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O País – A verdade como notícia

Governo lança MozCommunity com financiamento de 250 milhões de dólares para projectos no Norte

O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, lançou, esta segunda-feira, em Pemba, província de Cabo Delgado, o Programa MozCommunity, uma iniciativa avaliada em 250 milhões de dólares norte-americanos, financiada pelo Banco Mundial, destinada a promover a coesão social, inclusão económica e desenvolvimento de infra-estruturas resilientes nas províncias de Cabo Delgado,

O Presidente da República, Daniel Chapo, fez esta terça-feira o balanço da visita de governação de proximidade realizada de 29 de Junho a 1 de Julho em Cabo Delgado, classificando-a como “francamente positiva” e reafirmando que o combate ao terrorismo continua a ser a principal prioridade do Governo na província.

Durante a missão, o Chefe do Estado escalou os distritos de Montepuez e Meluco, bem como a cidade de Pemba, onde manteve encontros com autoridades locais, líderes comunitários, sector privado, mulheres e população em geral.

Daniel Chapo anunciou que o Governo está a trabalhar para duplicar ainda este ano o financiamento do Fundo de Desenvolvimento Económico Local (FDEL) em todos os distritos do país e garantiu a manutenção da emissão gratuita de bilhetes de identidade até Dezembro .

O Presidente reiterou igualmente o compromisso de retomar gradualmente o pagamento de horas extraordinárias aos funcionários públicos , garantindo em simultâneo o pagamento atempado dos trabalhadores públicos.

No domínio da segurança, sublinhou que “atacar Cabo Delgado é atacar Moçambique” e defendeu que a paz é condição necessária para a construção de estradas, escolas, hospitais, sistemas de abastecimento de água e expansão da energia.

O Chefe do Estado alertou ainda para os perigos da desinformação e dos barcos , que estes instrumentos são usados ​​para dividir os moçambicanos e provocar violência.

Num encontro com mulheres da província, Chapo reafirmou o compromisso do Governo com o empoderamento económico feminino , destacando a criação do Fundo Pró-Mulher no âmbito do programa Empodera .

No final da visita, o Presidente encorajou o sector privado e os investidores nacionais e estrangeiros a continuarem a investir em Cabo Delgado , apontando o potencial agrícola, mineiro, pesqueiro, turístico e industrial da província.

“Saímos de Cabo Delgado ainda mais confiantes na capacidade dos nossos compatriotas de continuar a construir uma província cada vez mais desenvolvida, segura e próspera”, afirmou Daniel Chapo.

Deputados da Bancada Parlamentar do PODEMOS foram impedidos de aceder e fiscalizar o Armazém Central de Medicamentos do Zimpeto na Cidade de Maputo por alegada ausência dos responsáveis em gozo de licença disciplinar. Os deputados dizem haver um esquema de desvio de medicamentos no armazém.

Outra vez, a bancada parlamentar do PODEMOS visou instituições ligadas ao sector da saúde. O grupo parlamentar visitou de surpresa o Armazém Central de Medicamentos no Zimpeto para fiscalização parlamentar, mas as suas intenções foram frustradas. “Simplesmente, a direção do armazém não aceita que nós entremos como deputados para fiscalizar.” Disse Ivandro Massingue, porta-voz da Bancada, explicando as razões: “todos os funcionários responsáveis do armazém estão de férias.”

“O Estado tem que parar, o país tem que parar, o governo não funciona, as instituições não funcionam porque todos os directores estão de férias?” Questionou o deputado

Os deputados dizem que a visita tinha por objectivo desmantelar um alegado esquema de desvio de medicamento denunciado por pessoas devidamente posicionadas na instituição.

“A denúncia que nós recebemos dá indicações de que tem muitos lotes, muitas caixas de medicamentos que já foram declaradas fora do prazo e que, legalmente, serão retiradas para abastecer o mercado paralelo e nós queríamos ver isso em flagra” 

Assim, uma vez frustrada a intenção, o porta-voz diz que o grupo parlamentar vai preterir o convite da direção para fiscalizar o centro, assim que os responsáveis regressarem de férias.

O Presidente da República, Daniel Chapo, reafirmou esta terça-feira, em Pemba, o compromisso do Governo com o empoderamento da mulher moçambicana e com a reconstrução social e económica de Cabo Delgado, destacando o papel central das mulheres no desenvolvimento do país, no âmbito da iniciativa de Governação de Proximidade com o Povo. 

O anúncio da operacionalização do fundo “Pro Mulher” foi o ponto alto do encontro interactivo, onde o Executivo desenhou novas linhas de financiamento distrital e assegurou esforços contínuos para garantir a estabilidade na região Norte. 

Durante uma interacção com mulheres da província, o Chefe do Estado sublinhou que a aposta em programas específicos para o género feminino decorre da confiança na sua capacidade de gestão e liderança, afirmando que o desenvolvimento de Moçambique não é possível sem a participação activa da mulher. No seguimento da sua visita de trabalho que realiza desde segunda-feira, o governante expressou o entusiasmo da liderança central com este diálogo directo. 

Para sustentar a visão de inclusão do Executivo, o estadista moçambicano revisitou o percurso histórico do país desde a independência, em 1975, lembrando que a nação contou com uma única mulher no cargo de Primeira-Ministra, a falecida Luísa Diogo. A seguir, defendeu que a actual filosofia de governação assume como critério o equilíbrio de género nas tomadas de decisão na esfera do poder, estabelecendo que, caso a presidência seja ocupada por um homem, a liderança do Conselho de Ministros deve ser confiada a uma mulher. 

O Presidente fundamentou que essa divisão de responsabilidades decorre do reconhecimento de que as mulheres são grandes gestoras, justificando assim a nomeação de quadros femininos para a pasta das Finanças, além dos ministérios da Educação, Combatentes, Trabalho e Negócios Estrangeiros. Em tom descontraído e próximo, o Presidente Chapo recorreu a exemplos do quotidiano doméstico para ilustrar a eficácia das cidadãs na administração de orçamentos familiares curtos, contrapondo com a facilidade com que os homens esgotam recursos. 

Como resposta prática aos desafios económicos, o Chefe do Estado apresentou as directrizes do fundo “Pro Mulher”, um programa de financiamento estruturado que irá funcionar nos moldes do fundo Fundo de Desenvolvimento Económico Local (FDEL) e que se estenderá a todos os distritos do país. Esta iniciativa surge para dar robustez financeira ao programa “Empondera”, lançado no ano passado pela Primeira-Dama em Nampula, tendo como único requisito de acesso a confirmação de que a beneficiária é uma mulher moçambicana. 

O governante enalteceu a resiliência das mulheres de Cabo Delgado, classificando-as como o símbolo máximo da resistência feminina no país por manterem o foco no trabalho e no desenvolvimento local, mesmo sob o peso das adversidades. Expressou a sua gratidão pelas ofertas e mensagens de apoio recebidas durante o evento em Pemba, notando que a capacidade de agradecer pelos pequenos gestos é a base para o crescimento colectivo. Durante a interacção, o Presidente Chapo abordou a crise humanitária provocada pelo terrirismo na província, tendo manifestado solidariedade para com as famílias deslocadas e sobreviventes, asseverando que a dor de Cabo Delgado repercute-se em todo o território nacional.  

O Chefe de Estado lamentou que as acções terroristas estejam a desestruturar o tecido social através da separação forçada de famílias, mortes e destruição de infra-estruturas vitais, tais como escolas, hospitais e campos de cultivo que garantem o sustento comunitário. Diante deste cenário, o Executivo reafirmou o compromisso de trabalhar ininterruptamente para a reposição da ordem pública e da paz, garantindo que as raparigas e mulheres em situação de deslocação não percam o acesso à saúde e à educação. No encerramento do encontro, o Presidente Daniel Chapo apelou a um esforço conjunto de homens e mulheres para erradicar o terrorismo, e sublinhou que a violência nas famílias, seja ela física ou psicológica, compromete a harmonia social, destacando que os Gabinetes de Atendimento à Mulher e à Criança da Polícia da República de Moçambique (PRM) estão igualmente instruídos para acolher e mediar conflitos que afectem qualquer um dos cônjuges. 

O Governo reafirmou o seu compromisso de continuar a implementar reformas estruturantes destinadas a melhorar o ambiente de negócios no país, com destaque para a redução dos custos de transação, o aumento da eficiência administrativa e a maior previsibilidade regulatória na economia.

A posição foi expressa durante o encerramento do Décimo Terceiro Conselho de Monitoria do Ambiente de Negócios (CMAN), um encontro que reuniu representantes do Executivo, do sector privado e parceiros institucionais.

Na ocasião, foi destacado o carácter produtivo da interacção entre as partes, que permitiu avaliar e perspectivar políticas e acções orientadas para o fortalecimento do ambiente de negócios em Moçambique.

O Governo saudou o Ministério da Economia, a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) e demais intervenientes pelo contributo prestado na realização do evento, sublinhando a importância do CMAN como mecanismo de diálogo público-privado.

Foi igualmente reiterado o compromisso do Executivo em prosseguir com a adopção de medidas estruturantes, com enfoque na prevenção e combate à corrupção, simplificação de procedimentos, expansão da digitalização dos serviços públicos e integração de sistemas electrónicos de atendimento ao cidadão e ao investidor.

Ao longo do presente semestre, foram aprovados vários instrumentos legais e regulatórios, com destaque para a criação do Banco de Desenvolvimento de Moçambique, cuja regulamentação se encontra em fase final de elaboração.

Constam igualmente a revisão das leis do Sector Empresarial do Estado, de Minas e de Petróleos, bem como a aprovação do regulamento das Zonas Económicas Especiais e Zonas Francas Industriais, além do regime da mera comunicação prévia e do licenciamento simplificado.

O Executivo sublinhou que a implementação efectiva destas medidas exige o envolvimento de toda a sociedade, incluindo o sector público e privado, organizações empresariais, academia e demais parceiros de desenvolvimento.

Foi também reafirmado que a estabilidade macroeconómica deve ser assumida como uma responsabilidade colectiva, sendo essencial para garantir um desenvolvimento económico sustentável e inclusivo.

O Governo defendeu ainda a necessidade de um sector privado forte, competitivo e dinâmico, em parceria com o Estado, como condição fundamental para impulsionar o crescimento económico, gerar emprego, atrair investimento e melhorar o bem-estar dos cidadãos.

A terminar, o Executivo reiterou a sua determinação em continuar a implementar acções concretas para a melhoria do ambiente de negócios, tendo como referência o trinómio custo, tempo e benefício.

 

O Presidente da República, Daniel Chapo, manifestou-se satisfeito com a implementação do Fundo de Desenvolvimento Económico Local (FDEL) no distrito de Meluco, província de Cabo Delgado, destacando o impacto da iniciativa na geração de emprego, no aumento do rendimento das famílias e na dinamização da economia local.

A satisfação foi expressa esta terça-feira, durante um encontro mantido com os beneficiários do fundo, no âmbito da sua visita de trabalho àquele distrito.

Na ocasião, o Chefe do Estado afirmou ter constatado que os mutuários estão a aplicar correctamente os recursos recebidos e demonstram consciência da necessidade de cumprir os compromissos assumidos com o Estado.

“Aqui em Meluco conseguimos perceber que o dinheiro chegou aos mutuários e que estes têm consciência de que devem devolver os valores recebidos. Assinaram contratos, conhecem os períodos de graça e sabem exactamente quando devem iniciar os reembolsos”, afirmou.

Daniel Chapo felicitou os beneficiários pela forma como estão a gerir os seus negócios, salientando que os projectos financiados pelo FDEL estão a criar oportunidades de emprego para outros jovens e a contribuir para a melhoria das condições de vida das famílias.

O Presidente da República destacou ainda o papel do fundo na aproximação de bens e serviços às comunidades, referindo o exemplo de uma mercearia instalada num posto administrativo onde anteriormente não existia um estabelecimento comercial com oferta diversificada de produtos.

“Hoje a população consegue adquirir óleo, açúcar, sal e outros produtos mais perto das suas residências. Este é o objectivo do Fundo de Desenvolvimento Económico Local: dinamizar a economia dos distritos, gerar rendimento para os beneficiários e suas famílias, criar emprego para outros jovens e promover a circulação de dinheiro ao nível local”, explicou.

Segundo o Chefe do Estado, o sucesso do programa depende igualmente do cumprimento das obrigações assumidas pelos beneficiários, de modo a permitir que mais cidadãos possam ter acesso ao financiamento e desenvolver os seus próprios negócios.

O Fundo de Desenvolvimento Económico Local foi criado pelo Governo com o objectivo de impulsionar iniciativas de geração de rendimento, estimular o empreendedorismo e promover o desenvolvimento económico sustentável nos distritos do País.

 

O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, endereçou uma mensagem de condolências à Presidente interina da República Bolivariana da Venezuela, Delcy Rodríguez, na sequência dos sismos que atingiram aquele país, provocando perdas de vidas humanas, feridos e avultados danos materiais.

Na mensagem, o Chefe do Estado manifesta profundo pesar pela tragédia e transmite, em nome do Governo da República de Moçambique, do povo moçambicano e em seu próprio nome, as mais sentidas condolências à Presidente interina, ao Governo e ao povo venezuelanos, particularmente às famílias das vítimas.

“Partilhamos a dor do povo venezuelano neste momento de luto. Que as famílias enlutadas encontrem conforto perante esta irreparável perda e que os feridos recuperem rapidamente. Moçambique permanece solidário com a Venezuela nesta hora de profunda consternação”, refere o Presidente da República na mensagem dirigida à sua homóloga venezuelana.

Daniel Chapo reafirma ainda os laços de amizade e cooperação que unem Moçambique e a Venezuela, expressando confiança na capacidade de resiliência do povo venezuelano para superar este difícil momento.

O Presidente da República, Daniel Chapo, advertiu esta sexta-feira que o consumo e o tráfico de drogas constituem uma das maiores ameaças ao futuro da juventude moçambicana, alertando que o fenómeno compromete o desenvolvimento social, económico e humano do País. A posição foi manifestada numa mensagem dirigida à Nação por ocasião do Dia Internacional de Luta Contra o Abuso e Tráfico Ilícito de Drogas.  

Na sua comunicação, o Chefe do Estado salientou que o consumo de estupefacientes afecta, sobretudo, adolescentes e jovens, provocando dificuldades no aproveitamento escolar, problemas de saúde física e mental, conflitos familiares e sociais, bem como o envolvimento com o sistema de administração da justiça. Segundo o Presidente, cerca de 53,52 por cento dos utentes dos serviços de saúde relacionados com o consumo de drogas pertencem a esta faixa etária, um dado que considera preocupante.  

Daniel Chapo advertiu, igualmente, que o tráfico de drogas alimenta outras formas de criminalidade, como a corrupção, o branqueamento de capitais e o terrorismo, constituindo um sério obstáculo ao desenvolvimento e à independência económica de Moçambique. O estadista reafirmou o compromisso do Governo em reforçar a cooperação internacional e defender uma estratégia que combine o combate ao tráfico com a prevenção do consumo e do abuso de substâncias psicotrópicas, considerando esta abordagem essencial para travar um fenómeno que, segundo afirmou, continua a devastar a juventude e a comprometer o futuro do País.

O Presidente da República recebeu, nesta quarta-feira, uma carta do seu homólogo da República Árabe Saharauí Democrática, Brahim Ghali, na qual este manifesta gratidão pelo apoio que Moçambique tem prestado à causa da autodeterminação do povo saharauí.

A mensagem foi entregue pelo representante especial do Presidente saharauí, Mohamed Yeslem Beisat, durante uma audiência concedida pelo Chefe do Estado moçambicano, Daniel Chapo, em Maputo.

Falando à imprensa após o encontro, o emissário explicou que a carta aborda os mais recentes desenvolvimentos da luta do povo saharauí, bem como questões relacionadas com a cooperação bilateral entre os dois países.

Segundo Mohamed Yeslem Beisat, a mensagem expressa o reconhecimento da República Árabe Saharauí Democrática pelo apoio constante de Moçambique à causa da liberdade, libertação e autodeterminação do povo do Sahara Ocidental.

“O Presidente Brahim Ghali agradece ao Presidente Daniel Chapo e à República de Moçambique pelo apoio permanente à luta do povo saharauí pela liberdade e autodeterminação”, afirmou o diplomata.

Durante o encontro, as duas partes passaram igualmente em revista assuntos de interesse comum, com destaque para o reforço das relações de amizade e cooperação entre os dois Estados.

Moçambique mantém, desde há vários anos, uma posição de apoio ao direito do povo saharauí à autodeterminação, defendendo uma solução pacífica para a questão do Sahara Ocidental, em conformidade com os princípios das Nações Unidas e da União Africana.

A audiência serviu, assim, para reafirmar os laços históricos de solidariedade e cooperação que unem os dois países.

O ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Mateus Saize, afirmou esta quinta-feira que Moçambique está a implementar reformas estruturais para acelerar a transformação digital do sector da justiça, com vista a melhorar o acesso dos cidadãos aos serviços públicos, reforçar a transparência e aumentar a eficiência institucional.

Intervindo no XIV Fórum Jurídico Internacional, que decorre em São Petersburgo, na Federação da Rússia, Saize explicou que a transformação digital constitui uma das prioridades do Plano Estratégico 2025-2034 do Ministério, orientado para o fortalecimento do acesso à justiça e do Estado de Direito.

Segundo o governante, as reformas abrangem áreas como os processos de nacionalidade, os serviços de registo civil e notariado, o registo de entidades legais, predial, automóvel e criminal, bem como o sistema penitenciário.

Entre os avanços alcançados, o ministro destacou a aprovação da Lei da Tramitação Electrónica dos Processos Judiciais, em 2024, considerada um marco na modernização da administração da justiça. Referiu igualmente que todas as áreas de registo dispõem actualmente de bases de dados digitais e que cerca de 74 por cento dos processos de registo de entidades legais já são submetidos por via electrónica.

Apesar dos progressos, Saize reconheceu que a insuficiência de recursos financeiros continua a constituir um dos principais desafios para a concretização das metas definidas para a transformação digital do sector.

O ministro sublinhou ainda que a inovação tecnológica deve caminhar lado a lado com a protecção de dados pessoais, a cibersegurança e a defesa dos direitos fundamentais. Neste âmbito, anunciou que as leis sobre segurança cibernética e crimes cibernéticos já foram aprovadas e se encontram em fase de publicação.

Durante a sua intervenção, o governante manifestou igualmente o interesse de Moçambique em reforçar a cooperação internacional em áreas emergentes como a governação digital, a inteligência artificial e a segurança do ciberespaço, defendendo a partilha de experiências e boas práticas para acelerar a modernização dos sistemas de justiça.

Mateus Saize concluiu reafirmando o compromisso de Moçambique com a construção de uma justiça moderna, inclusiva e resiliente, assente na inovação tecnológica, no respeito pelos direitos humanos e na cooperação entre os Estados.

 

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