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O País – A verdade como notícia

A cidade de Chimoio, na província de Manica, acolhe a 11.ª Conferência Nacional de Quadros do Partido Frelimo, um encontro que tem como objectivo a definição dos pilares estratégicos para o futuro do país e da organização partidária. Num momento de elevada expectativa, o Presidente da Frelimo, Daniel Chapo, assumiu o centro do debate, apresentando o pensamento orientador que balizará o seu ciclo de governação e a acção do partido no terreno.

Após um ano e meio de governação, o Presidente Chapo endereçou a inquietação que, por diversas vezes, foi expressa pelos quadros e pelo povo moçambicano: o desejo de compreender com maior profundidade a essência do pensamento político do líder do partido, para além do discurso proferido na cerimónia de tomada de posse. Ao avançar com a apresentação da sua visão, Daniel Chapo deu resposta aos anseios da sua base de apoio, formalizando um documento que se assume como a bússola para os próximos tempos.

O Presidente sublinhou que o tempo de espera valeu a pena, notando que os resultados da governação já falam por si e são visíveis a toda a sociedade. A apresentação deste “pensamento” agora materializado num documento orientador  é vista como um passo decisivo para o processo de renovação da Frelimo. Segundo Chapo, este exercício de liderança visa garantir que a missão fundamental do partido continue a ser o trabalho dedicado ao povo, reafirmando o compromisso de transformar a esperança num futuro próspero para todos os moçambicanos.

O ambiente na capital da província de Manica é de convergência, com o líder da Frelimo a apelar à coesão e ao trabalho conjunto, consolidando o pensamento que deverá guiar o Governo e o Partido neste novo ciclo de esperança. A conferência, que reúne a elite política do partido no poder, reafirma-se como o palco onde se desenha o actual rumo político de Moçambique.  

Na abertura da 11.ª Conferência Nacional de Quadros do Partido Frelimo, que decorre na cidade de Chimoio, província de Manica, o Secretário do partido, Chakil Aboobakar, dirigiu-se aos presentes numa intervenção pautada pela reflexão sobre o rumo político e governativo do país.

Num discurso marcado pela necessidade de renovação e de uma ligação mais profunda com as expectativas do povo moçambicano, Aboobakar salientou a importância de descodificar o pensamento que orienta a actual liderança. O dirigente recordou o momento da tomada de posse do Presidente da República e Presidente do Partido, notando que, desde então, a grande interrogação que ecoava entre os cidadãos  e entre os próprios membros da Frelimo  residia na visão estratégica que definiria a governação.

“Queríamos perceber com profundidade o pensamento do nosso Presidente”, afirmou Chakil Aboobakar, sublinhando que o tempo de espera para compreender os resultados da governação, num período de um ano e meio, foi um exercício necessário e justificado. Para o Secretário, os indicadores actuais falam por si, dispensando explicações suplementares sobre o que é visível ao olhar da sociedade.

Contudo, o ponto alto da intervenção foi a expectativa em torno da formalização desse pensamento. Ao referir-se à disponibilidade do Presidente em registar a visão que deve orientar o Partido e o Governo neste ciclo político, Aboobakar expressou satisfação, classificando este momento como fundamental para a “renovação” e para a concretização das esperanças de futuro que o país almeja.

O Secretário do Partido concluiu a sua alocução convidando o Presidente a partilhar, de forma estruturada, o pensamento e a estratégia que servirão de bússola para o Executivo e para a Frelimo, reforçando que a missão primordial de ambas as estruturas é, e continuará a ser, o trabalho em prol do povo moçambicano. 

Membros e delegados da FRELIMO provenientes de diferentes províncias do país manifestam elevadas expectativas em relação à 11.ª Conferência Nacional de Quadros do partido, que decorre na cidade de Chimoio, província de Manica.

Para César, delegado do distrito de Gondola, a realização da conferência representa uma oportunidade para discutir questões consideradas fundamentais para o desenvolvimento de Moçambique, depois de uma década sem um encontro desta dimensão.

Entre as principais prioridades apontadas pelo delegado estão a melhoria da governação e da liderança, o reforço da estrutura do Estado e a melhoria da prestação de serviços básicos à população.

O delegado do distrito de Gondola defende ainda a necessidade de melhorar as unidades sanitárias, garantir maior disponibilidade de medicamentos, reabilitar e construir estradas, melhorar as condições salariais dos funcionários e agentes do Estado e criar mais oportunidades de emprego para os jovens.

O delegado considera igualmente importante a criação de condições favoráveis ao sector privado, de modo a estimular o investimento e gerar novas oportunidades para os moçambicanos.

Por seu turno, o Governador da Zambézia, Pio Matos, ouvido à margem do encontro, disse esperar que a conferência permita aprofundar e aperfeiçoar as ideias que sustentam o programa de governação.

Segundo o governante, o encontro constitui um momento privilegiado para que membros, simpatizantes e outros participantes apresentem propostas capazes de acelerar a resposta aos desafios do país.

O Governador defendeu que o desenvolvimento não depende apenas das instituições, mas também da atitude individual dos cidadãos, sublinhando a necessidade de cada moçambicano assumir a sua responsabilidade na procura de soluções para os problemas do país.

Outro participante destacou a necessidade de reforçar a coesão interna da FRELIMO e criar melhores condições de vida para a população, apontando a independência económica como uma das prioridades.

A paz e a segurança nacional figuram igualmente entre as preocupações apresentadas pelos participantes. O conflito em Cabo Delgado foi citado como um dos desafios que exigem maior vigilância e participação de todos, de modo a impedir o surgimento de novos focos de instabilidade.

O combate à corrupção foi também apontado como uma das principais matérias que devem merecer atenção durante a conferência. Um dos participantes considerou que este fenómeno afecta a relação entre o partido e a população e defendeu a adopção de mecanismos mais eficazes para o seu combate.

A 11.ª Conferência Nacional de Quadros da FRELIMO decorre em Chimoio, reunindo membros do partido para discutir questões relacionadas com a governação, coesão interna, desenvolvimento económico, prestação de serviços públicos, paz e combate à corrupção.

 

O Presidente da Frelimo, Daniel Chapo,  afirma que a Conferência Nacional de Quadros da Frelimo além de buscar soluções para para o desenvolvimento socioeconómico do País, deverá ser palco privilegiado para a promover e manter a coesão interna no seio dos membros do partido. 

O Presidente da Frelimo, que  está na cidade de Chimoio, província de Manica, desta a tarde desta quinta-feira, garantiu à sua chegada ao local que vai acolher um dos mais importantes eventos do partido, que a ocasião vai servir para discutir e procurar soluções para os vários desafios que o País enfrenta actualmente.  

“São convidados outros camaradas que não fazem parte dos órgãos para ampliarmos o debate das preocupações do povo moçambicano aqui no Chimoio, mas também convidamos simpatizantes, convidamos militantes e convidamos os fazedores das artes, da cultura, do desporto, camponeses, operários, empresários do sector privado, convidamos jovens, mulheres, crianças, músicos. Portanto, todos os extratos sociais estão aqui no Chimoio, juntaram-se à Frelimo porque sabem que só com a Frelimo é que podemos desenvolver Moçambique.”, explicou Daniel Chapo. 

O Presidente da Frelimo  justificou porque o partido, além de reunir apenas quadros do partido, contará no evento com convidados oriundos de diversos estratos.

“O povo moçambicano confia na Frelimo. O povo moçambicano sabe que só a Frelimo é que pode trazer solução. Por isso, comandantes, na Frelimo nós temos um princípio. A vitória prepara-se, a vitória organiza-se. É no âmbito desta preparação e organização da vitória que nós decidimos com a Frelimo que, para além da organização da Conferência Nacional de Quadros, que vai anteceder a nossa, ou melhor, o nosso 13º Congresso no próximo ano, nós precisávamos tomar algumas medidas.”, disse o Presidente da Frelimo. 

Daniel Chapo sublinhou que “desde a Célula até esta Conferência Nacional, debatemos as principais preocupações do povo, foram sistematizadas estas preocupações e durante três dias vamos aprofundar estes debates.”, anotou.  

CONDIÇÕES PREPARADAS PARA O EVENTO

As condições já estão criadas para o arranque da 11.ª Reunião Nacional de Quadros. Durante a semana, o secretário-geral da Frelimo, Chakil Abubakar acompanhou, no local, os preparativos do evento.

Falando a jornalistas, Abubakar afirmou que o encontro pretende ser um espaço de reflexão aberto e orientado para a procura de soluções para os principais problemas que afectam a população.

Sobre os preparativos para o encontro, o secretário-geral assegurou que as condições estavam criadas para garantir a realização da reunião, tendo em conta a chegada das delegações provinciais e centrais.

As delegações provinciais iniciaram a viagem para Chimoio desde segunda-feira, tendo todas elas chegado de todas ao local do evento na quarta-feira.

Em Chimoio, quase todos hotéis e casas de pasto estão com reservas esgotadas devido ao intenso movimento das delegações que vão participar do evento e também de turistas. Enquanto isso, nas proximidades do local da realização da Conferência Nacional de Quadros da Frelimo, centenas de pessoas encontram oportunidades de negócios.

Moçambique e Índia destacam as excelentes relações de amizade, solidariedade e cooperação existentes entre os dois países. Para o efeito, o  Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação realizou a terceira sessão de Consultas Políticas entre Moçambique e a Índia. 

A delegação moçambicana foi chefiada por José Matsinha, director da Direcção para Ásia e Oceânia, e delegação indiana, pelo Janesh Kain, secretário-adjunto (Joint Secretary) para África Austral no Ministério das Relações Exteriores da Índia.

Durante a sessão das Consultas Políticas, os representantes das duas delegações trocaram informações sobre a situação política, de segurança e socioeconómica nos respectivos países e discutiram mecanismos conducentes ao reforço das relações de amizade e de cooperação e de parceria estratégica bilateral e questões multilaterais de interesse mútuo.

As duas partes acordaram continuar a trabalhar em conjunto para o  reforço da cooperação entre os dois países, tendo identificado as áreas político-diplomático, defesa, combate ao terrorismo, segurança marítima, segurança pública, educação, energia, mineração, agricultura, saúde, comunicação e transformação digital, transportes  logística, indústria farmacêutica, indústria têxtil, comércio e investimento.

Os dois países acordaram ainda a realização, em Nova Deli, da VI Sessão das Consultas Políticas de Cooperação Bilateral, numa data a ser acordada.

O antigo Presidente da República, Joaquim Alberto Chissano, defende a criação de uma verdadeira cultura de não-corrupção em Moçambique, como forma de combater os recorrentes casos de corrupção e desvio de recursos na Administração Pública.

Falando na qualidade de uma das figuras associadas ao processo de paz em Moçambique, Chissano considerou que o combate à corrupção deve começar pela educação e pela mudança de comportamento dos cidadãos.

A posição surge numa altura em que o País continua a ser confrontado com sucessivos escândalos de corrupção, incluindo o recente caso relacionado com alegadas irregularidades no Instituto Nacional de Segurança Social (INSS).

Para o antigo Chefe do Estado, não basta condenar os actos de corrupção depois de estes ocorrerem. É necessário criar, desde a base, uma consciência colectiva que rejeite práticas que lesam o Estado e a sociedade.

“É preciso criar uma cultura. Eu costumo falar de cultura de paz, porque a cultura de paz é quando a paz vive em nós. Temos que também lutar para criar uma cultura de não-corrupção”, afirmou Joaquim Chissano.

O antigo Presidente reconheceu que a corrupção não é um fenómeno novo, salientando que a sua existência remonta a centenas de anos e que Moçambique não constitui uma excepção.

Na sua perspectiva, um dos grandes desafios está em fazer com que determinadas práticas, que em algumas comunidades são encaradas como normais, passem a ser identificadas e rejeitadas como actos de corrupção.

Chissano defende, por isso, uma intervenção que envolva toda a sociedade, desde as comunidades até às instituições públicas, com particular atenção para a educação das crianças e dos jovens.

“É preciso criar uma cultura de não-corrupção em todos os homens e mulheres. Isso deve começar precisamente na juventude, ou mesmo nas crianças”, sustentou.

Para o antigo Estadista, as gerações mais velhas também têm um papel importante neste processo, devendo transmitir aos mais novos os conhecimentos e experiências acumulados ao longo da vida.

Joaquim Chissano entende que a mudança de mentalidade deve ser gradual e assente numa educação permanente, capaz de levar os cidadãos a reconhecer, rejeitar e denunciar práticas de corrupção.

A criação de uma cultura de não-corrupção, defende, deve tornar-se um compromisso colectivo, à semelhança da cultura de paz, para que a rejeição da corrupção deixe de ser apenas um discurso e passe a fazer parte do comportamento quotidiano dos moçambicanos.

 

A educação, a cultura e o conhecimento devem assumir um papel transformador na construção e no desenvolvimento de Moçambique. A posição foi defendida pelo antigo Presidente da República, Joaquim Chissano, durante a cerimónia da 5.ª edição do Prémio Joaquim Chissano – Alumni Estudante Moçambicano em Portugal, que distinguiu o Professor Doutor Lourenço do Rosário.

Ao destacar o percurso do laureado, Chissano apontou Lourenço do Rosário como exemplo de como o conhecimento adquirido através da formação académica pode ser colocado ao serviço da sociedade. Sublinhou, entre outros aspectos, a sua contribuição para o estudo das literaturas africanas e da tradição rural, áreas em que desenvolveu investigação pioneira e reconhecida.

A Universidade Politécnica, fundada por Lourenço do Rosário, foi igualmente apresentada como exemplo do efeito multiplicador do conhecimento, por ter ampliado as oportunidades de acesso à formação para outros moçambicanos.

Joaquim Chissano destacou também o papel desempenhado por Lourenço do Rosário na vida política e social do país, particularmente na facilitação e construção de pontes entre actores políticos desavindos em diferentes momentos da história de Moçambique.

Para o antigo Presidente, a distinção atribuída nesta cerimónia transcende o reconhecimento do percurso académico de Lourenço do Rosário em Portugal, abrangendo igualmente a sua intervenção na transformação da vida política, social, económica e cultural da sociedade moçambicana.

Foi neste contexto que Chissano lançou um desafio à comunidade de antigos estudantes moçambicanos formados em Portugal, propondo a criação de uma estrutura mais organizada que possa actuar como “embaixadora do conhecimento”, facilitadora do diálogo entre instituições e agente incentivador do desenvolvimento.

Na perspectiva de Chissano, o fortalecimento desta comunidade permitiria transformar a experiência e o conhecimento adquiridos pelos antigos estudantes numa força de intervenção contínua na sociedade, evitando que a ligação entre os alumni se perca depois da conclusão da formação.

O antigo Presidente defendeu ainda que o desenvolvimento não pode ser construído por sectores isolados, sublinhando a necessidade de articulação entre cultura, educação, economia, ética, valores e paz.

A mensagem foi deixada no Instituto Camões – Centro Cultural Português, em Maputo, durante a cerimónia que distinguiu Lourenço do Rosário na 5.ª edição do Prémio Joaquim Chissano – Alumni Estudante Moçambicano em Portugal. Para Chissano, o legado que deve ser transmitido às novas gerações assenta na paz, no diálogo, na cultura, no conhecimento e na esperança.

A Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e Comunidade Moçambicana no Exterior, Maria de Fátima Simão Manso, participa, esta quarta-feira, em Díli, Timor-Leste, na 31.ª Sessão do Conselho de Ministros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), onde irá reafirmar o compromisso de Moçambique com os princípios e objectivos da organização.

A reunião, que será dirigida pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Timor-Leste, Benedito dos Santos Freitas, decorre sob o lema “A Consolidação do Estado de Direito Democrático e os Desafios para a CPLP”.

Na sua intervenção, Maria de Fátima Simão Manso deverá destacar a importância do multilateralismo, da cooperação e da solidariedade entre os Estados-membros, reiterando o empenho de Moçambique no fortalecimento da CPLP enquanto espaço privilegiado de diálogo e concertação política.

A participação moçambicana surge igualmente como uma oportunidade para contribuir para a reflexão sobre os desafios comuns da comunidade, com particular enfoque na promoção da paz, prevenção de conflitos, boa governação, desenvolvimento sustentável e reforço da cooperação económica e empresarial entre os países lusófonos.

A reunião do Conselho de Ministros constitui, assim, um momento de concertação entre os Estados-membros e de reafirmação do papel da CPLP na promoção de valores partilhados e na resposta colectiva aos desafios actuais.

À margem da sessão, a Secretária de Estado Manso será recebida em audiência pelo Presidente da República Democrática de Timor-Leste, José Ramos-Horta, encontro que deverá contribuir para o aprofundamento das relações de amizade e cooperação entre Moçambique e Timor-Leste.

A presença de Moçambique em Díli reforça, deste modo, o seu envolvimento activo na agenda da CPLP e o compromisso do país com a consolidação de uma comunidade assente na paz, no diálogo, na cooperação e no desenvolvimento sustentável.

Moçambique e a Índia reafirmaram, esta terça-feira, o compromisso de reforçar e consolidar a sua Parceria Estratégica Bilateral, bem como a cooperação no âmbito da parceria Índia-África e no contexto do Sul Global.

O compromisso foi assumido durante a terceira sessão de Consultas Políticas entre a República de Moçambique e a República da Índia, realizada em Maputo, no Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação.

A delegação moçambicana foi chefiada pelo Embaixador José Matsinha, Director da Direcção para Ásia e Oceânia, enquanto a delegação indiana foi liderada por Janesh Kain, Secretário Adjunto (Joint Secretary) para África Austral no Ministério das Relações Exteriores da Índia.

Na sessão de abertura, os dois chefes de delegação destacaram as excelentes relações de amizade, solidariedade e cooperação existentes entre os dois países, reiterando a necessidade de aprofundar os laços bilaterais e consolidar a Parceria Estratégica entre Moçambique e Índia.

Durante as Consultas Políticas, as duas delegações trocaram informações sobre a situação política, de segurança e socioeconómica nos respectivos países, tendo igualmente discutido mecanismos destinados ao reforço das relações de amizade, cooperação e Parceria Estratégica bilateral, bem como questões multilaterais de interesse mútuo.

As duas partes acordaram continuar a trabalhar conjuntamente para fortalecer a cooperação bilateral, identificando como áreas prioritárias o domínio político-diplomático, defesa, combate ao terrorismo, segurança marítima, segurança pública, educação, energia, mineração, agricultura, saúde, comunicação e transformação digital, transportes e logística, indústria farmacêutica, indústria têxtil, comércio e investimento.

No âmbito do aprofundamento do diálogo bilateral, Moçambique e Índia acordaram ainda realizar, em Nova Deli, a VI Sessão das Consultas Políticas de Cooperação Bilateral, em data a ser acordada entre as duas partes.

A sessão decorreu num ambiente de abertura e franqueza, assente no conhecimento mútuo e nos fortes laços de amizade e irmandade que unem os dois povos e países.

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