O governador do Banco de Moçambique afirmou que a estrutura salarial da instituição não sofreu quaisquer alterações durante o seu mandato, rejeitando as críticas que, nas últimas semanas, têm surgido em torno dos níveis de remuneração dos funcionários e dirigentes.
Segundo o responsável, o modelo salarial actualmente em vigor existe há vários anos, tendo sido herdado de administrações anteriores. “Desde que assumi funções, não alterei a estrutura salarial”, afirmou, acrescentando que as contas do banco são publicadas anualmente e sempre reflectiram a mesma política remuneratória.
O governador considerou estranho que o tema tenha ganhado destaque apenas no final do seu mandato, defendendo que a discussão está a ser alimentada pelo contexto da transição de liderança. “Parece que, agora que estou de saída, transformou-se num problema”, declarou.
Relativamente às críticas segundo as quais os salários seriam financiados com recursos do Estado, esclareceu que o orçamento do Banco de Moçambique é autónomo em relação ao Orçamento do Estado. Segundo explicou, as despesas da instituição são suportadas pelo próprio banco e não constituem encargos directos para os cofres públicos.
O responsável sublinhou ainda que os reajustamentos salariais obedecem a um Acordo Colectivo de Trabalho, negociado entre a Associação Moçambicana de Bancos, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sistema Financeiro e as instituições bancárias, incluindo o Banco de Moçambique. De acordo com o governador, os aumentos são definidos anualmente no âmbito desse acordo e não resultam de decisões unilaterais da administração.
No que respeita aos valores que têm circulado nas redes sociais e nalguns espaços públicos, o governador classificou-os como «absurdos» e afirmou que muitos resultam de interpretações incorrectas das demonstrações financeiras. Explicou que a rubrica relativa a salários inclui igualmente provisões para responsabilidades actuariais, designadamente benefícios futuros dos trabalhadores no activo e dos reformados, conforme exigem as normas contabilísticas e os auditores.
O governador concluiu afirmando que as acusações de irregularidades não correspondem à realidade e defendeu que a gestão salarial do Banco de Moçambique sempre respeitou os procedimentos legais e institucionais em vigor.
Foi detido o homem indiciado de matar a esposa, o suposto amante e sua família no distrito de Macate, província de Manica. O suspeito foi neutralizado na família da falecida esposa, quando tentava reaver o seu dinheiro de lobolo alegadamente porque a finada o traía.
Confesso, o responsável do crime é um jovem de 23 anos de idade, que movido por ciúme, com recurso a uma catana, não hesitou em tirar a vida da sua esposa. Já o suposto amante foi incendiado em sua casa junto de sua esposa e dois filhos.
“Ouvi que ela me traía, de lá da África do Sul, por isso voltei e a matei com com catana. O homem tem uma esposa e dois filhos, mas eu não consegui encontrá-lo sozinho”, confessou.
Depois de matar as cinco pessoas, o indiciado dirigiu-se ao distrito de Sussundenga para ameaçar a família da falecida a devolver o valor que gastou no lobolo, revelou Mouzinho Manasse, porta-voz da PRM em Manica.
“Foi graças a colaboração da Polícia com a família da falecida esposa, onde foi cobrar o valor do lobolo, que foi possível a sua neutralização.”
O valor do lobolo que o indiciado exigia após matar a esposa era de 50 mil meticais.
Cerca de cem casas ainda estão alagadas em Ricatla, no município de Marracuene, Província de Maputo. A edilidade local aposta no reassentamento como parte da solução.
Pedro Mulhanga foi a Ricatla pela primeira vez em 1977 e, nesse ano, viu que o local era propenso a inundações, mas, mesmo assim, arranjou um terreno e construiu a sua casa. Hoje, a água já atingiu o seu quintal, onde, nos tempos livres, se dedica à pesca.
O benefício da pesca não é nada comparado à questão da segurança, pelo que Mulhanga quer sair para um local seguro. “Aqui havia um caminho que não estava fechado, passavam pessoas para o outro lado e a chuva de agora veio encher. Havendo possibilidade do nosso Governo, não tenho como negar sair”, disse.
É uma vista que, de longe, atrai a atenção de quem passa, mas, para quem fica ou vive por cá, conhece a preocupação de perder tudo. Francisco Chabana tem o muro da sua residência alagado e diz estar a ver o perigo a espreitar. “Estão todos preocupados. É preocupante o que acontece aqui. Tenho um primo que abandonou a sua casa e foi arrendar numa área segura. Meus vizinhos também fugiram de suas casas, mas nós estamos nisto.”
Algumas das famílias que receberam terrenos em locais seguros, estranhamente, voltaram. Um desafio que as autoridades devem resolver, pois, para já, o reassentamento é a solução para as famílias que têm suas casas inundadas. O edil de Marracuene diz que Matalana é o local identificado para o reassentamento.
“Já conseguimos 97 terrenos para as populações da baixa de Ricatla, demos cimento, chapas de zinco e outro material de construção, ajudamos as populações a mudarem-se para e lá e vamos demolir tudo. Existe sempre aquela resistência, há pessoas que acham que ali onde há água há muito dinheiro e dizem que o Governo quer vender aquela área. Nós não queremos vender espaço nenhum. Aquilo é uma baixa onde morreram pessoas.”
Os moradores de Ricatla pedem às autoridades para garantirem segurança naquela zona, porque, para além de pescadores, há crianças que brincam e dão mergulhos, e isso representa perigo.
O exército ruandês foi recentemente acusado de utilizar armas sofisticadas, em apoio ao grupo rebelde M23 nos confrontos no leste da República Democrática do Congo.
À medida em que o conflito se intensifica no leste da República Democrática do Congo, as províncias orientais, ricas em minérios, tornaram-se também um campo de batalhas sangrentas de um número cada vez maior de países, incluindo o Ruanda, Burundi e Uganda, bem como para as forças regionais de três nações da África Austral.
Mais de 250 grupos armados locais e 14 grupos armados estrangeiros operam no leste da RDC, de acordo com um inquérito de 2023 realizado pelo Programa de Desarmamento, Desmobilização, Recuperação e Estabilização.
Recentemente, os confrontos entre o M23 e as Forças Armadas congolesas intensificaram-se com os rebeldes a avançarem constantemente, nos últimos dias, em direção a Goma, a capital de Kivu do Norte.
Mais recentemente, o Exército ruandês foi acusado de utilizar armas sofisticadas, como mísseis terra-ar (SAM), no Congo. Um documento da missão de manutenção da paz da ONU no leste do Congo, a MONUSCO, citado pela agência noticiosa AFP no início de fevereiro, refere que a utilização de um sistema SAM móvel naquele país indica uma escalada do conflito de forças convencionais.
Por sua vez, o Governo ruandês do Presidente Kagame, liderado pelos tutsis, acusa o Congo de apoiar a FLDR, o seu inimigo declarado. O grupo insurgente foi fundado por combatentes e famílias hutus que fugiram para o Congo após o genocídio ruandês de 1994, que viu cerca de um milhão de tutsis serem massacrados por extremistas hutus.
Na semana passada, o Presidente ruandês disse que, se não houver outra opção, o seu país está pronto para entrar em guerra com a República Democrática do Congo. Paul Kagame garantiu ainda que sempre esteve aberto ao diálogo com Félix Tshisekedi.
O internacional moçambicano Mexer Sitoe, renovou o seu contrato com o Bandirmaspor da II Liga da Turquia, por mais uma época, segundo uma nota do clube. Já Luís Miquissone, que terminou contrato com o Simba, ainda não tem situação definida sobre seu futuro.
Foi atravês da sua página das redes sociais que o Bandimarspor confirmou a renovação de Edson Sitoe, conhecido por Mexer, por mais uma temporada.
“Foi alcançado um acordo com Edson André Sitoe (Mexer), que tinha opção de renovação de uma época no seu contrato”, lê-se na pagina do Instagram do clube.
Para chegar à renovação do acordo valeu muito a temporada regular que o central moçambicano fez na última temporada, onde foi fundamental na obtenção de bons resultados que quase garantia a subida à primeira liga turca.
Na sua primeira época no clube sediado na cidade de Bandirma, Mexer disputou 30 jogos, maior parte deles como capitão da equipa e nesta renovação o objectivo é ajudar a equipa a conseguir a ascensão a primeira liga.
Já Luís Miquissone, que semana passada viu terminado seu vínculo com o Simba da Tanzania, ainda não tem o seu futuro definido. A possibilidade de regresso à União Desportiva de Songo foi colocada em cima da mesa, mas o clube hidroeléctrico não confirma e nem desmente.
António Trigo, ou simplesmente Paulito, disse que era cedo para abordar o assunto, tendo em conta que o mercado de inverno só agora abriu.
Entretanto, Luís Miquissone esteve presente na última terça-feira, na tribuna de honra do Estádio da HCB, para assistir o jogo entre a União Desportiva de Songo e a Black Bulls, que terminou empatado a uma bola.
A Sociedade Interbancária de Moçambique, SIMO, defende que deve haver maior investimento por parte dos bancos para garantir flexibilidade, de modo a evitar congestionamentos nas transações. A SIMO completou este sábado 13 anos de existência.
As recorrentes falhas nos sistemas de pagamentos não são de hoje. Um problema bem conhecido pelos utentes e reconhecido pela SIMO REDE, que através do seu administrador-executivo, Raimundo Matwhassa avançou algumas explicações.
“Quando uma solução entra há sempre alguns ajustamentos que devem acontecer, tanto da parte dos bancos como da própria SIMO e neste momento acreditamos que a rede está estável. É tecnologia e temos de estar sempre a ver se o problema é o tempo de resposta da instituição e como a SIMO está a tratar, então temos de ver isso, refinar os parâmetros para termos a melhor resposta para evitar qualquer congestionamento.”
Para minimizar as falhas nos sistemas de pagamento, a SIMO defendeu que é preciso que todos os intervenientes sejam flexíveis, sobretudo os bancos.
“Temos de garantir os investimentos, garantir maior colaboração com os bancos, que são também os players, porque numa transação estão envolvidos muitos players e o tempo de resposta conta muito para evitar congestionamento.”
Ainda à margem das celebrações do décimo terceiro aniversário da SIMO Rede, Mathwassa insistiu que a rede não deve ter quaisquer problemas. “A nossa rede não pode ter nenhum problema. Nós temos certificações internacionais que não podem falhar e qualquer falha da certificação internacional significa não operarmos”, alertou.
A cerimônia, que contou com a presença do Governador do Banco de Moçambique, foi marcada pela premiação dos funcionários que mais se destacaram ao longo dos 13 anos de existência da SIMO Rede.
O mau estado das vias de acesso dos bairros da Manga e Inhamízua, na cidade da Beira, província de Sofala, tem dificultado a circulação de pessoas e bens. Como consequência disso, os moradores destes bairros enfrentam um autênctico calvário para terem acesso ao hospital, assim como água potável.
Diante da situação, pedem uma intervenção por parte do Conselho Municipal da Beira. Segundo realatam, a degradação das estradas contribui também para as inundações em período chuvoso.
“Aqui a situação está mal, não passa carro, temos hospital aqui perto, temos FIPAG aqui perto, mas aqui não passa carro. Eu e minha vizinha tentamos intulhar para pessoas poderem passar, está mal essa via”, diz Flora Tambuca.
Flora não é a única que se queixa das vias de acesso, Riaze Ismail, residente do bairro de Manga, apela a intervenção da edilidade, visto que as estradas são também usadas por ambulâncias que transportam doêntes.
“Semana passada, uma ambulância enterrou, eu é que tive que mandar meu carro para vir rebocar ambulância, porque não tinha como sair. Então queria pedir ao presidente do município que olhasse muito para esta situação”.
A situação torna-se ainda agravante quando chove, aliás, ha zonas que mesmo sem chuva há mais de um mês continuam alargadas. “Drenagem aqui não temos, está lá linge, mas está tampado, ninguém faz limpeza nas valas. Aqui água não tem saída, quando enche na rua, encheu”, acrescenta.
As águas paradas têm, além de prejudicar a circulação, provocado doenças como a Filária nas crianças e malária.
A edilidade diz estar ciente dos problemas que afectam os bairros de Manga e Inhamízua, e garante que está a ser feito um trabalho para os solucionar. Gentúlio Manhique, vereador para a Área de construção e Urbanização, explica que no âmbito do Projecto de Desenvolvimento Urbano e Local, financiado pelo Banco Mundial, já há termos de referência prontos para o lançamento de concursos para estudos e projectos, no bairro da Manga.
Há cerca de 10 mil famílias que não têm acesso à água potável em Mahubo, Boane, província de Maputo, o que as obriga a consumir água dos charcos. As famílias até estão cientes das várias doênças a que estão expostas, mas dizem não ter outra opção.
Para se ter água potável em Mahubo, as famílias teriam de percorrer mais de 15 quilómetros. Porque não conseguem, os charcos são a “salvação”, recorrendo a água literalmente suja para o consumo e outros afazeres.
A caminhada para a busca do precioso líquido não é longa, mas chega a ser penosa, muitas vezes, é feita com crianças carregadas nas costas, e no meio do mato.
A chegada, um ritual quase que regra, mas que não muda nada, os recipientes são lavados para dar espaço a água do charco. Virgínia Enoque, residente de Mahubo, diz que mesmo não sabendo da origem da água do charco, não tem outra opção senão usa-la.
“Esta água é da chuva que se concentra aqui, não sabemos de onde vem, mas porque não temos alternativa é esta que usamos”.
O charco é usado por morradores de todo o bairro, não se sabe ao certo por quantas famílias, e a cada minuto chegam mais pessoas que dependem exclusivamente daquele local para ter água em casa.
Os homens também não estão isentos desta realidade. Julião Manuel, residente de Mahubo, é dos muitos que também usa a água dos charcos para o consumo. “Tiro esta água por conta do sofrimento, venho de Mahubo 24 para aqui, dependemos apenas desta água. Estamos todos, desta zona, a sofrer por causa de água”.
Cientes das impurezas que a água contém, os morradores de Mahubo adoptaram alguns métodos para a purificação de água. Xavier Vasco diz que usa cinza para tratar a água. “Estou a colocar cinza na água para purificar, para matar os micróbios, porque esta água é imprópria. Bebemos por causa da pobreza”.
Depois de aparentemente tratada, a água é usada para o consumo, para servir as crianças, afinal a caminhada para a escola é longa, e elas precisam de água para ajudar a aguentar o percurso.
Por um lado estão as crianças, por outro, idosos como a vovó Carline João, que não consegue andar e vive sozinha. Devido a sua condição física os outros vizinhos é que trazem água para o seu consumo, que também é tirada dos charcos.
Os morradores de Mahubo também usam água da chuva para o consumo, entretanto, já há muito tempo que não chove.
Mas afinal por que esta população tira água deste charco para fazer as suas actividades e até para beber?
Quem responde a essa pergunta é Carlos Maquingua, residente de Mahubo, que conta que o problema da falta de água não é uma novidade no bairro. “O Problema da falta de água não é recente, já há muito sofremos devido a falta de água, quando fazemos uma pequena manifestação, queimamos pneus na estrada, eles abrem e a água jorra nas nossas torneiras, mas depois fecham, porque a água não é do estado é de um fornecedor privado e ele faz o que quiser”.
Depois de mais de quatro meses sem água, na última quarta- feira jorrou um pouco nas torneiras, mas apenas de madrugada, quem chegou tarde não apanhou nada.
“Fecharam a água por volta das oito horas, não consegui tirar nem um bidon, por isso estou aqui, porque nem dinheiro para ir tirar a Boane e tirar água no Umbeluzi não tenho”, contou Carlos Maquingua.
É isso mesmo, quem quer ter água potável aqui, é percorrendo cerca de 15 km até a vila de boane, mas as contas não batem e é isso que fazem quando este charco seca, por falta de chuva.
Mahubo faz parte do município de Boane e a presidente reconhece o problema.
As bombas foram concertadas, mas este ano, com a passagem da tempestade Filipo as mesmas bombas voltaram a sofrer.
Ainda não há datas para que o projecto conjunto da FIPAG e o Município com financiamento do banco mundial possa efectivar-se, mas a edil garante que com o projecto os problemas serão ultrapassados, mas enquanto isso não acontece, as cerca de 10 mil famílias, de todo boane, incluindo mahubo, continuaram a sofrer.
Mais de 50 pessoas morreram no sul da China, devido a inundações e deslizamentos de terra, causadas por alterações climáticas. As autoridades chinesas têm emitido alertas sobre o agravamento das condições climatéricas em outras zonas do país, onde mais de 55 mil pessoas foram afectadas por chuvas fortes.
Pelo menos 50 pessoas morreram esta sexta-feira, no Sul da China na sequência de inundações e deslizamentos de terra, causadas por alterações climáticas.
De acordo com a Televisão estatal chinesa, as tempestades provocaram deslizamento de terras e inundações que já destruíram milhares de casas, incluindo estradas.
Já as autoridades locais, revelam tratar-se das inundações mais graves que já afetaram o país, desde que existem registos, depois do balanço anterior, realizado esta quinta-feira , que referia-se a nove mortos.
A China tem sido confrontada com condições meteorológicas extremas, um fenómeno cada vez mais recorrente devido às alterações climáticas. Até aqui, mais de 55.000 pessoas estão afetadas pelas fortes precipitações.
O Presidente da República diz que a crise política que se vive na Guiné-Bissau é normal para um país em reforma política, económica e social e que nenhum país está isento dela. Filipe Nyusi falava durante um banquete oferecido ao seu homólogo da Guiné-Bissau, na última quarta-feira.
Foi durante o banquete que o Presidente da República de Moçambique ofereceu ao seu homólogo da Guiné-Bissau, que visita pela primeira vez o nosso país, que Filipe Nyusi defendeu que nenhum país em transformação política está isento de convulsões sociais.
“Nenhum processo de reforma política, consolidação democrática e modernização económica está isento de dificuldades e obstáculos. Moçambique e os moçambicanos são os primeiros a saber, porque já vivenciaram essa experiência. Os processos democráticos nunca são intermináveis, requerem sempre o seu aperfeiçoamento, e nós encorajamos o povo a caminhar sempre junto”, disse Filipe Nyusi.
No entanto, Nyusi apelou ao seu homólogo para se inspirar em alguns processos democráticos em Moçambique.
“Fiquei satisfeito ao ouvir o Sr. Presidente, que no Parlamento fará como um ‘papo’ para explicar os processos da democracia, incluindo o Parlamento. Este aqui é o nosso objetivo, o contacto e a comunicação para juntos partilharmos as experiências e ver aquilo que se pode fazer melhor ou ainda corrigir.”
Sobre a fraca cooperação económica entre os dois países, Nyusi quer que se saia do papel à prática, sobretudo no capítulo da paz.
“A iniciar pela consolidação da paz e da democracia, capacitação institucional e reforma no sector da defesa e segurança, será motivo de grande satisfação testemunharmos, a breve trecho, os resultados positivos dos nossos esforços conjuntos, que poderão reflectir-se no crescimento das nossas economias e, consequentemente, na melhoria das condições de vida dos nossos cidadãos.”
Visivelmente satisfeito com a visita, o chefe de Estado guineense diz que está ciente dos desafios de governação, mas conta com o país para ultrapassá-los.
“Aguardo esta visita do Estado com as melhores expectativas e acredito que dela vai resultar a nossa determinação comum de reforçar os laços de cooperação entre a Guiné-Bissau e Moçambique. O desafio que temos pela frente é promover e intensificar o intercâmbio entre a Guiné-Bissau e Moçambique, nos domínios empresarial, cultural, académico e desportivo, e é essa expectativa que importa concretizar”, disse o presidente.
Na mesma ocasião, Embaló convidou o seu homólogo a visitar oficialmente a Guiné-Bissau, como confirmação da sua parceria..