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O País – A verdade como notícia

Pelo menos 23 pessoas morreram na sequência da explosão de dois carros armadilhos e subsequente ataque, já reivindicado pelo grupo extremista al-Shabab, contra um hotel do centro da capital da Somália, de acordo com Notícias ao Minuto.

Um polícia somali disse que as forças de segurança acabaram com a ocupação do hotel por cinco extremistas, que invadiram o edifício depois da explosão de um carro junto ao portão de entrada na tarde de sábado, escreve a agência Associated Press.

O capitão Mohamed Hussein disse que as tropas recuperaram o controlo do hotel na manhã de hoje, depois de terem matado três atacantes e capturado outros dois.

Trata-se do hotel Nasa-Hablod, frequentado por políticos somalis e situado perto do palácio presidencial.

Já a agência Efe refere um balanço provisório de 17 vítimas mortais, indicando que o número pode aumentar devido ao grande número de feridos que estão a ser tratados nos hospitais e à gravidade de muitos deles.

Este atentado ocorre apenas duas semanas depois da morte de 358 pessoas na capital somali pela explosão de dois camiões com explosivos, no pior atentado da história do país, que levou o Governo a declarar o estado de guerra.

 

Após a repetição das eleições presidenciais, na quinta-feira passada, aumentou a violência e a tensão no Quénia.

De acordo com as autoridades locais, cerca de dez pessoas morreram nos últimos dias e vários estabelecimentos foram incendiados durante os confrontos entre os manifestantes da oposição, apoiantes do Governo e a polícia de choque.

Na sequência do apelo ao boicote por parte do líder da oposição, Raila Odinga, e perante os episódios de violência entre os habitantes e a polícia de choque, as presidenciais de 26 deste mês acabaram por ser canceladas e adiadas indefinidamente em quatro regiões que são bastiões da oposição.

O líder da oposição retirou-se da corrida eleitoral, acabando por deixar o actual chefe de Estado, Uhuru Kenyatta, sem adversário.

Apenas 35% dos eleitores votaram e Kenyatta está na dianteira com 97% dos votos, de acordo com a imprensa local, mas a abstenção deverá enfraquecer o mandato.

Segundo o novo balanço das autoridades, pelo menos 49 pessoas morreram e centenas ficaram feridas nos confrontos entre os apoiantes da oposição e do governo, envolvendo a polícia, desde as eleições presidenciais de 8 de Agosto.

 

 

 

Pelo menos dez pessoas morreram e mais de uma dezena ficaram feridas na explosão de um carro armadilhado à porta de um hotel da capital da Somália, Mogadíscio, enquanto no interior do edifício soaram disparos, segundo a polícia, citada pelo Notícias ao Minuto.

Um oficial da polícia referiu que houve tiros dentro do hotel Nasa-Hablod, frequentado por políticos somalis e situado perto do palácio presidencial.

A mesma fonte admitiu que o número de mortes do ataque, reivindicado pelo grupo extremista al-Shabab, deverá subir.

O ataque acontece depois do pior ataque de sempre no país, um atentado com um camião que, na semana passada, matou mais de 350 pessoas numa rua movimentada da capital.

Duas pessoas morreram e outras três ficaram feridas num tiroteio na Califórnia, na noite de ontem, disseram as autoridades, que identificaram um homem de 61 anos como suspeito pelo ataque, avança o Notícias ao Minuto.

O tiroteio ocorreu pelas 23h23 de ontem (08h23 de hoje em Moçambique), quando o suspeito, identificado como Alan Ashmore, de 61 anos, disparou contra várias residências em Lake County, causando a morte de duas pessoas em diferentes pontos da mesma rua.

O xerife de Lake County, Brian Martin, confirmou que, além dos dois mortos, dois civis ficaram feridos.

Todos os feridos foram transportados para um hospital nas proximidades.

As autoridades locais prenderam o suspeito numa área rural na High Valley Road sob duas acusações de homicídio, além de múltiplas outras de ataque com arma de fogo.

O incêndio foi provocado na noite de sábado para domingo e acabou por destruir o edifício. O adolescente, de 14 anos, suspeito de ter cometido o crime terá tido ajuda de um jovem de 19 anos, avançou o Notícias ao Minuto.

O portal G1 adianta que o incêndio deixou quase 100 alunos sem aulas e que as chamas destruíram diverso material, tanto didáctico como da cantina da escola.

“Recebemos a informação de que foi um aluno nosso da rede estadual de ensino que estuda o 8.º ano no Programa Ases da Florestania, que pôs fogo na escola. Ficámos perplexos com a notícia, mas já estamos tomando todas as medidas necessárias para que os alunos não percam o ano lectivo”, explicou uma coordenadora local citada pelo mesmo portal.

O portal UOL, explica que os dois indiciados foram detidos e que o menor de 14 anos terá confessado o crime. A motivação para o crime terá sido uma discussão que este teve dias antes com a professora em plena sala de aula.

Os dois jovens ficaram detidos em prisão preventiva. O de 19 anos foi transferido para uma cadeia enquanto o mais jovem, sendo menor, foi levado para um centro de reeducação.

Treze pessoas morreram e outras 16 ficaram feridas em consequência de um atentado suicida ocorrido, ontem, em Maiduguri, na Nigéria, avançam os sites Notícias ao Minuto e Globo.

De acordo com a France Press, citada pelo Notícias ao Minuto, uma fonte anónima de um grupo de milícias em Maidiguri confirmou o triplo atentado. As autoridades nigerianas remeteram esclarecimentos para hoje. O atentado foi realizado por três mulheres suicidas que se fizeram explodir na rua com um intervalo de poucos minutos.

"Uma primeira mulher detonou seu cinturão de explosivos em frente a um pequeno restaurante, causando 13 mortos", indicou a fonte militar, que preferiu se manter anônima.
 
A fonte acrescentou que as outras duas jihadistas camicases deixaram ao menos 16 pessoas feridas em outros dois ataques consecutivos, o que foi confirmado por um responsável das milícias armadas da cidade.

A nomeação do presidente zimbabweano Robert Mugabe como embaixador da boa-vontade da OMS durou apenas três dias. Depois de várias críticas feitas pela comunidade internacional, o director-geral da OMS decidiu este domingo desfazer sua decisão de escolher Mugabe como entidade promotora de luta contra doenças não transmissíveis em África.

A nomeação de Mugabe havia sido caracterizada como ridícula e decepcionante pelos Estados Unidos, Reino Unido, Human Rights Watch e o maior partido da oposição do Zimbábue, MDC.

Os críticos afirmam que a escolha de Mugabe como embaixador da boa-vontade é injustificável, quando o sistema de saúde do Zimbábue é precário, os médicos reclamam de baixos salários e o próprio Mugabe recorre ao exterior para receber cuidados médicos, para além de ter sido condenado pelas Nações Unidas por violar direitos humanos.

O presidente africano, de 93 anos de idade que dirige Zimbabwe desde 1980, tem sido criticado pelas organizações civis de esvaziar os cofres do Estado para cuidar da sua saúde em Singapura.

 

Com um subsídio de reforma de um milhão de dólares, José Eduardo dos Santos, amargurado, assistiu esta semana, ao início do desmoronar do seu império, avançou o site Expresso.

O mensageiro da desgraça foi o novo Presidente, João Lourenço, que, numa entrada de rompante na abertura do Parlamento angolano, saído das eleições de 23 de Setembro último, declarou, de forma subtil, “guerra aberta” ao seu antecessor.

Menos de um mês após Eduardo dos Santos ter abandonado o Palácio da Cidade Alta, alguns dos seus antigos colaboradores vêem agora com apreensão a forma como João Lourenço começa a pôr em causa a imensa cadeia dos interesses da família do antigo Presidente.

Primeiro, foi o anúncio do fim dos oligopólios no sector da telefonia móvel e do cimento detidos por Isabel dos Santos.

Depois, pôs termo ao acesso directo que, na vigência de Eduardo dos Santos, os presidentes da Sonangol e da Endiama, reconduzidos em vésperas da sua investidura, tinham ao gabinete presidencial.

O senador brasileiro Aécio Neves, que estava afastado do cargo por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), foi autorizado, hoje, pelos seus pares do Senado a retomar as suas actividades parlamentares, avançou o Noticias ao Minuto.

Após a maioria do Senado decidir que Aécio Neves poderá retomar o mandato, contrariando decisão do STF, interlocutores do Palácio do Planalto avaliaram que a vitória dará força ao presidente Michel Temer, no plenário da Câmara, onde enfrentará a denúncia por obstrução de Justiça e organização criminosa. 

A decisão polémica, que foi precedida por uma outra votação com os juízes do STF, que entenderam que cabe aos parlamentares decidir se os membros dos dois órgãos legislativos devem ou não ser afastados do cargo quando são acusados de cometer crimes, somou 44 votos a favor da devolução do mandato a Aécio Neves e 26 contra.

O senador, que perdeu as últimas eleições presidenciais para a ex-Presidente Dilma Rousseff, e era um dos principais líderes da oposição ao seu governo, foi afastado após ser denunciado pela Procuradoria-Geral da União (PGR) pelos crimes de obstrução de Justiça e organização criminosa.

A denúncia foi baseada em depoimentos de executivos da JBS, que gravaram uma conversa em que o Aécio Neves supostamente pede um suborno de dois milhões de reais (540 mil euros) a um dos donos da empresa, o empresário Joesley Batista.

Além da conversa telefónica, a polícia brasileira chegou a gravar em vídeo de um primo do parlamentar a receber uma mala de dinheiro entregue pela JBS como parte do pagamento deste suposto pedido de suborno.

Desde que foi acusado, o senador sustenta que dinheiro não era um suborno, mas sim o sinal de pagamento de uma venda de um apartamento que ele estava a negociar com Joesley Batista.

Já os opositores do senador argumentavam que a Constituição do Brasil diz que todos os cidadãos do país são iguais perante a lei e que a sociedade é contra o facto de os parlamentares terem privilégios.

Actualmente, Aécio Neves é investigado em diversos processos criminais, muitos deles relacionados com os escândalos de corrupção descobertos pela Operação Lava Jato.

Depois da decisão do Senado ser publicada em diário oficial, Aécio Neves poderá voltar a ocupar o cargo de senador até o final de seu mandato, em 2018.

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