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O País – A verdade como notícia

A Associação dos Farmacêuticos de Moçambique (AFARMO) reafirmou, neste sábado, durante uma feira de saúde realizada na Cidade de Maputo, o seu compromisso em lutar por mais oportunidades de emprego e formação contínua para os profissionais da área farmacêutica no país.

A actividade enquadra-se nas celebrações da Semana do Farmacêutico, que culmina no dia 25 de Setembro, data em que os profissionais param para reflectir sobre os desafios e conquistas da sua classe. Sob o lema “Pensar na Saúde é Pensar no Farmacêutico”, a edição deste ano tem como foco a valorização da profissão e a melhoria da qualidade dos serviços prestados à população.

Durante o evento, a presidente da AFARMO, Bélia Muchanga, destacou que o sector enfrenta ainda sérias dificuldades que comprometem o seu pleno funcionamento. “O desemprego, a falta de medicamentos e de oportunidades de formação contínua dentro do país são desafios que continuam a suscitar grande preocupação”, afirmou.

Muchanga garantiu ainda que a associação irá tirar proveito da sua participação na Associação de Farmacêuticos dos Países de Língua Oficial Portuguesa (AFPLP) para reforçar o posicionamento de Moçambique na defesa da classe e dos pacientes. “Vamos usar o nosso mandato na AFPLP para fortalecer a nossa voz e procurar soluções conjuntas que beneficiem os farmacêuticos e, sobretudo, os nossos pacientes”, acrescentou.

Além das declarações institucionais, os participantes da feira apelaram à maior valorização dos profissionais da farmácia e a um atendimento mais humano. “Precisamos de um atendimento mais humanizado. Os farmacêuticos têm um papel essencial na orientação ao uso dos medicamentos”, disse Aurora Chaúque, uma das visitantes. Gertrudes Cossa, outra participante, reforçou o apelo: “O farmacêutico deve ser visto como parte essencial da cadeia de saúde, e não apenas como um técnico que entrega medicamentos”.

A feira de saúde ofereceu atendimento gratuito aos cidadãos, incluindo aconselhamento sobre o uso racional de medicamentos e testagem para algumas doenças comuns, aproximando os profissionais da comunidade e reforçando a importância do seu papel na prevenção e promoção da saúde.

A Semana do Farmacêutico prossegue com outras actividades a nível nacional, sempre com o foco em sensibilizar a sociedade para o valor destes profissionais no sistema de saúde.

Tomás Vieira Mário diz que os processos de auscultação das propostas de leis da comunicação social e de radiodifusão é uma simulação, que, no final, o documento vai responder a interesse políticos. Os decanos António Zefanias e  Victor Machirica defendem que a proposta actual, se avançar, vai significar o retrocesso dos ganhos adquiridos com a liberdade de imprensa.

A divulgação das propostas das leis de comunicação social e de Radiodifusão agitaram os escribas, na última semana, por entenderem se tratar de dois instrumentos que pretendem instrumentalizar e amordaçar os medias moçambicanos. 

Os instrumentos passaram por auscultação nacional, um processo que, pela experiência de eventos passados, faz com que o Jornalista Tomás Vieira Mário veja como repetitivo e sem perspectivas de bons resultados.

Folheando o instrumento, Mário diz se tratar de uma versão bastante ambígua, composta por termos vagos e problemáticos, e aponta como exemplo o artigo 23,  sobre a propriedade dos órgãos, que determina: 

“Baseado em critérios de interesse público, o Estado pode adquirir participações em órgãos de Comunicação Social que não façam parte do sector público ou determinar outras formas de subsídio ou apoio”, lê-se no documento.

O jornalista considera o artigo perigoso para o exercício da liberdade de imprensa e expressão. 

E não é só o conselho que parece perder competências na nova lei. É que, de acordo com o instrumento, a entrada em cena da Autoridade Reguladora da Comunicação Social, retira do Gabinete de Informação – GABINFO, a actual competência de licenciar,  fiscalizar e sancionar os órgãos de comunicação social.

O instrumento não aborda sobre a continuidade ou não do GABINFO, que era responsável pela gestão dos media. 

Outra inovação do instrumento é a obrigatoriedade criação de Conselhos Editoriais nas redações, como se pode ler no artigo 33, apesar deste não apresentar as competências do órgão.

Artigo 33: “Na redacção dos órgãos de Comunicação Social com mais de cinco jornalistas devem ser criados Conselhos de Redacção, sendo o número de conselhos de um mesmo órgão, fixado em função do número de redacções existentes”, le-se no documento.

Outro ponto que causa estranheza na classe é o que está escrito no artigo 48, sobre a prova da verdade dos factos, no caso de difamação.

A lei preconiza que é admitida a prova da verdade dos factos imputados, salvo, entre outros: “4. Não é admitida a prova da verdade dos factos se o ofendido for o Presidente da República ou, havendo reciprocidade, Chefe de Estado estrangeiro ou seu representante em Moçambique”.

Ou seja, em sede do tribunal, o jornalista acusado de  calúnia verá sua condenação, sem poder se defender, o que Tomás Vieira Mário considera um absurdo.

O Jornalista Victor Machirica diz que as linhas de penumbra na lei são prejudiciais aos fazedores da comunicação social. 

O também decano, Zefanias  condena o plasmado no artigo 49 que diz: “O editor, director editorial ou de programas, equiparado ou seu substituto legal que, pela terceira vez, for condenado por crime de difamação ou injúria cometido através da Comunicação Social, fica interdito, pelo prazo de dois anos, de dirigir qualquer órgão de Comunicação Social. ”

A actualização da legislação da comunicação social conta também com a proposta de lei da radiodifusão, um instrumento que até aqui reúne consensos.

É a primeira vez que o sector de radiodifusão é regulado e já era necessário. A proposta regula, por exemplo, os horários familiares, preservação de direitos autorais, entre outros.

E mais. O artigo 13, sobre os Limites do exercício da actividade de radiodifusão, determina que: “A actividade de radiodifusão não deve ser exercida nem financiada por partidos ou associações políticas, organizações sindicais, patronais e profissionais por si ou através de entidades em que detenham capital”. 

O jornalista, que acompanhou as várias fases de revisão legislativa do pacote da comunicação social, defende o cumprimento deste preceito, pela necessidade de isenção dos órgãos, no exercício da função, sem influências políticas. 

Os dois instrumentos passaram por um processo de auscultação pública a nível nacional, cabendo a esta altura a equipa responsável, compilar as recomendações, rever o necessário e submeter a proposta final à Assembleia da República, e quica, desta vez saia do papel.

Houve um acidente de viação na cidade da Matola, que matou uma pessoa e feriu outras 10, cinco das quais com gravidade. O sinistro que ocorreu, na manhã de hoje, envolveu um transporte semicolectivo de passageiros e uma viatura ligeira. 

A Polícia de Trânsito na província de Maputo diz que acidente do tipo despiste e choque entre carros foi provocado pelo condutor da viatura ligeira, que violou as regras de trânsito.

Pelo menos 13 mil pessoas estão em risco de fome aguda, enquanto a seca extrema ameaça gado bovino no distrito de Massangena, na província de Gaza. De acordo com líderes comunitários, a situação é agravada pela falta do desembolso do subsídio social básico há 9 meses, bem como pela escassez de fontes de abastecimento de água nas zonas altas. 

Os celeiros, que deviam ter milho e outros produtos, estão vazios,  e as culturas nos campos estão secas, na sequência da chuva que cai de forma irregular no distrito de Massangena, na província de Gaza.

“Passamos fome porque ainda não choveu bem. Quando chove, produzimos mandioca e batata-doce. Este ano, conseguimos produzir mexoeira. As outras culturas foram arrasadas pelo calor”, disse Marcos Chitlumane, líder comunitário em Massangena. 

A seca intensifica, pressiona e ameaça famílias, principalmente em Mavue, que, por estas alturas, segundo líderes comunitários, estão à beira da fome por conta da escassez de alimentos. Dos efeitos negativos da estiagem, também, não escapa o gado bovino, devido a distância que separa as fontes de água 

“Devido à escassez de chuva, as lagoas secaram e, nestes últimos anos, o gado adoece e morre. Há registo de 10 a 20 cabeças de gado que morreram. Os reservatórios de água escavados estão secos, porque dependem da chuva para seu abastecimento”, avançou Jone Bendzane, também líder comunitário em Massangena.

O administrador de Massangena, Sancho Humbane confirma pelo menos 13 mil pessoas em situação crítica, das quais 4 mil já recebem assistência alimentar.

A situação do distrito é agravada pelo não pagamento do subsídio social básico, pois, só naquele distrito, mais de 28 líderes comunitários não têm assistência há 9 meses, o facto está a gerar descontentamento e revolta no seio do grupo.

O governo do distrito reconhece o atraso, e avança que recentemente foram liquidadas as dívidas de 2023 e 2024. E para já se aguarda disponibilização de fundos para pagamento dos meses em atraso, mas ainda não há datas concretas.

Mais uma pessoa morreu, nesta sexta-feira, vítima do acidente de viação de Moamba ocorrido no dia 8 de Setembro corrente. Trata-se de um jovem de 24 anos de idade, que estava internado desde o dia do acidente e não resistiu  após ser amputado a perna direita.

Desde o dia 8 de Setembro que a vida da família Simbine não é a mesma, desde que Helton Sergio Simbine, de 24 anos e que regressava da África do Sul, sofreu um acidente, no distrito de Moamba.

Dias após o acidente, as notícias sobre seu estado de saúde não eram as melhores. 

“Está muito grave. Está nos cuidados intensivos (…) segundo o médico, eu fui lá visitá-lo, ele tem alguma chance, mas está ainda a ser observado e estão a fazer todos os possíveis para  ele voltar as suas actividades normais”, disse Maria Sitoe, Chefe do Banco de Socorros do Hospital Central de Maputo, numa entrevista datada de 10.09.2025.

No entanto, o jovem não voltou, apesar da esperança, mais uma vida se foi, deixando mais uma família de luto e incompleta. 

Nas últimas duas semanas, a vítima esteve sempre nos cuidados intensivos e inconsciente, e cada dia que passava mais notícias ruins chegavam para a família, pois o seu estado de saúde só se agravava.  

Foi feito de tudo para que o jovem pudesse sobreviver, mas não foi suficiente para salvar o jovem de 24 anos, que veio a perder a vítima, na madrugada desta sexta-feira.

O jovem saía da África do Sul para Manjacaze, província de Gaza, sua terra natal e neste momento a família organiza-se para transladação do corpo. 

Com esta morte já contam-se pelo menos 12 o número de vítimas mortais e cinco feridos. 

Recorde-se que o acidente envolveu esta que era uma viatura pesada de transporte de passageiros, mas depois desse período, virou sucata e um transporte de passageiros. 

 

A Academia Marechal Samora Moisés Machel em Nampula passa a contar, a partir desta sexta-feira, com um Laboratório de Inteligência Artificial e Cibersegurança do país. 

A infra-estrutura foi oficialmente inaugurada pelo ministro da Defesa nacional, Cristóvão Chume, que sublinhou o papel estratégico do laboratório na formação de oficiais  para a defesa da soberania nacional no espaço cibernético.

O novo laboratório, equipado com mais de vinte computadores e tecnologia de ponta, visa reforçar a capacidade técnica das forças de Defesa e Segurança, especialmente numa era em que as ameaças cibernéticas representam um risco crescente à estabilidade nacional.

Chume assegurou  ainda que,a partir de agora, oficiais serão formados com excelência para responder aos desafios da defesa digital e proteger os interesses nacionais.

Presente na cerimónia, o ministro das Comunicações e Transformação Digital, Américo Muchanga, reforçou a importância de dominar as tecnologias de informação e comunicação como condição essencial para garantir a segurança nacional.

Com este  laboratório, prespectiva-se o  reforço da segurança cibernética e da inovação tecnológica nas FDS.

Na Vila de Massinga, em Inhambane, a vida pulsa ao ritmo frenético da Estrada Nacional Número Um (EN1), a principal via que liga o sul e o norte de Moçambique. Ao longo da berma, em pleno asfalto onde circulam diariamente centenas de viaturas pesadas, ligeiras e de transporte de passageiros, estendem-se bancas improvisadas com produtos que vão desde frutas e legumes frescos a roupas em segunda mão, peixe seco, carvão e até pequenos eletrodomésticos. Ali, a cada dia, centenas de vendedores tentam garantir o sustento das suas famílias, mesmo sob o constante risco de atropelamentos e outros perigos.

O cenário tornou-se tão habitual que já parece parte da paisagem urbana: veículos e comerciantes disputam o mesmo espaço, transformando a EN1 numa mistura caótica de estrada e mercado a céu aberto. A Polícia Municipal faz advertências frequentes, mas os vendedores continuam, empurrados pela necessidade de sobrevivência.

“O negócio não anda bem e, por isso, muitos de nós preferimos ficar aqui na estrada, mesmo sabendo do perigo. É aqui onde passa mais gente e conseguimos vender alguma coisa”, contou Elisa José, vendedora que há mais de cinco anos expõe os seus produtos na berma da EN1. Entre o sol escaldante e a poeira levantada pelos carros, Elisa ajeita a sua banca de tomates e cebolas, enquanto mantém os olhos atentos ao fluxo constante de viaturas.

A mesma realidade é partilhada por Ramalho Cossa, outro vendedor que encontra na estrada o espaço “mais rentável” para o comércio, apesar dos riscos. “Sabemos que não é seguro, mas se ficarmos no mercado, passamos dias sem vender nada. Aqui, pelo menos, sempre aparece um cliente”, afirma, admitindo que já foi várias vezes alertado pela Polícia Municipal para abandonar o local.

As autoridades locais não escondem a preocupação. A edilidade de Massinga reconhece que o comércio informal desordenado representa não só um risco para os vendedores, mas também para os automobilistas, que muitas vezes são obrigados a reduzir a velocidade de forma brusca para evitar acidentes. No entanto, o município defende que a solução definitiva não passa apenas por ações policiais ou pelo despejo dos vendedores, mas por uma mudança de mentalidade e comportamento.

Verónica Elias, vendedora que também exerce a atividade ao longo da estrada, confirma as advertências recebidas, mas mostra as dificuldades que enfrentam. “Dizem para sairmos, falam connosco, alertam que não podemos ficar na rua. Mas a verdade é que, se formos para o mercado, ninguém nos compra. Aqui, ao menos conseguimos levar algo para casa no fim do dia”, desabafa.

O edil da Vila de Massinga, Rodrigues Zunguze, defende que existem alternativas viáveis e suficientes para os vendedores, mas falta consciência sobre a importância de ocupar os espaços formais de comércio. “Massinga tem muito espaço para a prática de comércio. Temos o Mercado Sete de Setembro, o Mercado Novo, o Mercado Grossista e outros mercados de grande dimensão na vila. O problema não é falta de espaço, mas sim de sensibilização da nossa população. Precisamos que os vendedores reconheçam que esta atividade deve acontecer em locais próprios”, afirmou.

Para o governante, mais do que construir novas infraestruturas, o desafio é convencer a população a utilizá-las. “Não basta termos mercados. É preciso criar uma dinâmica que leve o produto para próximo da residência do cidadão. Podemos e devemos construir mercados nos bairros, para aproximar os vendedores e compradores, descongestionando a EN1 e devolvendo segurança a todos. O que está em causa é mudar mentalidades”, acrescentou.

A questão não é nova. Em 2020, a edilidade tentou retirar os vendedores que ocupavam as ruas de Massinga numa operação que resultou numa resistência violenta. O episódio terminou em confrontos entre comerciantes e a Polícia, deixando claro que a imposição sem diálogo dificilmente trará resultados duradouros.

A EN1, que deveria ser apenas uma via de circulação rodoviária, continua a ser palco de uma luta desigual entre a sobrevivência e a ordem urbana. Do lado dos vendedores, impera a necessidade de garantir o pão de cada dia. Do lado da edilidade, a preocupação com a segurança e a organização da vila. Pelo meio, permanece um impasse que já dura anos, sem soluções à vista.

O caso de Massinga reflete um dilema maior enfrentado por muitas cidades e vilas moçambicanas: o comércio informal, embora seja fonte de sustento para milhares de famílias, desafia diariamente a planificação urbana, a segurança rodoviária e a saúde pública. Enquanto não se encontrar um equilíbrio entre a necessidade imediata de sobrevivência e o cumprimento das regras de ordenamento, as ruas continuarão a ser ocupadas como mercados improvisados.

E em Massinga, na berma da EN1, a cada dia vendedores e viaturas continuam lado a lado, numa convivência forçada e perigosa, onde a linha entre o sustento e a tragédia é cada vez mais ténue.

A embaixada do Brasil em Maputo lança o Programa de Estudantes-Convênio – Pós-Graduação (PEC-PG), edição 2025. O PEC-PG, coordenado pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE) e pelo Ministério da Educação (MEC), tem por objetivo oferecer cursos em programas de pós-graduação presenciais a cidadãos de países com os quais o Brasil mantém acordos educacionais, culturais ou científico-tecnológicos, caso de Moçambique.

O programa visa selecionar até 650 bolsistas não brasileiros, sendo 100 na modalidade doutorado pleno; 350 na “doutorado-sanduíche”; e 200 para mestrado pleno. O programa cobrirá, pela primeira vez, a modalidade “doutorado-sanduíche”, desenvolvido, de forma presencial, parte no Brasil, parte em Moçambique, país com o maior número de selecionados(as) em sua última edição.

As inscrições para o PEC-G deverão observar o seguinte calendário: Período de inscrição para as modalidades doutorado pleno e mestrado pleno: de 14 de agosto a 29 de setembro de 2025; e Período de inscrição para a modalidade “doutorado-sanduíche”: de 1° de outubro a 30 de dezembro de 2025.

 

O Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique (PRM) está a recolher armas de fogo ilegais . O anúncio foi feito, nesta sexta-feira pelo porta-voz da Polícia, Leonel Muchina. 

A campanha de recolha de armas de fogo sem licença foi lançada nesta sexta-feira e visa a sensibilização, entrega voluntária, recolha e regularização de armas de fogo. O  porta-voz da Polícia explicou que  a acção deve-se à proliferação de armas de fogo “em mãos indevidas e em situações ilegais”, o que “contribui para ocorrência de crimes e ameaça a segurança pública”. 

A campanha terá a duração de quatro meses, Setembro a Dezembro, e será dividida em duas fases. A primeira fase, que já está em andamento, compreende a sensibilização, a actualização de registos de entrega voluntária, e a segunda, de 1 de Novembro a 15 de Dezembro, será para efetuar a recolha coerciva das armas e conversão a favor do Estado. 

A PRM apela a colaboração de todos os cidadãos que possuem armas sem licenças ou em situação ilegal.

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