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O País – A verdade como notícia

A Electricidade de Moçambique faz hoje 49 anos da sua fundação. Para celebrar a data e lançar as comemorações de meio século, a empresa promoveu um workshop para reflectir os ganhos alcançados, no qual foi desafiada a adoptar medidas face aos desafios climáticos.

Criada em contexto de guerra, 1977, a Electricidade de Moçambique completa esta quinta-feira, 49 anos de existência. Para marcar as celebrações e lançar a marcha para meio século, juntou antigos trabalhadores, governo e academia para  reflectir os ganhos alcançados.

O Presidente do Conselho de Administração, Joaquim Ou-chim, usou o momento festivo para anunciar “uma nova era e inovação tecnológica na empresa, na qual a ciência é uma aliada indispensável para o progresso.”

Para Ou-chim, “Completar 50 anos não pode ser visto como um ponto de chegada, pelo contrário, deve ser sempre um novo ponto de partida para aprimorar nosso desempenho, fortalecer a confiança e consolidar os resultados alcançados até agora.”

Mais de 46 milhões de dólares foram gastos nos últimos 8 anos para repor infraestruturas de energia destruídas por ciclones, por isso, o governo através do Secretário Permanente do Ministério dos recursos Minerais e Energia, António Manda, desafiou a empresa a adaptar-se ao clima.

Pascoal Bacela, Antigo Director Nacional de Energia a dependência de apoios externos para o alcance das metas de electrificação universal até 2030, pode ser perigosa.  

“Estamos planear os próximos 50 anos, a questão é: os próximos 50 anos continuarão dependendo de doações e subsídios? Isso pode ser muito complicado.” Alertou

Em um outro painel, sobre 50 anos de História e Transformação, Ernesto Fernandes, Antigo Administrador EDM defendeu a manutenção da natureza pública da EDM.

“A EDM deve continuar sendo uma empresa pública estatal, verticalmente integrada e responsável pelas diversas cadeias de valor de fornecimento de energia, transporte e comercialização em todo o território nacional. Só vamos conseguir eletrificar todo o país se a empresa manter-se de natureza nacional” Concluiu.

Partilhando sua experiência de 35 anos na empresa, Fátima Artur, também Antiga Administradora, disse ter conhecido pessoas dedicadas no trabalho, “

Os antigos administradores, desafiam os actuais gestores a concluir o ciclo de meio século da empresa com demonstração de transparência na gestão.

Também conheci pessoas que precisam ser expostas a processos de integridade.” Concluiu.

A Hidroeléctrica de Cahora Bassa, que também fez representar-se no evento, defendeu trabalho coordenado entre as duas empresas públicas para prossecução da ambição de eletrificar Moçambique até 2030.

Foram condenados, esta quinta-feira, em Tete, sete funcionários da Autoridade Tributária (AT), no âmbito do processo de desvio de mais de 160 milhões de meticais dos cofres do Estado.

Segundo o Ministério Público, os factos ocorreram entre 2015 e 2021 e envolveram funcionários afectos a diferentes sectores da Autoridade Tributária, entre os quais a então directora da Unidade de Grandes Contribuintes, o director da Área Fiscal, secretário, auditor e chefe de repartição tributária.

De acordo com a acusação, o esquema estava relacionado com o pagamento do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRPS) efectuado pela mineradora Jindal.

O Ministério Público sustenta que a empresa emitia cheques para o pagamento do imposto, mas apenas uma parte dos valores era registada no sistema da Autoridade Tributária. O montante remanescente, segundo a acusação, não chegava aos cofres do Estado, tendo sido alegadamente desviado pelos envolvidos.

Os sete arguidos foram condenados pelos crimes de branqueamento de capitais, peculato e falsificação de documentos, com penas que variam entre um e 17 anos de prisão. O processo, que remonta a um período de seis anos, é considerado um dos casos de maior dimensão financeira envolvendo funcionários da Autoridade Tributária na província de Tete.

O número de mortos nas enxurradas que atingiram na quarta-feira várias comunidades ao longo da fronteira entre o Nepal e o Tibete subiu para 353, anunciou hoje a polícia do Nepal. O anterior balanço provisório era de 292 mortos, incluindo três do lado da China.

As equipas de resgate continuavam hoje a procurar mais de 1.300 desaparecidos após a catástrofe, incluindo centenas de estrangeiros, entre os quais dois portugueses, e peregrinos.

PAPA ENVIA CONDOLÊNCIAS ÀS FAMÍLIAS DAS VÍTIMAS DAS CHEIAS NO NEPAL

O Papa Leão XIV enviou hoje as “mais profundas condolências” às famílias das vítimas das cheias repentinas que causaram pelo menos 289 mortos no Nepal.

O papa “ficou consternado ao saber da perda de vidas e da devastação causadas pelas cheias repentinas no Nepal”, lê-se num telegrama assinado pelo secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, divulgado pela sala de imprensa.

Na mensagem, o líder da Igreja católica transmitiu condolências às famílias, salientando a sua proximidade espiritual com os afetados pela tragédia.

“Da mesma forma, oferecendo orações pelas equipas de resgate envolvidas nas operações em curso, invoca a ajuda e a proteção divina sobre todos eles”, acrescentou o telegrama.

As autoridades nepalesas elevaram o número de mortos para 289, na sequência das cheias repentinas que atingiu várias cidades na quarta-feira, numa região fronteiriça com o Tibete.

As autoridades chinesas anunciaram três mortos no território do Tibete, elevando o balanço provisório total da catástrofe para pelo menos 292 mortos e mais de 1.300 desaparecidos, incluindo dois portugueses.

Cheias, secas e ciclones estão a aprofundar vulnerabilidades e a aumentar as tensões entre deslocados internos do conflito armado no norte de Moçambique e comunidades anfitriãs, alerta um estudo da Organização Internacional para as Migrações (OIM).

No estudo intitulado “Alterações Climáticas, Deslocação e Coesão Social” citado pela Lusa, aquela agência das Nações unidas conclui que os eventos climáticos extremos não apenas forçam populações a abandonar as suas casas, mas também alteram as relações sociais entre deslocados e comunidades que os acolhem, num fenómeno cada vez mais visível em regiões afetadas simultaneamente por deslocação e impactos climáticos.

O estudo foi realizado nas províncias de Cabo Delgado, norte do país, e Manica, no centro, e procurou compreender como as alterações climáticas influenciam as relações entre deslocados internos e comunidades anfitriãs em contextos marcados por ciclones, cheias e secas. A análise abrangeu desde populações que fugiram da insurgência armada em Cabo Delgado até famílias deslocadas pela seca em Manica, procurando perceber como eventos climáticos extremos afetam comunidades já vulneráveis.

Segundo a OIM, os deslocados enfrentam uma vulnerabilidade acrescida face a fenómenos climáticos devido à falta de conhecimento local, redes de apoio social e acesso a meios alternativos de subsistência, fatores que limitam a capacidade de resposta perante desastres naturais.

“A falta ou limitação do conhecimento local reduz a capacidade dos deslocados de navegar e responder a eventos climáticos, ampliando a sua vulnerabilidade”, refere uma das principais conclusões do documento.

O estudo conclui igualmente que comunidades anfitriãs veem muitas vezes a chegada de deslocados como um fator que aumenta a pressão sobre recursos já escassos: “Comunidades anfitriãs percebem a presença de deslocados como limitando a sua capacidade de responder e recuperar de eventos relacionados com o clima”.

A OIM observa ainda que tanto fenómenos de início súbito, como ciclones e cheias, como eventos mais lentos, como secas prolongadas, contribuem para aumentar a distância social entre deslocados e comunidades receptoras, embora os mecanismos variem de acordo com o contexto.

Em Cabo Delgado, por exemplo, os ciclones destruíram espaços de convivência, mercados, escolas e infra-estruturas utilizadas por ambos os grupos, reduzindo oportunidades de interação e cooperação. Em Manica, a seca agravou disputas relacionadas com acesso à terra e à água, num cenário de crescente escassez de recursos, conforme refere o estudo.

Apesar disso, a agência da ONU avança ter identificado alguns efeitos positivos associados aos desastres naturais. Em comunidades afetadas por ciclones, verificou-se um aumento temporário da coesão social dentro dos grupos de deslocados e dentro das comunidades anfitriãs, impulsionado pela experiência comum de perda e destruição.

Contudo, essa maior solidariedade não se traduziu necessariamente numa melhoria das relações entre deslocados e comunidades receptoras. Pelo contrário, o estudo refere que a assistência humanitária e como é distribuída podem influenciar significativamente essas relações, gerando perceções de desigualdade quando um dos grupos considera estar a receber menos apoio.

A OIM alerta ainda que, sem investimentos em adaptação climática e gestão dos impactos ambientais, os fenómenos extremos poderão aumentar o risco de instabilidade futura, agravando tensões já existentes em comunidades vulneráveis.

Desde Outubro de 2017, a província de Cabo Delgado, rica em gás, enfrenta uma rebelião armada com ataques reclamados por movimentos associados ao grupo extremista Estado Islâmico e que já fizeram pelo menos 6.600 mortos.

Moçambique é também considerado um dos países mais vulneráveis aos efeitos das alterações climáticas, registando regularmente cheias, ciclones tropicais e outros fenómenos extremos durante a época chuvosa.

A Direcção Provincial do Género, Criança e Acção Social em Gaza confirma dois casos de violência contra menores e anuncia investigação à familiares e diagnóstico social para determinar quem poderá garantir a segurança das crianças. Num dos casos, uma avó é acusada de agredir e obrigar uma criança a ingerir as próprias fezes.

Os dois casos de violência contra menores, registadas esta Terça-feira preocupam as autoridades da área da criança em Gaza, que dizem estar a trabalhar para garantir a protecção das vítimas depois da detenção das pessoas acusadas dos maus-tratos.

O primeiro caso envolve uma criança proveniente da província de Inhambane, que terá enfrentado de acordo com Chefe de Departamento de Criança, dificuldades em utilizar correctamente a sanita, situação que terá sido incompreendida pela avó com quem vivia.

“Esta avó não compreendeu que aquela prática resultava da inocência da criança, do desconhecimento do procedimento do uso do autoclismo”, explicou Nhabete.

A incompreensão da situação terá resultado em agressões e na obrigação de a criança ingerir as próprias fezes.

“Violentava a criança e inclusive obrigava a criança para comer aquela sujeidade”, revelou o responsável.

No outro caso, uma mãe é acusada de maltratar e agredir o próprio filho de várias formas.

As duas mulheres de 38 e 30 anos de idade estão detidas, entretanto, as autoridades dizem que ainda é necessário apurar se existe outra pessoa que possa representar perigo para as crianças no meio familiar.

É neste contexto que está a ser realizado um diagnóstico social mais aprofundado, com o objectivo de avaliar o ambiente familiar e determinar quem deverá ficar responsável pelas vítimas.

A Direcção Provincial do Género, Criança e Acção Social diz que a prioridade é identificar um espaço onde as crianças possam permanecer em segurança e receber a devida protecção.

A primeira-dama da República, Gueta Chapo, manifesta o seu apoio à modelo moçambicana Arcenia Quehá, candidata de Moçambique ao Miss Mundo 2026, cuja final terá lugar no dia 5 de Setembro, na cidade de Nha Trang, Vietname.

Arcenia Quehá, vencedora do Mozambique Beauty Awards 2025, representa Moçambique, pela primeira vez, na competição internacional de beleza, depois de se destacar entre centenas de candidatas de todo o mundo.

Ultrapassou várias batalhas e alcançou o top 10 das mais votadas a nível mundial, feito que constitui motivo de orgulho nacional, de acordo com um comunicado de imprensa da Presidência da República.

No âmbito do seu apoio à representante moçambicana, a primeira-dama garante igualmente o envio ao Vietname de uma equipa especializada, composta pela sua estilista, cabeleireira e maquiadora, para apoiar Arcenia Quehá na preparação e participação na fase final do concurso.

“A iniciativa visa garantir à candidata moçambicana o necessário apoio profissional, contribuindo para uma participação condigna e competitiva na estreia histórica do país no Miss Mundo”, refere a nota de imprensa.

Arcenia Quehá já se encontra no Vietname, onde decorrem as actividades que antecedem a grande final, levando consigo o orgulho e a responsabilidade de representar a beleza, a cultura e o talento da mulher moçambicana.

Face ao desempenho alcançado, a primeira-dama apela aos moçambicanos, dentro e fora do país, para apoiarem a Arcenia Quehá através da votação popular, contribuindo para que alcance a final do Miss Mundo 2026.

A cidade de Nampula volta a registar crise de combustíveis, sobretudo a gasolina. As poucas bombas que abastecem registam longas filas. A Inspecção-Geral dos Recursos Minerais e Energia diz que os três terminais oceânicos de Nacala estão com pouca gasolina, por isso estão a fornecer com restrição, para evitar a ruptura total.

Na primeira semana deste mês de Agosto, aconteceram duas operações de apreensão de combustível vendido ilegalmente na via pública e em algumas residências na cidade de Nampula, e logo a seguir houve normalização da situação de combustíveis, com muitas bombas a abastecerem, sem longas filas e nem limitação da quantidade de abastecimento.

Foram cerca de duas semanas sem qualquer problema, mas desde a semana passada que o cenário de crise voltou a afectar a cidade de Nampula. “Estou na fila desde as 5h00. Tinha uma viagem para Cabo Delgado, mas estamos aqui. Isto cria transtornos”, desabafou Manuel Jorge, interpelado pela nossa reportagem em plena fila de acesso a uma das poucas bombas que estavam a abastecer nesta quarta-feira.

Diante da crise, há quem sinta falta dos vendedores informais de combustível. “Eliminaram aqueles da rua sabendo que não iam abrir todas as bombas”, lamentou Domingos Chales, mototaxista.

A cidade de Nampula tem 53 bombas de combustíveis, mas diariamente é difícil encontrar cinco a abastecerem, nos últimos dias.

A Inspecção-Geral dos Recursos Minerais e Energia em Nampula esclareceu, sem gravar entrevista, que os três terminais oceânicos de Nacala estão com uma quantidade limitada de gasolina, por isso o fornecimento tem sido em “modo de reserva” para evitar que haja ruptura total da gasolina.

O normal, com o descarregamento total, tem sido de 20 milhões de litros de gasolina naqueles terminais, mas neste momento estão com apenas um milhão e duzentos mil litros.

Entretanto, informação de última hora recebida pela nossa equipa de reportagem indica que nesta quarta-feira terminou o descarregamento de seis milhões de litros que vão fazer com que, nos próximos dias, o fornecimento de gasolina às gasolineiras volte a fluir, o que vai também permitir a normalização do abastecimento a partir da sexta-feira.

A província de Gaza regista um aumento de casos de malária de pouco mais de 100%. Face ao cenário, a província prepara uma campanha integrada que prevê a distribuição de mais de 800 mil redes mosquiteiras, a administração de medicamentos e a pulverização intradomiciliária em 13 distritos para reforçar o combate.

A malária continua a constituir um dos principais desafios de saúde pública na província de Gaza, alertou a directora provincial de Saúde, Mulassua Simango, durante a apresentação da microplanificação da campanha de distribuição universal de redes mosquiteiras e administração massiva de medicamentos.

“No primeiro semestre de 2026, nós registamos 34 019 casos de malária contra 11 267 de igual período de 2025, representando um aumento em mais de 100%”, disse Mulassua Simango.

A responsável revelou ainda que a prevalência da doença na província é de 6,1 por cento, o que significa que, em cada 100 pessoas, pelo menos seis têm malária.

Perante o agravamento da situação, as autoridades de saúde vão integrar diferentes intervenções numa única campanha, combinando a distribuição de redes mosquiteiras, a administração de medicamentos e a pulverização intradomiciliária.

A campanha integrada de distribuição de redes e administração de medicamentos será realizada em 13 distritos, enquanto a pulverização intradomiciliária abrangerá seis distritos, nomeadamente Chibuto, Mandlakazi, Chókwè, Guijá, Bilene e Limpopo.

Os dados preliminares dos microplanos apontam para uma distribuição estimada de “871 416 redes mosquiteiras, destinadas a cerca de 313 711 agregados familiares, numa população estimada em 1 156 855 pessoas”.

Contudo, os números ainda não são definitivos. Segundo a fonte, os dados foram levantados pelos distritos e estavam a ser discutidos durante a formação de microplanificação, podendo sofrer alterações antes da implementação da campanha.

A campanha incluirá igualmente a administração de albendazol a crianças “dos 5 aos 14 anos, com uma previsão de alcançar 375 130 indivíduos.”

A integração das intervenções pretende, segundo as autoridades, optimizar recursos e aproveitar a mobilização, logística e comunicação das campanhas para ampliar as acções de saúde nas comunidades.

Entretanto, Mulassua Simango alerta que o sucesso da operação dependerá de uma planificação ajustada às características de cada comunidade, sobretudo nas zonas de difícil acesso.

“Uma aldeia de difícil acesso, uma comunidade em zona arenosa, uma área de travessia de rios, uma comunidade distante da sede distrital, uma zona com dificuldade de comunicação não podem ser planificadas da mesma forma como uma área urbana de fácil acesso”, afirmou.

A directora provincial de Saúde defende, por isso, que os distritos apresentem estimativas próximas da realidade, para evitar que recursos sejam alocados acima ou abaixo das necessidades.

O Instituto para Democracia Multipartidária diz que os projectos de exploração de gás em Moçambique precisam de beneficiar, em primeiro lugar, as comunidades locais para dinamizar o seu desenvolvimento.  

Em Moçambique, continuam desproporcionais os benefícios entre as empresas que exploram recursos naturais e as comunidades locais, uma situação que gera conflitos e críticas regulares.

Meio ano depois do levantamento da Força Maior pela Total Energies, o Instituto para Democracia Multipartidária debate, com parceiros estratégicos, mudanças estruturais para o desenvolvimento das comunidades.

Falando à imprensa, Hermenegildo Mundlovo, Director Executivo do Instituto para a Democracia Multipartidária, garantiu que esta plataforma de diálogo constante baseada em evidências vai permitir ao país aproveitar ao máximo as oportunidades criadas e as transformações na vida das pessoas. 

Para Mundlovo “a população não se interessa muito por grandes indicadores. Quanto exportamos em termos de petróleo? Qual o volume de investimentos realizados? A preocupação deles é a transformação de suas próprias vidas.

Em que medida isso garantiu uma transformação nas suas próprias vidas? Em que medida isso gerou emprego para alguém das suas respectivas famílias? Em que medida isso também gerou negócios para os atores nacionais? Penso que, se conseguirmos reunir todos estes elementos, estas recomendações, podemos estar a fazer um bom trabalho para o país, para os moçambicanos, mas também para os investidores”.

O evento contou com a participação do Provedor de Justiça apontou fragilidades e os respectivos riscos.

As mudanças são urgentes e se não acontecerem, a Comissão Nacional de Direitos Humanos teme que novos conflitos surjam e comprometam a segurança no país.

Até ao fim deste ano, Moçambique espera pela aprovação da decisão final de investimento do projecto coral norte, avaliado em mais de 7.2 mil milhões de dólares.

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