Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Margarida Talapa exige acção concreta para proteger crianças moçambicanas

A Presidente da Assembleia da República, Margarida Talapa, defende uma maior protecção das crianças e exige que as recomendações do Parlamento Infantil se traduzam em acções concretas capazes de melhorar a vida dos menores em Moçambique. Na abertura da VIII Sessão do Parlamento Infantil, em Maputo, Talapa afirmou que o

O Governo diz que as 598 vítimas mortais do ciclone idai são referentes ao período de 26 de Março a 1 de Abril e são dados conciliados. Para reconstruir-se Beira deverá se recorrer ao Orçamento Rectificativo e pedido de ajuda a parceiros, sendo que os termos de referência foram aprovados hoje pelo Conselho de Ministros.

Refira-se que o Conselho de Ministros de hoje foi alargado aos edis da Beira e de Tete, além de governadores provinciais e administradores de distritos.

A certeza que tem o executivo é que vai ser necessário muito dinheiro para reconstruir Beira, daí que terá de se rever o Orçamento do Estado e pedir apoio aos parceiros.

 

 

O número de mortos devido a passagem do ciclone tropical Idai tende a subir, segundo a última actualização feita pelo Instituto Nacional de Gestão de Calamidades já são contabilizados 518 óbitos.

O número de famílias afectadas subiu de 168,943 para 171,155 o que seignifica que 843,723 pessoas foram afectadas pelo ciclone.

O boletim informativo do INGC mostra que o número de pessoas vulneráveis mantém-se nos 7 422.

No período de 10 a 23 de Março, houve registo de chuvas em várias regiões do país com maior destaque para a faixa costeira das províncias de Cabo Delgado e Nampula e nas províncias de Sofala, Manica, Zambézia e Inhambane que foram afectadas pelo Ciclone Tropical IDAI, tendo-se registado uma quantidade de mais de 200 milímetros de precipitação em 24 horas e Ventos muito fortes, de 180 a 220KM/H, acompanhadas de trovoadas.

 

O secretário-geral da Frelimo, Roque Silva, quer a responsabilização de gestores que desviam comida destinado aos afectados pelo ciclone Idai. Para o dirigente político não faz sentido haver reclamações de falta de alimentos nos centros de acomodação, numa altura em que apoios neste sentido vêm de quase todos os cantos.

O secretário-geral da Frelimo que visitou este Domingo o centro de acomodação de Matarara em Dombe diz que a questão de distribuição de comida sempre foi uma dor de cabeça.

“Esta parte de comida é sempre muito problemática, por essa razão que a melhor solução é ajudarmos as pessoas a refazer a vida e a agricultura para dependerem de si mesmas”, disse Roque Silva.

Roque Silva não descarta a possibilidade de os alimentos estarem a ser desviados. Por isso apela a uma punição exemplar aos que se envolverem em tais esquemas.

Roque Silva disse por outro lado, estar satisfeito pelo facto de a população afectada estar a pedir enxadas e sementes, sinal de que pretende reactivar a agricultura para sair da dependência alimentar.

A autarquia da Beira registou  61 mortos, devido à acção directa do ciclone Idai  nesta urbe, 23 mil casas foram destruídas completamente  e outras  62 mil casas ficaram sem coberturas.  

O conselho autárquico da Beira chegou a conclusão que por si só não terá capacidade para apoiar centenas de famílias que viram os seus bens a serem destruídos pelo ciclone Idai há cerca de 20 dias, daí que decidiu organizar uma conferência internacional de investimentos para angariar apoios.

Dentro de uma semana equipas da Unihabitat e holandesas,  especialistas em desastres naturais, deverão  chegar na cidade da Beira.

O Conselho Autárquico da Beira afirmou que existem neste momento cerca de 100 mil pessoas que precisam urgentemente de apoios nas suas residências, pois todos os seus bens foram destruídos.

Daviz Simango agradeceu todo o apoio prestado até agora pelos beirenses e não só, no processo de limpeza da cidade, e acrescentou que o processo ainda vai demorar algum tempo e exortou a contínua limpeza da urbe para fazer face a cólera e malária. 

Com o adiamento do arranque do recenseamento eleitoral por quinze dias, a Renamo antevê um processo que será marcado pela exclusão de muitos moçambicanos. A perdiz defende que o adiamento devia ser de 45 dias e apela ao conselho de Ministros a  reconsiderar  a sua decisão para permitir que todos moçambicanos participem.
 
Segundo o calendário eleitoral divulgado pela Comissão Nacional de Eleições, o recenseamento eleitoral devia iniciar esta segunda-feira em todo território nacional. Em consequência do ciclone Idai que semeou luto e originou milhares de deslocados, o Conselho de Ministros decidiu adiar o início do processo por 15 dias. Para Renamo esse tempo é insuficiente e não vai permitir a participação de toda população.

A Perdiz apela ao Conselho de Ministros a reconsiderar a sua decisão para salvaguardar o exercício do direito de eleger e ser eleito de todos os moçambicanos.

Manteigas também manifestou a preocupação do seu partido em relação a redução do tempo de apresentação das listas de candidaturas dos partidos políticos de 90 para 75 dias conforme proposto em sede do parlamento.
 

A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) entregou, esta segunda-feira, 40 toneladas de arroz e óleo alimentar ao Instituto Nacional de Gestão de Calamidades em apoio às vítimas do ciclone IDAI na cidade da Beira.

O vice-presidente da CTA, Castigo Nhamane, disse que o donativo veio da Olam e faz parte dos produtos que a CTA tem estado a colectar para aliviar o sofrimento das pessoas assoladas pelos desastres naturais na Beira.

A Olam, membro da CTA, disse que a sua fábrica na Beira também não foi poupada pelo ciclone Idai, por isso, não podia ficar alheia aos apelos de ajuda a milhares de pessoas que neste momento não dispõem de meios de sobrevivência.

Por sua vez, o director de coordenação de construções no INGC, Higino Rodrigues, garantiu que haverá mais apoios aos necessitados na Beira.

A ajuda humanitária continua a chegar para as vítimas do ciclone Idai, que recentemente assolou as províncias de Sofala, Manica e Zambézia. Face a este desastre natural, a operadora de telefonia móvel, Movitel, e a Baker Hughes, a GE company (BHGE) decidiram fazer uma doação para amenizar o sofrimento das populações afectadas.
 
Na semana finda, a Movitel decidiu doar bens alimentares totalizando 30 toneladas. Os produtos oferecidos, incluem kits com arroz, feijão e óleo, que foram canalizados ao Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC) para distribuição nos centros de acolhimento instalados naquela cidade.
 
A operadora apoiará ainda com a entrega de cartões SIM grátis e recargas para que as vítimas possam se comunicar com os seus familiares. A empresa preparou também um apoio para os seus funcionários em todas as zonas afectadas, como forma de amenizar o seu sofrimento.  
 
“Preparamos três mil kits prontos para serem distribuídos às famílias vítimas do ciclone Idai. Esta é a nossa manifestação de solidariedade para com as pessoas que de um momento para outro perderam casas e seus haveres, por conta deste desastre natural na região centro do País. Apelamos para outras empresas e instituições seguirem o mesmo gesto dos nossos concidadãos”, disse Hélder Cassimo, director de comunicação da Movitel.
 
Por seu turno, César Tembe, director de prevenção e mitigação do INGC, afirmou momentos após receber os donativos, que vão de certeza ajudar as pessoas que neste momento estão a necessitar de assistência alimentar. São três mil kits que vão ajudar a igual número de famílias albergadas nos centros de acomodação criadas na província de Sofala e não só”, frisou Tembe.
 
A empresa Baker Hughes, a GE company (BHGE) que também juntou-se na causa, anunciou hoje a doação de 50 mil dólares americanos (cinquenta mil) de ajuda às vítimas do ciclone Idai.  
 
O donativo feito à Cruz Vermelha de Moçambique irá ajudar a financiar despesas como comida, água, abrigo, produtos médicos e outros bens necessários. Os colaboradores da empresa também se juntaram à causa, com contribuições monetárias e com bens essenciais de apoio aos necessitados.
 
“É desolador ver a escala de devastação deixada pelo ciclone na vida de tantos inocentes, particularmente em Moçambique. Com esta contribuição feita à Cruz Vermelha quisemos complementar todos os esforços que estão a decorrer, na ajuda às comunidades afectadas, para que voltem à normalidade,” referiu Ado Oseragbaje Presidente e CEO da BHGE da África Sub-Saariana.
 
O ciclone Idai ocorrido no dia 14 devastou vastas áreas em Moçambique, Zimbabwe e Malawi, causando dezenas de perdas de vidas

 

A Hidroeléctrica de Cahora Cassa (HCB) concedeu, hoje, uma contribuição financeira adicional pouco mais de 11.7 milhões de meticais, para apoio às vítimas do desastre natural que assola o País. O valor em referência foi canalizado para o fretamento de meios aéreos, destinados ao transporte de geradores de energia para a cidade da Beira, com vista a acelerar o processo de restabelecimento urgente do fornecimento de energia eléctrica a esta cidade, cuja rede de distribuição ficou severamente danificada. 

Este montante vem acrescer ao donativo concedido pela HCB, na forma de valor monetário de 4 milhões de meticais, logo que tomou conhecimento da ocorrência deste desastre, perfazendo, assim, um montante total de 15.789.914,50 de apoio pecuniário da HCB na minimização dos impactos negativos das calamidades naturais.  

De acordo com um comunicado de imprensa da companhia, a HCB concedeu igualmente apoios em espécie, tendo custeado a reparação da ponte sobre o rio Munhinga, na estrada nacional nº 260 (N260), em Manica, permitindo a retoma célere da circulação de pessoas e bens, para além de ter efectuado a entrega de produtos alimentares diversos para as vítimas das inundações de Tete, nomeadamente 5000 kg de farinha de milho, 1000 kg de feijão, 1000 kg de arroz, 400 kg de açúcar e 300 litros de óleo.

Este apoio vem se juntar a outros que pretendem que minimizar o sofrimento das pessoas afectadas pelo ciclone Idai no centro de Moçambique, sendo que a província de Sofala foi a mais assolada pela intempérie.  

Aterrou, hoje, na Beira, o avião contendo equipamento para a instalação de maternidade na capital de Sofala. Trata-se de um donativo da Cruz Vermelha de Portugal e da organização Médicos do Mundo.

O donativo português é constituído por 33 toneladas de material médico-cirúrgico, incluindo kits de parto e servirá para a montagem de duas maternidades, uma das quais no Centro de Saúde de Macurungo, bairro com sérios problemas de saneamento de meio, e também bastante fustigado pelo ciclone Idai.

O presidente da Cruz vermelha portuguesa disse no aeroporto logo após a sua chegada que numa primeira fase seria montada uma maternidade provisória.

“O povo português, através de donativos, já conseguiu ter um tal montante que permite oferecer a Moçambique a reconstrução por inteiro de uma unidade nova”.

Outra prioridade da missão portuguesa é ajudar a controlar a propagação de doenças, particularmente a cólera que já atingiu mais de 500 pessoas naquela região. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

+ LIDAS

Siga nos