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O País – A verdade como notícia

Renamo marca Conselho Nacional para Outubro

A Renamo cedeu à pressão de alguns membros e ex-guerrilheiros. Agendou a realização do Conselho Nacional do partido para os dias 21 e 22 de Outubro deste ano, na Cidade de Maputo. Segundo o porta-voz da Renamo, Marcial Macome, o encontro irá discutir a situação do partido e do País.

A Ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Verónica Macamo, preside, hoje, a Reunião Extraordinária do Conselho de Ministros da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), que tem lugar, em formato virtual no Centro Internacional de Conferências Joaquim Chissano, em Maputo.

Esta reunião regional tem como objectivo avaliar as condições para a realização da reunião do Conselho de Ministros e da Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo da SADC, previstas para Lilongwe, República do Malawi, de 9 a 19 de Agosto de 2021, à luz da prevalecente pandemia da COVID-19, refere um comunicado recebido na nossa redacção.

A Ministra Macamo dirige o encontro na qualidade de presidente em exercício do Conselho de Ministros da SADC.

 

O Presidente da República, Filipe Nyusi, efectua hoje uma visita de trabalho à província de Tete. Na sua deslocação, o Chefe do Estado tem agendada uma deslocação ao distrito de Angónia, para inaugurar a Delegação de Ulónguè do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), refere o comunicado da Presidência da República.

“Trata-se de uma obra de construção de raiz, que passará a servir, para além de Angónia, os distritos circunvizinhos de Macanga e Tsangano, no quadro da estratégia do Governo emanada no Plano Quinquenal, que visa a aproximação de serviços públicos aos cidadãos, promovendo o bem-estar das populações e o desenvolvimento do país”, lê-se na nota.

Ainda hoje, Nyusi irá escalar o distrito de Zumbo, para proceder à inauguração de uma agência bancária, no âmbito da iniciativa presidencial “Um Distrito, Um Banco”.

“Com o empreendimento cerca de 340 mil habitantes serão beneficiados, dentre eles a População, agentes económicos, Instituições e funcionários públicos dos distritos de Zumbo, Marávia e Mágoè, no âmbito da perspectiva governamental de redução da distância para encontrar uma agência bancária”, refere o comunicado da Presidência da República.

Nesta deslocação, o Chefe do Estado faz-se acompanhar pelos Ministros do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Margarida Talapa, da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Celso Correia, quadros da Presidência da República e de outras instituições do Estado.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, dirige esta manhã, em Mecula, província de Niassa, as celebrações do Dia Internacional do Fiscal de Floresta e Fauna Bravia, que hoje se assinala.

Filipe Nyusi já se encontra no local e, a qualquer momento, vai iniciar a cerimónia.

No evento, que decorre na Reserva de Niassa, serão distinguidos três fiscais, em representação das três regiões do país.

O acto vai marcar o terceiro e último dia da visita de trabalho do Chefe do Estado em Niassa.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, procedeu hoje a inauguração da Central Solar de Matchedje, na província de Niassa, que poderá abranger cerca de 400 famílias. Na ocasião, Nyusi disse que a infraestrutura contribuirá para a criação de actividades de geração de renda.

Segundo Filipe Nyusi, a empreitada inaugurada e que tem a capacidade de 200 MW faz parte do plano do Governo de fazer chegar a energia a mais de 10 milhões de consumidores de energia eléctrica, neste mandato.

Na sua intervenção, Nyusi lembrou que a energia é um importante catalisador do desenvolvimento social e económico do país. “ A energia contribui para o florescimento da indústria, no aumento da produção, bem como na melhoria das condições de vida da população”, explicou Nyusi.

O Chefe de Estado assegurou, ainda, que através do projecto “Energia para Todos” continuará a intensificar as suas intervenções com vista a aumentar o acesso a energia nas zonas rurais, com destaque para as energias renováveis, energia limpa, pelo seu carácter peculiar de fácil e rápida implementação em zonas exigentes.

Sobre o acesso a energia, o Presidente da República avançou que tem vindo a crescer e ronda nos 39%, sendo 35% da rede eléctrica nacional e quatro por cento fora da rede nacional.

Por seu turno, o Secretário de Estado de Niassa, Diniz Vilanculos, avançou que com a criação da Central Solar haverá um impulsionamento na criação de pequenas indústrias, auto-emprego e o fomento do turismo por se tratar de um posto administrativo que acolheu o segundo congresso da Frelimo.

Numa mensagem enviada ao seu homólogo chinês pela passagem do 94º aniversário da criação do Exército de Libertação Popular da China (PLA), Forças Armadas da China, que se assinala domingo (1 de Agosto), Jaime Neto enaltece o papel daquelas forças no apoio a Moçambique, em vários domínios desde a luta pela independência até aos dias que correm.

A China foi, desde os primórdios da Luta de Libertação Nacional, um parceiro de Moçambique. Mesmo depois do alcance da independência, aquele país continua a cooperar e a manter boas relações com Moçambique. Essa cooperação não se circunscreve apenas no domínio político, mas também militar. E porque o exército daquele país celebra, domingo, o seu 94º aniversário, Jaime Neto endereçou uma mensagem de felicitação.

“Gostaríamos de assinalar o facto de o Exército de Libertação Popular da China atribuir grande valor e importância às relações de amizade com as Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM). Com efeito, China e Moçambique gozam de boas e duradouras relações de amizade e irmandade que datam desde o início da década de 1960, quando o povo moçambicano se organizava para desencadear a Luta Armada de Libertação Nacional”, inicia o documento que depois salienta o apoio do exército chinês no fortalecimento do contingente moçambicano no combate ao terrorismo.

“Satisfaz-nos constatar que, nos últimos anos, a relação militar entre a China e Moçambique tem continuado a desenvolver-se a um ritmo acelerado, resultando constantemente em ganhos nos domínios de formação militar, construção de infra-estruturas, saúde militar, entre outros, que têm contribuído para o aprimoramento da capacidade de intervenção das FADM, para fazer face aos desafios actuais de segurança, particularmente o terrorismo. Estes ganhos trouxeram uma maior dinâmica na parceria compreensiva de cooperação estratégica entre os dois países”, detalha.

O Ministério da Defesa de Moçambique destaca o papel daquelas forças no apoio aos esforços globais para a pacificação do mundo, através do envio das suas tropas.

“Apraz-nos reconhecer o papel dos Capacetes Azuis Chineses, nas diversas missões de paz. Congratulamos a República Popular da China pelo facto de, até à presente data, ser o segundo maior contribuinte do orçamento de manutenção de paz das Nações Unidas e o maior contribuinte de tropas entre os membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas. O facto de mais de 40.000 tropas chinesas terem sido desdobradas em 25 operações de manutenção de paz, nas quais 13 pacificadores chineses sacrificaram as suas vidas em prol da sagrada causa, revela o compromisso existente para com a causa da segurança mundial. Notamos, ainda, que os pacificadores chineses, durante as suas missões de paz, construíram e repararam acima de 13.000 km de estradas e destruíram 10.342 minas e engenhos explosivos não detonados, transportaram mais de 1.35 milhões de toneladas de mantimentos por uma distância acima de 13 milhões de quilómetros, trataram mais de 170.000 pacientes e levaram a cabo acima de 400 escoltas armadas e patrulhamento por um período de 30. 000 horas em zonas livres de armas”, enaltece.

Noutro desenvolvimento, Jaime Neto enalteceu o papel que as forças armadas chinesas têm desempenhado na resposta a desastres naturais como é o caso do ciclone Idai que devastou Moçambique.

“Relativamente ao apoio humanitário e alívio aos desastres, importa destacar o papel activo que o Exército Popular de Libertação da China tem desempenhado na mitigação dos impactos aos fenómenos naturais, como terramotos, tsunamis e epidemias severas, como aconteceu quando Moçambique foi afectado pelo ciclone IDAI em Março de 2019. Queremos, também, assinalar a participação do Exército de Libertação Popular da China nas Operações Contra a Pirataria no Golfo de Áden. Desde Dezembro de 2008, a Marinha de Guerra Chinesa desdobrou acima de 100 embarcações no Golfo de Áden e nas águas Internacionais próximas à Somália, contribuindo para a segurança da navegação marítima e protecção de cidadãos chineses e de diversas nacionalidades”, revela, tendo também destacado o papel daquele país nos esforços de combate à COVID-19.

“Actualmente, perante os desafios impostos pela COVID-19, reconhecemos o papel do Exército de Libertação Popular da China na doação de vários materiais de protecção, incluindo vacinas de prevenção da COVID-19, para mais de 70 países a nível mundial, incluindo Moçambique”, conclui.

Insurgentes terão sido mortos durante operações das tropas ruandesas e numa reacção do exército de Kigali a uma emboscada à sua base. Um soldado terá sido ferido, estando em recuperação.

Os resultados operativos chegaram hoje de Kigali, no Ruanda, através de uma conferência de imprensa concedida pelo exército daquele país. De sábado à quarta-feira, 14 terroristas terão sido mortos em operações levadas a cabo pelas forças ruandesas na localidade de Awasse, no distrito da Mocímboa da Praia, província de Cabo Delgado.

“Na área de Awassa, quatro pessoas foram mortas e um conjunto de equipamento foi capturado: uma RPG (granada lançada por foguete), uma metralhadora média, três metralhadoras e uma variedade de medicamentos. Duas pessoas foram mortas no mesmo dia, 24, que estavam numa motorizada, numa emboscada, entre Mbau e Awasse. Capturámos duas metralhadoras, uma pistola, oito revistas, um computador portátil, incluindo alguns documentos escritos em Swahili”, avançou Ronald Rwivanga, porta-voz do exército do Ruanda.

Dois dias depois, já na segunda-feira, dia 26 de Julho, os insurgentes terão registados mais baixas. “Cinco pessoas foram mortas, de novo, em Awasse, capturámos oito metralhadoras, granadas lançadas por foguete e uma pistola”, detalhou.

Já esta quarta-feira, dia 28, uma base das tropas do Ruanda foi atacada e, em reacção, mais três terroristas foram abatidos. “Uma pessoa foi morta durante um ataque à nossa base, sem casualidades do nosso lado. Capturámos duas granadas lançadas por foguete, uma metralhadora e, enquanto levávamos um dos nossos feridos ao hospital, caímos numa emboscada, mas tratámos de atirar para trás, tendo matado dois, nenhum dos nossos soldados foi ferido na emboscada”, acrescentou.

Durante o ataque à base, um soldado ruandês foi ferido, estando em recuperação numa unidade hospitalar.

A ministra da Defesa do Zimbabwe, Oppah Muchinguri Kashiri, anunciou hoje, em Harare, que o seu país irá enviar para Moçambique 304 homens para ajudar no combate ao terrorismo. Sem precisar datas do envio da referida tropa, a governante detalhou que os seus homens não estarão no combate, mas irão ajudar a treinar e a capacitar as tropas moçambicanas.

“Enquanto outros países têm de enviar tropas de combate, o Zimbabwe prometeu ajudar a treinar as Forças Armadas de Moçambique para melhorar a sua capacidade de combate ao terrorismo”, referiu Kashiri, numa conferência de imprensa numa base do exército.

Na ocasião, a ministra da defesa daquele país revelou que tudo faz parte de uma estratégia acordada pelos países que integram a força, tendo, depois, destacado que a tropa é composta por 303 instrutores e um oficial especializado que fará parte do quartel-general das forças da SADC que segundo escreve a Notimérica, um portal da Agência de Notícias Europa Press.

A África do Sul vai enviar 1 495 soldados a Moçambique, como parte de uma força regional que visa reprimir o terrorismo na região norte de Cabo Delgado, anunciou o parlamento sul-africano nesta quarta-feira.

Segundo escreve o portal News 24, o Presidente Cyril Ramaphosa autorizou o envio da força, através de uma carta datada de 23 de Julho, enviada à presidente do parlamento, Thandi Modise, e ao presidente do Conselho Nacional da Província, Amos Masondo.

A implantação das tropas sul-africanas em Moçambique vai vigorar de 15 de Julho a 15 de Outubro.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, inicia, hoje uma visita de trabalho de três dias à província do Niassa.

Um comunicado da Presidência da República enviado a nossa redacção indica que naquela província, o Chefe do Estado irá inaugurar, no posto administrativo de Itepela, distrito de Ngaúma, a Linha de Energia Eléctrica de Itepela.

Na Sexta-feira, Nyusi desloca-se ao posto administrativo de Matchedje, distrito de Sanga, para a inauguração da Central Solar de Matchedje. No mesmo dia, o Presidente da República escala o posto administrativo de Macaloge, para a inauguração da Linha de Energia eléctrica de Macaloge.

Já no Sábado, Filipe Nyusi visita o distrito de Mecula, onde irá participar na celebração do Dia Internacional do Fiscal da Floresta e Fauna Bravia.

A comemoração da efeméride coincide com a adesão de Moçambique no “The Giant Club”, uma organização que visa intensificar a protecção de elefantes.

Na sua deslocação à província de Niassa, o Presidente far-se-á acompanhar pelos ministros dos Transportes e Comunicações, Janfar Abdulai; da Terra e Ambiente, Ivete Maibaze, quadros da Presidência da República e de outras instituições do Estado, lê-se na nota da Presidência da República.

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