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O País – A verdade como notícia

O papa Francisco lançou mais um apelo à hospitalidade para com os refugiados, acreditando que "pecar é desistir do encontro com o outro", por ocasião da comemoração do 104.º Dia Mundial dos Migrantes e dos Refugiados, que hoje se assinala.

"Todo o imigrante que bate à nossa porta é uma oportunidade para conhecer Jesus Cristo, que se identifica com o estrangeiro de qualquer época, acolhido ou rejeitado", disse, citado pelo Notícias ao Minuto, durante a missa solene celebrada na Basílica de São Pedro em Roma.

"Não é fácil entrar na cultura que nos é estranha, colocarmo-nos no lugar de pessoas tão diferentes de nós, entender os seus pensamentos e experiências", acrescentou o papa.

Jorge Bergoglio, oriundo de uma família de emigrantes italianos na Argentina, defendeu que "muitas vezes desistimos de conhecer o outro e levantamos barreiras para nos defender".

O papa defendeu que "as comunidades locais, às vezes, têm medo de que os recém-chegados interrompam a ordem estabelecida, 'roubem' algo que tenha sido dolorosamente construído", defendeu.

"Os recém-chegados também têm medos: eles temem o confronto, o julgamento, a discriminação, o fracasso. Esses medos são legítimos, são baseados em dúvidas perfeitamente compreensíveis do ponto de vista humano", disse.

Para o pontífice de 81 anos, "não é um pecado ter dúvidas e medos, o pecado é permitir que esses medos determinem as nossas respostas, condicionem as nossas escolhas, comprometam o respeito e a generosidade, o combustível do ódio e da recusa. O pecado é desistir do encontro com o outro".

Desde o início do seu pontificado, em Março de 2013, o Papa tem vindo a intensificar a posição a favor do acolhimento de refugiados e migrantes.

 

 

 

O primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, anunciou ontem na sua página na rede social Facebook, que apresentou o pedido de demissão do cargo ao Presidente guineense, José Mário Vaz, escreve o Notícias ao Minuto.

José Mário Vaz, está a analisar o pedido de demissão no cargo entregue, ontem, pelo primeiro-ministro, e caso aceite o pedido, publicará um decreto presidencial a anunciar a exoneração de Umaro Sissoco Embaló, que é o quinto primeiro-ministro nomeado desde as eleições legislativas de 2012.

No texto, Embaló, de 46 anos, não especificou os motivos para o pedido de demissão, apenas referiu ter apresentado ao chefe do Estado guineense a segunda carta naquele sentido, depois de o já ter feito no passado dia 06 de Dezembro.

As autoridades do Japão anunciaram, hoje, o abate de cerca de 91 mil galinhas no sudoeste do país, depois de se detectar uma variante altamente patogénica do vírus da gripe das aves.

De acordo com o Notícias ao Minuto, o novo surto foi descoberto numa quinta na prefeitura de Kagawa, após análises mostrarem que mais de meia centena de galinhas mortas esta semana estavam infetadas com a estirpe H5 do vírus, que é altamente contagiosa, confirmaram as autoridades regionais em comunicado.

As aves começaram a ser sacrificadas pouco antes da meia-noite de quinta-feira, devendo ficar concluída em 24 horas.

"Existe a possibilidade de haver outros casos de gripe aviária fora da zona, pelo que as autoridades locais devem ser cautelosas para evitar a propagação do contágio", afirmou, em conferência de imprensa, o ministro-porta-voz do Governo nipónico, Yoshihide Suga, no final de uma reunião com os ministros da Agricultura e da Saúde.

Este é o primeiro caso de gripe aviária no Japão desde o início do ano, depois de o vírus ter reaparecido no país em finais de 2014 e que obrigou ao abate de aproximadamente 1,7 milhões de aves após um violento surto ocorrido em finais de 2016.

O Presidente da República do Zimbabwe, Emmerson Mnangagwa, realiza, hoje, uma visita de trabalho de 24 em Angola, na qual, segundo o Portal oficial do Governo da República de Angola, deverá abordar com o homólogo, João Lourenço, questões relativas à situação actual do país.

João Lourenço, na qualidade de Presidente do Órgão para Política, Defesa e Segurança da SADC, vai analisar com Mnagagwa, a preparação das eleições presidenciais, com vista a legitimar a transição em curso.

Emmerson Mnangagwa assumiu a presidência do Zimbabwe em Novembro último, quando militares cercaram a residência do ex-Presidente Robert Mugabe, tomando de assalto as instituições públicas e detiveram personalidades influentes da política e cercaram a capital Harare.

Na sequência desses acontecimentos, Robert Mugabe renunciou o cargo numa carta dirigia ao Parlamento. Dias depois, Emmerson Mnangagwa tomou posse como Presidente interino do país.

O livro 'Fogo e Fúria', do jornalista Michael Wolff, sobre o primeiro ano do Presidente Donald Trump, alcançou o topo de vendas da semana passada nos Estados Unidos, apesar de só estar à venda desde sexta-feira.

A NPD BookScan (antiga Nielsen Bookscan) revelou na quarta-feira à agência de notícias norte-americana Associated Press (AP), citada pelo Notícias ao Minuto, que foram vendidos 29 mil exemplares de "Fire and Fury: Inside the Trump White House" ("Fogo e Fúria: Dentro da Casa Branca de Trump"), apesar de ter sido disponibilizado apenas na sexta-feira e de os dados da empresa de estudos de mercado irem até sábado.

IFrame"Os números dos primeiros dois dias de vendas não estão a dar-nos a visão completa", afirmou Kristen McLean, analista da indústria livreira do grupo NPD.

"Devido a potenciais problemas de distribuição relacionados com o lançamento antecipado, a par com a elevada procura, pode levar algumas semanas para se perceber exactamente até onde é o que livro vai chegar comparativamente aos 'best-sellers' políticos dos últimos anos", observou a mesma responsável.

Kristen McLean notou que "What Happened" ("O Que Aconteceu"), de Hillary Clinton, disponibilizado nas livrarias em setembro, vendeu, em média, mais de 30 mil exemplares por dia durante a primeira semana de lançamento, mas notou que o livro foi "altamente antecipado" e "o 'stock' muito bem" gerido.

"Fogo e Fúria" parece ter apanhado toda a gente desprevenida, desde a administração do Presidente norte-americano, Donald Trump, sobre a qual versa o livro, até à editora Henry Holt & Co., que elevou a impressão dos iniciais 150 mil exemplares para mais de um milhão.

Desde que começaram a ser publicadas as primeiras notícias sobre o conteúdo do polémico livro na semana passada, as livrarias têm lutado para responder à procura, com o 'site' Amazon.com a advertir para atrasos de duas a quatro semanas nas entregas do livro.

A BookScan, que 'rastreia' cerca de 85% do mercado retalhista, apenas contabiliza uma encomenda como venda efectiva no momento em que o livro é enviado.

Os números da BookScan também não incluem os 'e-books'. Segundo John Sargent, CEO da Macmillan, empresa-mãe da Holt, as vendas digitais ascendem já a 250 mil exemplares, um número extraordinário para um livro de não-ficção, provavelmente impulsionado pela escassez do livro em papel, enquanto as vendas das versões áudio excederam a marca de 100 mil.

O livro da antiga secretária de Estado e candidata à Casa Branca Hillary Clinton teve uma das melhores primeiras semanas de vendas dos últimos anos como obra de não-ficção, com mais de 300 mil exemplares no total, englobando os formatos papel, digital e áudio, de acordo com números divulgados na altura pela Simon & Schuster.

No arranque, "Fogo e Fúria", com as suas histórias de uma Casa Branca caótica, aproxima-se da marca dos 400 mil.

O livro do jornalista Michael Wolff vai aparecer no top da lista de não-ficção do The New York Times na edição do próximo dia 21.

A obra reúne uma série de revelações explosivas, resultado de mais de 200 entrevistas, incluindo as conversas entre Donald Trump e responsáveis da Casa Branca.

Inicialmente, o lançamento estava previsto para terça-feira, dia 09, mas a Holt decidiu antecipá-lo, para responder à elevada procura e às ameaças de acções judiciais por parte de Donald Trump, que denunciou o livro como ficção.

Na semana passada, um advogado do Presidente enviou uma carta à Holt pedindo que a publicação fosse retida, mas John Sargent emitiu um memorando a defender a decisão da empresa de publicar a obra. Já na terça-feira, um advogado da Macmillan indicou que a editora não planeava retratar-se ou pedir desculpa.

Antonoaldo Neves, antigo presidente executivo da companhia brasileira Azul, será o novo presidente executivo da empresa, avança o Expresso.

Antonoaldo substituirá Fernando Pinto, que abandona a gestão da empresa a 31 de janeiro, ao fim de mais de 17 anos na sua liderança.

Antonoaldo Neves, 42 anos, está ligado à aviação há anos, tendo antes sido sócio da consultora McKinsey, e já integrava a comissão executiva da TAP, como "Chief Commercial Officer". Antes de integrar a administração da TAP, foi presidente executivo da Azul Linhas Aéreas, de David Neeleman. Tem dupla nacionalidade, brasileira e portuguesa: nasceu no Brasil.

O Presidente da África do Sul, Jacob Zuma, anunciou que vai nomear uma comissão de inquérito para investigar as alegações de corrupção que levaram a pedidos para a sua destituição, referindo que, o assunto não pode aguardar mais tempo, escreve o Notícias Minuto.

"Esta questão está a ocupar a opinião pública há demasiado tempo e merece uma atenção urgente. Nenhuma forma de corrupção deve ser poupada", afirmou o Presidente da África do Sul.

"Zuma não merece nenhum crédito por esta decisão. A sua mão foi forçada a isto", disse Mmusi Maimane, líder da principal oposição da Aliança Democrática.

As alegações de corrupção contra Jacob Zuma, já levam a que elementos do Congresso Nacional Africano (ANC) pedissem que este se afastasse, de modo a que o partido possa estar numa melhor posição para vencer as eleições em 2019.

A decisão de Zuma surge também depois de uma decisão do tribunal, de 14 de Dezembro, que ordenou que o Presidente nomeasse uma comissão de inquérito no prazo de 30 dias e que fosse o próprio a pagar as custas da investigação.

Os exércitos das duas Coreias realizaram, hoje, com normalidade, testes de troca de mensagens através da linha recentemente reaberta, confirmou um porta-voz do Ministério da Defesa da Coreia do Sul, citado pelo Notícias ao Minuto.

Trata-se da linha destinada a comunicações militares na região junto ao Mar Amarelo (chamado Mar do Oeste nas duas Coreias).

Pyongyang tinha deixado de utilizá-la, em Fevereiro de 2016, em protesto contra o encerramento do complexo industrial intercoreano de Kaesong, decidido unilateralmente por Seul como castigo pelo desenvolvimento de armas por parte de Pyongyang.

Durante o encontro de alto nível, o primeiro entre as duas Coreias desde Dezembro de 2015, Pyongyang tinha já informado Seul que tinha voltado a conectar esta via de comunicação.

Durante a reunião, Pyongyang aceitou também a proposta de Seul de realizarem futuras conversações de cariz militar para apaziguar os ânimos junto à tensa fronteira entre as duas Coreias, que se encontram tecnicamente em guerra há 65 anos.

militares das duas Coreias não se reúnem desde Outubro de 2014. Desde então as relações bilaterais deterioram-se progressivamente face ao contínuo desenvolvimento do programa de armas de Pyongyang e ao aumento dos desentendimentos fronteiriços que incluiu troca de tiros de advertência.

O Presidente da República de Angola, João Lourenço, exonerou hoje, José Filomeno de Sousa dos Santos, filho de  José Eduaro dos Santos, do cargo de Presidente do Conselho de Administração do Fundo Soberano de Angola, avança o Angola 24. Também foram exonerados os administradores executivos, Hugo Miguel Évora Gonçalves e Miguel Damião Gago.

Em subistituição, João Lourenço nomeou Carlos Alberto Lopes para Presidente do Conselho de Administração, Laura Alcântara Monteiro – Administradora Executiva; Miguel Damião Gago Administrador Executivo; Pedro Sebastião Teta- Administrador Executivo e Valentina de Sousa Matias Filipe – Administradora Executiva.

Carlos Alberto Lopes ocupava o cargo de Secretário para os Assuntos Sociais do Presidente da República.

 

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