O governador do Banco de Moçambique afirmou que a estrutura salarial da instituição não sofreu quaisquer alterações durante o seu mandato, rejeitando as críticas que, nas últimas semanas, têm surgido em torno dos níveis de remuneração dos funcionários e dirigentes.
Segundo o responsável, o modelo salarial actualmente em vigor existe há vários anos, tendo sido herdado de administrações anteriores. “Desde que assumi funções, não alterei a estrutura salarial”, afirmou, acrescentando que as contas do banco são publicadas anualmente e sempre reflectiram a mesma política remuneratória.
O governador considerou estranho que o tema tenha ganhado destaque apenas no final do seu mandato, defendendo que a discussão está a ser alimentada pelo contexto da transição de liderança. “Parece que, agora que estou de saída, transformou-se num problema”, declarou.
Relativamente às críticas segundo as quais os salários seriam financiados com recursos do Estado, esclareceu que o orçamento do Banco de Moçambique é autónomo em relação ao Orçamento do Estado. Segundo explicou, as despesas da instituição são suportadas pelo próprio banco e não constituem encargos directos para os cofres públicos.
O responsável sublinhou ainda que os reajustamentos salariais obedecem a um Acordo Colectivo de Trabalho, negociado entre a Associação Moçambicana de Bancos, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sistema Financeiro e as instituições bancárias, incluindo o Banco de Moçambique. De acordo com o governador, os aumentos são definidos anualmente no âmbito desse acordo e não resultam de decisões unilaterais da administração.
No que respeita aos valores que têm circulado nas redes sociais e nalguns espaços públicos, o governador classificou-os como «absurdos» e afirmou que muitos resultam de interpretações incorrectas das demonstrações financeiras. Explicou que a rubrica relativa a salários inclui igualmente provisões para responsabilidades actuariais, designadamente benefícios futuros dos trabalhadores no activo e dos reformados, conforme exigem as normas contabilísticas e os auditores.
O governador concluiu afirmando que as acusações de irregularidades não correspondem à realidade e defendeu que a gestão salarial do Banco de Moçambique sempre respeitou os procedimentos legais e institucionais em vigor.
Nesta quinta-feira, às 18h30, o Instituto Guimarães Rosa, na Cidade de Maputo, vai apresentar uma leitura dramática de trechos do conto “A Hora e a vez de Augusto Matraga”, de João Guimarães Rosa, poeta, romancista, contista e diplomata brasileiro.
Segundo uma nota de imprensa, o evento, patrocinado pela Embaixada do Brasil em Moçambique, pretende comemorar os 116 anos de nascimento do escritor Guimarães Rosa, que dá nome aos centros culturais brasileiros no exterior e que é considerado um dos maiores escritores do século XX.
“O texto, um dos mais emblemáticos de Guimarães Rosa e considerado por muitos o mais bem realizado da obra Sagarana (1976), é uma narrativa onde o escritor entra em região quase épica
de humanidade e cria um dos grandes tipos da nossa literatura. Com adaptação e direcção de Venâncio Calisto, traz no elenco os actores Expedito Araujo, brasileiro radicado em Maputo,
Fernando Macamo e Ramadane Matusse. Contará também com a participação do saxofonista Sarmento de Cristo”, lê-se na nota de imprensa.
Narrada na terceira pessoa, a história é protagonizada por Nhô Augusto, homem cruel, que dá uma reviravolta na própria vida e se vê numa luta contra o seu instinto. O texto é marcado
pela violência, vingança e realidade dura do sertão de Minas Gerais e pela escrita com passagens pontuais, em que o narrador deixa o leitor perceber a fronteira entre a invenção e a realidade.
“A hora e a vez de Augusto Matraga”, no Instituto Guimarães Rosa, terá uma duração de 55 minutos, com entrada gratuita.
A província de Manica poderá registar escassez de tomate nos próximos dias. O produtor António Pacanate alerta que a situação decorre do fenómeno geada, que se caracteriza, no inverno, pela descida de temperatura até abaixo de zero graus, afectando culturas tropicais, como o tomate.
António Pacanate produz uma área de cerca de três hectares de tomate, onde, em cada época, colhe mais de 1500 caixas, ou seja, perto de sete toneladas de tomate, o que o torna um dos maiores produtores na província de Manica.
Com o frio que já se regista, a sua produção está tremida.
“Estamos a prever essa escassês porque estamos no inverno, sabemos que no inverno há vários fenómenos que afectam a produção de tomate, é o caso de geadas”.
O engenheiro agrónomo, Iqbal Vilishane, explicou que a cultura de tomate é afectada no inverno devido às baixas temperaturas, sobretudo, o fenómeno geadas, que causam danos severos às plantas, destruindo folhas, flores e frutos.
“O tomate é uma cultura sensível e precisa de cuidados consoante o período de produção. para esse tempo de frio, precisamos aplicar produtos que possam combater as doenças, porque é o período propício para eclosão de doenças, visto que temos tido mudanças de temperaturas: de dia faz calor, e a noite, drasticamente, arrefece, isso é, condição necessária para aparecimento de doenças”.
Entreanto, Vilishane insta os produtores a não entrarem em desespero, pois, já existem soluções para evitar perdas de culturas, sobretudo o tomate no inverno.
“Nós, na Bayer, temos um produto chamado atracool, quando há geadas, forma cacimba, e ele combate para que as folhas não sequem com a cacimba”, explicou.
Em Manica, Vandúzi e Sussundenga são os distritos onde mais tomate se produz, abastecendo os mercados das regiões centro e norte do país.
Os moçambicanos ainda estão longe de ter o país que sonham, pois persistem os mesmos desafios de quando a independência foi proclamada. Quem o disse é o antigo presidente da República, Joaquim Chissano, durante as comemorações dos 49 anos da independência nacional.
O sonho “está longe”, mas a luta deve continuar e o investimento deve ser centrado no “homem e na mulher”. Parece um discurso filósfico mas o antigo dirigente explicou que o “homem e a mulher” devem acompanhar o desenvolvimento do tempo.
“Desenvolver o homem e a mulher é um desafio permanente, porque a ciência, a tecnologia, a forma da administração, de governação e tudo evolui com o tempo, portanto, o homem deve ser desenvolvido, queremos que o homem e a mulher moçambicana estejam ao nível mundial.”
Chissano entende igualmente que vencer o terrorismo é outra prioridade, visto que é também um dos factores que atrasam a “marcha do desenvolvimento”.
O “insucesso” nem sempre siginifica “fracasso”, portanto, Chissano também elogiou os moçambicanos e os chamou de “grandes”.
“Nós temos um grande povo, porque no meio das adversidades conseguimos resultados desejados por todo o mundo.”
O primeiro ministro que acompanhou o presidente nas cerimónias centrais, também considerou o terrorismo como uma “mancha negra” para o desenvoilvimento do país, e apelou a unidade nacional como forma de se alcançar o desenvolvimento e a paz.
A judoca internacional moçambicana, Jacira Ferreira, garantiu a qualificação para os Jogos Olímpicos, Paris 2024. Jacira é a terceira atleta moçambicana a conseguir tal feito, depois da Alcinda Panguana (boxe) e Deisy Nhaquile (vela). A judoca moçambicana que conseguiu a vaga por conta da Cota Continental vai competir na categoria de -52kg.
Recentemente a judoca moçambicana Jacira Ferreira esteve no Mundial em Abu Dabhi, nos Emiratos Árabes Unidos, onde não conseguiu somar qualquer ponto na luta pela qualificação a um dos maiores evento desportivos planetários. Ainda assim, Jacira Ferreira mantinha a esperança de se qualificar por uma das vagas do continente africano.
No primeiro combate, no referido mundial, a moçambicana, que participava na categoria dos -52kg, não teve sorte diante da cipriota Sofia Asvesta, na ronda 62.
Jacira Ferreira acabou derrotada por 2-0, no primeiro assalto, empatando no segundo assalto 0-0, resultado que foi insuficiente para somar qualquer ponto na prova, e precipitou o regresso à casa.
Depois de ter terminado em segundo lugar no campeonato africano aberto, em Luanda, e em sétimo no africano individual, em Abril passado, Jacira Ferreira foi para o mundial de Abu Dabhi com o objectivo de somar pontos para estar no radar dos Jogos Olímpicos de Paris, mas não aguentou com a 25ª melhor judoca do mundo.
Entretanto, as esperanças de qualificação aos Jogos olímpicos continuavam intactas para a atleta moçambicana, uma vez que, o continente africano tem 24 vagas nos Jogos de Paris, em cada uma das 14 categorias, e Jacira Ferreira está entre as 12 melhores judocas africanas na sua categoria.
A selecção nacional de futebol, os Mambas, na versão dos sub-23, estreia esta quarta-feira no torneio Cosafa diante da África do Sul, a partir das 18h00, em partida do grupo A. A equipa técnica e os jogadores dizem estar preparados para vencer os Bafana Bafana e conquistar a prova.
É o arranque da edição 2024 do torneio Cosafa, prova que inicialmente estava marcada para decorrer de 14 a 22 de Junho em Durban, África do Sul, agora com pontapé de saída esta quarta-feira.
Os Mambas entram para esta competição como a quinta melhor selecção da região no ranking da FIFA, atrás da anfitriã, África do Sul, Zâmbia, Angola e Namíbia, mas também a quarta melhor, na classificação da prova do ano passado.
Para esta edição o objectivo passa por vencer todos os jogos da fase de grupos e chegar à final da prova, para depois procurar fazer a história com a conquista da prova. E o primeiro adversário são os Bafana Bafana, esta quarta-feira.
O seleccionador nacional, Victor Matine, garante que a equipa está preparada para este jogo e para toda competição. “Sabemos que vamos defrontar uma grande selecção, mas vamos tentar contrariar o favoritismo deles, jogar um pouco organizados e não facilitar”, disse, acrescentando que vai ajudar o facto de todos os processos trabalhados estarem patentes no combinado nacional.
Já o médio Gianluca Lorenzoni também considera que não será jogo fácil, mas a equipa tem um objectivo. “Nós estamos concentrados jogo após jogo, que é a vitória e vamos trabalhar para alcançar o objectivo”, disse Gianluca.
Para o jogador dos Mambas há outro objectivo principal do conjunto: “como grupo queremos vencer a prova”.
Para esta empreitada a equipa técnica nacional chamou 23 jogadores, dentre os quais três guarda-redes, oito defesas, dez médios e dois avançados. O maior reforço da selecção sub-23 é a integração de Edmilson Dove, que comunicou a Federação Moçambicana de Futebol da sua disponibilidade para integrar a equipa nacional que vai disputar esta competição.
Os Mambas integram o grupo A juntamente com Eswatini e Botswana, que fazem o jogo inaugural da prova, a partir das 15 horas desta quarta-feira.
Depois de defrontar a África do Sul, esta quarta-feira, os Mambas voltam a jogar três dias depois, desta feita pelas 15h00, defrontando o Eswatini, no Wolfson Stadium, também situado em Port Elizabeth. No mesmo dia a África do Sul mede forças com o Botswana.
A terceira e última jornada da fase de grupos terá lugar no dia 2 Julho, no qual Moçambique vai ter pela frente o Botswana, partida também agendada para o Wolfson Stadium, pelas 15h00, mesma hora em que a África do Sul jogará com Eswatine, no Estádio Nelson Mandela Bay.
Os primeiros classificados de cada um dos três grupos e o segundo melhor posicionado de todas séries apuram-se para as meias-finais da prova que terão lugar no dia 5 Julho, com os jogos agendados para o Estádio Nelson Mandela Bay.
A edição deste ano do torneio Cosafa terá lugar na cidade de Port Elizabeth, de 26 de Junho a 7 de Julho.
O Presidente da República distinguiu esta segunda-feira a coreógrafa e bailarina Pêrola Jaime em reconhecimento do seu contributo na cultura moçambicana, diz um comunicado da Presidência da República.
Além de se destacar pela dança, o Chefe do Estado reconhece também outras qualidades da também conhecida como “Diva da Dança”.
”A distinção da Pêrola Jaime pelo Chefe do Estado foi feita em reconhecimento da sua participação activa e relevante na vida artística e cultural moçambicana, nomeadamente, pela produção literária de reconhecido valor, pelo empenho destacado na transmissão de valores culturais através da literatura, pintura, escultura, cinema, fotografia, música, dança, artesanato ou teatro, pelo significativo contributo no ensino artístico e cultural, divulgação e promoção de artes e letras moçambicanas”, lê-se.
No mesmo documento, o Presidente da República reconheceu o contributo , no ramo empresarial de Rui Cirne Plácido De Carvalho Fonseca, antigo presidente do Conselho de Administração da empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique, CFM, que foi distinguido com a “Ordem 25 de Junho, do 2º Grau”.
“Em reconhecimento dos actos meritórios e excepcionais, contribuindo para o desenvolvimento e funcionamento do Sector Empresarial do Estado, em particular, o ferro portuário, bem como o sector bancário.”
Rui Fonseca foi PCA dos CFM entre os anos de 1997 e 2010.
Serão distinguidos hoje 851 cidadãos nacionais com a “Medalha Veterano da Luta de Libertação de Moçambique”. A distinção vai decorrer durante as cerimónias centrais alusivas aos 49 anos da independência nacional que também lançam as festividades dos 50 anos em 2025.
Segundo um comunicado, a distinção pelo chefe de Estado surge em reconhecimento da sua participação activa na luta de libertação da pátria moçambicana, nas frentes da luta armada ou clandestina, do combate diplomático e da informação e propaganda.
Será a última vez que Filipe Nyusi vai dirigir as cerimônias oficiais do dia da independência nacional uma vez que o seu mandato vai terminar em janeiro após posse do novo presidente que será conhecido nas eleições de 09 de outubro próximo.
Proclamado a 25 de junho de 1975, em Maputo, as cemimónias centrais do Dia da Independência, decorrem a partir da Praça dos Heróis e contará com a presença de titulares de órgãos de soberania, dirigentes superiores do Estado e altos dignitários.
Em outras províncias as cerimónias serão dirigidas pelos governadores provinciais.
Os alunos da primeira classe já começaram a receber os livros escolares. Os professores dizem que os manuais vão facilitar o seu trabalho e avançam que a leccionação dos conteúdos não vai começar pela primeira página. Já os alunos da segunda classe, ainda vão continuar a usar os cadernos de actividade.
Cinco meses depois do arranque das aulas, os alunos da primeira classe têm, finalmente, os livros escolares em suas mãos.
Os manuais começaram a chegar semana passada, depois de os professores terem trabalhado todo o primeiro trimestre e arrancado o segundo nas piores condições pedagógicas possíveis de se imaginar.
“Usávamos mais o caderno. Então, nós tínhamos de chamar a cada criança e dar o trabalho de escrever no seu próprio caderno e elas poderem copiar. É meio complicado, mas trabalhamos assim mesmo e conseguimos produzir alguma coisa”, explicou Fenias Saete, professor da primeira classe, na Escola Primária Completa Unidade 18.
Rosita Zeca, professora na Escola Primária Completa das FPLM, sublinha as palavras do seu colega de profissão: “Havia actividades, que eram difíceis de a criança perceber. Então, há necessidade de se ter o livro porque temos ali palavras e objecto, tendo em conta que estamos numa fase inicial e elas (as crianças) precisam de aprender a ver”.
E trabalhar com os alunos da primeira passa a ser mais fácil com a recepção dos livros escolares.
“Com o livro, tudo levamos a realidade do aluno. Cada um tem o seu material, onde vê, recebe a explicação do professor e, assim, acaba percebendo facilmente.
E mais: “Aquilo que o professor fala, mostramos no livro. Eles (os alunos) vêem no concreto. Que, afinal de contas, essa gravura ilustra o professor, as frutas e que muitas as crianças nunca viram”, acrescentou Florência Lázaro, professora da primeira classe.
E a recepção do material escolar não significa que os professores vão começar a dar aulas do zero.
“Nós vamos continuar com aquilo que eram as nossas actividades. Vamos começar o segundo trimestre. Então, as actividades que já passaram, eles vão exercitar com o novo livro. Vão servir como um conteúdo para consolidar aquilo que foram as aulas passadas, porque, de lá para cá, também tivemos algumas crianças que não desenvolveram bem as suas habilidades educativas e o livro poderá auxiliar nesta vertente”; explicou Rosita Zeca, professora da primeira classe.
As direcções das escolas confirmam a recepção dos livros escolares da primeira classe e que já foram distribuídos para todos os alunos. “Já recebemos os livros da primeira classe. Temos 290 alunos com igual número de livros de Potuguês e Matemática. Ainda aguardamos a recepção dos livros da segunda classe”, afirmaram Dulce Vilanculos, directora pedagógica da Escola Primária Completa das FPLM, e Alzira Basílio, directora da Escola Primária Unidade 18.
Estão matriculados para a primeira e segunda classes cerca de seis milhões de crianças. Os alunos da segunda classe vão continuar a usar o caderno de actividades impresso pela Académica Limitada.
Ossufo Momade acusa o Governo da Frelimo de descredibilizar a Renamo perante os seus antigos guerrilheiros, abrangidos pelo processo de DDR. O presidente da Renamo falava por ocasião dos 49 anos da Independência Nacional.
Numa comunicação à nação, por ocasião dos 49 anos da Independência Nacional, em que ficou evidente a ideia de lançamento da pré-campanha rumo às eleições gerais, Ossufo Momade imitou-se a lançar duras críticas ao Governo.
“O Governo do dia, em 49 anos, nunca apresentou políticas sectoriais públicas exequíveis sobre a cultura, saúde, educação, segurança social e vias de acesso, por consequência, Moçambique continua a apresentar as piores vias de acesso, incluindo nas cidades, sobretudo em períodos chuvosos, em que o país fica paralizado.”
Para Ossufo Momade, a actual situação da pobreza, baixa qualidade de educação e saúde colorem negativamente os 49 anos da Independência Nacional.
“Era desejável que hoje estivéssemos a celebrar o bem-estar das nossas populações. De ver as nossas crianças em escolas condignas e sorriso nos rostos. Infelizmente, as nossas crianças debaixo de árvores, sentadas no chão e sem livro escolar.”
Num evento em que a imprensa foi impedida de fazer questões, Momade continuou a criticar o Governo de Nyusi, escalando, desta vez, a página de segurança e tranquilidade públicas.
“O resultado deste mal pernicioso para a sociedade moçambicana são os raptos e sequestros, envolvendo milionários, para além de assaltos nas residências, com maior destaque para a cidade de Nampula. E a pergunta que não quer calar é: quem são os mandantes desses sequestros?”, questionou.
O líder da Renamo denuncia ainda a existência de uma onda de chantagens aos desmobilizados do processo DDR, onde desconhecidos têm vindo a fazer promessas infundadas com o objectivo de descredibilizar a liderança do partido.
“Repudiamos qualquer tentativa de usar politicamente o sofrimento dos nossos combatentes… voltamos a exortar os nossos combatentes a não acatarem falsas promessas que põem em causa o nosso compromisso com o DDR.”
Perante os quadros e simpatizantes do partido, o líder da Renamo encontrou um ambiente para reactivar o seu exercício político, 38 dias depois de ter sido reeleito ao cargo de presidente, no sétimo congresso da “perdiz”, havido na província da Zambézia.