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PR convida chineses para investirem em estradas com portagens no país

O Presidente da República, Daniel Chapo, reuniu-se nesta terça-feira com o seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Beijing, na capital da China. No evento, foram assinados instrumentos de cooperação para dinamizar as relações diplomáticas. “Durante o encontro, o Presidente Xi Jinping manifestou o seu firme compromisso com a agenda de

A Presidente da Assembleia da República, Margarida Talapa, participou, hoje, no Simpósio do Fórum Parlamentar da SADC, dedicado ao tema “O Impacto das Mudanças Climáticas na Mulher e na Juventude da SADC e o Papel do Parlamento na Mitigação e Adaptação”.

Durante a sua intervenção, Margarida Talapa destacou que a região da SADC é uma das mais afectadas pelos efeitos das mudanças climáticas, com fenómenos como secas, ciclones e inundações, que impactam sobretudo mulheres, jovens e crianças. “Proteger estes grupos vulneráveis é, acima de tudo, proteger o futuro da nossa região”, afirmou.

A Presidente sublinhou ainda que os Parlamentos têm um papel crucial na elaboração de legislação justa, fiscalização rigorosa e definição de orçamentos que priorizem a adaptação e mitigação dos efeitos climáticos, com enfoque na igualdade de género e inclusão social.

Entre as propostas apresentadas por Moçambique destacam-se a harmonização da legislação climática na SADC, a integração de abordagens de género e juventude nos planos de adaptação, a criação de mecanismos de acesso a financiamento para ações de adaptação e mitigação, e o reforço da cooperação regional, incluindo o uso do Centro Operativo Regional de Emergência da SADC.

A Assembleia da República de Moçambique reafirmou o seu compromisso de continuar a colaborar com os Parlamentos da região, promovendo políticas climáticas mais justas e inclusivas, numa resposta coordenada e robusta aos desafios climáticos.

O Presidente da República, Daniel Chapo, recebe, nesta terça-feira, o Presidente da República da África do Sul, Matamela Cyril Ramaphosa, que realiza uma visita de trabalho de dois dias ao País, destinada ao fortalecimento das relações de cooperação bilateral.

Durante a sua estadia em Moçambique, os dois Chefes de Estado irão dirigir, em Maputo, a IV Comissão Mista de Cooperação, mecanismo que visa aprofundar a parceria estratégica entre os dois países, consolidada ao longo da história comum da luta contra o colonialismo e o apartheid.

No dia seguinte, os Presidentes Daniel Chapo e Cyril Ramaphosa irão deslocar-se à cidade de Vilankulo, na província de Inhambane, onde, igualmente, vão dirigir o Fórum Empresarial Moçambique–África do Sul, um espaço orientado para a promoção de investimentos, o incremento do comércio bilateral e a identificação de novas oportunidades de cooperação económica.

A recepção do Presidente Daniel Chapo ao homólogo sul-africano reafirma o compromisso de Moçambique e da África do Sul em fortalecer a amizade, a concertação política e a cooperação económica em benefício dos povos de ambos os países.

O Presidente da República, Daniel Chapo, recebeu hoje, em Maputo, o Presidente do Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank), George Elombi, numa audiência da qual resultou o compromisso de estruturar um programa de financiamento que, segundo o Afreximbank, será de “alguns milhares de milhões de dólares”, destinado a sectores estratégicos da economia moçambicana. 

A garantia foi dada por Elombi, que classificou o encontro como “extremamente útil”. Após a reunião, o Presidente do Afreximbank revelou que as conversações com o Chefe do Estado incidiram “exclusivamente sobre assuntos económicos”, com enfoque em cinco áreas. 

“Falámos de energia, turismo, minerais, refinação e processamento. Também analisamos várias formas de apoiar a economia moçambicana no seu todo”, sublinhou.

Elombi adiantou que o programa conjunto irá abranger projectos de centrais eléctricas, linhas de transmissão, infra-estruturas turísticas e iniciativas de apoio ao Governo. “Este é, em síntese, o resultado das discussões que acabámos de ter com o Chefe do Estado”, afirmou.

Segundo informações detalhadas pelo director do Gabinete do Presidente do Afreximbank para Pesquisa e Políticas, Richman Dzene, o Banco está comprometido em financiar cerca de três a quatro mil milhões de dólares em projectos de infraestruturas, energia, petróleo e gás.

Dzene destacou que o Afreximbank “é um parceiro estratégico para Moçambique, assim como para tantos outros países africanos”, reforçando o compromisso da instituição em “desenvolver e financiar projectos que agreguem valor ao país”.

O responsável frisou ainda a postura do Chefe do Estado durante a audiência. “O Presidente mostrou abertura em cooperar com o Afreximbank. Moçambique está aberto a trabalhar com o Banco em tudo o que for necessário. Este é um banco africano e merece ser acarinhado”, afirmou.

Para Dzene, a reunião marca o início de uma fase renovada de cooperação. “Moçambique e o Afreximbank estarão a trabalhar conjuntamente para financiar e garantir que Moçambique tenha êxito em alguns dos projectos estruturantes”, disse.

O Afreximbank, instituição financeira multilateral pan-africana criada em 1993 sob os auspícios do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), desempenha um papel central no apoio ao comércio intra- africano e ao financiamento de projectos de grande impacto económico.

Com este encontro de trabalho, o Governo de Moçambique reforça a parceria com o Afreximbank, num impulso que poderá acelerar investimentos essenciais para o desenvolvimento e modernização da economia nacional.

O Chefe do Estado moçambicano, Daniel Chapo, dirigiu a cerimónia de encerramento do 13º Curso de Instrução Básica de Prestadores, no Centro de Instrução e Formação de Montepuez, onde 662 jovens concluíram a sua formação. Chapo destacou o papel central que as Forças de Defesa e Segurança assumem na defesa da integridade territorial, da independência, da soberania e na protecção do povo moçambicano.

O Presidente da República e Comandante-Chefe das Forças de Defesa e Segurança (FDS), Daniel Francisco Chapo, afirmou hoje que o Serviço Cívico de Moçambique está a assumir um papel decisivo na consolidação da independência económica do país, ao formar jovens comprometidos com o desenvolvimento, a coesão social e o civismo. 

Na sua intervenção de ocasião, o Presidente Chapo iniciou com uma homenagem às FDS, destacando o papel central que assumem na defesa da integridade territorial, da independência, da soberania e na protecção do povo moçambicano.

O estadista referiu que o encerramento do curso ocorre num ano simbólico para o país, marcado pelas comemorações dos 50 anos da independência. “Esta conquista é fruto da determinação, coragem e audácia dos jovens de ontem que hoje ostentam o prestigiado estatuto de Veteranos da Luta de Libertação Nacional”, frisou, defendendo que a geração actual está a prosseguir o objectivo de uma independência plena, incluindo a dimensão económica.

Igualmente, valorizou o papel histórico do Centro de Instrução de Montepuez, salientando que deste já saíram várias gerações que contribuem para os alicerces da independência económica. “Celebramos muito mais do que o encerramento de um curso. Testemunhamos o compromisso de Moçambique com os seus jovens”, observou.

Ao caracterizar o Serviço Cívico, o governanate sublinhou o seu carácter multifuncional. “Não é apenas uma alternativa ao Serviço Militar. É uma escola de civismo, de trabalho, de valores patrióticos, de disciplina”, referiu, destacando o contributo da instituição para o desenvolvimento económico local e nacional, prestação de serviços sociais básicos e reforço da resiliência comunitária.

O Presidente moçambicano realçou que os 662 prestadores receberam formação em agricultura, pecuária e construção Civil, áreas que, segundo afirmou, “são os alicerces sobre os quais Moçambique está a erguer a sua independência económica”.

Acrescentou que o Governo pretende transformar o Serviço Cívico numa instituição produtiva, capaz de reduzir a dependência financeira do Estado e de criar cadeias produtivas locais. “Este objectivo não é apenas administrativo. É político. É económico e é patriótico”, disse.

O Presidente Chapo apelou aos jovens para honrarem a farda e aplicarem os conhecimentos adquiridos em benefício do país. “Moçambique espera de vós garra, determinação, patriotismo elevado, sentido de disciplina e espírito de serviço”, afirmou, garantindo confiança no seu potencial. “Moçambique acredita em vós. E eu acredito profundamente no vosso potencial”, reforçou.

O estadista dedicou ainda uma homenagem às FDS, Força Local e forças amigas que combatem o terrorismo em Cabo Delgado, sublinhando a sua coragem e sacrifício. “Se não fosse a dedicação, a bravura e a tenacidade dos jovens que hoje estão nas fileiras das Forças de Defesa e Segurança […], certamente que a província já estaria toda ela ocupada”, afirmou. 

No final, o Presidente Daniel Chapo reafirmou que o Serviço Cívico está a consolidar-se como um instrumento estratégico do desenvolvimento nacional. “O Serviço Cívico de Moçambique está a transformar-se num verdadeiro instrumento do desenvolvimento nacional, da coesão social e da independência económica”, concluiu, sublinhando que o país e as comunidades contam com o empenho dos novos prestadores.

A Presidente da Assembleia da República, Margarida Adamugi Talapa, mobilizou a Associação Muçulmana de Empresários e Empreendedores Moçambicanos (AMEEM), a angariar apoios adicionais distinados a assistir as famílias afectadas pelo terrorismo em algumas regiões das provincias de Nampula.

Esta Semana, a AMEEM ofereceu dez toneladas de produtos alimentares diversos às familias deslocadas devido ao terrorismo no distrito de Memba, província de Nampula.

A Presidente da Assembleia da República fez este apelo durante a audiência que, este sábado, 29, concedeu ao líder religioso muçulmano, Mufti Menk, proveniente do Zimbabwe, acompanhado pelos membros da Associação Muçulmana de Empresários e Empreendedores Moçambicano (AMEEM).

Na audiência, Margarida Adamugi Talapa felicitou a agremiação por ter conseguido trazer ao nosso país Mufti Menk, uma personalidade de reconhecimento mundial, sobretudo entre os membros da comunidade muçulmana.

“A sua reputação internacional advém do impacto dos seus discursos motivacionais e espirituais, que promovem valores universiais como a tolerância, a paz, a compaixão, o respeito mútuo e a coexistencia pacífica”, explicou a Presidente Talapa,  acrescentando que Mufti Menk é uma proeminente pregador motivacional islâmico e promotor do diálogo inter-religioso.

Margarida Talapa disse ainda, durante a audiência ser “uma honra tê-lo cá entre nós, Sua Eminência Mufti Menki. A Assembleia da República continuará aberta a iniciativas que promovam a paz, o diálogo inter-religioso e a construção de uma sociedade inclusiva”. 

Por sua vez,  Mufti Menki explicou a razão da sua visita a Moçambique, referindo tratar-se de uma missão incumbida por Deus com vista à construção de pontes entre as nações de todo o mundo.

“Como homem de fé, quero lembrar que Deus nos colocou-no numa posição estratégica para nós cumprirmos uma missão que nós confiou. E a maior dádiva que temos é paz e solidariedade. A Paz é alcançada através de boa comunicação. Como muçalmano a minha missão é promover a paz e solidariedade não somente entre muçulmanos, mas entre as nações ”enfatizou Mufti Menki”.

O líder religioso está num périplo que o levou a cinco países da região, estando actualmente em Moçambique,  onde irá proferir palestras motivacionais.

O Presidente da Frelimo desafia a juventude a ser participativa nos projectos promovidos pelo Governo. Daniel Chapo, que falava nas  celebrações do 48.º aniversário da Organização da Juventude Moçambicana, Daniel Chapo quer que os jovens apresentem soluções para os problemas que o país enfrenta. 

As cerimónias centrais alusivas ao dia da OJM decorreram na província de Tete e foram marcadas por apelos à união e coesão e à maior participação da juventude nos projectos promovidos pelo Governo. O Presidente da República diz que só com uma juventude dinâmica o país pode avançar. 

O secretário-geral da OJM destacou a importância que a data representa para a agremiação, apesar dos desafios que têm enfrentado, enquanto o ex-secretário-geral da OJM defendeu que os jovens devem ter espaço próprio para contribuírem no Diálogo Nacional Inclusivo. 

O evento juntou os jovens de todo o país e serviu para reflectir sobre vários assuntos na busca de soluções para os problemas desta camada. 

O Presidente da República, Daniel Chapo, afirmou neste sábado, em Pemba, que a abertura da primeira Delegação da Comissão Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) fora de Maputo, especificamente em Cabo Delgado, é uma resposta “clara e inequívoca” do Governo de Moçambique ao que classificou como “desinformações e manipulações” sobre o respeito pelos direitos humanos na província afectada pelo terrorismo. O Chefe do Estado demonstrou satisfação com as instalações, sublinhando o compromisso do seu executivo com o Estado de Direito Democrático e a sua consolidação.

O governante falava à imprensa após visitar as recém-inauguradas instalações da Delegação da CNDH em Pemba, capital provincial de Cabo Delgado. A escolha desta província para receber a primeira representação da Comissão fora da capital do país não foi por acaso, sendo motivada, segundo explicou, pelo contexto de insegurança e pelos desafios associados.

“Constatámos que a primeira Delegação da Comissão Nacional dos Direitos Humanos, aqui na província de Cabo Delgado, está bem instalada”, declarou e acrescentou que “em termos daquilo que são as condições neste momento, nós estamos bastante satisfeitos”.  

A prioridade dada a Cabo Delgado é uma estratégia directa para combater a narrativa internacional e nacional que questiona o respeito pelas liberdades fundamentais no decurso da luta contra o terrorismo. 

“Queria aproveitar esta ocasião para dizer que nós demos prioridade à província de Cabo Delgado porque, como sabem, estamos com o desafio do terrorismo, e há desinformações e manipulações da opinião pública, a nível nacional e internacional, de que não há respeito aos direitos humanos”, explicou.

O Presidente da República recordou que, mesmo antes da abertura da delegação, a CNDH já havia sido destacada para a província com o objectivo de realizar uma investigação aprofundada.

“O que nós fizemos, primeiro, foi enviar a Comissão Nacional dos Direitos Humanos para Cabo Delgado, que fez um trabalho profundo, extraordinário, para toda a província, principalmente os distritos da zona norte de Cabo Delgado, começando por Palma, Afungi, indo até Mocímboa da Praia, Macomia e todas aquelas zonas e distritos que estão afectados principalmente pelo terrorismo”.

O Chefe do Estado refutou as alegações veiculadas por algumas publicações e indivíduos: “Não constataram as questões que os jornais e alguns que se fazem de investigadores a nível internacional estão a evocar. E nós nos pronunciámos a partir de Cabo Delgado que não constituía verdade”.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) também esteve envolvida na averiguação destas questões, em estreita articulação com a CNDH, reforçando a posição do Governo.

“Por isso é que para consolidar cada vez mais a posição do Governo da República de Moçambique, que está comprometido com o respeito pelos direitos humanos, que é um governo que está comprometido com a consolidação do Estado de Direito Democrático, achámos que era extremamente importante abrir a primeira delegação da Comissão Nacional dos Direitos Humanos na República de Moçambique em Cabo Delgado”, disse.

O Presidente Daniel Chapo concluiu reiterando que o governo quer construir um Estado inclusivo, em que todos os moçambicanos fazem parte do processo de desenvolvimento sustentável do país, e com respeito, sobretudo, aos direitos humanos, e prometeu continuar a “abrir mais delegações, para que, no futuro, a Comissão Nacional dos Direitos Humanos seja representada em todo o país”, 

O Serviço Cívico de Moçambique não é apenas uma alternativa ao Serviço Militar. É uma escola de civismo, trabalho, valores patrióticos e disciplina, disse o Presidente da República.

Daniel Chapo falava neste sábado, em Montepuez, província de Cabo Delgado, no encerramento do 13º curso de instrução básica de prestadores no Centro de Instrução e Formação daquele distrito.

Segundo disse, o Serviço Cívico é uma instituição que prepara jovens para actuarem em três dimensões essenciais do nosso Estado moderno: “Desenvolvimento económico local e nacional, prestação de serviços sociais básicos e reforço da coesão e da resiliência comunitária”.

Por isso, a instituição é uma autêntica escola de valores, o motor da economia de Moçambique. “Actua com humildade, com disciplina e com resultados concretos”.

Para o Chefe do Estado, o 13º curso de instrução básica de prestadores do serviço cívico não foi apenas um treino técnico. Foi um ritual de passagem. Foi uma afirmação de carácter, um acto de patriotismo.

“Foi uma expressão elevada de dever e cidadania, uma demonstração de que a juventude moçambicana está pronta para contribuir activamente para o desenvolvimento nacional”.

Ao longo da formação, os prestadores adquiriram competências essenciais em agricultura, pecuária e construção civil. Estas áreas são mais do que sectores económicos. São os alicerces sobre os quais Moçambique está a erguer a sua independência económica, uma das grandes prioridades do Governo, no quinquénio 2025-2029.

“O Serviço Cívico está a alinhar-se com esta visão, posicionando-se numa nova trajectória institucional, ou seja, de organismo assistencial a organização produtiva, de executor de tarefas a gerador de valor e de receptor de recursos a instituição auto-sustentável. E é exactamente isso que queremos: um Serviço Cívico que produza, que inove, que sustente, que contribua para a economia nacional e para o bem-estar do nosso povo. Porém, é necessário acelerar o passo, porque este não é o tempo de andar, é tempo de todos nós corrermos”, afirmou Chapo.

O Executivo, de acordo com o Presidente da República, definiu como meta estratégica transformar o Serviço Cívico numa instituição capaz de produzir o suficiente para suprir as suas necessidades básicas, contribuir para a segurança alimentar das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, criar cadeias produtivas locais com impacto nacional junto das comunidades locais, reduzir a dependência financeira do Estado e apoiar projectos de desenvolvimento comunitário.

“Este objectivo não é apenas administrativo. É político. É económico e é patriótico. Porque um país torna-se verdadeiramente independente quando tem instituições fortes, produtivas e eficientes para promover o desenvolvimento sustentável”.

O Presidente da República, Daniel Chapo, recebeu hoje, a Representante do Programa Mundial de Alimentação (PMA) em Moçambique, Claire Conan, em audiência durante a qual foram abordadas áreas estratégicas de cooperação entre o Governo e a organização, incluindo apoio humanitário, gestão de riscos de desastres, alimentação escolar e proteção social.

Em declarações à imprensa após o encontro, Claire Conan destacou a importância do encontro com o Presidente da República, que serviu para discutir a parceria de longa data entre o Governo de Moçambique e o Programa Mundial de Alimentação (PMA). Destacou ainda que o encontro reforçou o compromisso conjunto de enfrentar os desafios humanitários e de desenvolvimento do país.

A Representante do PMA sublinhou que a situação no norte do país, marcada por deslocações de populações, esteve entre os assuntos centrais discutidos. “Abordámos vários assuntos relevantes para esta parceria, em particular a situação preocupante no norte e a importância de garantir que as pessoas deslocadas recebam apoio adequado”, disse Conan.

Outro ponto tratado na audiência foi a gestão do risco de desastres, essencial para reduzir os impactos de fenómenos naturais em comunidades vulneráveis. 

“Falámos também sobre os nossos esforços conjuntos na gestão do risco de desastres, para assegurar que o impacto dos desastres seja reduzido o mais possível”.

O programa de alimentação escolar, que beneficia crianças em diversas províncias do país, também foi destaque na agenda.

“Abordámos o programa de alimentação escolar, do qual Sua Excelência o Presidente Chapo, assim como a Primeira-Dama, são grandes defensores, e discutimos como garantir que este programa seja consolidado e expandido”.

No domínio da protecção social, a representante do PMA destacou as transferências actualmente implementadas pelo Instituto Nacional de Acção Social (INAS) na província de Nampula, que “serão estendidas a outras seis províncias no início de 2026”, com apoio do PMA na execução e monitoria do programa.

Claire Conan reafirmou o compromisso do PMA de continuar a trabalhar em parceria com o Governo moçambicano. “Desejamos, obviamente, a Sua Excelência o Presidente Chapo e ao seu Governo os melhores sucessos”.

A Representante do PMA Conan mostrou-se entusiasmada ao notar que o Presidente Chapo possui uma compreensão muito clara do trabalho, que o Programa Mundial de Alimentação desenvolve em Moçambique, evidenciando experiência e conhecimento sobre a cooperação entre o Governo e a organização. 

“Sua Excelência o Presidente Chapo manifestou grande gratidão pela assistência prestada pelo Programa Mundial de Alimentação e acolhe com satisfação a continuação desta parceria”, disse, tendo assegurado que a relação entre o PMA e o Governo continuará a ser fortalecida em benefício da segurança alimentar e do desenvolvimento social do país. 

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