os parceiros têm razão, explicando  que o governo já tinha constatado com preocupação a ausência constante dos professores nas salas de aula e gestores das escolas nos seus postos de trabalho.

“Já estamos a fazer o levantamento, a inspecção e o controlo sobre a assiduidade dos professores.O que nós queríamos fazer, aqui, era um apelo.  Queremos apelar a todos os professores para que tenham assiduidade nas salas de aula.O Estado cumpre com as suas obrigações, os professores devem cumprir também com as suasobrigações”, disse Lourenço Bulha.

Mesmo sem indicar o nível em que o processo se encontra,  Lourenço Bulha garantiu que os professores que não acatarem os apelos serão responsabilizados. “Vamos ao estatuto dos funcionários, vamos ver o que diz o estatuto e vamos chamar a atenção. (2:06) Primeiro a chamada de atenção, depois é que vamos para medidas administrativas propriamenteditas”, indicou Bulha.

Adiante, o Governador de Sofala repisou que “o professor deve estar 45 minutos na sala de aula. Se ficar 30 minutos ou se ficar 40, prejudica, com certeza, os seus alunos”.

Recorde-se que os parceiros do sector de educação em Sofala tem como principal objectivo garantir uma educação inclusiva e de qualidade.

O fórum dos parceiros do sector de educação em Sofala está preocupado com o elevado absentismo dos professores e gestores escolares, tendo, por isso, indicado que este facto está a afectar na qualidade de ensino, principalmente, nas zonas rurais, onde a aprendizagem continua aquém das metas.

Os principais parceiros do sector de educação em Sofala, que tem prestado apoios multiformes no processo de ensino e aprendizagem, mostraram-se, nesta quarta-feira, preocupados com a

ausência constante dos professores e dos gestores escolares nos seus postos de trabalho.

Os mesmos apontaram, na reunião de concertação, que, apesar dos esforços do governo, dos parceiros de cooperação e das comunidades para garantir o acesso e a qualidade do ensino, os resultados de aprendizagem continuam aquém das metas, pois, actualmente,  as crianças não estão a desenvolver adequadamente as competências de leitura, escrita e cálculos nos momentos esperados.

O governador de Sofala, Lourenço Bulha, que orientou o evento,  reconheceu que os parceiros têm razão, explicando  que o governo já tinha constatado com preocupação a ausência constante dos professores nas salas de aula e gestores das escolas nos seus postos de trabalho.

“Já estamos a fazer o levantamento, a inspecção e o controlo sobre a assiduidade dos professores.O que nós queríamos fazer, aqui, era um apelo.  Queremos apelar a todos os professores para que tenham assiduidade nas salas de aula.O Estado cumpre com as suas obrigações, os professores devem cumprir também com as suasobrigações”, disse Lourenço Bulha.

Mesmo sem indicar o nível em que o processo se encontra,  Lourenço Bulha garantiu que os professores que não acatarem os apelos serão responsabilizados. “Vamos ao estatuto dos funcionários, vamos ver o que diz o estatuto e vamos chamar a atenção. (2:06) Primeiro a chamada de atenção, depois é que vamos para medidas administrativas propriamenteditas”, indicou Bulha.

Adiante, o Governador de Sofala repisou que “o professor deve estar 45 minutos na sala de aula. Se ficar 30 minutos ou se ficar 40, prejudica, com certeza, os seus alunos”.

Recorde-se que os parceiros do sector de educação em Sofala tem como principal objectivo garantir uma educação inclusiva e de qualidade.

Pais e encarregados de educação em Gaza criticam a falta de transparência e exclusão dos membros do Conselho de Escola na gestão das taxas de guarda.  A governadora da província quer responsabilização dos gestores suspeitos.

As taxas que as escolas públicas no país, em particular em Gaza, cobram dos pais encarregados de educação para o pagamento de guardas são legais e visam responder a questões de segurança e melhoria das infra-estruturas escolares. No entanto, não são de caráter obrigatório. 

“A nossa preocupação como pais encarregados é quando chega ao final do ano, nossos filhos não têm boletim, porque alegam que não se pagou o dinheiro de guarda. Sim, há algumas escolas que exigem dinheiro de guarda. Só não posso mencionar aqui” disse uma encarregada de educação.

De um tempo para cá, as escolas passaram a impedir os alunos de assistir às aulas, incluindo a retenção dos resultados por falta de pagamento. A esta questão, acrescenta-se a exclusão do conselho de escola na gestão das contribuições, o que levanta suspeitas e críticas generalizadas.

“Pedimos aos que são de direito para que nos ajudem. Há muita roubalheira. Temos as nossas crianças hoje, não sabem beber água. Não há dinheiro nem tanto para (…)A FIPAG cortou água em todas as escolas. Parece que é a direção de colocar essas gestões. O encarregado fica de fora. E vocês aparecem aqui a nos cobrar. Então, aí há uma pedra no sapato” sentenciou, membro do conselho de escola.

O assunto mereceu destaque esta quarta-feira, durante o encontro de diretores distritais do setor da educação. A governadora de Gaza, Margarida Mapandzene, exige responsabilização criminal aos gestores envolvidos em práticas suspeitas à volta das taxas de guarda.

“Já chega de receber uma chamada, uma reclamação ou acompanhar nos órgãos de comunicação social os pais e encarregados de educação reclamarem sobre a gestão dos valores que eles contribuem para a construção de salas. A situação dos próprios diretores de escolas quererem receber e gerir esse dinheiro e que isso só nos traz barulho. Tem que haver responsabilização, senhor diretor. O diploma é claro “, frisou.

Margarida Mapandzene reforça que a contribuição não é obrigatória e, segundo explicou, o elemento responsável pela fixação das taxas é o conselho de escola. 

“Ao longo do ano do processo de ensino e aprendizagem é mandado voltar para casa porque não contribuiu. Afinal, estamos aonde? Será que quando se fala, quando os pais reclamam, nós não sentimos? Deixem tudo na responsabilidade da comunidade. Indicarem alguém entre eles para receber esse dinheiro e serem eles mesmos a gerir” concluiu a governante.

Em Gaza, mais de 14 mil alunos continuam a estudar debaixo de árvores e no chão devido à falta e degradação de salas de aula.

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