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O Presidente da República, Daniel Chapo, felicitou o pugilista moçambicano Tiago Muxanga pela conquista do título africano da International Boxing Organization (IBO), alcançado em Essex, Inglaterra, considerando o feito um motivo de orgulho nacional e uma demonstração do talento moçambicano no panorama desportivo internacional. 

Numa mensagem de felicitação, o Chefe do Estado endereçou, em nome do Governo, do povo moçambicano e em nome pessoal, as suas felicitações ao atleta, enaltecendo o mérito, a dedicação e o brilhantismo demonstrados ao longo da sua carreira.  

Segundo Daniel Chapo, a vitória de Tiago Muxanga demonstra que a disciplina, o trabalho e a determinação são factores essenciais para alcançar grandes conquistas, acrescentando que o pugilista honra a Bandeira Nacional e contribui para o reforço do prestígio de Moçambique no desporto africano e internacional. 

O Presidente da República considera igualmente que o atleta constitui uma referência para a juventude moçambicana, por inspirar os jovens a acreditarem que é possível transformar sonhos em realidade através do empenho e da perseverança.

Na mensagem, Daniel Chapo renovou os parabéns ao pugilista e formulou votos de contínuos sucessos ao serviço do desporto nacional, incentivando-o a prosseguir na conquista de novos títulos que dignifiquem Moçambique.

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O Comandante Provincial da PRM em Tete, Miquichone Afonso, exige dos agentes da PRM, mais proatividade nas acções de prevenção e combate à criminalidade e acidentes de viação na província.

Falando esta quinta-feira na cidade de Tete, durante a cerimónia de abertura oficial da semana comemorativa dos cinquenta anos da criação a Polícia da República de Moçambique, Miquichone Afonso exigiu mudanças profundas na abordagem da actuação dos agentes da polícia, sobretudo no combate a criminalidade e prevenção dos índices de sinistralidade rodoviária.

Numa outra abordagem, Miquichone Afonso, afirmou que não quer ouvir que há agentes envolvidos em actos de corrupção e sublinhou que o agente da PRM  deve ser facilitador da vida dos cidadãos e não o contrário.

O Comandante Provincial da PRM em Tete, terminou deixando apelos sobre a necessidade de se reforçar a vigilância fronteiriça com os países vizinhos, como Zâmbia, Zimbabwe e Malawi

Oito funcionários públicos em Nampula terão se beneficiado de mais de um milhão de meticais do fundo de Apoio Directo às Escolas. O caso chegou ao Gabinete de Combate à Corrupção, levando a prisão preventiva dos funcionários. 

O Gabinete Provincial de Combate à Corrupção de Nampula está à frente do processo que envolve oito funcionários do Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia de Mecubúri.

Os mesmos são acusados de terem se beneficiado de mais de um milhão de meticais do fundo de Apoio Directo às Escolas, por isso detidos de forma preventiva para evitar obstrução de provas, segundo disse Helena Mania, Procuradora provincial de Nampula.

“Esses funcionários são detidos no âmbito de um processo que está em instrução no gabinete. E a detenção destes ocorre por questões mesmo preventivas, por nós entendermos que está a haver situações de obstrução de provas, razão pela qual houve promoção para a detenção dos arguidos”, explicou Helena Mania a detenção dos oito funcionários públicos.

Cinco destes são técnicos da repartição de Administração e Planificação e dois são chefes das secretarias das escolas para as quais o fundo tinha sido destinado. Os mesmos são acusados do crime de peculato, por terem induzido os directores das escolas em Mecubúrri e lhes canalizarem indevidamente valores monetários destinados ao apoio directo às escolas.

“No âmbito do Fundo de Apoio Directo às Escolas, vulgarmente chamado de AD, os arguidos orientaram os directores das escolas que, depois de receberem os fundos, deveriam descontar o equivalente a 23% e canalizar a esses arguidos, com a alegação de que os directores não estavam devidamente a justificar os processos”, explicou Helena Mania.

A Procuradora provincial de Nampula explica ainda que o grupo de oito arguidos indiciados dizia aos directores das escolas que “tinham sido capacitados para poder organizar os processos justificativos do AD, razão pela qual orientaram os directores das escolas que deveriam descontar esse valor e canalizar a eles”.

Um milhão e duzentos mil meticais é o valor de que terão beneficiado indevidamente. O crime de peculato é punido com pena que varia de dois a 8 anos de prisão.

Não passa de sábado. Sporting e Benfica entram em campo, a partir das 18 horas, para a última jornada da Liga, que vai decidir quem é o campeão nacional da época 2024/25.

O Sporting recebe o Vitória de Guimarães em Alvalade, enquanto o Benfica visita o Sporting de Braga. Quanto aos adversários de leões e águias, o Vitória ainda vai a Alvalade na luta por defender o quinto lugar (precisa de fazer pelo menos igual resultado ao Santa Clara em Faro) e o Sp. Braga ainda pode chegar ao terceiro lugar, embora precise de uma goleada e que o FC Porto perca na recepção ao Nacional.

A equipa treinada por Rui Borges é líder, com 79 pontos, os mesmos do Benfica, treinado por Bruno Lage. Porém, o Sporting é líder porque tem vantagem no confronto directo face ao Benfica e, por isso, só depende de si para ser campeão. Já o Benfica tem de fazer melhor resultado em Braga do que os leões ante o Vitória de Guimarães.

O campeonato nacional de futebol vai, finalmente, arrancar, neste sábado, 17 de Maio, tal como sempre foi anunciado pelo presidente da Liga Moçambicana de Futebol, Alberto Simango Jr. O jogo inaugural será disputado na Arena Lalgy, em Tchumene, entre a Black Bulls e o Ferroviário da Beira. Serão, ao todo, 26 jornadas até ao fim da prova, que se espera que termine em Novembro ou Dezembro

Vai rolar a bola do Moçambola neste sábado, com o arranque da prova há muito esperado e desejado, mas que, devido à conjugação de vários problemas, entre logísticos e financeiros, andou tremido.

Um arranque que será festejado em vários cantos onde haverá jogos da primeira jornada da competição.

“Touros” e “locomotivas” de Chiveve abrem as “portas”

Black Bulls vs. Ferroviário da Beira não é apenas o grande jogo da jornada, mas é, também, o jogo inaugural do Moçambola 2025, a ter lugar na Arena Lalgy, neste sábado, a partir das 15h00.

Trata-se de um jogo entre os dois últimos campeões nacionais, nomeadamente Black Bulls, que conquistou a edição passada, e o Ferroviário da Beira, que venceu a prova de 2023, curiosamente ambos com o mesmo treinador: Hélder Duarte.

Não foi por acaso que, na antevisão deste jogo, Hélder Duarte tenha dito que seria um jogo especial para ele, até mesmo porque reconhece o valor dos “locomotivas” de Chiveve, as suas aspirações e objectivos, mesmo tendo trocado praticamente de plantel desde a sua saída.

São duas equipas que já se defrontaram por oito ocasiões para o Moçambola, mais uma vez para a Supertaça, com os “touros” a levarem vantagem com quatro vitórias, três delas no Moçambola, a última delas no ano passado, e outra vitória na Supertaça, enquanto os “locomotivas” de Chiveve venceram apenas um jogo, curiosamente o que praticamente deu o título de 2023, no mesmo palco do jogo de sábado, por 1-3.

Há ainda registo de quatro empates entre ambos, o último deles na última partida que disputaram juntos, em Setembro do ano passado, no “caldeirão” do Chiveve.

A Comissão Nacional de Árbitros de Futebol, CNAF, elegeu os melhores árbitros de elite para este jogo, com Celso Alvação a ser o homem do apito, enquanto Arsénio Maringule e Zacarias Baloi serão os assistentes, com Maria Mabote a ser quarto árbitro.

Mais quatro jogos no domingo

A primeira jornada prossegue no domingo, com a disputa de quatro jogos em Maputo, Nampula, Nacala e Tete.

O Costa do Sol, que vai estrear Baciro Candé no Moçambola, vai receber em sua casa o resgatado Textáfrica, com ambições de iniciar da melhor forma possível a competição, de modo a sempre estar nos lugares cimeiros.

Quem também quer iniciar da melhor forma possível é o Ferroviário de Nampula, que não terá tarefa facilitada na recepção à Associação Desportiva de Vilankulo, no Estádio 25 de Junho.

Mais dificuldades terá a União Desportiva de Songo, vice-campeã nacional da época passada e finalista vencido da Taça de Moçambique, quando se deslocar a Nacala para defrontar o Ferroviário local. 

Ainda que tenha vantagem no confronto directo, já que venceu oito jogos contra cinco dos “locomotivas” de Nacala, os “hidroeléctricos” têm a desvantagem de terem perdido os dois últimos jogos em Nacala, e, por isso, as cautelas são redobradas, apesar de ter um plantel que inspira confiança.

Já o primodivisionário Chingale de Tete, que terá de encontrar um campo para acolher os seus jogos, uma vez que o seu campo foi reprovado, vai receber o Desportivo de Nacala no jogo mais equilibrado da tarde de domingo.

É que qualquer uma das equipas pode sair com a vitória no jogo, sendo, por isso, de um resultado imprevisível.

Um jogo na segunda e outro na terça-feira

A primeira jornada encerra-se na terça-feira, com a realização do jogo entre o Desportivo da Matola, que vai ser recebido neste regresso, mais de 14 anos depois do Moçambola, pelo Baía de Pemba.

Com as duas equipas afastadas da Taça de Moçambique, todas as atenções estão centradas no Moçambola e a procura pelos melhores resultados inicia-se logo na primeira jornada.

Mas antes, na segunda-feira, haverá um duelo entre “locomotivas”, nomeadamente de Maputo e de Lichinga, no Campo de Afrin, na Matola.

 

JOGOS DA PRIMEIRA JORNADA

SÁBADO, 17 DE MAIO

Black Bulls vs Fer. Beira

 

DOMINGO, 18 DE MAIO

Costa do Sol vs Textáfrica

Fer. Nampula vs AD Vilankulo

Fer. Nacala vs UD Songo

Chingale vs Desp. Nacala

 

SEGUNDA-FEIRA, 19 DE MAIO

Fer. Maputo vs Fer. Lichinga

 

TERÇA-FEIRA, 20 DE MAIO

Desp. Matola vs Baía de Pemba

O crescente número de casos de violência grave contra mulheres está, segundo a procuradora chefe da província de Sofala, Carolina Azarias, directamente ligado à impunidade de muitos dos autores do crime e à vergonha das vítimas e seus familiares em denunciar os casos. De acordo com a procuradora, concorrem ainda para o fenómeno questões relacionadas aos factores culturais, sendo que a solução passa pela revisão urgente da lei contra violência doméstica. 

Carolina Azarias falava na qualidade de porta-voz de um “workshop”, organizado pela sua instituição, evento que tinha como objectivo encontrar formas para estancar os elevados casos de crimes contra mulheres em Sofala. 

“É que há muita impunidade. E, quando há impunidade, transmite-se sempre uma mensagem de que eu posso ser detido, mas nada me vai acontecer. Por isso mesmo, os casos de violência doméstica têm estado a crescer e, depois, desembocam no feminicídio”, referiu Azarias.

Adiante, Carolina Azarias referiu que, “muitas vezes, quando vão apresentar as suas queixas contra os infractores, nesse caso que é o marido, muitas vezes, os familiares têm estado a pressionar as mulheres para que retirem a queixa. E, ao retirarem a queixa e regressarem à casa, os casos de violência doméstica continuam e acabam desembocando em feminicídio”.

No encontro, os participantes indicaram ser urgente a revisão da lei contra a violência doméstica, pois, para eles, a mesma já não se adequa à realidade dos crimes que têm vindo a ocorrer, principalmente, contra mulheres.

“E, ao revermos a lei, se nós agravarmos as penalizações, acreditamos que muitos infractores poderão parar de cometer esses crimes. Aém de agravar as penalizações, também, há necessidade do feminicídio estar referenciado na lei, porque, neste momento, nós apenas falamos do feminicídio, mas em termos mesmo da nossa lei não consta como feminicídio, apenas como homicídio agravado”, explicou a juíza Cláudia Mulandesa.

Mulandesa, uma das palestrantes, defendeu, igualmente, a necessidade urgente da revisão da lei contra violência doméstica. “O nosso objectivo é responder aos casos de feminicídio no Sandique, mas encontramos muitas limitações. Uma delas é a falta da tipificação do feminicídio como tal”.

E, depois, foi lançado um apelo aos três poderes do Estado, para que intervenham em recursos humanos, materiais e financeiros voltados para a prevenção e combate à violência feminina. 

“Porque que só assim é que a gente pode evitar a causa máxima que é o feminicídio.”

Intensificação de palestras sobre casos ligados a violência doméstica nas escolas e nas comunidades tem sido uma das formas imediatas encontradas pelos órgãos de justiça em Sofala para mitigar os casos de violência contra mulheres, enquanto decorrem pressões para a revisão da lei e incluindo hábitos culturais.

O torneio COSAFA 2025 em seniores masculinos vai manter o formato emocionante do ano passado e será realizado de 4 a 15 de Junho em Mangaung, Bloemfontein, África do Sul, com o sorteio da fase de grupos a ser realizado na quarta-feira, 21 de Maio.

O Marrocos, semifinalista do Campeonato do Mundo de 2022, será o convidado da edição deste ano, onde fará a sua estreia, juntando-se a Angola, Botswana, Comores, Lesotho, Eswatini, Madagáscar, Malawi, Maurícias, Moçambique, Namíbia, África do Sul, Zâmbia e Zimbabwe, na competição regional de 14 selecções.

O formato no sorteio deste ano será de dividir as selecções em quatro grupos. Os grupos A e B terão quatro selecções cada, e os grupos C e D terão três.

A competição será uma excelente oportunidade para o aquecimento das selecções antes do retorno às eliminatórias do Campeonato do Mundo da FIFA de 2026 em Setembro, dando a possibilidade a essas selecções da região de disputar até cinco jogos.

A competição será realizada em Mangaung, Bloemfontein, pela primeira vez, com o Estádio Free State, que acolheu jogos do Mundial da FIFA de 2010, e o Estádio Dr. Petrus Molemela, a serem as sedes das partidas.

As 23 edições anteriores do COSAFA testemunharam grandes actuações e jogos incríveis que entraram para o folclore do futebol da região austral de África, mas apenas cinco nações podem afirmar ter erguido o cobiçado troféu.

Angola, que na edição do ano passado derrotou a Namíbia por 5-0 na final, erguendo o troféu pela primeira vez em 20 anos, chega a esta edição para defender o seu título.

A Zâmbia lidera a lista das nações que mais conquistaram o torneio COSAFA, com sete títulos, mais um que o Zimbabwe, com África do Sul (cinco), Angola (quatro) e Namíbia (um), outras selecções que já conquistaram o título regional.

Moçambique, Malawi, Botswana e Lesotho foram finalistas duas vezes, mas acabaram por perder em ambas as ocasiões. Senegal, outro país convidado, é o único país de fora da região a chegar à final, mas perdeu a final de 2021 para a África do Sul.

As meias-finais do torneio COSAFA de sub-17, em femininos, na sua edição de 2025, já estão definidas e prometem grandes emoções, nesta sexta-feira, no Estádio Hage Geingob, em Windhoek, Namíbia. Após uma fase de grupos repleta de momentos emocionantes, as selecções de Zâmbia, Zimbabwe, Malawi e Moçambique garantiram as suas vagas e continuam na luta pelo título

A selecção feminina de Moçambique dos sub-17 garantiu lugar nas meias-finais do torneio COSAFA após terminar na segunda posição do seu grupo, assegurando o título de melhor segundo, uma vez que terminou com os mesmos três pontos dos outros dois segundos, nomeadamente Namíbia, no grupo A, e Lesotho, no grupo C.

Porém, o facto de as Nyeletinhas terem tido maior diferença de golos entre marcados e sofridos acabou por pesar para o seu lado. As moçambicanas marcaram 11 golos, fruto da goleada imposta às Maurícias, tendo sofrido quatro golos, na goleada sofrida frente à campeã Zâmbia, terminado com saldo positivo de sete golos.

Ainda assim, foi o mesmo saldo positivo da Namíbia, que marcou 10 golos e sofreu três, mas com desvantagem de ter marcado menos golos que as Nyeletinhas. Lesotho e Botswana, que terminaram com três pontos no grupo C, tiveram menos golos marcados e, consequentemente, saldo negativo de golos.

Assim, Moçambique vai disputar a segunda meia-final do COSAFA nesta sexta-feira, diante do Malawi, que venceu o grupo A com seis pontos, fruto das vitórias sobre Namíbia e Comores, respectivamente, por 3-0 e 6-0, numa partida marcada para as 15h00 de Maputo.

Esta será a segunda vez consecutiva que Moçambique chega às meias-finais, depois de, no ano passado, ter terminado em primeiro lugar no grupo A, com nove pontos, fruto de três vitórias. Nessa fase, perdeu diante do Lesotho à tangente, terminando na terceira posição, numa edição em que a Zâmbia foi coroada campeã da prova, após humilhar Lesotho por 15-0.

Zimbabwe renasce das cinzas e junta-se ao G3!

O primeiro confronto das meias-finais será disputado às 12h00, entre a Zâmbia e o Zimbabwe. A Zâmbia, que dominou o Grupo B com duas vitórias, uma diferença de golos de +13 e um ataque avassalador, enfrentará o Zimbabwe, que protagonizou uma recuperação impressionante no torneio. Após uma derrota inicial contra o Botswana (3-0), o Zimbabwe deu uma resposta contundente ao vencer o Lesotho por esmagadores 12-2 na última jornada do Grupo C.

A estrela da partida foi Mya Munyanduki, que marcou quatro golos e foi eleita a melhor jogadora em campo.

As equipas que saírem derrotadas nas meias-finais terão uma nova oportunidade de se destacar no “play-off” para o terceiro lugar, que será disputado no sábado, 17 de Maio, às 11h00. No mesmo dia, às 14h00, terá lugar a grande final, onde será decidido o campeão do torneio.

O Campeonato COSAFA Sub-17 Feminino 2025 tem sido um palco de talento e competitividade, destacando o crescimento do futebol feminino na região.

Sunila no “onze” da fase de grupos

A jogadora moçambicana Sunila Luckbary é a única Nyeletinha a fazer parte do “onze” ideal da fase de grupos do torneio COSAFA em sub-17 femininos. As boas prestações nos dois jogos, onde marcou um golo e fez quatro assistências, convenceram os organizadores a nomearem Sunila para a equipa ideal.

Duas malawianas, duas zambianas, duas zimbabweanas e mais duas tsanas completam as jogadoras que foram eleitas para a equipa ideal da fase de grupos da prova que terá o seu epílogo no sábado, com a disputa dos jogos de atribuição do terceiro lugar, às 12h00, e da final, quando forem 14h00.

Entraram em vigor, hoje, as novas taxas de portagens, em todo o país. Logo às primeiras horas, na cidade de Maputo, ouviam-se buzinas ,na portagem da Costa do Sol, na marginal, forma de alguns condutores recusarem as novas medidas. Pouco tempo depois, havia longas filas em quase todas as cancelas da portagem.

A retoma ao pagamento começou de forma “tímida”,diga-se, com automobilistas ainda a queixarem-se da “ insuficiente” redução das taxas.

O retorno às cobranças na portagens acontece depois de mais de 5 meses de pausa, causada pelas manifestações pós-eleitorais, em que populares reivindicavam os resultados das eleições gerais.

Outrossim é que a volta ao pagamento encontra muitas portagens vandalizadas, com vidros, cancelas e outros materiais destruídos na sequência dos tumultos, principalmente ao longo da estrada circular de Maputo.

Recorde-se também que A Rede Viária de Moçambique (Revimo) chegou a suspender contratos com mais de 300 trabalhadores das portagens vandalizadas durante os protestos pós-eleitorais.

 

O enviado especial das Nações Unidas para o Iémen, Hans Grundberg, expressou nesta terça-feira preocupação com a “escalada perigosa” entre Israel e os rebeldes Huthis, enquanto o exército israelita continua a responder com ataques às ações hostis do grupo iemenita.

Em reunião do Conselho de Segurança da ONU, Grundberg afirmou que “os acontecimentos das últimas semanas são um lembrete claro de que o Iémen está envolvido em tensões regionais mais amplas”. Ele destacou como sinal dessa escalada o ataque realizado em 4 de maio pelo Ansar Allah (denominação oficial dos Huthis) ao aeroporto internacional Ben Gurion, nos arredores de Telavive. Em resposta, Israel bombardeou o aeroporto de Sana e alvos como centrais elétricas e fábricas de cimento, no dia 6 de maio.

A tensão não cessou. Após interceptar mais um míssil disparado pelos Huthis, o exército israelita solicitou hoje a evacuação de três portos sob controle dos rebeldes no Iémen.

Apesar do aumento dos confrontos, Grundberg elogiou o recente acordo de cessar-fogo entre os Huthis e os Estados Unidos, classificando-o como “uma necessária e importante redução da tensão no mar Vermelho”.

Os Huthis têm assumido a autoria de múltiplos ataques com mísseis e drones contra Israel desde o início da guerra em Gaza entre Israel e o Hamas. Alegando solidariedade com os palestinianos, também têm atacado embarcações com ligações a Israel na costa iemenita, especialmente no estratégico mar Vermelho, por onde transita cerca de 12% do comércio global.

Paralelamente, o coordenador humanitário da ONU, Tom Fletcher, alertou para o agravamento da crise humanitária no Iémen, revelando que metade das crianças do país — aproximadamente 2,3 milhões — sofre de subnutrição.

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