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O Porta-voz da Frelimo, Pedro Guiliche, confirmou ao nesta sexta-feira a renúncia da Governadora da província de Gaza, Margarida Mapandzene, ao cargo, mas afasta as especulações de que o acto estaria relacionada a pressões internas. 

Guiliche esclarece que o acto é normal, previsto na legislação moçambicana, e que se enquadra na necessidade da Frelimo de garantir a implementação do manifesto eleitoral do partido, traduzido em acções concretas destinadas a melhorar as condições de vida da população.

Questionado sobre a associação da renúncia ao desvio de donativos destinados às vítimas das cheias, o porta-voz do partido disse não haver relação entre os casos. 

 Afirmo, no entanto, que o compromisso da Frelimo é com a integridade, o combate à corrupção e a concretização das promessas eleitorais, acrescentando que quaisquer suspeitas devem ser provadas pelas instituições competentes.

Para Guiliche, nesta fase, a atenção deve centrar-se na renúncia da governadora e no regular funcionamento das instituições, remetendo eventuais esclarecimentos adicionais para o momento oportuno e para as entidades responsáveis pela investigação de quaisquer alegações.

O que se segue, segundo o porta-voz, é o cumprimento da Lei, seguindo o processo de substituição, sendo que os Governadores provinciais são eleitos no âmbito de listas partidárias e que cabe agora à Assembleia Provincial desencadear os procedimentos necessários para a sua substituição.

O partido sublinha que o foco do Executivo deve manter-se na expansão dos serviços de saúde, da educação, da electrificação, das infra-estruturas rodoviárias e na promoção do desenvolvimento local, através de iniciativas como o Fundo de Desenvolvimento Local (FIDEL), vocacionado para apoiar projectos com potencial de gerar oportunidades de negócio e rendimento.

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Pela primeira vez, em 30 anos de democracia multipartidária em Moçambique, a Renamo perdeu o estatuto de maior partido da oposição e no seu lugar subiu um partido extraparlamentar, PODEMOS, com pelo menos cinco anos de existência. A Renamo caiu de 60 para 20 deputados e o PODEMOS estreia-se com 31 deputados. 

Na passada quinta-feira, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) divulgou os resultados das eleições gerais de 9 de Outubro e trouxe consigo várias novidades.

Entre elas está a derrapada da Renamo da posição de maior partido na oposição, uma posição que ocupava desde a introdução do Multipartidarismo em Moçambique, ou seja, há mais de trinta anos. 

O pivô desta queda, de acordo com a CNE, foi o PODEMOS, Partido Extraparlamentar criado em 2019, que passa a ser a segunda maior força política do país.

Ora, não foi apenas a posição que o PODEMOS arrancou da Renamo. A Perdiz perdeu assentos na Assembleia da República, ou seja, caiu de 60 para 20 deputados. 

Como consequência, estão fora do parlamento figuras como António Muchanga, Clementina Bomba, Elias Dhlakama, Geraldo Carvalho, André Magibire, Alberto Ferreira, Muhamad Yassine, Alfredo Magumisse e Saimone Macuiana, que tentava o seu regresso a casa do povo, bem como Paulo Vahanle que tentava a estreia. 

Outrora extraparlamentar, o Partido Optimista para o Desenvolvimento de Moçambique, ou simplesmente PODEMOS, entrou para a “casa do povo” com 31 deputados. Mas, afinal, quais são os nomes que vão compor o próximo parlamento?

Da cidade de Maputo entram Carlos Tembe e Rute Manjate. Já o círculo eleitoral da província de Maputo, onde o PODEMOS conseguiu seis lugares, será representado por  Sebastião Mussanhane, António Acácio, Alfredo Pelembe, Ivandro Massingue, Aristides Novela e Simião Nuvunga.  

O PODEMOS conseguiu representação também em Inhambane, com um mandato, ocupado por Nalfa Fumo. 

Sofala confiou dois mandatos ao partido, com Chico Mapenda e Valter Mabjaia a ocuparem os assentos. 

A população de Manica elegeu para seus representantes Mangaze Manuel e Forquilha Albino Forquilha. Para Tete, Mário Manguene é o único eleito deputado.

O segundo maior círculo eleitoral do país, o da Zambézia, elegeu três deputados. São eles Cacildo Muicocome, Fenando Jone e Almério Tchambule. 

Mas foi na província de Nampula, a mais populosa do país, onde o PODEMOS angariou mais assentos. 10 deputados poderão aceder a casa do povo, nomeadamente: Armando Joaquim, Luísa António, Dias Coutinho, Gonçalves Macuácua, Atija Mussa, Bonifácio Suliva, Tome Nantar, Jafete Eurico, Adelino Puaneleque e Gabriel Macuelas.

Por fim, no círculo eleitoral do Niassa, foi eleito deputado o membro Ângelo Jaime, enquanto que pela província de Cabo Delgado entram pela lista do Podemos os cidadãos Elísio Muaquina, Zainaba Andala e José Suail José.

 

Em 2025, caso o Conselho Constitucional decida manter estes resultados, o MDM terá amealhado o pior resultado, desde a sua estreia em 2009, como partido parlamentar. 

 

É que, de acordo com Dom Carlos Matsinhe, o partido liderado por Lutero Simango perdeu dois, dos actuais seis mandatos e assim, o MDM passa a contar com três mulheres e um homem: Nampula elegeu Leonor Souza, Secretária-Geral do partido e o actual porta-voz da bancada, Fernando Bismarque. Já o círculo eleitoral de Sofala elegeu Silvia Cheia, mandatária nacional, e Maria Fernando, membro da comissão política.

Dos candidatos a deputados que não conseguiram votos, o destaque vai para o círculo eleitoral da Cidade de Maputo, cuja cabeça de lista era a activista social Fátima Mimbire. 

Nomes como Lutero Simango e Elias Impuire não fizeram parte da lista dos concorrentes. 

Estas derrapagens da oposição, só beneficiaram a Frelimo, que consolidou a sua maioria absoluta com mais 11 deputados, podendo ocupar 195 dos 250 assentos disponíveis.  

E, de acordo com os resultados, vão compor a bancada da Frelimo alguns membros do actual Governo, tal são os casos de Ana Comoane, ministra da Administração Estatal e Função Pública, Celso Correia, ministro da Agricultura e a actual ministra do Negócio Estrangeiros e Cooperação, Verónica Macamo.

Engrossam também a lista o antigo edil da Matola Calisto Cossa e Eneas Comiche, antigo edil de Maputo.

A Frelimo poderá formar bancada com figuras como Elísio de Sousa (Jurista), Elcídio Bachita (Economista) e Egídio Vaz.

Mas todas estas contas ainda não são finais, uma vez que os partidos políticos dizem ter provas de que o processo eleitoral foi fraudulento. Assim caberá ao Conselho Constitucional apreciar as reclamações e provas e tomar a última decisão, até lá, aguardemos.

O Sporting Clube de Portugal ,equipa de Geny Catamo, venceu o Famalicão com o jogador moçambicano a contribuir com uma assistência pelo segundo jogo consecutivo. Por outro lado, o Barcelona venceu o Real Madrid no eterno clássico e é cada vez mais líder na Espanha.

Sporting a entrar em campo de cor de  rosa, uma mensagem de conscientização sobre o mês do cancro da mama .

Primeira parte sem golos e Geny Catamo a entrar no início da segunda parte no lugar do lesionado Nuno Santos.

O primeiro golo surge ao minuto 57. O japonês Morita faz o passe para o interior da área onde surge Gyokeres a fazer uma rotação perfeita e a finalizar com classe.

O segundo golo surge ao minuto 63. Geovany Quenda a aproveitar um ressalto e a fuzilar a baliza do Famalicão

O terceiro e último golo tem toque moçambicano. Geny Catamo, na ala direita, faz o passe a roçar  perfeição  com Gonçalo Inácio a finalizar à boca da baliza. Vitória Leonina com um registro perfeito de nove vitórias em nove jogos

Já diz um ditado que às vezes o feitiço vira contra o feiticeiro. 90 minutos no Bernabéu foram uma eternidade para o Real Madrid.

Mbappe até marcou primeiro, mas não contou pois foi apanhado em fora de jogo. A primeira de mais de  8 vezes em todo o jogo .

Se por um lado o Real era apanhado em fora de Jogo, o Barcelona tinha a  fórmula secreta para escapar dele  Robert Lewandowski faz o primeiro  com Casado a fazer um passe magistral .

Ainda os adeptos do Barcelona estavam a festejar e o craque blaugrana  voltou a marcar, dois minutos depois, com um cabeceamento irrepreensível.

Se ainda havia a esperança do real activar o modo Remontada  na recta final, o prodígio espanhol de 17 fez questão de dissipar as dúvidas mostrando que estava presente e pediu para gravarem bem o número 19 na camisola .

O golpe final veio aos 84 minutos com Raphinha, mais uma vez a fugir com classe ao fora de jogo e com freza a finalizar com um toque por cima de Lunin.

Barcelona abre uma vantagem de seis pontos  para os eternos rivais.

A Organização Mundial de Saúde advertiu que a situação no norte da Faixa de Gaza é catastrófica, devido à devastação da guerra, com operações militares intensas dentro e à volta das instalações de saúde.

A grave escassez de material médico, associada a um acesso “extremamente” restrito, está a privar as pessoas de cuidados vitais, na faixa de Gaza, segundo a Organização Mundial de Saúde.

A OMS refere-se, em particular, à situação em Kamal Adwan, o último hospital em funcionamento no norte de Gaza, que foi invadido pelas forças israelitas.

Sábado, a OMS anunciou que três assistentes e um outro profissional ficaram feridos no assalto ao hospital e que dezenas de assistentes foram detidos no estabelecimento de saúde, que albergava cerca de 600 pessoas, entre docentes, assistentes e outros.

A organização diz ainda ter perdido temporariamente o contacto com o seu pessoal no hospital durante o caos.

Aquele departamento acusou também as forças israelitas de terem detido centenas de membros do pessoal, doentes e pessoas deslocadas.

A Ordem dos Advogados de Moçambique acusa a Polícia da República de Moçambique (PRM) por estar a perpetrar violência e detenções arbitrárias contra cidadãos indefesos. Na mesma acusação, a Ordem diz que os tribunais são cúmplices dos crimes. 

A denúncia sobre o uso excessivo de força na actuação da PRM na privíncia de Cabo Delgado é um problema antigo que tem-se agravado com eclosao do terrorismo e ficou fora do controlo com recentes manifestacoes contra a alegada fraude eleitoral.

“Temos informações de uma criança de 15 anos que foi detida no dia 21 de outubro, só ontem foi restituída a liberdade, graças a intervenção dos advogados. A criança sofreu agressão dentro da 3a Esquadra da Cidade de Pemba”, denunciou Fidelino Gumaçanze, membro da OAM em Cabo Delgado.

Para a Ordem, a contínua violência policial deve-se à suposta cumplicidade dos órgãos de administração da Justiça.

“A atuação desta polícia que estamos recorrentemente a referenciar que é exacerbada a violência policial parece uma situação que ocorre sob o olhar impávido dos órgãos de administração da Justiça e parece-nos que os órgãos de Administração da Justiça são cúmplices, porque nada fazem”, acusou.

A suposta cumplicidade dos órgãos de Justiça a má actuação da polícia foi denunciada durante o julgamento de catorze jovens detidos na cidade de Pemba acusados de vários crimes relacionados às manifestações contra os resultados eleitorais de 2024.

“Colocaram barricadas nas estradas, colocaram pneus, arremessaram pedras, garrafas e demais instrumentos contundentes contra os agentes da Polícia da República de Moçambique junto das suas viaturas. Os nacionais já identificados também destruíram estabelecimentos comerciais de alguns particulares não mencionados e instituições do governo não mencionados. Na ocasião os nacionalistas exibiam cartazes contendo mensagens de repúdio à má governação pelo partido no poder e a morte dos senhores de nome Elvino Dias e Paulo Guambe. Referiram que respeitavam a instrução do candidato do partido PODEMOS de nome Venâncio Mondlane”, leu Carmen Massicame do Ministério Público.

A defesa dos supostos manifestantes está a ser garantida pela ordem dos advogados de Moçambique que exige a libertação imediata dos jovens por alegadamente serem considerados inocentes.

“Estamos no tribunal Judicial da cidade de pemba para exigir que este órgão de administração da justiça restituiu a liberdade a estes cidadão indefesos que se encontravam a exercer um direito fundamental e constitucional que é o direito à manifestação”.

Em Cabo Delgado as manifestações contra a suposta fraude eleitoral começaram no dia 21 de Outubro corrente e até ao momento não se sabe ao certo o número total de detidos.

Um incêndio de grandes proporções atingiu dezenas de barracas construídas de madeira e zinco no mercado FAE, ao nível da cidade de Quelimane, Província da Zambézia, causando prejuízos aos vendedores.

Consta que o fogo iniciou por volta das 21 horas desta quinta-feira e alastrou-se até a manhã desta sexta-feira. Foi possível debalar o fogo graças à intervenção de corpo de salvação pública, que disse que é prematuro avançar detalhes.

O vereador das actividades económicas diz que o curto circuito foi a causa do incêndio.

Refira-se que, em 2016, o mercado FAE registou igualmente um incêndio que prejudicou 230 comerciantes

 

 

O Mpox já causou mais de mil mortes em 18 países desde o início do ano. Segundo dados da Agência de Saúde Pública da União Africana, o continente já registou 45.327 casos dos quais 9.114 confirmados por testes.

O epidemiologista Ngashi Ngongo, chefe do Gabinete Executivo dos Centros Africanos de Controlo e Prevenção de Doenças, revelou que só este ano, já se registaram mais 400% de casos confirmados do que em todo o ano de 2023.

A República Democrática do Congo, epicentro da epidemia, e o vizinho Burundi são responsáveis por 96% das 1.001 novas infecções confirmadas na região na última semana, enquanto o Gabão, Guiné-Conacri, Ruanda, os Camarões e a África do Sul não confirmaram quaisquer novos casos nas últimas quatro semanas, de acordo com os dados do CDC África.

Quanto à vacinação contra a doença, Ngongo explicou que cerca de 5,6 milhões de doses foram confirmadas para serem enviadas para África, incluindo 2,5 milhões de doses da vacina produzida pela empresa farmacêutica dinamarquesa Bavarian Nordic e outras três milhões de doses do medicamento da japonesa KM Biologics.

“A República Democrática do Congo, a Nigéria, o Ruanda, a República Centro-Africana, a África do Sul e a Costa do Marfim já prepararam o seu plano de vacinação”, dos quais a RD Congo e o Ruanda já estão a vacinar “.

As diferentes epidemias de Mpox em África são impulsionadas por vários padrões de transmissão, e esta nova variante do vírus é transmitida principalmente entre humanos, enquanto a versão mais antiga tem, na sua maioria, origem em animais, segundo um estudo publicado pela revista científica Cell.

A situação, que obrigou a Organização Mundial da Saúde a declarar o Mpox uma emergência mundial, leva os investigadores a examinar as características específicas destas diferentes versões, em termos de perigosidade, contagiosidade e modos de transmissão.

Manifestantes montaram barricadas na Estrada Circular de Maputo, próximo ao Estádio Nacional do Zimpeto. Esse facto tem criado um embaraço na circulação de automobilistas. Os manifestantes exigem o pagamento de uma taxa para quem pretenda passar por aquela via. 

O caminho para a Primeira Rotunda, que dá acesso a bairros como Muhalaze, está, neste momento, condicionada, por barricadas e pneus queimados. A passagem deste troço é condicionada por parte dos manifestantes, que procuram saber o destino para posterior remoção das barricadas.

Refira-se que as barricadas foram montadas em uma via que serve de ligação entre a EN1 e EN4.

O jogo entre a selecção nacional de futebol (Mambas) e Mali, referente à quinta e penúltima jornada do Grupo I da fase de qualificação para o Campeonato Africano de Futebol (CAN), está marcado para dia 15 de Novembro, às 18 horas, no Estádio Nacional do Zimpeto. Quatro dias depois, ou seja, no dia 19, o combinado nacional irá fechar a corrida para o CAN defrontando a Guiné Bissau, em partida da sexta jornada. 

Para dirigir a partida, a CAF nomeou um trio do Quénia chefiado por Nyagrowa Dickens, Stephen Yiembe e Samuel Kuria, com Kelvin Maina como quarto árbitro. Para o confronto contra Guiné-Bissau, a equipe de arbitragem virá da Nigéria, composta por Joseph Ogabor e assistida por Samuel Pwadutam e Tejiri Digbori, sendo que Abubakar Nurudeen será o quarto árbitro.

A confirmação foi feita, esta semana, pela Confederação Africana de Futebol (CAF). Pensando nessa partida, o seleccionador nacional, Chiquinho Conde, divulgou, esta sexta-feira, a lista dos 45 jogadores  pré-convocados para o embate contra os malianos. 

Da lista, o destaque para a chamada, pela primeira vez, do defesa Bruno Wilson, atleta que milita no SJ Earthquakes (Estados Unidos) e os avançados Alcides David e Kélvio Neves, da União Desportiva do Songo e Associação Black Bulls, respectivamente. Tirando as estreias, Chiquinho Conde manteve o núcleo duro que habitualmente feito parte dos convocados. 

Moçambique continua no top-100 do ranking da FIFA, após a actualização feita, esta quinta-feira, pelo órgão reitor do futebol mundial. O nosso país subiu um lugar e é agora o 98º colocado de um ranking que mantem o top-5 liderado pela Argentina, campeã do mundo, enquanto Marrocos continua a ser o país africano melhor posicionado e quase a entrar para o top-10.

A selecção nacional de futebol subiu apenas um lugar no ranking da FIFA divulgado, esta quinta-feira, passando da anterior 99ª posição, para a 98ª. A subida dos Mambas no ranking mundial foi graças aos resultados alcançados em Setembro passado, diante de Eswatini, nomeadamente: o empate e a vitória, conjugados com os resultados das restantes equipas que estavam nos lugares acima e abaixo do combinado nacional.

Com os quatro pontos somados na fase de qualificação ao CAN-2025, Moçambique soma mais três pontos em relação à pontuação anterior, contando agora com 1229, contra os 1226.03 da última actualização.

O combinado nacional escala um lugar graças à descida das selecções de Palestina (baixou dois lugares) e Arménia (caíu três lugares), mas também porque Tailândia subiu quatro lugares, saindo da posição 100 para a posição 96.

Mali, que faz parte do mesmo grupo dos Mambas na qualificação ao CAN-2025, manteve a sua 54ª posição, depois de alcançar uma vitória e um empate diante da Guiné-Bissau, em Setembro. Os “Djurtus”, por seu turno, caíram um lugar e são agora 116º colocados, no ranking da FIFA.

Já Eswatini, que foi adversário dos Mambas, também caiu um lugar e ocupa a 160ª posição.

No que aos adversários dos Mambas na qualificação ao mundial o destaque continua a ser Argélia, que nesta actualização subiu quatro lugares, passando da 41ª para a 37ª posição, seguido da Guiné Conacri, que também subiu quatro lugares e é agora 78º posicionado. Uganda subiu três lugares e ocupa agora a 87ª posição.

O ranking da FIFA não teve alterações no top-5, com Argentina ainda líder, seguido da França, Espanha, Inglaterra e Brasil, a melhor selecção da CPLP. Portugal, que em Setembro teve um empate e uma vitória, subiu um lugar e é, agora, o 7º posicionado, em troca com os Países Baixos.

Marrocos, que subiu um lugar e ocupa a 13ª posição, Senegal, que entra para o top-20 (é 20º), e Egipto, 30º posicionado, são as melhores selecções africanas no ranking da FIFA.

Dos Países Africanos de Língua Portuguesa, PALOP’s, Cabo Verde continua a melhor selecção, pese embora tenha descido sete posições devido às duas derrotas sofridas  em Setembro, enquanto Angola, já qualificado ao Campeonato Africano das Nações de Marrocos, em 2025, subiu apenas três degraus e está na posição 82.

 

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Com os quatro pontos somados na fase de qualificação ao CAN-2025, Moçambique soma mais três pontos em relação à pontuação anterior, contando agora com 1229, contra os 1226.03 da última actualização.

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