Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Convidados destacam regresso às raízes e inovação no discurso de Chapo

Artistas e académicos convidados para a Conferência Nacional de Quadros da FRELIMO, que decorre em Chimoio, reagiram positivamente ao discurso de abertura do Presidente do partido, Daniel Chapo. Para os convidados, a intervenção marca um “regresso às raízes”, com um olhar para o futuro, e traz orientações concretas para o

A cabeça-de-lista da Frelimo para a cidade da Beira,  Stela Zeca, privilegiou o contacto interpessoal com o eleitorado do bairro dos Pioneiros, onde prometeu melhorar as infraestruturas, caso vença as eleições do próximo dia 11 de Outubro.

Ao ritmo de cânticos e danças, Stela Zeca emergia no bairro dos Pioneiros ao lado do Governador da província de Sofala, Lourenço Bulha onde ambos contactaram o eleitorado com educação cívica e distribuição de materiais de propaganda.

“Nós queremos governar, nós vamos governar, mas para isso precisamos do seu voto” disse Stela Zeca, apontando para a réplica do boletim de voto que levava em mãos.

Stela Zeca garantiu que, caso seu partido vença as eleições,  haverá melhoria nas infraestruturas como estradas e valas de drenagem.

O Movimento Democrático de Moçambique é a terceira força política que luta para dirigir os destinos da vila autárquica de Gondola no próximo quinquénio 2023-2028. Arone Timóteo encabeça a lista do MDM.

Esta quinta-feira privilegiou o contacto interpessoal no bairro Mucéssua, subúrbio da vila. Além de melhorar as vias de acesso e tirar alunos que estudam ao relento através de aquisição de carteiras escolares, Tomóteo prometeu trazer um sistema de transporte que irá, segundo avançou, conferir dignidade aos munícipes.

“Nós queremos reabilitar esta rua em que estamos a andar. Estava cheia de covas, só taparam para nos atrapalhar. Queremos que os ‘chapa-100’ andem aqui. Gondola já é grande. Há dias trabalhei numa zona chamada Chissai, de lá para cá, são duas horas pessoas a caminhar. Queremos melhorar o sistema de transporte aqui em Gondola”, prometeu Timóteo.

Edson Mapsanganhe, cabeça-de-lista da Renamo em Gondola, concentrou as suas atenções no mercado Feira local. Mapsanganhe percorreu as diversas bancas do mercado, onde instou os eleitores a votarem no manifesto eleitoral do seu partido, que,segundo justificou, irá dar primazia aos que estão à frente das actividades comerciais, com destaque para os de menor dimensão.

Para este, a ideia é que os pequenos comerciantes que os considera geradores de receitas municipais tenham os seus negócios a crescerem num curto espaço de tempo.

“Nós vamos fazer crescer o vosso negócio. Iremos fazer o registo do número de vendedores informais e depois gerar cartões de identificação. Por via disso, iremos mobilizar créditos para alavancar o vosso negócio”, disse Mapsanganhe.

Em 10 dias da campanha eleitoral, a Renamo privilegiou a caravana para pedir voto a seu favor. Manuel de Araújo não esteve na marcha. O partido Frelimo igualmente saiu em caravana, apelando ao voto. MDM esteve em campanha porta-a-porta.

A quatro dias para o fim da campanha eleitoral, três principais partidos políticos que são candidatos à governação do município de Quelimane estão a jogar todas as cartas e a intensificar a caça ao voto.

A Renamo continua a privilegiar passeatas pela cidade e, esta quinta-feira, não contou com o seu cabeça-de-lista. Leopoldo Ernesto, membro sénior daquele partido, foi quem orientou a marcha e falou em nome do partido.

“Queremos continuar a governar para dar seguimento ao nosso manifesto eleitoral: melhorar as estradas, saneamento e o desenvolvimento da cidade de Quelimane”, avançou Leopoldo Ernesto.

À rua e em caravana, partindo do aeroporto de Quelimane, seguiu também o partido Frelimo, reforçando a ideia de resgatar a cidade por entender que está a ser mal gerida.

“Ney Gani vai ser o presidente da cidade. Quelimane saiu do quarto lugar para o último em termos da recolha de resíduos sólidos, vias de acesso e o bem-estar dos munícipes em geral. Então, nós vamos resgatar Quelimane”, disse Filipe Paúnde, chefe da brigada central para assistência à província da Zambézia.

Depois de resgatar a cidade, a Frelimo diz ter projectos concretos para Quelimane. “A moldura humana na marcha revela que estão criadas as condições para governarmos. Queremos desenvolver a cidade. As ruas estão esburacadas, o lixo tomou conta da cidade. Nós vamos fazer de tudo para devolver o sorriso a esta cidade”, afirmou Lourenço Gani, cabeça-de-lista da Frelimo em Quelimane.

Já o MDM privilegiou campanha porta-a-porta nos bairros com mensagens de melhoria dos serviços sociais caso chegue ao poder.

“Não se justifica que, quando há ciclone, as pessoas sejam transferidas onde não haja condições. Se chegarmos ao poder, vamos construir centros que tenham todas as condições condignas para albergar os que terão sido afectados”, prometeu Bruno Dramusse.

Acompanhado de José Pacheco, adjunto-chefe da brigada de apoio político à província de Manica, Arlindo Ngozo, cabeça-de-lista da Frelimo em Gondola, que procura, nas eleições de 11 de Outubro renovar o seu mandato, escalou, esta quinta-feira, o bairro Mucessua, na periferia da vila.

Arlindo Ngozo, que procura renovar o seu mandato nos próximos cinco anos em Gondola, de casa em casa, falou das suas realizações e prometeu fazer mais, caso os resultados forem favoráveis para o seu partido.

“Votar na Frelimo, estamos a votar no pavê (estrada) que está aqui perto, estamos a votar na iluminação pública, estamos a votar em furos de água e estamos aqui para vocês nos dizerem o que podemos fazer na vila de Gondola”, disse Ngozo.

Para José Pacheco, que lado a lado percorreu o bairro Mucessua com Ngozo, referiu que este é o candidato certo para a Frelimo em Gondola, provando a sua tese com as realizações que ocorreram nos últimos anos.

“Ngozo é quem faz as coisas acontecerem em Gondola, Ngozo está a transformar a vila de Gondola. Esta vila está a ficar mais linda e bela porque tem um grande dirigente”, assegurou Pacheco, que antes orientou um showmício no bairro 7 de Abril, para depois se reunir com os funcionários do sector público, evento que teve lugar na tarde desta quinta-feira, no Cinema Preciosa, naquela vila.

O Mercado Janete, no centro da Cidade de Maputo, foi o ponto escolhido pelo cabeça-de-lista do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), Augusto Mbazo, para apresentar as linhas do seu manifesto para o Município de Maputo.

Mbazo, acompanhado por alguns quadros do partido do galo, apresentou aos vendedores o seu pensamento sobre os passos que pretende dar para governar a capital do país.

Uma vez mais, o cabeça-de-lista apontou o desemprego como um dos grandes problemas a serem atacados, caso seja eleito.
“Temos muitos jovens no desemprego e nós queremos resolver isso. Há muito sofrimento em Maputo. Para a juventude, temos como prioridade criar emprego.  Mas como vamos criar isso? Vamos investir em vocês empreendedores. Para além de criar empresas municipais, vamos investir em vocês para o vosso negócio crescer e abrir vagas de emprego para outros jovens”, disse Augusto Mbazo, cabeça-de-lista do Movimento Democrático de Moçambique.

Uns passos à frente, o cabeça-de-lista do MDM foi interpelado por um jovem que questionou: “O que vai mudar se nós votarmos em si? Está a ver estes jovens todos aqui sentados sem fazer nada?”.

Augusto Mbazo retorquiu, afirmando que “agora é a vez de o MDM governar porque vamos criar emprego para a juventude, pois sei que muitos de vocês não estão a trabalhar e estão metidos nas drogas, daí que nos comprometemos a inverter isto.”
O cabeça-de-lista do MDM assegurou que, caso seja eleito, irá “melhorar as vias de acesso e investimento no apetrechamento dos  hospitais”.

A educação faz parte dos planos desenhados por Augusto Mbazo, sendo que, neste sector, pretende “acabar com a situação em que as crianças estudam ao relento, influenciando no seu mau rendimento”, notou Augusto Mbazo.

O Movimento Democrático de Moçambique diz ter experiência de governação autárquica, dando, como exemplo, o Município da Beira, que é dirigido por Albano Carige. “Quero só dar um exemplo de que nós não estamos para experimentar. Já estamos a fazer isso há muito tempo.  O único município que está a pagar com base na Tabela Salarial Única é a Beira. Não há outro neste país”, exemplificou Augusto Mbazo, quando interagia com um dos utentes do Mercado Janete.

Ainda no contacto com os potenciais eleitores, Augusto Mbazo garantiu que os munícipes serão transportados com dignidade. “Nós vamos colocar mais frotas para transportar os maputenses. Temos projectos de viabilização de novas frotas. Vamos disciplinar a actividade. Pretendemos sensibilizar ainda os transportadores, para não pautarem por encurtamento de rotas que cria transtornos aos passageiros.”

Mbazo garantiu que o “MDM pauta pela boa governação e bem-estar nos munícipes.

O Presidente da República exortou, hoje, os partidos políticos que concorrem para as eleições autárquicas que evitem discursos de incitamento à violência e intolerância política. Filipe Nyusi falava, hoje, na província da Zambézia, após inaugurar dois tribunais e um sistema de abastecimento de água. 

O Presidente da República aterrou na manhã desta quinta-feira na província da Zambézia para mais uma visita de trabalho. 

Filipe Nyusi foi recebido pelo Governo provincial e saudou os membros e simpatizantes do partido Frelimo. 

Porque o país está em campanha eleitoral, o Chefe do Estado enalteceu a forma ordeira com que o processo decorre na província da Zambézia. “Quero apelar para que continuem a fazer a festa desta forma organizada, ordeira e não há situações que nos assustam muito. Espero que não surjam. Então, continuem assim e trabalhem para que tudo termine bem. Já sabem o que é terminar bem”, elogiou o Presidente da República. 

Logo depois, o Presidente seguiu para Alto Molócuè, onde inaugurou um sistema de abastecimento de água, para o distrito de Namarrói e para a cidade de Quelimane, onde entregou dois tribunais, no âmbito da iniciativa presidencial, Um Distrito, Um Edifício condigno para o Tribunal.

Já na capital provincial da Zambézia, onde estiveram presentes os principais partidos, que concorrem à governação do município de Quelimane, Filipe Nyusi disse que a liberdade de expressão não pode ser usada como pretexto para alguns excessos.

“Tendo como exemplo a campanha eleitoral, há que se considerar limites da liberdade de expressão, as mensagens que provocam reacções de violência, perturbação da ordem e tranquilidade pública e incitamento à violência a partir de palavras proferidas por candidatos eleitorais ou grupos políticos, associações e coligações. Os discursos de intolerância, de incitamento à violência e outro conjunto de manifestações de ideias capazes de suscitar actos de violência, discriminação social, política ou religiosa devem ser desencorajados e, se necessário, antes que sejam reprimidos pelo Estado”, exortou o Presidente da República, Filipe Nyusi. 

E o Chefe do Estado detalhou: “a gente não gosta da Polícia andar atrás de uma pessoa que quer bater em outra pessoa. Depois fica mal. Então, é melhor, nós que dirigimos esses sectores desencorajar isso para facilitar o trabalho da Polícia”. 

Caso o exercício da liberdade ofenda a terceiros, Filipe Nyusi exige uma pronta intervenção da Justiça. “Deste modo, entendemos que o uso abusivo de discursos centrados na ofensa a direitos de terceiros, seja através do uso de anonimato, redes sociais, disseminação de notícias falsas entre outros casos, demanda uma intervenção tempestiva do poder judicial para proteger a dignidade dos sujeitos e colectividades afectados pelos mesmos”, disse Filipe Nyusi. 

O presidente do Tribunal Supremo afirmou que os tribunais estão à disposição para dirimir quaisquer conflitos eleitorais. 

“A manifestação do pluralismo de ideias, de visões, sobre a satisfação das necessidades colectivas no exercício da liberdade de expressão não deve ancorar-se no discurso de ódio, quer seja na base de origem étnica, filiação partidária ou religiosa nem de incitação à violência. Os tribunais são alternativa à justiça pelas próprias mãos. São instrumentos de pacificação social e nós colocamos esses instrumentos à disposição dos cidadãos para qualquer litígio ou conflito que surja no âmbito do processo eleitoral”, sublinhou o presidente do Tribunal Supremo, Adelino Muchanga. 

Com a entrega, esta quinta-feira, dois edifícios, todos os distritos da província da Zambézia já foram abrangidos pela iniciativa presidencial, Um Distrito, Um edifício Condigno para o Tribunal.  

A Renamo, liderada pela sua cabeça de lista escolheu o Bairro Muelé 1 para vender o seu projecto de governação em troca de votos.
Helena Makul que entrava de casa em casa e interagia com os proprietários. Pedia votos e prometia um programa virado a juventude, no qual a aposta seria o financiamento de cursos profissionalizantes de pequena duração, de modo a garantir que os jovens tenham habilidades que os permitam obter sua própria renda e até gerar novos empregos.

Além de um programa virado a juventude, Helena Makul tambem prometia serviços sociais melhorados, tal como é o caso de unidades sanitárias e mais salas de aulas, para reduzir o número de alunos em cada sala.

Depois de Muelé 1, a Caravana da Renamo escalou ainda o Bairro Liberdade 3 para o mesmo exercício de caça ao voto.

O cabeça-de-lista da Renamo, Venâncio Mondlane, reitera que irá construir, em cada grande mercado, postos de saúde para cuidados básicos dos vendedores, caso seja eleito edil de Maputo. Mondlane reafirmou que o seu projecto de governação prevê a construção de vestiários nos mercados.

Uma vez mais, a Renamo iniciou a sua jornada de “caça” ao voto com uma passeata por algumas artérias da capital, com o cabeça-de-lista, Venâncio Mondlane, a saudar os munícipes. Chegados ao Mercado de Mavalane, Mondlane voltou a garantir que não irá discriminar os vendedores não licenciados, pautando, segundo notou, pela política de valorização dos munícipes que trabalham honestamente para ganhar pão.

“Nós já demos muitas voltas. Já falámos daquilo que queremos para os mercados. Já dissemos que não há diferença se você é informal ou formal. Nós, como município, queremos defender aquele que trabalha. Agora, se você trabalha e é honesto, e está a cuidar de uma família, você é amigo do município. Não interessa se você tem ou não licença. Não é verdade?”, questionou os presentes o cabeça-de-lista da Renamo.

Depois de uma pequena pausa, Venâncio Mondlane apelou para que as pessoas se dirijam logo cedo às assembleia de voto para exercerem o seu direito cívico. Mondlane diz não fazer sentido que os munícipes fiquem em casa sob pretexto de “é mesma coisa”.

“Ouvi pessoas a dizerem que é mesma coisa se voto ou não. Sabe o que está a acontecer consigo?”, questinou o cabeça-de-lista da Renamo para depois elaborar ainda mais o seu pensamento: “Se disserem é mesma coisa, fiquem a saber que vocês estão a fazer o jogo deles que querem que o povo não vá votar. Porque, quando o povo não vai votar, eles vão continuar a humilhar o povo, pisar o povo e, depois, virás próximo ano reclamar que a vida não está a dar. Estamos a ser humilhados, estamos a ser roubados. Não é mesma coisa, nada. É preciso que todo mundo que tem cartão de eleitor vá votar”, apelou  Venâncio Mondlane.

O cabeça-de-lista da Renamo diz ter “chegado o momento da mudança”, porque “a vida das pessoas não melhorou.”
Na sua interacção com os vendedores, Mondlane frisou que “a Cidade de Maputo já foi muito respeitada, já foi uma cidade cheia de turistas, já foi uma cidade bonita e hoje parece mais o Bangladesh”.

Falando concretamente do que se compromete a fazer nos mercados, caso seja eleito edil de Maputo, Venâncio Mondlane precisou que “nós queremos montar, em cada mercado grande, um posto de saúde para serviços básicos de modo a que não sejam obrigados a deslocar-se ao Hospital de Mavalane.”

Mondlane prometeu, ainda, construir vestiários, para que “possam ter locais para trocar roupa sem que precisem de se esconder nas bancas.”

+ LIDAS

Siga nos