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O País – A verdade como notícia

Chapo manifesta solidariedade ao Nepal após cheias devastadoras

O Presidente da República, Daniel Chapo, endereçou uma mensagem de solidariedade ao seu homólogo da República Democrática Federal do Nepal, Ram Chandra Paudel, na sequência das cheias devastadoras que atingiram, a 26 de Agosto, a região de Rasuwa. A tragédia provocou a morte de centenas de pessoas, deixou um número

O Governo aprovou, hoje, o decreto que aprova o perdão de multas e a redução de juros de mora, resultantes das dívidas e contribuições ao Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), pelos empregadores.

“Por se tratar de muitas entidades empregadoras que não cumprem as suas obrigações de pagar as contribuições ao INSS, o que leva à privação dos trabalhadores e seus familiares de aceder aos benefícios da segurança social, o Conselho de Ministros, com base na legislação em vigor, concede o perdão total de multas e a redução de juros de mora para o caso do pagamento integral da dívida e para o pagamento em prestações”, disse o porta-voz do Governo, Filmão Suaze.

Ainda sessão de hoje, do Conselho de Ministros, o Executivo aprovou o decreto que revê o artigo 16, do decreto número 5/2020, de 10 de Fevereiro, que aprova o Regulamento da Organização e Funcionamento dos Órgãos de representação do Estado na Província, entre outros instrumentos.

A Assembleia da República reúne, esta quarta-feira, em sessão plenária e será inevitável que haja acima de 50 pessoas na mesma sala. O Parlamento diz que todos os 250 deputados deverão estar na plenária, apenas vai se evitar que o número ultrapasse 300 pessoas.

Normalmente, em sessões plenárias ultrapassa-se até o tecto das 300 pessoas, que era o limite inicial estabelecido pelo Presidente da República, para evitar a propagação do COVID-19.

É este limite, que já não está em vigor, que se vai procurar respeitar. Para já, o número de convidados será reduzido, incluindo a imprensa, que terá limitações no acesso à sala das plenárias.

O porta-voz da titular da Assembleia da República, Oriel Chemane, falava após encontro havido entre Esperança Bias e membros da Associação dos Auditores, que foram ao Parlamento manifestar interesse em ter uma lei sobre a carteira profissional.

 

 

O Presidente da República, Filipe Nyusi, nomeou, através de Despachos Presidenciais separados, Alberto Joaquim Chipande, Graça Simbine Machel, Eduardo da Silva Nihia e Daviz Mbepo Simango para o cargo de membros do Conselho de Estado.

Noutro Despacho Presidencial, o Chefe de Estado nomeou Jaime Basílio Monteiro para o cargo de secretário-geral do Conselho Nacional de Defesa e Segurança (CNDS), segundo um comunicado de imprensa enviado ao jornal O País.

 

 

O Presidente da República, Filipe Nyusi, nomeou através de Despacho Presidencial Mariano de Araújo Matshinha para o cargo de Membro do Conselho Nacional de Defesa e Segurança.

Em Despacho Presidencial separado, o Chefe do Estado moçambicano nomeou Joaquim João Munhepe Muhlanga para o cargo de Membro do Conselho Nacional de Defesa e Segurança.

Como forma de evitar o risco de propagação do coronavírus, a reunião regional que devia acontecer em Dar es salam, na Tanzânia, decorre com cada delegação em seu país.

São representantes de 13 países. Deviam estar reunidos na mesma sala na cidade tanzaniana de Dar es salam, mas, devido às medidas tomadas a nível da região para controlar a propagação do coronavírus, a reunião acontece em videoconferência  .

Da Tanzânia, um país já com um caso confirmado, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Palamangamba Kabundi, reforçou o apelo aos países para adoptarem medidas preventivas.

O Conselho de Ministros da SADC já estava programado e não foi cancelado para não comprometer as metas.

Numa altura em que casos positivos do novo coronavírus já foram confirmados em três dos seis países que fazem fronteiras com Moçambique, a ministra dos Negócios Estrangeiros, Verónica Macamo, fala do posicionamento do país a nível regional em matérias de prevenção.

 

 

 

O Governo submeteu, a 6 de Março corrente, o Plano Quinquenal 2020-2024 para apreciação e debate na I Sessão Ordinária da Assembleia da República (AR), marcada para 25 deste mês.

O Executivo compromete-se a concentrar as suas acções na manutenção da paz, na estabilidade social e económica e o crescimento inclusivo e sustentável.

No documento, com 62 páginas, distribuído às comissões parlamentares de trabalho, o Governo diz que vai também dedicar maior atenção na questão das “mudanças climáticas, criação de emprego, melhoria da qualidade dos serviços públicos, dinamização da produtividade e competitividade da economia e promoção do empreendedorismo e da inovação tecnológica”.

O objectivo é garantir a melhoria do bem-estar e da qualidade de vida das famílias moçambicanas, reduzir as desigualdades sociais e a pobreza, assim como criar estabilidade macro-económica e consolidação das finanças públicas.

Pretende-se, no âmbito do mesmo Plano, reforçar a democracia, preservar a unidade e coesão nacional, promover a boa governação, descentralização, justiça social, fortalecer a gestão reforço da cooperação internacional.   

As acções estão ajustadas dos objectivos plasmados nos instrumentos nacionais e internacionais de médio e longo prazos, dos quais a Agenda 2025, os Objectivos do Desenvolvimento do Milénio (ODM) pós 2015, a Agenda 2063 da União Africana, entre outros.

EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO HUMANO
Neste sector, o Governo diz que vai garantir a afectação de professores às províncias e distritos mais necessitados, “o acesso e a participação equitativa de todas as crianças, até ao final do ensino primário, com foco na integração de crianças com necessidades educativas especiais e redução das disparidades regionais e de género”.  

Será também dado acesso equitativo e inclusivo às raparigas, crianças e jovens com necessidade educativas especiais, até ao final do ensino secundário, priorizando o ensino secundário do primeiro ciclo, como parte da escolaridade obrigatória.  

No ensino superior e educação profissional, o Executivo vai continua a trabalhar para que haja padrões de qualidade nacional e internacional e elaborar qualificações profissionais alinhadas com a procura do mercado de trabalho (…).

SAÚDE
Ao longo deste quinquénio, o Governo vai incentivar a utilização dos serviços de saúde materna para aumentar os partos institucionais, expandir a prevenção, o diagnóstico, o tratamento e combate à malária em todo o país, bem como reduzir a taxa da mortalidade materna nos hospitais e a prevalência e mortalidade das doenças preveníveis através de vacinas.

Está igualmente programada a introdução dos serviços de ressonância magnética e hemodiálise nos hospitais centrais de Nampula, Beira e Quelimane.

Haverá ainda melhoria do rácio profissional de saúde/habitante e formação de médicos em diferentes especialidades de saúde, tais como cirurgia, anestesia, reanimação, genecologia e obstetrícia, medicina interna e pediatria.  

Em 2018, no sistema nacional de saúde havia 670 médicos especialistas, devendo passar a 935, em 2024.
O rácio de densidade dos profissionais de saúde de regime especial de saúde nacionais e estrangeiros era de 113.3 por 100 mil habitantes, em 2018, e passará a 170.5, em 2024.   

ACÇÃO SOCIAL
Uma das apostas nesta área é o combate à violência baseado no género, prestar assistência social a pessoas em situação de pobreza e vulnerabilidade, promover a expansão e o acesso à educação pré-escolar da criança de zero a cincos anos e financiar projectos de geração de renda aos combatentes.  

Sobre este último aspecto, o Governo diz que vai “construir 75 casas para os combatentes com grande deficiência” e assegurar o cumprimento dos seus direitos. 

O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) convocou, hoje, a imprensa para apelar às autoridades nacionais a declararem Estado de Emergência em Cabo Delgado e pedirem apoios internacionais com vista a travarem os ataques armados.

Na mesma ocasião, o porta-voz do partido, Augusto Pelembe, denunciou suposta falta de logística para militares envolvidos nos confrontos. Pelembe adianta que o partido vai propor ao parlamento a criação de uma comissão de inquérito para investigar a situação de Cabo Delgado.

 

 

 

 

O membro do Comité Central e chefe da Brigada Central da Frelimo de assistência à província da Zambézia, Basílio Monteiro, pediu aos membros do partido naquela província a se empenharem na prevenção do Coronavírus.

Monteiro disse ainda que o Ministério da Saúde está a mobilizar meios para a prevenção da doença.
“Nós como membros do partido Frelimo temos que fazer de tudo para que o novo Coronavírus não entre no nosso país, e província em particular, observando todos as medidas de precaução dadas a conhecer pelas autoridades" disse.

Basílio Monteiro está na Zambézia, onde vai orientar a III Sessão Extraordinária do Comité Provincial da Zambézia, que tem ponto único de agenda, o preenchimento de vacaturas no Secretariado do Comité Provincial, deixadas por dois membros que passam a assumir posições de deputados da Assembleia da República e um membro da Assembleia Provincial.

Em todo o país, os distritos deixam, ao abrigo da governação descentralizada em vigor, de cobrar maior parte de taxas diversas, passando essa tarefa a ser exercida pelo Conselho Executivo provincial.

Ou seja, as taxas como as de exercício de actividade económica, gestão de terra, transportes públicos, entre outras passam a ser arrecadas pelos governos provinciais, no âmbito do processo de descentralização.

Na província de Manica, a informação foi recebida como um verdadeiro “balde de água fria” pelos distritos.
Eulália Nhatitima, administradora do distrito de Vandúzi que participou na reunião de concertação sobre órgãos de gestão descentralizada, evento que juntou na mesma sala, além de membros de executivo provincial, distrital, Secretário de Estado na província, agentes económicos, entre outras personalidades, questionou na ocasião, como será implementado o plano de desenvolvimento distrital que já previa receitas provenientes da cobrança de taxas.

“Os governos distritais já fizeram o seu plano de receitas para 2020 e para 2021. Neste processo todo de definição de quem cobra taxas e quem se encarrega pela arrecadação de impostos, só esperamos que não prejudique os planos anteriormente feitos”, referiu Nhatitima.

Em nota de esclarecimento, a governadora de Manica, Francisca Tomás, tornou claro que nem todas as taxas serão desanexadas aos distritos, uma vez que as mesmas serão cobradas por categorias, onde as circunscrições distritais serão categorizadas, segundo o seu nível de desenvolvimento, densidade populacional, entre outros factores.

Será essa categorização, segundo defendeu Francisca Tomás, que irá ditar qual é o distrito de nível A, B, C ou D e qual terá que arrecadar receita.

Dura Lex, Sed Lex ou seja, a Lei é dura, mas deve ser cumprida, assim reza o Direito. Por isso, Edson Macuácua, Secretário de Estado na província de Manica defende o reajuste dos planos dos governos distritais.

“Isto significa que os governos distritais terão que reajustar os seus planos, os seus orçamentos, a previsão que tinham de cobrança de certas taxas para se conformarem com o novo paradigma de governação descentralizada ora em curso no país”, concluiu.

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