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O País – A verdade como notícia

O Presidente da República, Daniel Chapo, endereça condolências pela morte do jornalista moçambicano, Atanásio Marcos. Na sua mensagem, Chapo expressou solidariedade à família enlutada, aos colegas de profissão e a toda a classe jornalística moçambicana, sublinhando o impacto da perda para o país.

“Foi com profunda consternação e tristeza que tomámos conhecimento do desaparecimento físico do Jornalista Atanásio Marcos, ocorrido nesta sexta-feira, 20 de Junho de 2025”, disse o Chefe do Estado em comunicado. 

O estadista moçambicano destacou ainda o contributo de Atanásio Marcos para o fortalecimento da democracia, através do jornalismo responsável e ético que sempre praticou.

“A partida prematura de Atanásio Marcos representa um golpe duro, não só para os seus entes queridos, mas também para todos os que com ele partilharam o exercício nobre da comunicação social, no firme propósito de informar, educar e contribuir para o fortalecimento da nossa democracia”.

O Presidente da República enalteceu o legado de profissionalismo deixado por  Atanásio Marcos, considerando-o uma referência para as futuras gerações de jornalistas. “A sua dedicação ao jornalismo, marcada pela seriedade e profissionalismo, deixa um legado que perdurará na memória colectiva dos moçambicanos”.

O jornalismo moçambicano está de luto. Perdeu a vida hoje, na Cidade de Maputo, vítima de doença, o jornalista, Atanásio Marcos.

Com mais de 20 anos de carreira jornalística, Anatásio Marcos exercia, até à data da sua morte, as funções de jornalista, apresentador e Director Comercial na Televisão de Moçambique, onde trabalhava há mais de 10 anos. Na televisão pública também actuou como delegado provincial na província de Sofala.

Antes disso, foi jornalista do Grupo SOICO, onde se destacou como repórter e apresentador do Jornal da Noite, o principal noticiário da STV.

O jornalista perdeu a vida aos 44 anos, vítima de doença.

O Instituto Nacional de Normalização e Qualidade (INNOQ) já calibrou mais de 20 mil instrumentos de medição em Moçambique, entre 2020 e o primeiro trimestre de 2025, no âmbito do reforço da fiabilidade das medições utilizadas em sectores estratégicos da economia nacional.

Os dados foram revelados no contexto das celebrações do Dia Mundial da Metrologia, assinalado anualmente a 20 de Maio. Este ano, a efeméride decorreu sob o lema “Medições para todos os tempos, para todas as pessoas”, destacando o papel fundamental da metrologia na promoção da equidade social, na justiça das transações comerciais e na protecção do meio ambiente.

Segundo o Ministro da Economia e Finanças, Basílio Muhate, os instrumentos calibrados abrangem áreas como a indústria, laboratórios de ensaio, bombas de combustível, unidades sanitárias e estabelecimentos comerciais.

O governante reafirmou o compromisso do Executivo em continuar a apoiar a modernização dos laboratórios e a garantir a plena integração da metrologia nas políticas públicas de desenvolvimento sustentável.

Por seu turno, o Director-Geral do INNOQ, Geraldo Albasini, manifestou satisfação com o crescente envolvimento das instituições públicas e privadas na adesão ao sistema metrológico nacional, o que contribui para a redução de sanções por incumprimento e para a melhoria da qualidade dos serviços.

No âmbito das celebrações, o INNOQ promoveu palestras e debates técnicos com vista à reflexão sobre os desafios e oportunidades associados ao uso da metrologia nos diversos sectores da economia nacional.

O Dia Mundial da Metrologia é uma iniciativa conjunta da Organização Internacional de Metrologia Legal (OIML) e do Bureau Internacional de Pesos e Medidas (BIPM), marcando a assinatura da Convenção do Metro, em 1875 – um marco histórico na harmonização dos sistemas de medição a nível global.

A Primeira-Dama de Moçambique, Gueta Chapo, anunciou esta sexta-feira a atribuição de 140 bolsas de estudo destinadas à formação médica e ao apoio educacional de raparigas em situação de vulnerabilidade. O anúncio foi feito durante a VII Edição da Iniciativa das Primeiras-Damas, realizada em Dubai, onde foi assinado um memorando de entendimento entre o Gabinete da Primeira-Dama e a Fundação Merck.

O pacote de bolsas prevê 100 vagas para profissionais de saúde, entre médicos e enfermeiros, e 40 para raparigas oriundas de comunidades desfavorecidas, com o objectivo de garantir-lhes a continuidade dos estudos e maior acesso a oportunidades.

Gueta Chapo destacou que a educação das meninas está intrinsecamente ligada ao progresso nacional. “As meninas devem estudar. Casar cedo compromete o seu futuro, o da sua família, da sua comunidade e, por consequência, do país”, frisou, apelando ao combate vigoroso ao casamento prematuro.

A parceria com a Fundação Merck prevê ainda acções integradas nas áreas da saúde, educação e consciencialização social. Entre as iniciativas previstas estão formação médica especializada, capacitação de jornalistas em temas de saúde e justiça social, e campanhas de sensibilização que usarão a arte, a música, a moda e o cinema como ferramentas de impacto.

A Primeira-Dama garantiu que o processo de selecção será totalmente transparente, justo e livre de corrupção. “Não vamos permitir esquemas. Quem for seleccionado será por mérito e necessidade real. Se descobrirmos qualquer pagamento ilegal para aceder às bolsas, esse candidato será automaticamente excluído”, advertiu.

O processo será coordenado com o Ministério da Saúde, que irá identificar as especialidades em falta e as prioridades do sistema de saúde nacional. Gueta Chapo sublinhou ainda que a distribuição será inclusiva, com beneficiários provenientes de todas as províncias e distritos do país. “Queremos médicos e enfermeiras representando Moçambique do Zumbo ao Índico. Sem exclusões.”

A CEO da Fundação Merck, Rasha Kelej, comprometeu-se com a continuidade do apoio, numa cooperação que promete ser duradoura. “Estamos apenas a começar. Anualmente, vamos trabalhar juntos para garantir mais oportunidades aos que mais precisam”, afirmou a Primeira-Dama.

Gueta Chapo encerrou a cerimónia reafirmando o compromisso do seu Gabinete com a integridade e a justiça social: “Recebemos estas bolsas de graça e vamos entregá-las de graça. É nossa obrigação moral garantir que este apoio beneficie quem realmente precisa.”

O Instituto Nacional de Normalização e Qualidade, INNOQ, já calibrou mais 20 mil instrumentos de medição no país, de 2020 até ao primeiro trimestre deste ano. O governo promete continuar a apoiar a modernização dos laboratórios e a integração plena da metrologia nas políticas públicas de desenvolvimento.

O mundo celebra a cada dia 20 de Maio o Dia Mundial da Metrologia, uma base para um sistema de medição coerente que garante a justiça das transações comerciais, melhoria de qualidade de vida e protecção do meio ambiente global.

As celebrações deste ano decorrem sob o lema “Medições para todos os tempos, para todas as pessoas”, num reforço do papel da metrologia no desenvolvimento sustentável e na equidade social.

De 2020 até ao primeiro trimestre deste ano, o INNOQ calibrou mais de 20 mil instrumentos de medição utilizados na indústria e laboratórios de ensaios, nas bombas de combustível, nas transações comerciais e nas unidades sanitárias.

Ainda assim, o governo promete continuar a apoiar a modernização dos laboratórios, e garantir integração da metrologia nas políticas públicas de desenvolvimento.

Para já, o Instituto Nacional de Normalização e Qualidade diz estar satisfeito com o nível de comprometimento das instituições que usam os instrumentos de medição, que tem estado a aderir ao sistema de metrologia, o que evita multas desnecessárias.

Para celebrar a efeméride, o INNOQ promove debates e palestras de reflexão sobre os desafios impostos pelo uso da metrologia nas diversas instituições e empresas.

Pelo menos 32 Chefes de Estados, provenientes de amigos irmãos de Moçambique, farão parte das festividades em comemoração aos 50 anos da independência nacional, no Estádio da Machava. O evento será aberto ao público e são esperadas mais de 40 mil pessoas. 

“O que posso garantir é que foram convidados e temos uma confirmação de cerca de 32 Chefes de Estado, para esta cerimónia, e temos também a confirmação de alguns antigos Chefes de Estado. Neste local, espera-se receber cerca de 40 mil moçambicanos e estrangeiros,  neste local”, disse hoje, o porta-voz do Governo, Inocêncio Impissa. 

Impissa garantiu que estão a ser  criadas as condições para que todos, sem discriminação, possam acompanhar o evento. “O que está sendo feito em termos de mobilização é garantir que o maior número de moçambicanos, que queira presenciar no local, possa aparecer sem nenhuma discriminação, sejam  eles cidadãos comuns, que tenham curiosidade e vontade de participar desta cerimónia, que é cerimónia dos moçambicanos”, assegurou. 

Enquanto o palco é montado, os militares vão afinando os instrumentos. Tudo ao detalhe. A segurança é o que há demais. Os militares e a polícia organizam-se. No Dia da Independência, as coreografias serão exibidas no centro do estádio, mas, um dia antes, está previsto um bailado.

O Governo não revelou o orçamento destinado ao evento.

Província de Gaza em alerta devido à crescente onda de assassinatos. Residentes da “terra prometida”, em Xai-Xai, estão aterrorizados, na sequência do assassinato de um cobrador de 39 anos de idade, seguida de extração dos seus órgãos. Já são  nove casos registados entre Maio e Junho. A polícia promete investigar. 

Uma onda de assassinatos em circunstâncias pouco claras em Gaza tem dominado as manchetes há três semanas. Depois de Bilene, Chokwe e Limpopo, o mais recente caso foi registado em Xai-Xai, na terra prometida.

“Que sejam parcelados estes terrenos ociosos, que têm sido esconderijo para malfeitores. Hoje temos esta morte. Não sabemos se o assassinaram aqui ou apenas vieram deixar o seu corpo”, Rosalina Hombe, chefe do bairro. 

A vítima foi sequestrada no dia 25 de Maio na paragem “Madagáscar”, morto e seus os órgãos genitais extraídos.

O crime confirmou a suspeita da presença de homens que, munidos de catanas, assaltam, agridem e matam homens e mulheres. O caso veio agudizar o medo e pânico entre os residentes.

Os residentes de Mbalanine mostram-se indignados com a Polícia, acusando- de fazer pouco para combater a crescente taxa de criminalidade por conta de terrenos ociosos,

O porta-voz da PRM, em Gaza, diz que decorrem trabalhos de investigação e pede colaboração de todos.

O medo é a palavra que mais se ouve em Gaza. Já são nove casos registados em menos de dois meses.

A Polícia em Chimoio deteve mais um suposto criminoso, acusado de protagonizar assaltos em residências, nalguns bairros da cidade de Chimoio, em Manica. Trata-se de um menor de idade, que agia em parceria com um indivíduo que morreu, após ser agredido pela população. 

Uma quadrilha composta por dois integrantes, que ameaçam as vítimas com recurso a uma catana. O membro de 17 anos acabou detido na posse de quatro televisores, o outro jovem perdeu a vida depois de ser brutalmente espancado por populares.

“Ele me levou e disse que vamos roubar. Tirou catana. Entramos numa casa e levamos plasma e deixamos a catana para as pessoas não nos seguirem”, contou o indiciado. 

A PRM avança que um dos indivíduos foi agredido pela população e perdeu a vida no Hospital Provincial de Chimoio. O outro foi alvejado no membro inferior, quando tentava empreender uma fuga. 

Numa das acções, os indiciados invadiram a casa de um casal, onde retiraram uma TV e um telemóvel.

“Primeiro foi a minha senhora que saiu primeiro. Quando já me chama e pergunta onde está o plasma  (…) Então, quando saio do quarto vejo que já não tem o plasma e também não tinha telefone”, partilhou uma vítima. 

Nos últimos dias, assaltos protagonizados por indivíduos com recurso a instrumentos contundentes, vulgo homens catana, têm estado a reduzir na cidade de Chimoio.

A Universidade Eduardo Mondlane (UEM) outorgou, hoje, o título de Doutor Honoris Causa ao então  Presidente da República Popular de Moçambique, Samora Moisés Machel. O acto insere-se nas celebrações do 50.º Aniversário da Independência Nacional e constitui um momento de homenagem ao legado histórico, político e humanista do primeiro Presidente de Moçambique independente.

Segundo o comunicado da Presidência da República, “a atribuição deste título honorífico por parte da Universidade Eduardo Mondlane visa reconhecer, de forma académica e institucional, o contributo inestimável de Samora Moisés Machel para a afirmação do Estado moçambicano, a promoção da justiça social e a valorização da educação e da ciência como pilares do desenvolvimento nacional”. 

 

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