Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Os Governos de Moçambique e Brasil assinaram hoje nove instrumentos jurídicos para reforçar a cooperação entre os dois países. Falando à imprensa, Daniel Chapo destacou o apoio do Brasil nos esforços de combate ao terrorismo em Cabo Delgado. 

Na presença dos Presidentes de Moçambique e Brasil, na Presidência da República, os governos dos dois países assinaram nove instrumentos jurídicos, entre memorandos de entendimento, protocolos e adendas a acordos em vigor.

O Presidente de Moçambique reconheceu o apoio do Brasil nos esforços para ocombate ao terrorismo em Cabo Delgado e reafirma o compromisso do Governo em acabar com o mal. Por sua vez, Lula da Silva reafirmou também a abertura de continuar a cooperar com Moçambique em várias áreas de interesse dos dois países.

Lula da Silva chegou à Moçambique na tarde de domingo, para uma visita de trabalho de dois dias.

Os Presidentes Daniel Chapo e Emmerson Mnangagwa defenderam, durante o Fórum de Negócios Moçambique–Zimbabwe, uma  nova etapa de cooperação económica assente no investimento  privado, na valorização das cadeias produtivas e no reforço dos  corredores de desenvolvimento. 

Perante empresários dos dois países, os estadistas sublinharam que o  encontro constitui uma plataforma estratégica para transformar o  potencial bilateral em parcerias concretas nos sectores de agricultura,  energia, logística, turismo e industrialização.

Ao dirigir-se aos participantes do fórum, Daniel Chapo  afirmou que o encontro é essencial para impulsionar o crescimento  partilhado. “Somos dois países irmãos que as trocas comerciais são  extremamente importantes para o desenvolvimento dos nossos dois  países”, disse. 

O Chefe do Estado destacou a agricultura como prioridade para o  investimento conjunto, sublinhando o potencial complementar entre  os dois países. “A primeira é a agricultura, que é a base do nosso  desenvolvimento. Nós temos terras aráveis, os nossos irmãos  zimbabweanos têm conhecimento, têm tecnologia, têm experiência  no desenvolvimento da agricultura”, afirmou. 

Chapo reforçou também o papel estratégico do sector  energético, destacando projectos como a expansão de Cahora  Bassa, Mphanda Nkuwa e a central a gás de Temane. “Então, é uma  oportunidade ímpar para os nossos irmãos zimbabweanos investirem  em Moçambique neste sector e poderem exportar energia eléctrica de  Moçambique para países vizinhos, mas principalmente para o  Zimbabwe”, afirmou. 

O turismo foi igualmente apontado como área de grande potencial,  com Chapo dirigente a realçar que Moçambique dispõe  de uma “costa de cerca de 2700 quilómetros de praia, ilhas bonitas”,  além de parques e reservas. Destacou também o acordo assinado  ainda para apoiar pequenas e médias empresas, sobretudo de  jovens e mulheres. 

O dirigente moçambicano referiu também o trabalho conjunto em  curso para modernizar os corredores da Beira e do Limpopo, com foco  na implementação de fronteiras de paragem única, como Machipanda e Kuchamano, para garantir maior rapidez na circulação  de mercadorias e maior eficiência logística. 

Por sua vez, o Presidente Emmerson Dambudzo Mnangagwa afirmou  que a cooperação económica deve resultar em ganhos reais para as  populações. “É importante que os nossos esforços colectivos permitam  alcançar maior valor para os nossos produtos primários, ao mesmo  tempo que geramos emprego sustentável, promovemos o  empoderamento e impulsionamos a criação de riqueza”, declarou. 

Mnangagwa sublinhou que a integração regional constitui “a  estratégia económica central do Zimbabwe”, explicando que o seu  Governo continua a implementar reformas para reduzir custos de  comércio, harmonizar padrões e eliminar barreiras não comerciais.  Acrescentou que “o Zimbabwe é um país sem litoral, mas com  Moçambique não nos sentimos enclausurados”. 

O estadista apelou ao envolvimento activo do sector privado e das  instituições financeiras, afirmando que há abertura total para  investimentos cruzados.

O Presidente da República, Daniel Chapo, recebe o homólogo da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, que efectua, a partir de hoje uma visita de trabalho de dois dias à República de Moçambique, em resposta ao convite formulado pelo Chefe do Estado.

A visita insere-se no quadro do reforço das históricas relações de amizade e cooperação entre Moçambique e o Brasil, e constitui uma oportunidade para o aprofundamento do diálogo político e para a expansão de parcerias estratégicas em múltiplos domínios do desenvolvimento.

Na segunda-feira, 24 de Novembro, os Presidentes Daniel Chapo e Lula da Silva manterão um “tête-à-tête” e, posteriormente, conversações bilaterais. O encontro permitirá a troca de impressões sobre a situação política, económica e social dos dois países, bem como a abordagem de temas de interesse comum nos planos bilateral e multilateral.

Durante a sua permanência em Maputo, o Presidente Lula da Silva será outorgado com o Título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Pedagógica de Maputo, bem como irá interagir com empresários moçambicanos e brasileiros, num encontro orientado para a identificação de novas áreas de cooperação, promoção de parcerias e exploração de oportunidades de investimento em Moçambique.

Moçambique e Zimbabwe  inauguraram hoje uma nova etapa nas suas relações bilaterais  com a realização da 1ª Sessão da Comissão Binacional, que substitui o  antigo mecanismo de Comissões Mistas. Presidida pelos Chefes de Estado Daniel Chapo e Emmerson  Dambudzo Mnangagwa, o encontro resultou em decisões estratégicas, que tem como objextivo a eliminação de barreiras ao comércio, a  livre circulação de pessoas e bens e a aceleração de projetos de infra-estruturas, energia e segurança, incluindo o apoio do  Zimbabwe na luta contra o terrorismo.

A sessão, realizada em Maputo no âmbito da Visita de Estado do  Presidente Mnangagwa, permitiu aos dois governantes reforçar a  coordenação política e económica entre os dois países e consolidar  um novo ciclo de cooperação bilateral. 

Os estadistas assinalaram que as deliberações da Comissão Binacional  representam um avanço significativo na integração económica, na  concertação estratégica e na dinamização de sectores prioritários  como transportes, energia, agricultura, recursos minerais e segurança. 

Durante a abertura dos trabalhos, o Chefe do Estado referiu que a sessão marca o início de uma  nova dinâmica de cooperação bilateral em áreas estruturantes,  sublinhando que a visita do homólogo constitui “mais uma  oportunidade de reforçar as relações históricas de irmandade,  amizade, solidariedade entre os povos moçambicano e do Zimbabwe,  e a cooperação que une Moçambique e Zimbabwe”, além de  imprimir “uma nova dinâmica de cooperação bilateral”. 

O estadista acrescentou que o Governo moçambicano mantém  disponibilidade […] em continuar a cooperar com a República do  Zimbabwe em prol do desenvolvimento económico dos dois países e  do bem-estar social de ambos povos, apontando os corredores da  Beira e de Maputo como eixos essenciais para o impulso logístico e  comercial entre as duas nações.

O Presidente Mnangagwa, por sua vez, afirmou que o Zimbabwe reconhece e valoriza altamente a excelência das relações com  Moçambique, salientando ainda a forte convergência histórica,  cultural e comunitária que une os dois países. Sublinhou que estes  contactos regulares têm permitido aprofundar a compreensão mútua  e promover “o movimento de relações bilaterais fortes e excelentes”,  vincando que os resultados da cooperação devem beneficiar  directamente as populações de ambos os países. 

Mnangagwa adiantou que o Zimbabwe está “pronto para colaborar  com Moçambique em projectos juntos cujo impacto ascende além dos  nossos países”, mencionando iniciativas ligadas à infraestrutura  energética, ao porto de águas profundas e à modernização da rede  de trânsito, consideradas essenciais para impulsionar o  desenvolvimento económico regional. 

Na conferência de imprensa conjunta, Chapo destacou  o simbolismo da visita, coincidente com o jubileu de ouro da  independência de Moçambique e o 45.º aniversário da  independência do Zimbabwe, além da transformação das Comissões  Mistas na nova Comissão Binacional. 

O governante confirmou o apoio de Moçambique à candidatura do  Zimbabwe a membro não-permanente do Conselho de Segurança  das Nações Unidas para o período 2027–2028. Assinalou ainda os  progressos na cooperação em defesa, energia, transportes, logística,  agricultura, turismo, industrialização e recursos hídricos, defendendo o  reforço dos corredores da Beira e do Limpopo e o avanço do projecto  do Porto de Techobanine, na província de Maputo.

Os estadistas enfatizaram o compromisso com a partilha de  experiências de governação, capacitação institucional e  fortalecimento das capacidades técnicas e humanas, com destaque  para programas de formação de jovens e mulheres. 

Ademais, sublinharam a relevância de manter mecanismos de diálogo  contínuo entre os dois países, visando antecipar desafios comuns,  promover a paz e a estabilidade na região e criar sinergias que  potenciem o impacto das políticas públicas em benefício das  populações moçambicana e zimbabweana.

O Presidente zimbabweano, Emmerson Mnangagwa, visitou, este sábado, a Assembleia da República, acto que Margarida Talapa disse ser uma amostra das boas relações existentes entre os dois países. 

“Expressamos, em nome da Assembleia da República, e do Povo que representamos, o nosso maior respeito e gratidão por Sua Excelência o Presidente da República do Zimbabwe, incluir o Parlamento Moçambicano, no roteiro da sua visita ao país. Para nós, esta não é uma simples visita, a presença de Vossa Excelȇncia Senhor  Presidente Mnangagwa é prova viva das excelentes relações existentes entre os dois países e Povos”, disse Talapa em declaração à imprensa.

Margarida Talapa sublinhou agradeceu ainda o Zimbabwe pelo “apoio alimentar e insumos agrícolas disponibilizados pelo Governo do Zimbabwe às famílias afectadas pelos ciclones no centro e norte de Moçambique, mas também na luta contra o terrorismo”.

Moçambique e Zimbabwe  reafirmaram esta sexta-feira, em Maputo, o compromisso de aprofundar a  cooperação bilateral e acelerar projectos estruturantes que reforcem  a integração económica regional, no quadro da Visita de Estado do  Presidente Emmerson Dambudzo Mnangagwa a Moçambique. 

Durante o banquete oferecido ao Presidente do Zimbabwe por  ocasião da sua Visita de Estado a Moçambique, os dois Chefes de  Estado destacaram a importância dos corredores logísticos, das infra-estruturas estratégicas e da expansão das áreas de cooperação para  impulsionar o desenvolvimento partilhado.

Daniel Chapo destacou que a presença do  dirigente zimbabweano constitui “um testemunho vibrante da  vitalidade das relações de amizade, solidariedade e cooperação”  entre os dois povos. 

Como prioridade, o Chefe do Estado moçambicano destacou a  dinamização de sectores estratégicos com potencial de  transformação económica, nomeadamente: transportes e logística,  recursos minerais e energia, agricultura, industrialização, turismo,  digitalização e expansão do comércio bilateral. “Estes sectores  oferecem oportunidades tangíveis para gerar benefícios económicos  mútuos”, afirmou. 

O governante reafirmou ainda o compromisso inequívoco de  Moçambique com a operacionalização dos corredores do Limpopo e  da Beira, decisivos para o fluxo comercial zimbabweano. 

“Corredores eficientes são catalisadores da integração económica  regional e motores essenciais para o crescimento do comércio intra africano”, frisou. Considerou igualmente prioritária a implementação  do Projecto do Porto de Techobanine e a harmonização ferroviária no  Zimbabwe.

O estadista moçambicano recordou que os dois países têm uma  responsabilidade histórica de transformar o seu potencial  geoeconómico num eixo de crescimento regional, realçando a  oportunidade criada pela Zona de Comércio Livre Continental  Africana. Defendeu a remoção de barreiras comerciais, a atracção  de investimentos conjuntos e a criação de plataformas empresariais  para impulsar a industrialização e a competitividade. 

Por seu turno, o Presidente Zimbabweano, Emmerson Dambudzo Mnangagwa, afirmou  sentir-se “honrado e privilegiado” por regressar a Moçambique,  considerando esta a sua primeira Visita de Estado após a tomada de  posse do Presidente Chapo. 

Sublinhou que este encontro “constitui um  testemunho da relação entre os dois países, de forma a acelerar o  desenvolvimento partilhado e a prosperidade para os nossos povos”. 

Mnangagwa destacou que os dois países já  cooperam em energia, transporte, segurança e gestão da vida  selvagem, e assegurou que o Zimbabwe está preparado para  aprofundar sinergias em agricultura, educação, mineração, infra estruturas, tecnologias e resiliência climática. 

 

O Presidente da República,  Daniel Chapo, recebeu, esta sexta-feira, em audiência, Cesaltina  Lorenzoni, Chefe do Programa Nacional do Controlo do Cancro e  Directora Científica e Pedagógica do Hospital Central de Maputo, que  o informou sobre a sua eleição como Presidente da Organização  Africana de Treino e Pesquisa em Cancro (AORTIC), um cargo  continental que Moçambique passa a assumir pela primeira vez na  história.

Durante a audiência, Cesaltina Lorenzoni explicou ao Chefe do Estado  que a sua eleição ocorreu no dia 5 de Novembro, durante a 15ª  Conferência da AORTIC, realizada em Hammamet, na Tunísia. 

“Tive encontro com Sua Excelência o Presidente da República, Daniel  Francisco Chapo, no âmbito da eleição e nomeação como  Presidente da Organização Africana de Treino e Pesquisa em Cancro,  chamada AORTIC”, afirmou. 

A responsável recordou que a AORTIC foi fundada em 1982, em  Seattle, nos Estados Unidos da América, passando no ano seguinte a  instalar-se em África (Togo) para centrar esforços no controlo do  cancro no continente. O mandato agora assumido por Moçambique  terá a duração de dois anos, abrangendo o período de 2025 a 2027, e  representa, segundo Lorenzoni.  

A AORTIC abrange todos os países africanos e integra igualmente  membros da Europa e da América do Norte, formando uma rede  internacional dedicada à prevenção, investigação e expansão de  capacidades científicas na área oncológica. Em termos estruturais, o  Presidente da organização lidera o Conselho composto por Vice presidentes que representam as regiões africanas — Norte, Oriental,  Central, Ocidental e Austral —, assim como a Europa, América do  Norte e os países africanos de língua oficial portuguesa. 

Lorenzoni destacou que, com esta nomeação, “Moçambique  posiciona-se num lugar estratégico, com múltiplas dimensões, como  prestígio internacional”, assumindo um papel de liderança na agenda  continental do controlo do cancro. A nova função reforça a credibilidade científica do país e a sua influência técnica em fóruns de saúde pública. 

A dirigente sublinhou ainda que outro benefício estratégico está  relacionado ao incremento das parcerias internacionais. “Com esta  posição, Moçambique poderá permitir atrair mais investimentos, mais  cooperação técnica e também oportunidade de formação e  desenvolver projectos de investigação para instituições nacionais”,  disse. 

No plano interno, a participação moçambicana activa na definição  das prioridades continentais cria, segundo Lorenzoni, “uma condição  favorável para nós acelerarmos e reforçarmos o controlo do cancro  no nosso país, com um impacto directo na prevenção, diagnóstico,  tratamento e cuidados paliativos”. Acrescentou que a visibilidade  internacional permitirá ao país mobilizar mais recursos e alianças  estratégicas para o reforço do Serviço Nacional de Saúde. 

A responsável destacou igualmente o significado histórico desta  nomeação: “Desde a altura da fundação desta organização, em  1982, é pela primeira vez que um país de língua oficial portuguesa  preside a esta organização”. Para Lorenzoni, esta conquista aumenta a  responsabilidade de Moçambique, na medida em que seremos vistos  como um espelho a nível global.

Moçambique foi eleito, na última quarta-feira, dia 19 de Novembro de 2025, para assumir a vice-presidência do Comité das Nações Unidas para a Gestão Global de Informação Geo-Espacial para África (UN-GGIM AFRICA).

As eleições ocorreram no âmbito da realização da 11ª sessão da Região Africana do Órgão, que decorre de 17 a 21 de Novembro em Acra, Gana, em paralelo com a Conferência Internacional África GIS ( Africa Geoespacial Information System).

Neste evento, Moçambique está representado pela directora-geral da Agência Nacional de Desenvolvimento Geoespacial, Odete Semião.

No mesma reunião, Marrocos foram eleitos o Marrocos para ocupar a Presidência do Comité das Nações Unidas para a Gestão Global de Informação Geoespacial para África, o Burkina-Faso para a 1ª vice-presidência, o Burundi para 1º Relator e o Congo para 2º Relator.

Moçambique quer aproveitar a experiência da Turquia para iniciar a construção de uma indústria de defesa própria. O Ministro da Defesa diz ser urgente reverter a situação actual, numa altura em que o país não tem capacidade para produzir o seu próprio armamento para combater o inimigo.

É a primeira vez que Moçambique se senta à mesa para debater questões ligadas à indústria de defesa, e encontra na Turquia um parceiro privilegiado, dada a experiência consolidada que este país possui na área.

“Este fórum é um instrumento de transferência de tecnologia, fundamental para o desenvolvimento de capacidades locais e para a criação de uma indústria de defesa nacional robusta e sustentável. Não tenhamos medo de começar. Todos os países e nações com uma indústria de defesa forte deram os seus primeiros passos. Alguns avançaram um passo e recuaram dois, mas a firmeza é o que nos pode levar onde queremos chegar”, afirmou Cristóvão Chume, Ministro da Defesa Nacional.

Num momento em que o país enfrenta a ameaça terrorista em Cabo Delgado, Cristóvão Chume defende que os ganhos deste fórum devem ir além do sector da defesa. Para o governante, “a edificação de uma indústria de defesa nacional não é apenas um objectivo económico ou militar, mas é uma questão de soberania nacional, sustentabilidade institucional e criação de reservas estratégicas para responder às exigências de um futuro cada vez mais incerto”.

A Turquia, com vasta experiência na produção de drones militares, reiterou a disponibilidade para cooperar com Moçambique no combate ao terrorismo e no desenvolvimento da indústria de defesa.

“Iniciámos este fórum como um primeiro passo para cooperar, partilhar as nossas experiências e tecnologias e procurar uma cooperação sustentável assente na tecnologia aplicada à indústria de defesa. Acreditamos que isto contribuirá também para alargar a cooperação entre os dois países”, explicou Haluk Görgün, Secretário da Indústria de Defesa da Turquia.

A CTA, que representa o sector privado chamado a investir na área, afirma estar disponível para acompanhar e dinamizar o processo. Segundo o presidente, Álvaro Massingue, a CTA está “totalmente comprometida em apoiar esta agenda, articular empresas, investidores e instituições de ensino para criar um ecossistema robusto, capaz de gerar empregos qualificados, fortalecer a capacidade de resposta às necessidades de defesa e promover soluções inovadoras”.

Os poucos empresários que já operam no sector de produção e comercialização de material de defesa vêem neste fórum uma oportunidade de expansão. Jorge Mandlate, empresário do ramo, mostra-se optimista quanto aos resultados.

“É a defesa que puxa pelo desenvolvimento em qualquer país avançado. Por isso, acreditamos que esta é uma grande oportunidade para Moçambique. Precisamos nos desenvolver bem. Estamos numa posição privilegiada, com os nossos portos, que nos ligam à Ásia, à Europa e a outros mercados através do oceano. Isto é uma grande oportunidade para nós”, defendeu.

O evento, que decorre na cidade de Maputo, tem a duração de dois dias.

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE