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O País – A verdade como notícia

Chapo manifesta solidariedade ao Nepal após cheias devastadoras

O Presidente da República, Daniel Chapo, endereçou uma mensagem de solidariedade ao seu homólogo da República Democrática Federal do Nepal, Ram Chandra Paudel, na sequência das cheias devastadoras que atingiram, a 26 de Agosto, a região de Rasuwa. A tragédia provocou a morte de centenas de pessoas, deixou um número

A Assembleia da República ratificou hoje a nova fase de Estado de Emergência, que entra amanhã em vigor em todo o país. No momento da decisão, a constitucionalidade da decisão presidencial dividiu as bancadas.

No meio de divergências jurídicas na interpretação da Constituição, as três bancadas entraram na análise do novo decreto. A divisão começou mesmo na Primeira comissão, a que responde pelos Assuntos Constitucionais, que, no meio das divergências, acabou no meio-termo.

E foi no voto que o decreto passou ao crivo parlamentar. Foram 231 votos a favor, na sua maioria, provenientes da bancada da Frelimo, que justificou o sentido, com a necessidade do momento.

A Renamo teve como principal argumento para votar contra, a constitucionalidade da decisão de Filipe Nyusi.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, está a visitar esta sexta-feira a província de Gaza, tendo esta manhã inaugurado o tribunal distrital de Massingir, um sistema de abastecimento de água em Mazivila, no distrito de Bilene.

O sistema de abastecimento de água tem capacidade para beneficiar 13 mil pessoas, mas para já deverão estar ligadas a ela mais de 8700 consumidores. Custou cerca de 41 milhões de meticais financiados pelo Reino Unido, num projecto que já financiou naquela província 129 milhões de Meticais para a construção de pequenos sistemas de abastecimento de água a diversas comunidades.

Segundo a Alta Comissária do Reino Unido em Moçambique, Nnenne Iwuji-Eme os projectos de água em Gaza fazem parte de uma iniciativa que visa construir em todo o país 84 sistemas.

Ainda esta sexta-feira, o Chefe de Estado reuniu-se com o Conselho Executivo Provincial e com o Conselho dos Serviços de Representação do Estado em separado. Numa das reuniões foi anunciado que na manhã desta sexta-feira, esta província foi notificada com mais 30 novos casos da Covid-19, o maior pico diário registado até aqui. Filipe Nyusi disse que as autoridades de Saúde já haviam o alertado que devido à negligência dos cidadãos nos últimos dias, no intervalo entre o fim do primeiro Estado de Emergência e a declaração do segundo, os casos haveriam de crescer exponencialmente.

Na reunião Filipe Nyusi procurou saber sobre a segurança alimentar na província onde foi anunciado que pouco mais de 39 mil pessoas poderão enfrentar fome nos distritos de Chicualacuala, Guijá, Chibuto, Mapai e Mabalane, no entanto, já foi mobilizado apoio do Programa Mundial da Alimentação para assistência alimentar.

A Direcção Provincial do Desenvolvimento do Território e Ambiente disse igualmente que estão a recrudescer casos de caça furtiva no Parque Nacional do Limpopo, bem como o caso do conflito Homem-Fauna Bravia devido ao crescimento da população dos animais.

A assembleia da Republica reúne, amanhã, em sessão extraordinária para ratificar o decreto do Presidente da Republica que estabelece o novo Estado de Emergência.

A sessão extraordinária desta sexta-feira foi, hoje, convocada pela comissão permanente da Assembleia da República na sequência do novo decreto do Estado de Emergência, que entra em vigor a partir de sábado.

O documento enviado pelo Chefe de Estado foi analisado pela comissão permanente nesta quinta-feira e conclui que era inevitável que fosse decretado mais um Estado de Emergência de medidas excepcionais.

Nestes termos, a comissão permanente sugere que o plenário deve ratificar o documento.

Depois de Inhambane, Tete, Sofala e Manica, o Presidente da República, Filipe Nyusi, efectua, amanhã, uma visita presidencial à província de Gaza, onde vai escalar os distritos de Massingir e Bilene.

No distrito de Massingir, o Chefe de Estado irá proceder à inauguração do Tribunal Judicial daquele ponto do país. No mesmo dia, o Presidente Nyusi desloca-se ao distrito de Bilene, para inaugurar um sistema de abastecimento de Água.

Ainda no Bilene, Filipe Nyusi irá dirigir as sessões extraordinárias do Conselho Executivo Provincial e do Conselho de Serviços de Representação do Estado na Província, bem como a sessão de balanço conjunto da visita com os dois órgãos. A reunião será alargada aos administradores distritais e outros quadros.

A par do que tem a nova prática no fim das visitas presidências, à tarde, o Chefe de Estado fará uma comunicação à população da província de Gaza e ao país, através de meios de comunicação social, abordando o tema “Combate à Corrupção”.

Na mesma ocasião, o estadista moçambicano fará o balanço da sua visita à província de Gaza.

Moçambique assinala hoje a passagem do primeiro aniversário da assinatura do Acordo de Paz Definitiva. Dos compromissos selados através do acordo selado na Praça da Paz, já há passos visíveis, mas o processo ainda não terminou.

A assinatura do Acordo de Paz Definitiva no país, depois de um longo processo de diálogo entre o Governo e a Renamo, resultou de negociações que começaram num clima de maior tensão política e militar, com idas e vindas, tendo terminado com entendimentos selados na Praça da Paz, na cidade do Maputo.Numa mensagem alusiva a esta data, Filipe Nyusi felicitou a Renamo pelo acontecimento e recordou o caminho que o processo seguiu.

“O percurso foi repleto de desafios, tivemos de navegar pelas tormentas para mantermos o nosso rumo para a paz, um desiderato que não se afigura fácil.  O Acordo de Paz e Reconciliação foi o culminar de uma etapa do longo processo de diálogo político que encetamos com a liderança da Renamo, visando pôr fim a um conflito armado que, ainda que localizado, dilacerava o tecido social e económico do país, bem como condicionava o aprofundamento do Estado de Direito Democrático” recordou.

Nyusi recordou ainda alguns momentos sinuosos que o processo seguir, mas destacou a resiliência e a firmeza na caminhada, que já está a dar resultados esperados.

“Mais de 500 antigos guerrilheiros da Renamo regressaram às suas casas para se juntarem às suas famílias e começar uma nova vida. Os antigos guerrilheiros exprimiram a sua satisfação pela sua reinserção, estando desejosos em abraçar novas formas de vida e conviverem pacificamente com os seus vizinhos”.

Ainda assim, admitiu que prevalecem desafios, salientando que serão, também ultrapassados.

“O desafio que hoje enfrentamos é mantermo-nos fortes, corajosos no caminho da paz e reconciliação sem quaisquer hesitações – nem pausas e muito menos sermos desencorajados e recuarmos – mas devemos sim continuar na nossa trajectória para o alcance do desejo de todos os moçambicanos de viver livremente e em paz.

 

Mensagem do Presidente da República, Filipe Nyusi pela passagem de um ano da assinatura do acordo de paz e reconciliação nacional

 

Moçambicanas e Moçambicanos,
Compatriotas,

Há um ano, perante o mundo afirmamos publicamente que o nosso desejo é garantir uma paz definitiva para o povo moçambicano. Volvido este período um ano, estamos aqui para fazer uma avaliação do caminho que percorremos até aqui.
Por isso, comemoramos, hoje, um ano desde que assinamos, em Maputo, o Acordo de Paz e Reconciliação Nacional, precisamente a 6 de Agosto de 2019. Quero, por isso, felicitar a Renamo, através do seu presidente, por se manter firme neste compromisso.

O percurso foi repleto de desafios, tivemos de navegar pelas tormentas para mantermos o nosso rumo para a paz, um desiderato que não se afigura fácil.

O Acordo de Paz e Reconciliação foi o culminar de uma etapa do longo processo de diálogo político que encetamos com a liderança da Renamo, visando pôr fim a um conflito armado que, ainda que localizado, dilacerava o tecido social e económico do país, bem como condicionava o aprofundamento do Estado de Direito Democrático.

O acto testemunhado por eminentes personalidades nacionais, regionais, continentais e internacionais, mostrou ao mundo inteiro a capacidade dos moçambicanos de resolver, por si sós, os seus diferendos e construir a concórdia como pressuposto para erguer um Moçambique desenvolvido e próspero.

O dia 6 de Agosto está impregnado de grande simbolismo nos esforços que empreendemos para a busca da paz efectiva e duradoura. Foi nesta data, em 2016 que, após uma interacção virtual com o Presidente da Renamo, Afonso Dhlakama. fomos à Serra da Gorongosa sem formalidades ao seu encontro.

Num abraço fraternal e caloroso traçamos o rumo de um diálogo em torno da descentralização e assuntos militares, selando a certeza e confiança que nos permitiram os consensos sobre a descentralização, viabilizando a emenda pontual da Constituição da República e aprovação de legislação conexa pela Assembleia da República.

Como afirmei há um ano, somos nós os moçambicanos que escolhemos, enterrar, definitivamente, a confrontação armada e a violência, porque sabemos quão nefastos são os horrores da guerra para as presentes e futuras gerações.

No ano passado, pela primeira vez, elegemos Governadores como parte dos nossos esforços para recolocar o povo no centro dos processos políticos e garantir a sua contínua participação permanente. Á medida que vai ganhando implantação, o novo modelo de descentralização irá aproximar cada vez mais a governação, junto do cidadão.

No dia 01 de Agosto de 2019, formalizámos em instrumento jurídico a cessação definitiva de hostilidades militares, através da assinatura do Acordo, em plena Gorongosa, em Chitengo e declaramos o Parque Nacional de Gorongosa como o Parque da Paz para tornar inequívoco o silenciar das armas e o enterrar das hostilidades militares.

É com esse espírito de resiliência e de confiança na vitória que estamos firmes na implementação do processo de Descentralização governativa provincial e no Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR) dos homens residuais da Renamo, a que aludimos, respeitando escrupulosamente as medidas de prevenção contra o COVID 19.

Felicito ao meu irmão Ossufo Momade por ter aceite assumir o cargo de líder da oposição. Trata-se de um passo importante rumo à consolidação da nossa democracia e institucionalização da política partidária no nosso país.

Mais de 500 antigos guerrilheiros da Renamo regressaram às suas casas para se juntarem às suas famílias e começar uma nova vida. Os antigos guerrilheiros exprimiram a sua satisfação pela sua reinserção, estando desejosos em abraçar novas formas de vida e conviverem pacificamente com os seus vizinhos.

Quero dirigir um louvor aos moçambicanos em geral, sempre nos tem sensibilizado como líderes sobre a necessidade da paz. E agradeço ao cidadão comum, por continuar a colocar a paz e a harmonia no topo dos seus valores, por acolher, com respeito e justiça, cada dia as nossas irmãs e irmãos que regressam. Estes actos permitem que as pessoas se reintegrem com dignidade nas suas comunidades, juntamente com familiares, amigos e vizinhos.

Saúdo o Partido Renamo por continuar empenhado mo processo de paz e assegurar que esta vez a paz se torne uma realidade na zona centro de Moçambique.

Saúdo igualmente a Comissão, os Grupos de Trabalho, as autoridades provinciais e locais, as Forças de Defesa e Segurança e os provedores de serviço por trabalharem de forma incansável para assegurar que o processo de DDR continue a ser implementado com sucesso.

De igual modo, dirijo uma palavra de louvor à Comunidade Internacional, por nos acompanharem incondicionalmente neste processo, prestando o apoio técnico e financeiro necessário.

Para aqueles que acompanham o processo estando de fora deste – refiro-me aos membros da chamada Junta Militar – acredito que vós tendes visto os frutos de Moçambique novo e tendes ouvido as histórias dos vossos antigos colegas e antigos guerrilheiros que já regressaram às suas casas. Encorajo-vos a virarem mais uma página no compendio da história de diálogo em Moçambique, e sentarem-se à mesa para conversar e colocar para trás o passado, beneficiando, tal como nós, desta oportunidade de trazer uma nova imagem à nossa sociedade.
O presente processo dotou-nos de ferramentas para resolvermos os nossos problemas através do diálogo. Ensinou-nos o valor de avaliar as principais causas do conflito para identificarmos soluções eficazes. Mostrou-nos que juntando esforços podemos ganhar mais do que alcançaríamos se permanecêssemos desavindos. São estas lições que tiramos ao embarcarmos na solução de outros desafios que o país enfrenta.

Olhando para trás e para o ano que passou, bem como para os obstáculos que conseguimos superar, na nossa busca permanente pela paz, posso dizer a todos os moçambicanos que vale a pena continuar.

O desafio que hoje enfrentamos é mantermo-nos fortes, corajosos no caminho da paz e reconciliação sem quaisquer hesitações – nem pausas e muito menos sermos desencorajados e recuarmos – mas devemos sim continuar na nossa trajectória para o alcance do desejo de todos os moçambicanos de viver livremente e em paz.
Como governo de Moçambique, queremos, reafirmar, que o nosso compromisso de trabalhar para a paz definitiva e duradoura no nosso país, é permanente e continuará a ser nosso modo de vida.

O Presidente da República

Filipe Jacinto Nyusi

Um ano após a assinatura do Acordo de Maputo para a Paz e Reconciliação Nacional, a 06 de Agosto de 2019, o país “manteve-se fiel à pela paz”, considera Mirko Manzoni, enviado pessoal do secretário-geral das Nações Unidas para Moçambique e presidente do Grupo de Contacto para o processo do DDR.

O entendimento foi assinado pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, e pelo líder da Renamo, Ossufo Momade. “Sinto-me (…) sensibilizado e orgulhoso pelos progressos alcançados”.

“Elogiamos às duas partes e aos seus líderes por permanecerem fiéis às disposições do Acordo de Paz e trabalharem em conjunto na sua implementação. Também elogiamos a todos os sectores da sociedade
pela sua determinação e coragem para assegurar que a paz seja uma realidade”, diz Mirko Manzoni, numa declaração a que “O País” teve acesso.

Contudo, “os ataques no centro do país [em Manica e Sofala] continuam a gerar angústia e apelamos a todos os envolvidos para que se
juntem ao apelo à paz e usem o diálogo como seu único meio de expressão”.

O enviado pessoal do secretário-geral das Nações Unidas para Moçambique e presidente do Grupo de Contacto no âmbito do processo do DDR entende, nesse contexto, que “não há nenhum problema que não possa ser resolvido por meio do diálogo e, de facto, esta deve ser a voz de comando para todos ) os moçambicanos”.

Embora haja ainda muito trabalho a fazer para garantir que todos os combatentes em desarmamento, desmobilização e reilintegração cheguem à casa em segurança, os progressos feitos até agora enchem o Grupo de contacto de esperança.

“A paz está a instalar-se em
Moçambique. Não tenho dúvidas de que a busca pela paz é a única solução viável para um futuro próspero” e este é o “sentimento partilhado pelo Presidente Filipe Nyusi, pelo líder da Renamo Ossufo Momade e por muitos milhões de moçambicanos”.

A Comissão Permanente do Parlamento timorense autorizou esta quarta-feira o Presidente da República a declarar novo Estado de Emergência, por um período de 30 dias, com início a 00h00 desta quinta-feira, hora local.

“A Comissão Permanente (…) apreciou a mensagem de sua excelência o Presidente da República e concedeu autorização para a declaração do Estado de Emergência”, refere o texto aprovado numa sessão em que, à semelhança do que já aconteceu em Moçambique, a oposição abandonou a sala.

Foram 20 votos a favor, de um total de 31 membros da Comissão Permanente, alguns estiveram ausentes. O documento terá de ser confirmada pelo plenário no dia 11 de Agosto. Mas este procedimento não impede, porém, o período de restrições vigor, pelo menos até esse debate, segundo escreve a Lusa.

A aprovação para o Chefe de Estado timorense renovar o Estado de Emergência tem como fundamento a “existência de uma situação de calamidade. A declaração abrange todo o território nacional”.

No pedido ao Parlamento, o Presidente Francisco Guterres Lu-Olo explica que o Estado de Emergência inclui por exemplo restrições à circulação.

“Presentemente a situação interna não exige medidas restritivas tão fortes como aquando dos dois primeiros períodos dos anteriores estados de emergência”, refere a Lusa.

O primeiro caso positivo do novo Coronavírus no Timor-Leste foi anunciado a 15 de Maio. Trata-se de um cidadão indonésio que entrou pela fronteira terrestre. O país viveu três períodos consecutivos de Estado de Excepção, de acordo com a Lusa.

 

O Presidente da República, Filipe Nyusi, efectua uma visita presidencial à província de Manica, esta quinta-feira amanhã. A entrada será o distrito de Vanduzi.

A sua chegada à vila sede do distrito de Vanduzi, o Chefe de Estado rá visitar a Empresa de Produção de Sementes, de acordo com um comunicado enviado ao “O País”.

No mesmo dia, Filipe Nyusi estará no posto administrativo municipal de Nhamadjessa, na cidade de Chimoio, onde vai visitar a Incubadora de Empresas de Manica.

Ainda na cidade de Chimoio, o Presidente da República, vai orientar a sessão extraordinária do Conselho Executivo Provincial, alargada ao Presidente da Assembleia Provincial e do Conselho de Serviços de Representação do Estado na Província.

Mais tarde balanço conjunto da visita à província de Manica, alargada aos administradores distritais e outros quadros.

À tarde, o Chefe de Estado fará uma comunicação à população de Manica e ao país, através de meios de comunicação social, onde, além o balanço da sua visita à província, irá abordar o seguinte tema: “Os desafios da Educação e da Saúde no ciclo 2020/2024”, indica o documento que citámos

 

Moçambique assinala hoje a passagem do primeiro aniversário da assinatura do Acordo de Paz Definitiva. Dos compromissos selados através do acordo selado na Praça da Paz, já há passos visíveis, mas o processo ainda não terminou.

Aassinatura do Acordo de Paz Definitiva no país, depois de um longo processo de diálogo entre o Governo e a Renamo, resultou de negociações que começaram num clima de maior tensão política e militar, com idas e vindas, tendo terminado com entendimentos selados na Praça da Paz, na cidade do Maputo.Numa mensagem alusiva a esta data, Filipe Nyusi felicitou a Renamo pelo acontecimento e recordou o caminho que o processo seguiu.

“O percurso foi repleto de desafios, tivemos de navegar pelas tormentas para mantermos o nosso rumo para a paz, um desiderato que não se afigura fácil.  O Acordo de Paz e Reconciliação foi o culminar de uma etapa do longo processo de diálogo político que encetamos com a liderança da Renamo, visando pôr fim a um conflito armado que, ainda que localizado, dilacerava o tecido social e económico do país, bem como condicionava o aprofundamento do Estado de Direito Democrático”, recordou.

Nyusi recordou ainda alguns momentos sinuosos que o processo seguir, mas destacou a resiliência e a firmeza na caminhada, que já está a dar resultados esperados.

“Mais de 500 antigos guerrilheiros da Renamo regressaram às suas casas para se juntarem às suas famílias e começar uma nova vida. Os antigos guerrilheiros exprimiram a sua satisfação pela sua reinserção, estando desejosos em abraçar novas formas de vida e conviverem pacificamente com os seus vizinhos”.

Ainda assim, admitiu que prevalecem desafios, salientando que serão, também ultrapassados.

“O desafio que hoje enfrentamos é mantermo-nos fortes, corajosos no caminho da paz e reconciliação sem quaisquer hesitações – nem pausas e muito menos sermos desencorajados e recuarmos – mas devemos sim continuar na nossa trajectória para o alcance do desejo de todos os moçambicanos de viver livremente e em paz.

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