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O País – A verdade como notícia

Quatro supostos caçadores furtivos foram detidos, quando tentavam vender um pangolim vivo, garras e dentes de leões em Massangena. No distrito de Bilene, dois pescadores foram flagrados na posse de cinco quilos de cavalo-marinho, já no Limpopo, dois jovem foram detidos acusados de assassinato.

Além de um pangolim vivo, os quatro supostos caçadores furtivos foram detidos na posse de dentes, 18 ossos e 16 garras extraídas de um leão, cujo local de abatimento continua sob investigação pelo Serviço Nacional de investigação Criminal, na província de Gaza 

A detenção ocorreu no interior da zona Mapanhe, no distrito de Massangena, quando os indiciados tentavam vender o pangolim a um curandeiro da Suazilândia. Um deles é confesso e diz que pela venda do animal teria alguma recompensa.

O outro integrante do grupo distancia-se das acusações e diz que o animal foi encontrado nas matas.

“Eu apanhei o pangolim na machamba e o trouxe à casa para ser consumido no dia 25 (de Setembro)”, disse um dos indiciados.

No distrito de Bilene mais dois indivíduos são indiciados por captura e porte ilegal de espécies protegidas. A dupla assume a autoria do crime e disse que pela venda do cavalo-marinho encaixaria 35 mil meticais  

Ainda em Gaza, no distrito de Limpopo, dois amigos são acusados de agredir até a morte um indivíduo por suposto roubo de um aparelho de som, avaliado em 1800 meticais, na zona de 3 de Fevereiro. Os indiciados negam as acusações e dizem que o malgrado foi linchado pela população.

O SERNIC em Gaza desencorajam o recurso à justiça privada para resolução de conflitos nas comunidades.

Moradores da Unidade Alberto Vaquina, no bairro Matundo em Tete, queixam-se da falta de um centro de saúde mais próximo. Entretanto, a população percorre cerca de 8 quilómetros para ter acesso a serviços primários de saúde e não há transporte disponível.

A ausência de um centro de saúde mais próximo na Unidade Alberto Vaquina, bairro Matundo, obriga os moradores, na sua maioria mães e crianças, a percorrerem longas distâncias a pé para ter acesso aos cuidados primários de saúde. A população manifesta preocupação e pede a criação de um centro de saúde local para minimizar o drama.

Aliado a isso, os moradores também queixam-se da falta de transporte no bairro Matundo. Os residentes na Unidade Alberto Vaquina, dizem que nas noites são obrigados a baterem à porta dos vizinhos para ver se podem reunir condições junto com a comunidade para carregar um doente.

A edilidade reconhece que o problema é grave e merece uma resposta prática e urgente. No entanto, o edil, Cesar de Carvalho, procedeu nesta segunda-feira ao lançamento da primeira pedra para construção de um centro de saúde local, cuja as obras estão orçadas em 4.4 milhões de meticais.

As obras de construção do novo centro de saúde na Unidade Alberto Vaquina, terá duração de três meses.

O progresso da economia nacional esta refém do despertar intelectual dos moçambicanos, através da capacidade empreendedora que deve ser aprimorada pelas universidades, defende o antigo Ministro do Ensino Superior e Tecnologia, Daniel Nivagara, que falava durante a 1ª Conferência Internacional da Universidade São Tomás de Moçambique.

Numa ocasião que juntou universitários, docentes e directores para um debate sobre “Aprender para Lidar. Inovar para Transformar: caso do Ensino Superior de Moçambique’’, Daniel Nivagara, professor universitário e antigo ministro do Ensino Superior, falou do contributo das universidades nacionais na economia do país.

Para Nivagara, este sub-sector de educação é responsável por capacitar  estudantes para combater o desemprego no país. “Nós reconhecemos que o ensino superior tem um grande potencial para liderar o desenvolvimento de um determinado país, incluindo Moçambique. Refiro-me ao desenvolvimento econômico, político, cultural, tudo que leva ao desenvolvimento de um determinado país. Se nós olharmos para a estrutura da educação em qualquer país que seja, quando se chega ao ensino superior ele se demarca”, referiu.

Segundo Daniel Nivagara, o  ensino superior deve trazer abordagens mais profundas para além do que já se sabe. “Deve-se compreender que o ensino superior, naturalmente, deve ir para além da transmissão do conhecimento, aquilo que já existe como no conhecimento existente pré-definido ou que já existe nós sabemos, a questão fundamental é o que nós agora podemos fazer”, salientou.

Por sua vez, o Vice-Reitor para Desenvolvimento Institucional da USTM, Faizal Carsane, apontou a pesquisa científica como ferramenta fundamental para o desenvolvimento estudantil. “A pesquisa científica é fundamental para revolução  social e tecnológica, pois fornece conhecimento fundamentado, inovações e soluções para problemas sociais permitindo a criação de uma sociedade mais crítica e informada. A pesquisa científica contribui para o desenvolvimento de produtos e serviços e para o  preparo  de profissionais qualificados”, destacou.

A 1ª Conferência Internacional realizada pela Universidade São Tomás de Moçambique realiza-se sob o lema: “Significado da bondade do acto moral na sociedade”. 

O secretário de Estado da Terra e Ambiente de Moçambique, Gustavo Dgedge, alertou, esta segunda-feira, para o “risco alarmante” do desmatamento e degradação acelerada dos solos na África Austral. Dgedge falava em Maputo durante a abertura do workshop regional do Programa de Impacto em Paisagens Sustentáveis de Terras Áridas.

O desmatamento e degradação acelerada dos solos na África Austral provocou, pelo menos, 800 mil quilómetros quadrados de Miombo perdidos desde 2000, o que leva as autoridades a pedirem esforços colectivos para travar o desflorestamento.

“O desmatamento e a degradação dos solos estão a acelerar a um ritmo alarmante. Desde o ano 2000, o ecossistema de Miombo perdeu cerca de 800 mil quilómetros quadrados, uma área superior à superfície total de Moçambique. Esta não é apenas uma estatística ambiental, é sim uma ameaça direta à prosperidade, à saúde e futuras gerações da região”, disse o secretário de Estado da Terra e Ambiente de Moçambique, Gustavo Dgedge, citado pelo Noticias ao Minuto.

O governante, que falava esta segunda-feira, em Maputo, durante a abertura do workshop regional do Programa de Impacto em Paisagens Sustentáveis de Terras Áridas, um mecanismo de intercâmbio regional da África Austral sobre esta matéria, admitiu existirem muitos desafios na preservação dos ecossistemas na região austral de África.

“Os ecossistemas de Miombo e Mopane representam uma força vital para a África Austral. São uma herança comum que alberga biodiversidade extraordinária, regula o clima e os recursos hídricos, e sustenta a subsistência de mais de 300 milhões de cidadãos. No entanto, esta base vital está sob grande pressão”, disse Gustavo Dgedge.

O secretário de Estado da Terra e Ambiente de Moçambique acrescentou que a região enfrenta uma crescente desertificação e degradação da terra, enquanto crescem as zonas áridas, com consequências “gravíssimas” que incluem a perda de solos produtivos, com salinização e desestruturação física que os tornam impróprios para agricultura, impactos ambientais severos, incluindo desequilíbrio ecológico e perda de biodiversidade.

Segundo o dirigente, estes desafios surgem numa altura em que 75% das terras africanas já são classificadas como áridas ou semiáridas, com previsões de expansão entre 5% a 8% até 2080.

Para o caso específico de Moçambique, Gustavo Dgedge admitiu existirem desafios urgentes na gestão sustentável de terras áridas perante uma realidade que “assume contornos dramáticos”.

“As províncias do sul, como Gaza e Inhambane, registaram reduções de 20% a 30% na precipitação anual nas últimas décadas, acompanhadas pelo aumento de temperaturas e prolongados períodos de seca que afectam cerca de 2,3 milhões de pessoas apenas nesta região”, alertou o dirigente citado pela mesma fonte.

Moçambique pediu ainda uma aposta na conservação e uso racional dos recursos florestais para manter os benefícios económicos, sociais e ambientais, adaptando técnicas de maneio a ambientes secos que possuem ecossistemas frágeis, incluindo plantio de espécies resistentes à seca, a conservação da água, combate à erosão e envolvimento das comunidades locais.

“Esta crença na acção integrada e transfronteiriça é a razão pela qual defendemos a Declaração de Maputo sobre a Gestão Sustentável das Florestas de Miombo”, disse, acrescentando ainda que a visão é que o futuro destas paisagens não pode ser assegurado por nenhuma nação isoladamente, por isso a pedir acções conjuntas para proteger as florestas.

A Floresta de Miombo cobre dois milhões de quilómetros quadrados e garante a subsistência de mais de 300 milhões de habitantes de 11 países da África Austral, incluindo pastagens tropicais e subtropicais, moitas e savanas. Constitui o maior ecossistema de florestas tropicais secas do mundo e enfrenta actualmente, entre outros, problemas de desflorestação, sendo o processo de recuperação liderado por Moçambique.

O Governo moçambicano esperava mobilizar investimentos para proteger a Floresta do Miombo, que cobre ainda parte do território de Angola, estimados no plano de acção em 550 milhões de dólares (pouco mais de 35.1 mil milhões de meticais), dos quais 153 milhões de dólares (acima de 9 mil milhões de meticais) foram garantidos desde 2022.

A Comissão Europeia vai dar 545 milhões de euros para acelerar a transição para a energia limpa em África, dos quais 13 milhões de euros (pouco mais de 174 milhões de meticais) irão para Moçambique incentivar a participação do setor privado e reduzir as emissões.

“As escolhas que África faz hoje estão a moldar o futuro do mundo inteiro; a transição para as energias limpas no continente criará empregos, estabilidade, crescimento e a concretização dos nossos objectivos climáticos globais”, disse a presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, ao anunciar o financiamento feito pela Team Europe, citado pelo Noticias ao Minuto.

Moçambique é o único país lusófono africano contemplado, e vai receber 13 milhões de euros para “apoiar a transição para uma energia com baixas emissões e incentivar a participação do setor privado”.

Na visão de Bruxelas, o potencial de energia renovável de África “é enorme, mas quase 600 milhões de pessoas ainda vivem sem acesso à eletricidade”, pelo que “a forma como esta transição para a energia limpa vai desenrolar-se terá um papel importante na definição do desenvolvimento futuro, da estabilidade regional e dos progressos em matéria de alterações climáticas”.

O apoio da União Europeia à transição energética em África “não é apenas um imperativo moral e de desenvolvimento, é também uma escolha estratégica que reforça as cadeias de abastecimento, cria até 38 milhões de empregos verdes até 2030 e torna os sistemas energéticos mais resilientes”, aponta-se no documento.

A Costa do Marfim vai receber a maior parte do financiamento, quase 360 milhões de euros, para uma linha de transmissão de alta tensão para impulsionar a distribuição regional de energia, e 59,1 milhões de euros vão para os Camarões conseguirem eletrificar 687 comunidades, onde vivem mais de 2,5 milhões de pessoas. Entre outros financiamentos para estudos técnicos e de viabilidade, a República do Congo recebe 3,5 milhões de euros, o Lesoto vai ter 25,9 milhões de euros, o Gana dois milhões e Madagáscar 33,2 milhões de euros, a que se juntam mais 45,5 milhões de euros para a Somália aumentar o acesso à energia renovável a preços acessíveis, promover práticas de economia circular e criar sistemas agroalimentares resistentes às alterações climáticas.

No início de outubro, o Global Gateway Forum em Bruxelas vai reunir governos, instituições financeiras e líderes do setor privado para fornecer apoio adicional à transição para a energia limpa em África.

Este impulso será levado para a Cimeira do G20 em Joanesburgo, que decorre entre 22 e 23 de Novembro, na qual líderes mundiais e investidores vão reunir-se para vincar parcerias e o financiamento necessários para impulsionar o futuro renovável de África.

Mais de 18 mil funcionários públicos inexistentes, na sua maioria falecidos e desvinculados, recebiam salários em esquemas fraudulentos e corruptos que geridos por alguns gestores de recursos humanos na função pública. A informação foi avançada pelo ministro da Administração Estatal e Função Publica, Inocêncio Impissa, esta segunda-feira, em Xai-Xai, durante as cerimónias centrais do dia internacional de acesso universal à informação.

O Estado moçambicano continua a pagar salários a funcionários que na verdade não existem. Só este ano foram detetados no pais mais de 18 mil funcionários fantasma ou com duplo salário na função pública.

“Em base no exercício do trabalho que temos estado a fazer e em sistemas que temos estado a introduzir, tem-nos permitido detectar situações de descaminho de salários. Desativados no Global durante este período, são cerca de 18 mil funcionários, para nós, fantasmas.

Questionado sobre prejuízo acumulado na sequência destes destes esquemas,o titular da Administração Estatal e Função Publica, Inocêncio Impissa, disse não ter dados concretos e explicou-se.

“É que cada um dos funcionários tem um salário diferente do outro em função da categoria que se dizia que tinha, e neste caso, quando é assim, não é possível saber a princípio, mas temos uma equipa conjunta que está a fazer agora o apuramento, que é para saber qual era a carreira do funcionário, ou o que se dizia que o funcionário tinha, qual é o nível que tinha, a partir de quando é que ele é considerado funcionário, que é para depois dizermos quanto é que representa, portanto, o custo dos 18 mil que foram desativados aqui. Mas é um dado, certamente, que vamos ter que é para permitir-nos dizer quantos funcionários podíamos ter admitidos se os 18 mil funcionários não fossem fantasmas” , explicou.

De acordo com Inocêncio Impissa, engrossam a lista, desvinculados do aparelho do Estado ou funcionários que já tenham perdido a vida, mas que continuam a receber, valores que param em esquemas corruptos controlados por gestores que manipulam o sistema.

“Temos estado a trabalhar para purificar as fileiras, como se diz, dos funcionários e agentes do Estado.Havia funcionários já falecidos, funcionários já aposentados, ainda numa folha de funcionário ativo. E que, nesse período, os gestores, ou alguns gestores, não inscreveram essa indicação de falecimento no sistema.A falta dessa atualização no sistema, permite que o sistema também continue a pensar que essa pessoa está viva. E o que é que vai acontecendo.Vai entrando salário”.

Devido a gravidade da situação, Impissa revelou que seguem investigações que visam, entre outros, expurgar mais funcionários fantasma, bem como responsabilizar todos envolvidos.

“Quatro ou cinco meses que nenhum dos funcionários desativados aparece, para nós é um indício de existência de casos difíceis de funcionários fantasmas e até casos de corrupção. E é nosso trabalho detectar os problemas, os riscos e, naturalmente, responsabilizar quem estiver por detrás disso”.

Inocêncio Impissa fez estes pronunciamentos, esta segunda-feira, em Xai-Xai, durante a cerimónia central do dia internacional de acesso Universal à informação, que decorre sobre o lema lema, garantindo o acesso a informação ambiental na era digital”, onde admitiu que o acesso a informação de interesse público no pais continua um grande desafio.

“Urge investir em plataformas digitais abertas, i acessíveis e atualizadas, abrindo espaço para a facilidade de acesso à informação, mas também para que a sociedade acompanhe, critique, contribua e proponha soluções necessárias. A título experimental, lançamos há sensivelmente três meses o portal do funcionário e agente do Estado, mas cuja aderência situa-se em cerca de 25 mil funcionários, do universo de aproximadamente 400 mil. A nossa expectativa é que todos os funcionários e agentes do Estado acedam o portal e interajam conosco através deste canal”, concluiu o ministro da Administração Estatal e Função Publica, Inocêncio Impissa.

Duas pessoas  perderam a vida hoje na sequência de um acidente de viação ocorrido na Estrada Nacional Número 2, próximo ao Hospital Provincial da Matola, na província de Maputo. 

No sinistro, pelo menos 10 pessoas contraíram ferimentos entre ligeiros e graves.

Uma das vítimas do acidente de viação é uma criança de quatro meses que poderá receber alta ainda hoje, segundo o Hospital Provincial da Matola. 

Os feridos em estado crítico foram transferidos para o Hospital Central de Maputo. 

A Polícia da República de Moçambique suspeita que uma ultrapassagem irregular e excesso de velocidade tenha sido a causa do acidente de viação, caracterizado por embate entre as viaturas.

 

O Serviço Nacional de Migração advertiu, nesta segunda-feira, aos promotores e organizadores de eventos, que não vai tolerar a entrada, no território nacional, de artistas, grupos culturais e desportivos sem vistos para actividades no país.   Neste ano, cinco artistas foram impedidos de entrar no país por falta de visto. 

A Direcção Provincial de Migração da Cidade de Maputo está a apertar o cerco. Os artistas, atletas e demais estrangeiros que queiram participar em eventos culturais ou desportivos em Moçambique devem, obrigatoriamente, solicitar o Visto para Actividades Culturais e Desportivas.

Sem o visto, a entrada será recusada. Até esta altura, houve registo de cinco casos. 

Ao cumprir a lei, os promotores evitam sanções, garantem a legalidade dos seus eventos e ajudam a projectar Moçambique como um destino seguro e organizado, segundo as autoridades.

O visto em causa permite a permanência de 30 a 90 dias de artistas e atletas no território nacional.

A Presidência da República  assinala o Dia Internacional do Acesso Universal à Informação,  destacando que a efeméride, celebrada hoje, reafirma o  compromisso de Moçambique com a boa governação, a  transparência e o fortalecimento da cidadania, este ano  celebrado sob o lema “Garantindo o Acesso à Informação  Ambiental na Era Digital”. 

Em mensagem de ocasião, a Presidência da República sublinha que o acesso universal à informação constitui “um direito de elevada importância no contexto da boa governação e da  transparência na gestão da coisa pública”. 

Destaca a relevância do lema escolhido, recordando os desafios  ambientais que o país enfrenta. “O lema escolhido este ano para  a efeméride é de capital importância para o nosso país, que tem  estado a ser ciclicamente afectado por diversos eventos  extremos, com particular destaque para ciclones, cheias,  inundações e secas”, afirmou. 

A mensagem presidencial enaltece a associação das  comemorações às tecnologias digitais, considerando que “tal  incentiva a cultura de acesso público à informação, ao mesmo  tempo que se apela à transparência e se promove o  empoderamento dos cidadãos e de organizações de diversa  índole a participar responsavelmente na governação ambiental  e no desenvolvimento sustentável”. 

Entretanto, alerta para os riscos da era digital, sobretudo pela  proliferação de notícias falsas. “Este ano, o Dia Internacional do  Acesso Universal à Informação comemora-se, em Moçambique,  num quadro em que se regista uma crescente onda de  desinformação através das redes sociais da Internet, pondo em  causa tanto os direitos fundamentais dos cidadãos como a  unidade nacional e a estabilidade social e política”, advertiu. 

Outrossim, a Presidência da República reitera o compromisso das  autoridades nacionais em continuar a garantir o acesso público à  informação de forma transparente e segura.

“Aproveitamos esta ocasião para reiterar o nosso compromisso  de assumir o desafio de continuar a facilitar o acesso público à  informação não sujeita a restrições de âmbito legal, sobretudo  pelos meios digitais. Encorajamos igualmente todos os cidadãos a  exercerem este direito fundamental de forma responsável e  construtiva”. 

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