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O País – A verdade como notícia

Chapo nomeia Waldemar Sousa Governador do Banco de Moçambique

O Presidente da República, Daniel Chapo, nomeou Waldemar Fernando de Sousa para o cargo de Governador do Banco de Moçambique e Felisberto Dinis Navalha para Vice-Governador da instituição. As nomeações foram feitas por Despacho Presidencial, ao abrigo das competências conferidas ao Chefe do Estado pela Constituição da República. Waldemar Fernando

O cabeça-de-lista da Frelimo, ao nível da província de Maputo, Júlio Parruque procedeu hoje ao lançamento do torneio “Filipe Nyusi obreiro da paz” no bairro T3. Já António Muchanga, cabeça-de-lista da Renamo, optou pelo contacto interpessoal a busca de votos no bairro Mateque.

Foi no desporto que o cabeça-de-lista da Frelimo em Maputo quis capitalizar o seu pedido de voto. No bairro T 3, procedeu ao lançamento de um torneio de futebol que visa, em parte, homenagear o candidato presidencial da Frelimo, Filipe Nyusi.

Já o cabeça-de-lista da Renamo escolheu o bairro Matequene, concretamente no mercado local, para o seu trabalho de campanha.
Refira-se que neste nono dia da campanha eleitoral, o MDM reservou o domingo para descansar.  

 

 

 

O Presidente da República, Filipe Nyusi, dirigiu hoje as cerimónias centrais do Dia da Vitória, em Manica. Na ocasião foram condecorados 55 antigos combatentes, cinco por cada província, com medalhas de Veteranos da Luta de Libertação Nacional.

A cerimónia de celebração do Dia da Vitória decorre no campo de Textáfrica, onde marcharam três mil e oitenta antigos combatentes provenientes de todo país. A cerimónia foi antecedida pela deposição de coroa de flores pelo Presidente da República.

O processo de libertação foi um acto de coragem em reconhecimento da participação activa dos combatentes.

A celebração dos 45 anos de Libertação Nacional, em Manica, foi orientada pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, sob o lema “Combatentes celebrando 45 anos de vitória inspirados nos ideais de Eduardo Mondlane”.

Nyusi começou por apresentar os combatentes que estiveram presentes na criação da Frente de Libertação de Moçambique que celebra hoje o dia da vitória contra o colonialismo português.

“O triunfo que hoje celebramos só foi possível porque um grupo de moçambicanos fizeram sacrifícios imensuráveis, incluindo arriscar sua vida, para que o país se tornasse livre, a estes homens e mulheres prestamos a nossa vénia”, congratulou Nyusi.

O PR recordou que no dia 6 de Agosto foi assinado o acordo de paz definitivo, que foi transformado em Lei na Assembleia da República, e apelou o povo moçambicano a apostar num futuro de paz e reconciliação onde o diálogo deve prevalecer e sendo o único meio de resolução de diferendos.

“Ninguém deve usar a intimidação para fazer política, desta forma o combatente continuará a ser o exemplo de coragem e bravura para os desafios actuais”, disse o PR.
 

Nas celebrações do dia sete de Setembro os partidos políticos FRELIMO e RENAMO aproveitaram o momento para exibir seus dísticos partidários em feito de campanha eleitoral.
 
As celebrações do dia 7 de Setembro dia dos acordos de Lusaka foram marcadas na praça dos heróis em Quelimane pela presença dos Partidos políticos FRELIMO e Renamo que através das suas indumentárias, procuravam medir forças em jeito de campanha eleitoral. A polícia teve que fazer o seu papel.
 
Pio Matos cabeça-de-lista da FRELIMO  avalia a primeira semana de caça ao voto de positiva e explica porquê.

“O trabalho eleitoral vai bem, de uma maneira geral está pacífico e os eleitores estão a aderir ao processo com uma entrega notória e acredito que vai ser uma campanha eleitoral tranquila”, disse Pio Matos
Já Manuel de Araújo cabeça-de-lista da Renamo disse que a campanha está a ser marcada por intolerância política.

“Se formos em vários distritos notamos que a actividade política é apenas reservada ao partido no poder, os outros partidos são violentados”, lamentou Manuel de Araújo.
 
O governador Abdul Razak tem outra visão. “Nos locais onde eu estive a campanha eleitoral decorre de forma pacífica e sem problemas e é isso que nós queremos”, afirmou Razak.
 

Os acordos que puseram fim ao regime colonial português, em Moçambique, foram assinados a 7 de Setembro de 1974, em Lusaka, capital zambiana. Neste ano, celebra-se o 45º aniversário, e as cerimónias centrais que lembram a data tiveram lugar na cidade de Chimoio, em Manica, onde o Presidente da República, Filipe Nyusi, dirigiu as festividades.

“Honramos e glorificamos a todos homens e mulheres que contribuíram para libertar esta terra, do jugo colonial”, introduziu o discurso, em jeito de saudação a todos heróis.

“Reconhecemos que não existe preço que pague o seu sacrifício, entrega, abnegação e espírito de reconciliação patriótica”, disse o Presidente da República.

Filipe Nyusi lembrou aos moçambicanos que o 7 de Setembro do presente ano, aconteceu num contexto importante para a paz no país, e por isso, exortou a todos a contribuir, para que esta seja efectiva.

“No dia 6 de Agosto, celebramos o Acordo de Paz e reconciliação Nacional de Maputo. Este acordo foi transformado em lei pela nossa Assembleia da República, sendo obrigatório para todos”, retrospectivou o chefe do estado, sublinhando que o instrumento lembra que “somos todos irmãos que partilham o mesmo território, e por isso devemos apostar num futuro de paz e reconciliação, onde o diálogo deve prevalecer e ser o único meio de resolução de diferendos”.

Uma vez que a efeméride é assinalada em contexto eleitoral, o Presidente da República apelou, igualmente, à necessidade da tolerância, tendo dito que “ninguém deve usar a intimidação para fazer política.

Nas cerimónias centrais do dia da vitória em Manica, na província de Chimoio, foram condecorados 55 combatentes, com medalhas de reconhecimento, aos veteranos da luta armada de libertação.

No sétimo dia de campanha eleitoral, a brigada principal do partido Frelimo na cidade de Maputo escalou a praia da Costa do Sol. As actividades de caça ao voto contaram com a participação de Cláudia Nyusi, filha do candidato presidencial do partido no poder.
 
Utentes e vendedores da Praia da Costa do Sol foram o alvo principal do partido Frelimo durante a actividades de pedido de votos. Na ocasião, a filha do candidato presidencial, Filipe Nyusi, distribuiu capulanas e camisetes e pediu votos.

Naquele ponto da capital do país, o foco dos militantes da Frelimo foi pedir votos à juventude prometendo aumentar as oportunidades de emprego.
 
As actividades de pedido de voto na praia da Costa do Sol foram antecedidas por uma ronda de viatura pelas artérias da cidade de Maputo.
 

O governador da província de Sofala está bastante satisfeito com o decurso da campanha eleitoral naquele ponto do país tendo em conta que ainda não foi registado nenhum incidente e exortou aos partidos políticos a continuarem a pautarem por uma postura de civismo.
 
Há uma semana que decorre em Sofala, a semelhança de todo o país a campanha eleitoral rumo a sextas eleições  presidenciais e primeiras provinciais marcadas para o próximo dia 15 de Outubro. Em Sofala felizmente, pelo menos até neste sábado, ainda não foi registado nenhum incidente atinente a mobilização dos eleitores.

Aliás, as caravanas dos partidos políticos cruzam e os membros dos principais partidos, a Frelimo, Renamo e MDM dialogam entre se e sem incidente procurando convencerem-se a votarem nos seus partidos.

“É importante que continuemos a trabalhar assim, as caravanas de campanha quando cruzam devem se saudar como gente civilizada. Vamos todos votar no dia 15 de Outubro”, apelou Mondlane.
Alberto Mondlane falava neste sábado na praça dos herói moçambicanos, na cidade da Beira, momentos depois de depositar uma coroa de flores por ocasião da passagem de mais um sete de Setembro, dia de acordos de Lusaka, rubricados entre a Frelimo e o estado português, em 1974, que definiu a transferência de poderes para o povo moçambicano no quadro de um governo de transição.
 
 

Três pessoas morreram e outras duas ficaram feridas, na última quinta-feira, sexto dia da campanha eleitoral para as eleições de 15 de Outubro, no distrito de Gondola, província de Manica.

As vítimas, todas simpatizantes do partido Frelimo, saíam da região de Chibuto-2 para Muda-Serração, no posto administrativo de Inchope, para cumprir mais um dia de “caça ao voto”. A viatura em que seguiam viagem despistou deixando-as cair.

Os sobreviventes, socorridos para o Hospital Distrital de Gondola, presumem que o sinistro pode ter sido consequência do excesso de velocidade aliado a manobras perigosas protagonizados pelo condutor do carro em que eram transportados.

A directora clínica daquela unidade sanitária, Elisa Xavier, confirmou que houve três mortos. Dos feridos, um foi internado para cuidados especializados devido à gravidade das lesões.

O acidente de quinta-feira foi o segundo envolvendo simpatizantes da Frelimo em Manica, na campanha eleitoral em curso. No primeiro dia, um cidadão foi atropelado na zona de Tembwe, no Chimoio, tendo ficado gravemente ferido, quando se encontrava a afixar panfletos.

 

O Presidente da República endereçou hoje uma mensagem de condolências ao seu homólogo do Zimbabwe, pelo desaparecimento físico do antigo Chefe de Estado daquele país, Robert Mugabe. Na mensagem, que tivemos acesso, Filipe Nyusi diz, e passamos a citar:

“Fiquei profundamente entristecido ao tomar conhecimento esta manhã, do falecimento de Sua Excelência Robert Gabriel Mugabe, antigo Presidente da República do Zimbabwe. Permita-me que em nome do povo, do Governo da República de Moçambique e no meu próprio, apresente as nossas mais sentidas condolências a Vossa Excelência, ao povo e Governo da República do Zimbabwe. Que a sua alma descanse em paz” diz a mensagem de Filipe Nyusi.

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