Skip to main content

O País – A verdade como notícia

As universidades portuguesas receberam neste ano mais 351 estudantes moçambicanos, elevando para 1 600 os que já estudam no país. O anúncio foi feito pelo embaixador português em Moçambique, Jorge Monteiro, na cerimónia de despedida de 18 bolseiros do instituto Camões, segundo escreve Lusa.

De acordo com Jorge Monteiro, foram recebidas neste ano mais de 520 candidaturas às universidades portuguesas, tendo sido “colocados 351 estudantes moçambicanos no ensino superior em Portugal” que já estão a iniciar o percurso académico.

 Dos 1600 que estudam em Portugal, “cerca de duas centenas são bolseiros moçambicanos, distribuídos por cursos de licenciatura, mestrado e de doutoramento, incluindo no domínio das ciências policiais e militares”, disse o embaixador português, reconhecendo a importância desta ligação nas relações entre os dois países.

Deste grupo de 18 bolseiros do instituto Camões, dois estudantes já partiram para Portugal e os restantes viajam nos próximos dias.

No âmbito deste programa de cooperação bilateral, Moçambique definiu como prioritárias para a atribuição de bolsas as áreas de Ciências, Tecnologias, Engenharias e Matemática (STEM), com o objectivo de responder às necessidades estratégicas de desenvolvimento do país.

“São domínios técnicos essenciais ao desenvolvimento de Moçambique, de qualquer sociedade”, sublinhou o diplomata português, na cerimónia de despedida.

O embaixador destacou que estas bolsas representam um investimento directo na formação de capital humano qualificado e um reforço dos laços históricos e culturais entre os dois países.

Durante a cerimónia, a diretora-geral do Instituto Nacional de Bolsas de Estudo (INABE) de Moçambique, Carla Caomba, destacou a importância da parceria na formação de quadros moçambicanos altamente qualificados e no reforço das relações bilaterais.

“Esta partida representa um passo importante rumo à realização de sonhos e à consolidação de projetos de vida”, sublinhou.

A responsável acrescentou que os estudantes moçambicanos têm-se destacado em várias universidades portuguesas, não apenas pelo mérito académico, mas também pela capacidade de adaptação e contribuição em diferentes áreas de conhecimento.

Os 18 estudantes selecionados vão frequentar cursos em universidades de Lisboa, Porto, Coimbra, Aveiro, Braga e Faro, em licenciaturas e mestrados em diversas áreas científicas.

A violência doméstica e os crimes motivados por ciúmes e acusações de feitiçaria continuam a semear o luto na província de Inhambane. Desta vez, duas mulheres foram brutalmente assassinadas — uma pelo próprio filho e outra pelo companheiro — em dois crimes que chocaram as comunidades locais e expuseram, mais uma vez, a crescente onda de homicídios que assola a região.

Segundo as autoridades, os casos ocorreram em diferentes comunidades do distrito de Vilankulo, mas têm em comum a violência extrema e a proximidade entre vítimas e agressores. Na cidade de Vilankulo, um homem de 47 anos foi detido depois de tirar a vida da namorada, alegadamente por motivos passionais. No mesmo distrito, outro indivíduo é acusado de ter espancado a própria mãe até à morte, após tê-la acusado de feitiçaria.

As cenas macabras, que voltam a manchar de sangue a “terra da boa gente”, reacendem o debate sobre o aumento de crimes violentos em Inhambane — onde, só nos primeiros sete meses do ano, cerca de 150 pessoas foram assassinadas, a maioria por razões ligadas à ciúmes, conflitos familiares ou crenças tradicionais.

Em declarações à imprensa, a porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Inhambane, Nércia Bata, detalhou as circunstâncias em que ocorreu o primeiro homicídio, envolvendo um jovem casal de Vilankulo.

“Este que saiu com a sua namorada, foram numa adega, consumiram bebidas alcoólicas com os outros amigos e, de regresso à casa, na calada da noite, o mesmo desconfiou que a esposa tinha um relacionamento extraconjugal e acabou asfixiando-a até à morte”, contou Bata, acrescentando que o suspeito foi detido pouco depois.

De acordo com a PRM, o crime foi premeditado e executado num contexto de ciúmes descontrolados, um padrão que tem se repetido com frequência alarmante em vários distritos da província. “Infelizmente, estamos a lidar com situações em que o diálogo é substituído pela violência. Pequenas desavenças acabam em tragédia. E o que mais nos preocupa é que, na maioria dos casos, o agressor é alguém próximo da vítima”, lamentou a porta-voz.

O segundo caso, registado em Vilankulo, expõe o outro lado da mesma moeda: a persistência das acusações de feitiçaria como justificativa para crimes brutais. O suspeito, um homem de 52 anos, é acusado de ter agredido a própria mãe até à morte, sob a alegação de que ela praticava feitiçaria e seria a responsável pelos males que o atormentavam.

Nércia Bata explicou que o suspeito foi igualmente detido e deverá responder por homicídio qualificado. “Este indivíduo confessou parcialmente o crime, dizendo que agiu sob raiva e medo de supostas práticas mágicas da mãe. Mas, para nós, trata-se de um ato bárbaro que demonstra até que ponto o obscurantismo ainda destrói famílias”, sublinhou.

A Polícia afirma que continua a reforçar o trabalho de sensibilização comunitária, com o objetivo de desencorajar a justiça pelas próprias mãos e combater as crenças associadas à feitiçaria, que frequentemente terminam em mortes. No entanto, reconhece que o desafio é enorme e exige uma intervenção multidisciplinar.

“Estamos a trabalhar com as lideranças comunitárias, com as igrejas e com o setor da educação, porque não basta punir. É preciso educar e mudar mentalidades”, referiu Bata, frisando que, só em 2025, já foram registados vários homicídios relacionados com acusações infundadas de feitiçaria.

As estatísticas mais recentes do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) revelam que Inhambane é uma das províncias com maior incidência de homicídios do país, com uma média de uma morte violenta a cada dois dias. A maioria dos casos está ligada a disputas familiares, desentendimentos amorosos e crenças tradicionais.

Fontes comunitárias ouvidas pelo O País afirmam que a pobreza, o consumo excessivo de álcool e a falta de mecanismos de mediação social têm contribuído para o agravamento da situação. Em zonas rurais, a crença de que doenças, infertilidade ou infortúnios resultam de feitiçaria continua profundamente enraizada, levando a linchamentos e execuções sumárias.

Entretanto, organizações da sociedade civil pedem uma atuação mais firme do Estado, combinando a repressão penal com campanhas educativas contínuas. “Precisamos de um trabalho intenso de consciencialização, sobretudo nas comunidades rurais, onde a ignorância e o medo ainda são usados como armas de destruição”, comentou um ativista local.

Os dois casos mais recentes, embora separados por poucos dias e por dezenas de quilómetros, partilham uma mensagem inquietante: Inhambane, a província outrora conhecida pela sua tranquilidade e hospitalidade, está a viver um ciclo de violência doméstica e homicídios que desafia as autoridades e destrói famílias.

Para a PRM, o combate a esta onda sangrenta exige mais do que prisões — exige uma mudança cultural profunda. “Não podemos continuar a assistir a vidas perdidas por ciúmes ou superstição. A violência nunca é solução. O que precisamos é de diálogo, empatia e respeito pela vida”, concluiu Nércia Bata.

Uma em cada vinte pessoas já tentaram suicídio no país. Para a psicóloga Nícia Dzimba, estes números são preocupantes, daí que apela à população a dar maior atenção à saúde mental. Dzimba também chama atenção aos pais para reflectirem no tipo de mimos que dão aos filhos, sob riscos de deseduca-los, no lugar de educar.

O inquérito nacional de prevalência de factores de risco para doenças crónicas não transmissíveis concluiu que cerca de 7,3 por cento de moçambicanos adultos já contemplaram o suicídio, outros 4,3 por cento fizeram um plano de suicídio.

Para a psicóloga Nicia Dzimba existem vários factores por detrás da situação e muitos têm estado a ignorar os sinais de depressão.

“O que está por detrás do suicídio pode ser a depressão, mas também pode ser uma frustração repentina por alguma insatisfação ou por alguma pressão e que o indivíduo naquele momento não consegue gerir e acaba tirando a sua própria vida”, disse.

Mas há mais: falando mais sobre depressão, que é a maior causa de suicídio, Nícia Dzimba diz que “as pessoas infelizmente, hoje em dia, normalizam muito o que não se pode normalizar. Estou a falar de comportamentos anormais que as pessoas começam a identificar, a demonstrar quando as pessoas têm depressão. Hoje em dia nós falamos de depressão e confundimos muito depressão e tristeza”.

Outrossim, segundo a psicóloga, “as pessoas pensam que a pessoa está um bocadinho para baixo, isso não é nada, vai passar. Não é sobre isso. A tristeza é passageira por várias causas, nós ficamos tristes, mas em pouco tempo nós conseguimos lidar com isso e ultrapassamos, mas a depressão não, a depressão é um transtorno de humor grave”.

Outro ponto crítico é o aumento dos casos de transtornos de ansiedade entre crianças e adolescentes. Nícia Dzimba destaca que, nestes casos, o papel dos pais é ainda mais determinante.

“Está a haver uma fraqueza dos pais em preencher o vazio das crianças e demonstrar os seus papéis como devem ser nas casas, porque nós vamos ver que uma mãe tem lá a sua criança de um, dois anos, porque quer fazer as tarefas e a criança está perturbada, a mãe vai fazer o quê, coloca o desenho animado no celular”, detecta.

Para Nícia Dzimba, ao fixar-se naquela tela “nós vemos uma criança que do nada começa a passar tudo, então estamos ensinando àquela criança que o mundo é feito de fantasias, que é feito de cores e que essas cores nós podemos mudar sempre que nós quisermos”.

Nos adultos, as redes sociais também têm sido uma preocupação. A psicóloga observa um comportamento cada vez mais frequente: pessoas que se reúnem fisicamente, mas preferem interagir com outras através do telefone.

Em Moçambique, mais de 4.800 mulheres morrem todos os anos vítimas dos cancros da mama e do colo do útero. As duas doenças são a causa de novas vítimas, num país onde o diagnóstico tardio e a falta de acesso a tratamento eficaz ainda são a principal causa de mortes.

De acordo com dados avançados nesta terça-feira, em Maputo, pelo Programa Nacional de Controlo do Cancro, o país regista, anualmente, cerca de 7.400 casos destas doenças.

Só o cancro do colo do útero representa 5.400 novos casos e cerca de 4.000 mortes por ano, enquanto o cancro da mama atinge cerca de 2.000 mulheres, das quais 800 não sobrevivem.

Durante uma mesa-redonda organizada pela Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC) e parceiros, a PCA, Graça Machel lançou um forte apelo às mulheres. “Estamos diante de uma emergência nacional e global. O cancro está a dizimar as nossas mulheres. Não podemos continuar a encarar esta realidade com indiferença ou de ânimo leve”, alertou.

Machel defende a expansão urgente dos meios de diagnóstico, tratamento e prevenção, sobretudo nos centros de saúde mais distantes dos grandes centros urbanos. “Não se trata apenas de cuidar, mas de salvar vidas. Precisamos garantir que nenhuma mulher morra por falta de acesso a um exame ou a um tratamento que já existe”, afirmou.

Histórias como a de Felicidade, de 51 anos, mostram o impacto humano por detrás das estatísticas. Diagnosticada com cancro da mama, ela enfrenta a doença com coragem. “Apeguei-me à minha fé e ao apoio da minha família. Não é fácil, mas sigo firme, quando recebi a informação fiquei abalada, pensei que fosse o fim do mundo, mas estou a tomar a doença como málaria”, conta.

Cristência Fernando vive uma realidade semelhante. Foi diagnosticada com cancro do colo do útero depois de meses de incerteza e sofrimento. “Passei por várias fases de dor até saber o que realmente tinha. Foi um processo longo e angustiante”, relata.

Apesar dos desafios, Cristência deixa uma mensagem de encorajamento: “A todas as mulheres, digo que procurem ajuda a tempo, não desistam. E ao Ministério da Saúde, peço que melhorem o sistema. Precisamos de diagnósticos precoces e acesso aos tratamentos.”

Na linha da prevenção, a FDC reforça o papel da educação e da mobilização comunitária. Segundo Graça Machel, a instituição conta com mais de 4.700 agentes em todo o país, responsáveis por levar mensagens de sensibilização às comunidades mais remotas.

A chefe do Programa Nacional de Controlo do Cancro, Cesaltina Lorenzoni, destacou a urgência de investir em recursos humanos e técnicos. “O diagnóstico precoce salva vidas. Precisamos capacitar profissionais, equipar mais hospitais e descentralizar os serviços para que todas as mulheres, em qualquer ponto do país, possam ter acesso ao rastreio e tratamento.”

Moçambique registou, de janeiro a junho do presente ano, 14 mortes por raiva, depois de, em 2024, ter registado 31 óbitos, fruto de mais de 200 mil casos de mordedura canina. Esta terça-feira, o país recebeu 100 mil doses de vacina, correspondentes a 28 por cento da meta estabelecida de 350 mil até ao fim do ano.

No ano passado, o país registou 31 mortes por raiva, num universo de mais de 200 mil casos de mordeduras. Este ano, até junho, o número de vítimas mortais já chegava a 14, de um total de cerca de 19 mil mordeduras.

Para travar a propagação da doença, o país precisa de mais de 350 mil doses de vacinas anti-rábicas, e esta terça-feira recebeu 100 mil, fornecidas pela Organização Mundial de Saúde.

“Esta doação da Organização Mundial de Saúde Animal, de facto, vem reforçar os esforços que o Governo tem empreendido para, efetivamente, controlar essa doença mortal. Mas, acima de tudo, ampliar os esforços que o Governo tem empreendido nesta componente de assegurar que, efetivamente, tenhamos animais protegidos e que não tenhamos casos em que estes animais infetados possam, de facto, representar um perigo para a saúde pública. Antes desta receção das 100 mil doses, tínhamos alguma limitação, porque tínhamos apenas alguma reserva para questões de emergência”, disse Abel Chilundo, Director Nacional Adjunto da Direção de Sanidade.

Com esta receção, o Governo reforça a campanha de vacinação antirrábica em todas as províncias, com destaque para as zonas de maior risco, e poupa 80 mil dólares, parte do valor que deveria ser desembolsado para o efeito.

De acordo com a Direção Nacional de Sanidade, “nas últimas ocorrências que se registaram na província de Tete, tivemos de acionar estas reservas que tínhamos. Mas, com esta receção, temos a possibilidade de, em cada uma das províncias, para além daquelas de maior risco, alocar esta vacina e assegurar que haja, de facto, uma campanha de vacinação antirrábica em cães e gatos. A região da SADC já provou, em várias ocasiões, a sua capacidade de agir em bloco.”

A entrega das vacinas acontece à margem do IV Seminário Regional de Avaliação de Progresso sobre a Implementação do Plano de Ação para a Erradicação da Peste dos Pequenos Ruminantes, que decorre em Maputo.

Intervindo na ocasião, o Secretário de Estado do Mar e Pescas, Momade Juízo, disse ser urgente a adoção do plano para evitar insegurança alimentar e morte massiva de animais.

“E hoje temos novamente a oportunidade de mostrar a nossa união, colocando fim à circulação da PPR nos nossos territórios e libertando milhões de famílias do risco e da insegurança alimentar. O controlo e a erradicação da PPR não são apenas essenciais para a saúde animal, mas também são fatores fundamentais para a estabilidade económica, a segurança alimentar e o desenvolvimento sustentável”, advertiu o governante.

Por sua vez, a Organização Mundial de Saúde, parceira da SADC no combate a surtos, prometeu, na ocasião, continuar a apoiar com imunizantes.

“Não decepcionemos os milhões de famílias que dependem de pequenos ruminantes e não decepcionemos o anseio deste continente por segurança alimentar e desenvolvimento resiliente. A erradicação da PPR não é um sonho, é uma realidade que enfrentaremos juntos. Exige coragem, cooperação e comprometimento”, afirmou Moetapele Letshwenyo, representante da FAO em Moçambique.

Neste momento, e de acordo com a Organização Mundial de Saúde, dos dezasseis países da SADC, cinco continuam sob surto da Peste dos Pequenos Ruminantes.

Pelo menos 45 pessoas morreram vítimas da raiva de Janeiro de 2024 a Julho deste ano. Os dados são do Ministério da Agricultura, Ambiente e Pesca, que recebeu hoje uma doação de 100 mil doses de vacinas contra a doença infecciosa.

“Temos dados mais generalizados. A título de exemplo, no ano passado, tivemos cerca de 31 mortes devido a raiva, num horizonte, praticamente, de cerca de 200 mil mordeduras ou corridas. Para este ano, já vamos em cerca de 14 mortes até Junho, num horizonte de 19 mil e poucas mordeduras. O que de facto continua a ser uma preocupação naquilo que é evitar que mais cidadãos morram devido a esta doença fatal”, disse Abel Chilunde, Director Nacional Adjunto de Sanidade. 

Chilunde avançou ainda que houve uma recepção de 100 mil doses que vão ajudar a superar algumas limitações.

“Antes da recepção destas 100 mil doses, tínhamos alguma reserva só para questões de emergência, de modo que, as últimas recorrências que se registaram na cidade de Tete, tivemos que accionar estas reservas que tínhamos, mas com essa recepção  dá-nos a possibilidade de, em cada uma das províncias, para além daquelas com maior risco, poderemos alocar esta vacina e poder que haja campanha de vacinação em cães e gatos”, disse. 

As 100 mil doses custaram cerca de 80 mil dólares. 

Eusébio Victor Macete foi nomeado reitor da Universidade Lúrio, em substituição a Leda Florinda Hugo. Ainda nesta terça-feira, o Chefe do Estado exonerou Bettencourt Preto Sebastião Capece do cargo de Reitor da Universidade Zambeze, e nomeou em substituição Luís  Miguel Estêvão Cristóvão

Nos termos da mesma base constitucional e legal, conjugada com  o n.º 1 do artigo 57 dos Estatutos da Universidade Joaquim Chissano (UJC), o Presidente da República exonerou e nomeou, por  Despachos Presidenciais separados, Ana Maria Nhampule e Carlos  Shenga, respectivamente, do e para o cargo de Vice-Reitor da  Universidade Joaquim Chissano.

Daniel Chapo exonerou e nomeou ainda, através de Despachos Presidenciais  separados, Anabela Matangue Zacarias da Silva e Alexandre Hilário  Monteiro Baia, respectivamente, do e para o cargo de Vice-Reitor  da UniZambeze.

o Presidente da República exonerou Joel  Maurício das Neves Tembe do cargo de Vice-Reitor da UEM e nomeou Mohsin Mahomed Sidat para o cargo o mesmo cargo.

O proprietário da NBC, uma empresa de venda de peças automóveis, foi raptado na manhã de hoje, na baixa da cidade de Maputo, em frente ao seu estabelecimento comercial. Segundo testemunhas, o crime foi protagonizado por quatro homens, que se faziam transportar numa viatura sem matrícula. A Polícia promete reagir assim que possível. 

Mais um rapto na cidade de Maputo, desta vez trata-se do proprietário da empresa NBC, na avenida Zedequias Manganhela, na cidade de Maputo. O crime ocorreu por volta das 6:30 minutos, quando o empresário abria as portas do seu estabelecimento comercial. 

Segundo funcionários de empresas dos arredores, os raptores desferiram golpes contra um guarda do estabelecimento comercial e, posteriormente, levaram o empresário para dentro da viatura, que não tinha uma placa de matrícula.

O Ministério da Saúde anunciou, esta segunda-feira, a criação da Força Tarefa, órgão que terá a missão de avaliar o impacto da redução do financiamento externo, propor medidas de mitigação, assim como promover um diálogo multisectorial baseado em evidências no sector da saúde.

Um dos primeiros passos desse órgão foi dado com o encontro dos quadros e parceiros do sector da saúde que visava discutir o impacto da redução do financiamento, facto que acontece num contexto de  aumento da frequência e gravidade das emergências sanitárias no país.

Com a criação desta força, o Misau pretende ainda identificar e implementar reformas urgentes, que assegurem a continuidade dos serviços de qualidade aos moçambicanos. Segundo o secretário permanente do Ministério da Saúde, Ivan Manhiça, esta força serve como uma janela na busca de soluções para mitigar o impacto e permitir que os projectos em curso tenham continuidade. 

O dirigente espera que a Força Tarefa traga resultados a curto, médio e longo prazos, que possam permitir que o sector da saúde tenha alternativas domésticas para financiar a saúde, sobretudo os sectores-chave. 

 O Ministério da Saúde alerta que é preciso repensar o modelo de financiamento para garantir melhor funcionamento do sector e reduzir a dependência externa. 

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE