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O País – A verdade como notícia

O número de mortos num duplo atentado que ocorreu junto a uma mesquita no centro da cidade de Bengasi, na Líbia, subiu para pelo menos 22, existindo ainda mais de 20 feridos, de acordo com o mais recente balanço médico, escreve o Notícias ao Minuto.

Uma fonte da segurança, citada pela agência France Presse, informou que um primeiro carro-bomba explodiu quando as pessoas abandonavam a mesquita no bairro de al-Sleimani, no centro da cidade, enquanto um segundo carro explodiu cerca de 30 minutos depois na mesma zona, causando mais baixas entre as forças de segurança e civis.

A Líbia está mergulhada no caos desde a revolta popular que acabou com o regime de Muammar Khadafi, em 2011.
Bengasi, que era um bastião da revolução da Líbia, tornou-se uma fortaleza de grupos jihadistas. A cidade tem sido particularmente afectada pela violência, que tem atingido as representações diplomáticas e as forças de segurança.

Na véspera de seu julgamento pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira, acreditar que os desembargadores o julgarão pelos autos do processo e não por suas convicções políticas, esceveu O Globo.

Em 35 minutos de discurso, o petista, numa fala típica de candidato, atacou o governo do presidente Michel Temer e chegou a dizer que "não existe nenhum magistrado no país mais honesto do que ele"Lula também reconheceu que o PT cometeu "erros", mas, segundo ele, os erros do partido foram menores do que os dos adversários.

“Eu não vou falar do meu processo. Não vou falar da Justiça. Primeiro que eu tenho advogados competentes que já provaram a minha inocência. Segundo, porque eu acredito que aqueles que vão votar deverão se ater aos autos do processo e não à convicções política de cada um. Terceiro porque eu tenho vocês” discursou aos simpatizantes do PT.

O ato foi realizado na Esquina Democratica, tradicional ponto de manifestações políticas da capital gaúcha. Lula disse ter ido ao local para falar do Brasil.

 O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) condenou por unanimidade o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por corrupção e lavagem de dinheiro. Os desembargadores João Pedro Gebran Neto, relator do processo; Leandro Paulsen, revisor; e Victor Luiz dos Santos Laus mantiveram a condenação em primeira instância, proferida pelo juiz Sergio Moro, mas decidiram aumentar a pena para 12 anos e 1 mês em regime fechado, escreve O Globo.

O relator do caso, desembargador João Pedro Gebran Neto, manteve a condenação proferida pelo juiz Sérgio Moro e aumentou a pena do ex-presidente Lula para 12 anos e 1 mês de prisão em regime fechado, além de 280 dias-multa. Em sua justificativa para o aumento da punição, o magistrado disse que, por ter ocupado a presidência, a culpabilidade do ex-presidente é extremamente elevada. Segundo ele, na condição de principal mandatário do país foi tolerante e beneficiário com a corrupção na Petrobras, o que fragilizou não só a estatal, mas também a estabilidade democrática brasileira.

O voto de Gebran Neto teve 430 páginas e levou cerca de três horas para ser proferido. Nele, o relator do processo rebateu os argumentos da defesa de Lula e disse que as provas são suficientes para a condenação. Segundo ele, Lula tinha ciência do esquema de corrupção na Petrobras e deu a ele seu apoio com o objetivo de abastecer os partidos políticos.

Segundo a votar, o desembargador Leandro Paulsen, revisor do caso, também votou pela condenação de Lula. Assim como o relator do caso, Paulsen rejeitou pedido do Ministério Público para ampliar o número de vezes em que Lula teria cometido o crime de corrupção.

Em seu voto, ele destacou que uma decisão envolvendo um ex-presidente precisa de cuidados para garantir o direito à ampla defesa, assim como uma decisão técnica. O magistrado criticou a politização do julgamento, que vem despertando reações acaloradas de simpatizantes e críticos do petista.

O último desembargador da 8ª turma, o decano Victor Luiz dos Santos Laus profere seu voto neste momento, também votou a favor da condenação de Lula

 

Donald Trump reagiu à aprovação do orçamento provisório que põe termo, para já, ao Shutdown. Admite negociar uma solução para os dreamers, mas apenas se isso for bom para os Estados Unidos, escreve o Notícias ao Minuto.

Os democratas votaram favoravelmente ao orçamento provisório proposto pela administração Trump, o que acaba com o Shutdown para já. Donald Trump já reagiu à aprovação do pacote que desbloqueia o impasse governamental, adianta a CNN. Numa conferência de imprensa na Casa Branca, Sarah Sanders leu um comunicado do presidente.

“Fico satisfeito pelo facto dos democratas terem voltado aos seus sentidos e que estão dispostos a financiar os nossos militares, as nossas patrulhas nas fronteiras, equipas de emergência e abonos para as nossas crianças vulneráveis”, afirmou Trump.

Mas a votação final vai depender muito da disponibilidade dos republicanos em negociarem uma solução para o problema dos dreamers. Trump também abordou esta questão.

O Shutdown do governo norte-americano começou na madrugada deste sábado e foi a 19ª vez na história dos Estados Unidos que o governo ficou paralisado.

Hugh Masekela morre aos 78 anos de idade vítima de doença prolongada, segundo jornais sul-africanos, Channel24 e Sunday world. O lendário trompetista foi diagnosticado a doença em 2008, e foi submetido a uma cirurgia em Março de 2016.

Masekela é conhecido por suas composições de jazz, bem como por escrever músicas anti-apartheid, como Soweto Blues e Bring Him Back Home.

O Partido Social-Democrata (SPD) alemão decidiu, em congresso extraordinário, avançar para uma nova coligação com a União Democrata-Cristã (CDU) de Angela Merkel, escreve o Notícias ao Minuto.

O impasse político na Alemanha pode estar prestes a chegar ao fim. Depois de se reunir para votar a entrada ou não em conversações com a CDU de Angela Merkel, o SPD votou favoravelmente a uma nova coligação.

Depois de quatro anos de Governo conjunto, as últimas eleições na Alemanha, realizadas em Setembro, pareciam ter levado ao fim do acordo entre Martin Schulz e Angela Merkel. Derrotado, o SPD disse que o seu partido iria ser oposição, obrigando a CDU a negociar com outros partidos.

No entanto, as negociações para coligação Jamaica, com os Verdes e o Partido Liberal, falharam, deixando a Alemanha num grande impasse, temendo-se uma nova ida às urnas.

Este domingo, em Bona, 362 delegados votaram a favor das negociações com a CDU, tendo 279 votado contra. Nesse sentido, apesar do "sim" às negociações ter saído vencedor, a divisão interna no SPD ficou bastante vincada.

Nos próximos dias é expectável que Martin Schulz e Angela Merkel se sentem à mesa para negociar, aliviados por não terem de ir novamente às urnas, mas conscientes da dificuldade no entendimento entre os dois partidos. O hipotético acordo que saia das negociações terá ainda de ser aprovado pelos dois partidos.

Pelo menos 22 corpos foram removidos do hotel de Cabul, no Afeganistão, atacado neste fim-de-semana pelos talibãs e alguns serão difíceis de identificar por estarem queimados, avança o Notícias ao Minuto.

O ataque de sábado teve como alvo o Hotel Intercontinental em Cabul, uma unidade hoteleira de luxo que é muito frequentada por estrangeiros e por políticos afegãos, e só terminou mais de 12 horas depois.
Um grupo de atacantes entrou no hotel e fez explodir uma granada para abrir caminho antes de começar a disparar sobre seguranças e clientes.

Depois, seguiram-se intensas trocas de tiros entre as forças de seguranças afegãs e os insurgentes que se prolongaram por várias horas.

Em Junho de 2011, o mesmo hotel foi alvo de um ataque também reivindicado pelos talibãs, que fez 21 mortos.
Os corpos dos seis atacantes, mortos no assalto às forças especiais, foram mantidos separados dos das vítimas, de acordo com declarações de um oficial de inteligência afegão (NDS).

A maioria das vítimas foram mortas a tiro, mas outras morreu na sequência do incêndio que deflagrou no quarto andar do edifico depois de o ataque ter começado.
De acordo com uma fonte da segurança, "dois dos atacantes haviam passado a noite no hotel, registados como clientes".

Os talibãs reivindicaram o ataque num comunicado, alegando ter matado "dezenas de estrangeiros".

O Shutdown (paralisação administração) nos Estados Unidos chegou ao fim e o governo norte-americano está assim mais próximo de voltar a funcionar normalmente. O senado aprovou, esta segunda-feira, o orçamento provisório da administração Trump, adianta o New York Times, citado pelo Notícias ao Minuto. Para acabar com o impasse, foi necessário que os senadores democratas se juntassem aos republicanos para aprovar dessa forma a proposta.

"Em poucas horas o governo vai reabrir. Temos muito a fazer", disse o líder da minoria democrata no Senado, Chuck Schumer.

No entanto, esta votação não termina imediatamente com o Shutdown. Na prática, o Senado ainda tem de garantir que o orçamento proposto seja aprovado numa votação final. Depois terá ainda de ser aprovado pela Câmara dos Representantes. Algo que é visto como uma mera formalidade.

Mas esta votação favorável dos democratas só foi possível com uma cedência dos líderes republicanos, que comprometeram-se em analisar a situação dos dreamers, imigrantes ilegais que chegaram aos Estados Unidos quando eram crianças e que correm risco de deportação.

A aprovação deste pacote orçamental surge depois de um fim-de-semana de negociações entre um grupo bipartidário de 20 senadores.

A paralisação dos serviços federais norte-americanos vigorava desde a meia-noite de sábado, precisamente no dia em que se assinalou o primeiro aniversário desde a tomada de posse de Donald Trump, escreve a RTP. Milhares de funcionários ficaram impedidos de trabalhar e espaços como os parques naturais ou museus estiveram inacessíveis nos últimos três dias.

O último shutdown do Governo federal norte-americano tinha ocorrido em outubro de 2013, durante a presidência de Barack Obama. Na altura, o bloqueio orçamental levou a 16 dias de paralisação total de grande parte dos serviços nos Estados Unidos.

 

O Governo dos Estados Unidos da América iniciou o encerramento parcial dos seus serviços devido à falta de fundos para os financiar, após ter falhado a tentativa de compromisso para o Orçamento, escreve o Notícias ao Minuto.

Esta paralisação parcial, apesar das intensas negociações entre Republicanos e Democratas e a intervenção do presidente norte-americano, coincide com o primeiro aniversário de Donald Trump na Casa Branca.
A proposta de Orçamento apresentada pelos Republicanos obteve mais votos a favor (50) que contra (48), mas foram insuficientes para aprovar as verbas que exigiam o apoio de 60 senadores.

A última vez que o Governo dos Estados Unidos teve de fechar por falta de fundos foi em Outubro de 2013 com Barack Obama na Casa Branca, situação que durou 16 dias.

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