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O País – A verdade como notícia

O Presidente da Renamo disse, em Chimoio, disse que o Diálogo Nacional Inclusivo é um caminho para estabelecimento de regras mais claras e transparentes dos processos eleitorais. Ossufo Momade considera também ser este um momento de deixar de lado as diferenças político-partidárias e colocar os interesses do povo.

Momade falava em Chimoio durante o lançamento da fase provincial do Diálogo Nacional Inclusivo orientado por si, na qualidade de membro da Comissão Técnica, COTE.

Na ocasião, o Presidente da Renamo mostrou-se optimista quanto aos objectivos que se pretendem alcançar com a iniciativa.

Os dirigentes da província de Manica vincaram que com o Diálogo Nacional Inclusivo é um verdadeiro exercício democrático e convidaram todos cidadãos a se envolverem na busca de soluções para o desenvolvimento do país.

Alguns políticos presentes na cerimónia realçaram que com esta iniciativa vai ajudar a traçar as linhas que vão encerrar os conflitos pós-eleitorais, que tem sido os grandes problemas políticos.

Enquanto isso, em Pemba, capital de Cabo Delgado, o lançamento da auscultação pública começou com orações de religiosos e discursos da sociedade civil que prometeram exigir todos os compromissos que forem assumidos neste diálogo.

O Governador e o Secretário de Estado na província de Cabo Delgado, reafirmaram o compromisso de tudo fazer para mudar a situação do país.

Para Alberto Ferreira, que lidera a Comissão Técnica para o Diálogo Nacional Inclusivo em Cabo Delgado, a província é considerada especial por ser histórica devido a sua participação activa na luta pela independência do país.

Tanto em Cabo Delgado, como em Manica, o lançamento da fase provincial do Diálogo Nacional Inclusivo foi testemunhada por governantes, políticos, religiosos, sociedade civil e a população, que espera que desta vez o povo esteja mais unido pela causa do país.

A violência por motivos passionais e acusações de feitiçaria volta a manchar de sangue a província de Inhambane. Desta vez, as vítimas são duas mulheres brutalmente assassinadas, uma pelo próprio filho e outra pelo companheiro.

Na província de Inhambane, acusações de feitiçaria e conflitos passionais continuam a ser a raiz de muitos homicídios. No distrito de Vilankulo, dois homens estão agora detidos, suspeitos de terem tirado a vida de duas mulheres em circunstâncias distintas, mas igualmente brutais.

Um dos detidos é acusado de ter assassinado a namorada por ciúmes.

“Eu chamei a atenção dela e perguntei se queria arranjar-nos problemas. Ela não me respondeu, e dei-lhe uma bofetada. Ela foi para casa e morreu três dias depois, no hospital”, disse o indiciado.

O outro é suspeito de ter agredido a própria mãe até à morte, após acusá-la de feitiçaria, e conta como tudo aconteceu. “Eu fui para a minha casa e, quando fui vê-la, no dia seguinte, encontrei-a caída no chão, e o colchão por cima dela. Chamei-a e não respondeu, depois fui chamar o secretário do bairro”, disse.

Ambos os indiciados negam qualquer envolvimento nos homicídios, mas a Polícia da República de Moçambique (PRM) diz ter provas sólidas que os colocam como principais suspeitos.

Recorde-se que, apenas em sete meses deste ano, cerca de 150 pessoas foram assassinadas em toda a província de Inhambane. As autoridades apontam o ciúme e as acusações de feitiçaria como as principais motivações por trás desta onda de violência.

Foram submetidos ao exame e depois a Ordem anulou alegando irregularidades durante o processo de formação na Faculdade de Ciências de Saúde. Em mais uma polémica, os estudantes do sexton ano não têm estágio profissional há quatro meses

A polémica começou em Maio do ano passado quando a Ordem dos Médicos de Moçambique (OrMM) submeteu à avaliação os candidatos graduados de Medicina na Universidade Lúrio. Segundo os visados, apenas um é que não teve classificação positiva. 

Entretanto, através de um documento datado de 17 de Setembro de 2024, a Ordem dos Médicos de Moçambique recuou da decisão de admissão provisória para esses exames que visavam a atribuição da carteira profissional para o exercício da actividade médica em Moçambique, alegando que: “(…) tendo recebido várias denúncias de irregularidades ocorridas no Curso de Medicina da Universidade Lúrio, a OrMM decidiu enviar para esta entidade uma equipa composta por médicos especialistas e pedagogos para aferir o grau de conformidade do processo formative com regras básicas curriculares. Todavia, esta equipa realizou as suas actividades na Faculdade de Ciências de Saúde da Universidade Lúrio e no Hospital Central de Nampula, onde constactou várias irregularidades, entre elas a ausência de pautas dos alunos – indicando uma provável viciação de notas; alunos que não completaram estágios de disciplinas específicas, mas que foram atribuídos notas finais; estudantes que foram submetidos aos estágios do 6° ano sem terem concluído disciplinas curriculares do 3°, 4°, e/ou 5° anos; docentes que trabalham sem contratos e sem salários/honorários há mais de 2 anos; e ausência de aulas regulares desde 2021”.

Diante desta situação, a OrMM decidiu “Considerar nulos os resultads dos exames dos candidatos da Universidade Lúrio que realizaram condicionalmente o exame de certificação em 11 de Maio de 2024” e avançou que não ia aceitar a inscrição de candidatos oriundos da UniLúrio aos exames de certificação aos próximos exames e recomendou a criação de uma comissão de inquérito liderada palo Conselho Nacional de Avaliação da Qualidade, a qual a Ordem dos Médicos de Moçambique deverá ser parte integrante, para a avaliação profunda da capacidade formative da Unilúrio.

No mesmo documento que tivemos acesso, a OrMM recomendou a criação de uma proposta de comissão de monitoria periódica da conformação do processo de formação da UniLúrio com as boas práticas da formação médica pré-graduada e ordenou a abertura de um inquérito para apurar possíveis responsabilidades disciplinares dos médicos envolvidos nas anomalias detectadas e responsabilizá-los.

Apesar de passar mais de um ano, a Universidade Lúrio diz estar em contacto com a Ordem dos Médicos para perceber o que se está a passar. “Penso que só a Ordem pode falar sobre o assunto. Nós, Universidade, não interferimos nas decisões da Ordem. A Universidade Lúrio só certifica graduados que tenham cumprido na íntegra os seus planos de estudo. Esta é a segurança que a Universidade tem e dá à sociedade que não há nenhum estudante que seja devidamente certificado pela Universidade que não tenha cumprido o plano de estudos. Então, todos estudantes certificados pela Universidade cumpriram o nosso plano de estudos”, disse Fred Nelson, vice-reitor para área Académica na UniLúrio.

Contactamos o Bastonário da Ordem dos Médicos de Moçambique, Gilberto Manhiça, que não se mostrou disponível para falar publicamente sobre o assunto.

Este é mais um dossier que faz parte do legado negativo deixado pela anterior reitora, Leda Hugo. É que uma das suas primeiras decisões quando chegou naquela instituição pública foi a suspensão dos contratos que a Faculdade de Ciências de Saúde tinha com médicos especialistas do Hospital Central de Nampula, que acompanham os estudantes do 6° no estágio integral, alegando que eles são funcionários públicos com remuneração paga pelo Estado, daí que no seu entender acompanhar os estudantes faz parte do seu trabalho coberto pelo contrato com o Estado.

Isso levou ao abandono dos estudantes por parte do Hospital Central de Nampula e alguns docentes que não tinham contratos com a Universidade condicionaram a disponibilização das pautas ao pagamento pelo trabalho realizado e não remunerado.

A pandemia da Covid-19 faz parte da crise, pois, aquela faculdade não se acautelou devidamente para fazer face ao processo de ensino nos moldes que o contexto da emergência sanitária impunha.

MAIS UMA POLÉMICA

Enquanto isso, mais uma polémica projecta uma imagem negativa da Universidade Lúrio. Estudantes do 6° ano do curso de Medicina não estão a ter estágio profissional no Hospital Central de Nampula, já passam quatro meses.

“Por regra, quando chegamos no 6° nível temos um estágio integral que dura 53 semanas, é quase um ano, e em condições normais os estudantes fazem o campo de estágio mediante uma assinatura de contrato e quem celebra é o Serviço Provincial de Saúde. Sucede que estamos a sensivelmente cinco meses após o término das cadeiras normais e não iniciamos o estágio. Quando contactamos a entidade contratante diz que não vai celebrar contratos connosco porque ainda não reflectiu o valor para o efeito”, descreveu Xavier Xavier, estudante do 6° ano de Medicina na Unilúrio.

Em contacto telefónico, a directora do Serviço Provincial de Saúde em Nampula, Munira Abdoo, disse que estava em Maputo, mas esclareceu que o problema prendia-se com a não disponibilização do dinheiro por parte do Ministério das Finanças para a cobertura do pagamento do devido subsídio aos estudantes em causa.  

Entretanto o vice-reitor para a área Académica alegou ter havido mal entendidos, mas estava a ser feito de tudo para o estágio iniciar esta sexta-feira. “Do ponto de vista académico a Universidade está pronta, o hospital está pronto, os estudantes estão seleccionados. Penso que foi um mal entendido entre os estudantes e terceiros que a Universidade não conhece. Soubemos há pouco tempo que o estágio não estava a decorrer, já estamos a intervir e penso que esta sexta-feira os estudantes regressam”.

A falta de estágio integral pode comprometer a qualidade dos profissionais de saúde, atendendo que: “o curso de Medicina é teórico-prático. Olha que estamos sentados há quase cinco ou seis meses e isso dificulta a conciliação da teoria com a prática. Muita coisa que estudamos na altura vai evaporando porque não estamos a lidar com a Medicina na prática”, alertou Xavier.

A cidade de Chibuto  celebrou, esta quarta-feira, 54 anos de elevação à categoria de cidade com atenções viradas para a recuperação económica, depois dos protestos pós-eleitorais que destruíram 7 instituições do estado e paralisaram vários sectores, com destaque para o transporte, comércio e turismo.

Cinco décadas e quatro unidades é o tempo em que celebra a elevação de Chibuto à categoria de cidade. Esta quarta-feira, 8 de Outubro, a cidade parou para celebrar a efeméride, bem como para assinalar avanços e retrocessos registrados principalmente no período pós-eleitoral.

“Durante as manifestações foram destruídas várias coisas, estradas, escolas, muitas coisas”, disse uma munícipe.

E mais: “a nossa cidade está espetacular em termos de recolha de lixo, de limpeza. Nós agora já não nos queixamos muito, temos pontos centrais para podermos depositar o lixo. Chibuto, pelo menos, melhorou o problema de emprego, para além do costume natural, em que as pessoas iam para a África do Sul”, destacou um residente de Canhanda, no município de Chibuto.

Entretanto, os munícipes queixam de problemas na prestação de serviços sociais básicos, em particular o abastecimento de água e energia, problemas para os quais  exigem respostas. 

“O nosso hospital, na verdade, não está em boas condições. Pedimos ao nosso presidente, não sei se é do município de Chibuto, ou é o Presidente da República, não sei a quem falar e também pedimos a reabilitação da Escola Secundária de Chibuto. Na verdade, a escola não está em boas condições. É uma ameaça para a saúde dos estudantes”, lamentou outro munícipe.

É também preocupação dos munícipes a situação da erosão que assola quase toda cidade e que se agrava no período chuvoso.

“Na época chuvosa, nem para entrar na escola não tem como, nem para caminhar mesmo na estrada não temos como, não temos valeta ou vales para escoamento de água, é o grande problema”, lamentou outro munícipe.

No entanto, durante o discurso de ocasião, o presidente do município de Chibuto, Henriques Machava, admitiu que a cidade tenta reerguer do impacto severo dos protestos durante os quais foram, entre outros, destruídas 7 instituições públicas, incluindo 10 empreendimentos comerciais e turísticos.

“A vandalização de infraestruturas económicas e sociais e a nossa cidade, uma das que muito foi sacrificada na província de Gaza. Temos um grande empreendimento económico que, com as manifestações, foi reduzido a escombros”, lamentou.

Henriques Machava descreve o cenário como um retrocesso no desenvolvimento, em participar para arrecadação de receitas municipais que caíram de 300 mil meticais para 50 mil meticais por semana.

“Esta situação nos permite a provisão limitante na percepção de serviços básicos. A nossa cidade conta com uma percentagem de 58% na cobertura da energia elétrica. Foi feita e conseguimos restabelecer a comunicação entre os bairros que tinha sido comprometida durante a época chuvosa”, concluiu Henriques Machava.

Os munícipes de Chibuto destacam melhorias nos 54 anos, mas pedem  intervenções da edilidade para a retirada de mais três mil famílias que continuam em zonas propensas à erosão.

O grupo armado voltou a entrar na vila de Mocímboa da Praia ao princípio da noite do dia 6 de Outubro, mas ao contrário do que tem sido habitual, desta vez, apenas concentrou uma parte da população dentro de uma mesquita de Nabubussi, no bairro de Milamba, onde voltou a reafirmar a sua intenção de criar um estado islâmico em Cabo Delgado.

“Hoje estão a ver que não somos bandidos como algumas pessoas têm estado a mentir para vocês. Somos religiosos e filhos de ALLAH. Como podem ver, esta bandeira não é de Nyusi (bandeira da República de Moçambique), é uma bandeira de ALLAH”, ouve-se num vídeo amador gravado na ocasião e amplamente divulgado nas redes sociais.

Segundo mostra o vídeo amador, o suposto grupo armado entrou na mesquita com uniforme militar e armas de fogo.

O administrador do distrito  confirmou a entrada do grupo armado e disse não ter havido danos humanos nem materiais.

“Eles entram na zona de Nabubussi via marítima, a pé, com a maré baixa. Entram em áreas sagradas da mesquita onde não entram mulheres nem calçados, mas eles entraram  com sapatos. Quando a nossa força chegou ao local, eles já haviam saído para as matas em direcção à aldeia Ulo”, revelou o administrador.

A presença do grupo provocou medo e pânico no seio da população, mas segundo a administrador, o ambiente tende a voltar à normalidade.

“Não faltou pânico, mas a situação voltou à normalidade, uma vez que os serviços e o comércio estão a funcionar normalmente”, tranquilizou Sérgio Cipriano.

Esta é a terceira vez que o grupo armado entra em Mocímboa da Praia, um distrito que esteve fora do controlo do estado entre 2020 a 2021, e actualmente está sob fortes medidas de segurança garantida pelas Forças de Defesa de Moçambique e da República do Ruanda.

No dia 18 de Setembro do presente ano, o diário O  País publicou uma matéria relacionada com o quadro social dos trabalhadores da NUKE TRANSPORTES, empresa sediada na cidade Tete. Sobre as matérias vertidas na peça jornalística vimos, no âmbito da Lei de Imprensa, artigo 33 (direito de resposta), esclarecer:

O artigo faz referência a paralisação do curso laboral que resulta, segundo escreve o jornal, da baixa qualidade das refeições, inexistência de seguro de acidente de trabalho e assistência médica e medicamentosa.

Sobre os três pontos elencados, e tendo em conta a situação real da empresa, temos a dizer:

  1. Quanto à alimentação, a Nuke desconhece as reais motivações do descontentamento dos trabalhadores, porquanto a empresa tem vindo a criar condições para garantir o mais alto padrão de qualidade das mesmas. 
  2. Em relação ao seguro e assistência médica e medicamentosa, a NUKE dispõe do programa de controle médico ocupacional e do seguro de acidentes de trabalho.
  3. Por outro lado, importa salientar que a NUKE está em estrito alinhamento com a Lei do Trabalho (vide o artigo 235 da Lei n.° 13/2023 de 25 de Agosto), que dispõe que “o empregador deve possuir um seguro colectivo dos seus trabalhadores, para cobertura dos respectivos acidentes de trabalho e doenças profissionais”.
  4. A Lei do Trabalho estabelece ainda que os trabalhadores têm direito a assistência médica e medicamentosa e de indemnização em caso de acidente de trabalho ou doença profissional- conforme dispõe  a al.f), n.° 5 do artigo 55 da Lei do Trabalho.
  5. É dentro de todo este quadro que a NUKE tem vindo a criar condições para que os trabalhadores usufruam destes direitos. 

Esperamos ter esclarecido as questões que foram publicadas pelo jornal O País. 

O governo revelou, nesta quarta-feira, que os livros da  4.ª e 5.ª classes estão a ser produzidos no país. O executivo reafirmou o seu compromisso com o sector da Educação, garantindo que o pagamento das dívidas aos professores e alfabetizadores, relativas às horas extras está em curso.

A informação foi avançada pela Ministra da Educação e Cultura, Samaria Tovela, durante a abertura do I Conselho Coordenador do sector, que decorre sob o lema “Educação, Investigação e Cultura: Vectores Fundamentais para o Desenvolvimento Sustentável do País”.

O evento marca um momento de avaliação e projecção estratégica do sector, com enfoque na educação de qualidade, investigação científica e promoção cultural como pilares para o desenvolvimento sustentável de Moçambique.

Segundo a ministra do pelouro, as autoridades têm estado a honrar os compromissos financeiros com os profissionais e apelou mais humanismo aos professores.

“Estamos a pagar as dívidas relacionadas com as horas extras dos professores e alfabetizadores, (….) começamos a pagar 2023 e 2024 está em preparação. Começamos a pagar os alfabetizadores dores ontem (esta terça-feira). Apelamos mais humanismo, responsabilidade e respeito à lei, pois assistimos alguns professores que abandonam os alunos por causa destas dívidas, o governo está a pagar, por mais que demore, vai pagar todas as dívidas”, garantiu Samaria Tovela.

Durante a sua intervenção, a ministra revelou que já está em curso a produção dos livros escolares para as 4.ª e 5.ª classes, agora feitos a nível nacional. Para os restantes níveis de ensino, os manuais estão em fase de distribuição nos distritos.

“São duas classes que têm os livros produzidos no país, estamos a testar a capacidade nacional. Os livros para outros níveis estão a chegar, já estamos a nos preparar para recepção e distribuição nos distritos, como forma de garantir que o livro chegue cedo aos meninos nas escolas”, explicou.

Questionada pelo “O País” sobre de algumas escolas nas províncias de Maputo e Gaza, que apresentam riscos de colapso, a governante garantiu que se está a angariar recursos.

“O governo está a mobilizar recursos para intervir nas escolas de Namaacha e Chibuto e garantir a segurança dos alunos e professores”, afirmou Tovela.

No que diz respeito à província de Cabo Delgado, onde o sistema educativo tem sido duramente afectado pela violência armada, a dirigente assegurou que os alunos são recebidos em todas províncias.

Durante o I Conselho Coordenador do Ministério da Educação e Cultura que reúne quadros de todo o país até o dia 10 do mês, o governo afirmou que pretende introduzir manuais de educação moral e cívica e patriotico, artes e cultura no próximo ano lectivo para maior ocupação dos alunos e minimizar comportamentos anormais nas escolas.

A administração Trump alertou, na terça-feira,  para o facto de não ser garantido o pagamento de salários em atraso aos trabalhadores federais durante o período de paralisação do governo.

A medida  inverte o que era uma política antiga para cerca de 750.000 funcionários com licença, de acordo com um memorando que está a ser divulgado pela Casa Branca.

O presidente dos EUA, Donald Trump, promulgou a lei após o mais longo encerramento do governo em 2019, durante o seu primeiro mandato, uma legislação que garante que os trabalhadores federais recebam salários em atraso durante qualquer lapso de financiamento federal.

No novo memorando de Trump, o seu gabinete de Gestão e Orçamento diz que o pagamento retroativo deve ser fornecido pelo Congresso, se assim o decidir, como parte de qualquer projecto de lei para financiar o governo.

A medida é vista por muitos como uma tática de braço de ferro, como uma forma de a administração republicana pressionar os legisladores a reabrir o governo, que actualmente está  no seu oitavo dia de paralisação.

A empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) foi readmitida no IATA Clearing House, o mecanismo internacional de compensação financeira gerido pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA). Em paralelo, a companhia aérea nacional anuncia a entrada em operação de uma aeronave Airbus A319, alugada com tripulação e manutenção incluídas, com  capacidade para 144 passageiros. 

Através de um comunicado a que “O País” teve acesso, a LAM anunciou que foi readmitida na Comunidade Internacional de Aviação, um sistema que  “assegura que todas as transações entre companhias aéreas e entidades do sector, incluindo venda de bilhetes, transporte de carga, serviços de manutenção e taxas aeroportuárias sejam realizadas de forma segura, centralizada e eficiente”, lê-se. 

Segundo o documento, “a readmissão ocorre no âmbito do processo de reestruturação em curso e após a LAM ter cumprido integralmente as suas obrigações financeiras junto da IATA. A reintegração entrou em vigor a 2 de Outubro de 2025, restituindo à companhia o seu estatuto pleno na comunidade internacional de aviação”. 

Com esta decisão, a LAM retoma a participação activa no sistema global de liquidação  de contas, podendo efectuar e receber pagamentos de forma regular e reconhecida, junto de companhias aéreas e parceiros internacionais.

Em paralelo a LAM a entrada em operação de uma aeronave Airbus A319, alugada com tripulação e manutenção incluídas, com  capacidade para 144 passageiros. A companhia aérea explica que o arrendamento não faz parte do plano de aquisição de novas aeronaves, mas responde a uma necessidade imediata de reforço da frota, permitindo aumentar a capacidade operacional, cobrir a época alta, reduzir atrasos e cancelamentos e melhorar a pontualidade dos voos. 

A LAM reafirma que mantém o plano de aquisição de cinco novas aeronaves até Dezembro de 2025, no âmbito do programa de expansão da frota, que visa melhorar a qualidade dos serviços, a fiabilidade operacional e a experiência dos passageiros.

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