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O País – A verdade como notícia

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira, a expulsão de 60 russos do país e o encerramento do consulado russo em Seattle.

De acordo com um comunicado da Casa Branca, publicado no Twitter, a medida surge como retaliação contra o envenamento de um ex-espião russo na Inglaterra e para mostrar a Rússia que suas acções têm consequências.

“A acção de hoje torna os EUA mais seguros por reduzir a capacidade de espionagem da Rússia”, diz o comunicado.

Os Estados Unidos dizem, no entanto, estar prontos para cooperar e construir um relacionamento com a Rússia, mas isso só pode acontecer com a mudança de comportamento do governo russo.

Segundo escreve o Observador, foram expulsos 48 diplomatas e 12 funcionários das Nações Unidas e 14 países europeus também anunciaram a expulsão de diplomatas russos.

Já a VOA acrescenta que os diplomatas e funcionários expulsos terão sete dias para deixar os Estados Unidos.

 

José Filomeno dos Santos, filho do ex-presidente de Angola José Eduardo dos Santos, que foi constituído arguido num caso de fraude, está impedido de sair do país, avança o Euronews.

José Filomeno dos Santos, conhecido como "Zenu", está a ser investigado pela suspeita de uma transferência irregular de 500 milhões de dólares para um banco britânico, num caso em que o ex-governador do Banco Nacional de Angola, Valter Filipe, também foi constituído arguido.

José Filomeno dos Santos foi afastado em Janeiro, pelo actual presidente João Lourenço, do cargo de administrador do Fundo Soberano de Angola, avaliado em cinco mil milhões de dólares.

O antigo líder do governo regional catalão, Carles Puigdemont, encontra-se detido na Alemanha pela polícia local, informa Notícias ao Minuto. De acordo com a fonte, a situação avançada pelo El Pais aconteceu quando o ex-líder da Generalitat estava a tentar passar a fronteira alemã, de carro, vindo da Dinamarca. Puigdemont estará agora à espera que se resolvam as diligências relacionadas com o mandado de detenção que pende sobre ele.

A situação foi confirmada pelo advogado do antigo líder catalão, Jaume Alonso-Cuevillas.

Segundo a polícia, citada pela Luso, pela EFE, Puigdemont foi detido numa autoestrada pelas 11h00 locais (cerca de 12h00 em Maputo).

 

O Presidente norte-americano, Donald Trump, publicou na sexta-feira um memorando que anula a proibição de pessoas transgénero (que não se identificam com seu sexo) no exército.

De acordo com a agência Notícias ao Minuto, apesar de ter mudado da sua decisão, Trump diz que as pessoas transgénero que possam precisar de tratamentos médicos sérios, com medicamentos ou cirurgia, são desqualificados para servir no exército, salvo em circunstâncias excecionais.

"O secretário da Defesa e a secretária da Segurança Interna, no caso da guarda-costeira, podem exercer a sua autoridade para aplicar qualquer decisão sobre o serviço de indivíduos transgénero nas forças armadas", acrescentou Donald Trump.

Num memorando publicado a 25 de Agosto do ano passado, o Presidente norte-americano, Donald Trump, proibia o recrutamento de militares transgénero.

Na sexta-feira à noite, o Pentágono divulgou o relatório enviado por Mattis ao Presidente, no qual o secretário da Defesa faz a distinção entre as pessoas transgénero que querem mudar de sexo ou já o fizeram e as que se identificam com um sexo diferente daquele com que nasceram, mas que não pretendem mudar.

As que mudaram ou pretendem mudar se sexo não serão autorizadas a entrar nas fileiras do exército, ao passo que as que não se identificam com o sexo, mas não pretendem mudar, poderão aí servir tal como as restantes (homens e mulheres hétero e homossexuais).

 

O ex-Presidente da República de Angola, José Eduardo dos Santos, deverá regressar esta quinta-feira ao palácio presidencial, em Luanda, como conselheiro do actual Presidente, João Lourenço, que assinala os primeiros seis meses na presidência angolana, escreve a Lusa.

O Conselho da República, sob orientação de João Lourenço, reúne-se pela primeira vez e tem como objectivo discutir informação sobre o Orçamento Geral do Estado de 2018 e a estratégia de execução das autarquias locais em Angola.

José Eduardo dos Santos tem lugar no Conselho da República de Angola por inerência, enquanto Presidente angolano, no período compreendido entre 1979 e 2017.

O antigo Presidente angolano não esteve presente na cerimónia de tomada de posse dos membros do Conselho da República, em Fevereiro, ausência que nunca chegou a ser explicada publicamente.

 

O último rinoceronte-branco do norte macho morreu no Quénia, aos 45 anos, devido a "complicações relacionadas com a idade", anunciaram hoje investigadores, citados pelo Notícias ao Minuto.

Em comunicado, a organização de proteção da vida animal OI Pejeta Conservacy, no Quénia, informou que o rinoceronte foi sujeito a eutanásia na segunda-feira, depois de o seu estado ter "piorado significativamente" e ele já não conseguir ficar de pé.

Os músculos e ossos do animal estavam a deteriorar-se e tinha desenvolvido extensos ferimentos na pele.

O rinoceronte estava envolvido num importante esforço para salvar subespécies da extinção, com a ajuda de duas fêmeas.

Os especialistas afirmaram que Sudan, como era conhecido o animal "apaixonou muitos com a sua dignidade e força". Os seus tratadores descreviam-no como afável.

O último exemplar macho da sua subespécie nasceu no Sudão, foi levado para um jardim zoológico na República Checa e foi transferido para o Quénia em 2009.

O rinoceronte "contribuiu de forma significativa para a sobrevivência da sua espécie, já que procriou com duas fêmeas", indicou a organização.

Além disso, na segunda-feira foi recolhido material genético, que poderá ser utilizado em tentativas de reprodução desta subespécie através de tecnologias celulares avançadas, acrescentaram os especialistas.

O Presidente russo, Vladimir Putin, deverá assumir o quarto mandato presidencial após a sua primeira eleição em 2000, para além de ter assumido o cargo de primeiro-ministro entre 2008 e 2012, escreve o Notícias ao Minuto.

A reeleição de Putin é assinalada pelas críticas da oposição interna e uma crescente crispação com os países ocidentais.

Nos primeiros dois mandatos presidenciais Putin cumpriu quatro anos, em cada um, à frente do Kremlin, tendo a duração dos mandatos sido ampliada para seis anos a partir de 2012.

As eleições ocorrem num momento em que a Rússia é alvo de sanções britânicas, em reação ao envenenamento em Inglaterra do ex-agente duplo russo Serguei Skripal, num caso que parece ter confirmado o regresso de uma nova Guerra Fria desde o regresso de Putin ao Kremlin, em 2012.

A última sondagem do instituto público VTsIOM dava a Putin 69% das intenções de voto, com larga vantagem face aos restantes candidatos.

O grande ausente da eleição presidencial é o opositor "número um" do Kremlin, Alexei Navalny, o único com capacidade de mobilizar dezenas de milhares de pessoas, acusado pelas autoridades de "repetida violação" da lei sobre a organização de manifestações e proibido de concorrer ao escrutínio devido a uma antiga condenação judicial, que considera encenada pelo Kremlin.
Com a eleição de Putin praticamente assegurada, a taxa de participação será o principal "barómetro" deste escrutínio. O Kremlin empenhou-se nesta campanha, para um objetivo que os 'media' resumiram pela fórmula "70-70": 70% de participação e 70% de votos para Putin.

Vladimir Putin foi reeleito para um quarto mandato presidencial nas eleições deste domingo com 76% dos votos, de acordo com as primeiras projecções, estendendo a sua liderança por mais seis anos, até 2024. Ainda não foram avançados os valores da participação eleitoral, que é visto como o principal indicador de apoio do regime, escreve O Público.

O Presidente e o seu círculo próximo mantêm há quase duas décadas um controlo apertado sobre a sociedade civil, o Estado e os meios de comunicação, que não deixa margem para que surja qualquer oposição. Mas naquelas que muitos pensam ser as últimas eleições com Putin a força do regime iria ser avaliada pela participação do eleitorado.

A contagem parcial dos resultados oficiais atribuía a Putin uma vantagem menor (72%), mas quando apenas tinham sido contabilizados 20% dos votos. O candidato do Partido Comunista, Pavel Grudinin, aparecia em segundo lugar, com 15%.

 

João Lourenço, vice-presidente do MPLA, exortou aos militantes, amigos e simpatizantes da formação política para não se deixarem levar por supostos “eduardistas” ou “lourencistas”, porque não existe divisões no partido.

“Refutemos, energicamente, esta ideia criada e difundida em alguns círculos da nossa sociedade com o objectivo de nos dividir. Isto não existe, no nosso seio só há MPELISTAS, porque defendemos todos o MPLA e as suas causas”, defendeu, citado por ‘Angola 24’.

Durante sua intervenção, este sábado, na abertura da II reunião metodológica sobre a organização do trabalho do partido, João Lourenço disse que, ao longo da sua história, o MPLA enfrentou e ultrapassou momentos difíceis, onde, em alguns casos, teve cisões que o enfraqueceram, mas soube sempre evitar consequências piores.

Na sua visão, só há patriotas angolanos porque todos defendem a causa de Angola e os angolanos, daí ter apelado para a união em torno dos ideais do partido, no sentido da construção de um futuro melhor.

Por isso apelou vigilância aos militantes. “Sempre que possível, devemos trabalhar com antecipação no sentido da sua prevenção. Isto é uma preocupação que deve ser permanente, porque dentro e fora do partido sempre houve quem estivesse interessado em corroer o MPLA, para que não cumpra com a sua missão histórica”.

O vice-presidente salientou que a reunião metodológica prossegue objectivos de grande importância para a vida interna do partido, que visam imprimir maior dinâmica e aperfeiçoamento do trabalho político-partidário e revitalizar as estruturas a todos os níveis, conferindo, deste modo, maior protagonismo no seio da sociedade angolana.

Por outro lado, disse ser o momento para o partido começar a trabalhar na educação dos seus quadros, para o grande desafio relacionado com a implantação do poder autárquico no país.

Nesta sexta-feira, O MPLA realizou a V reunião do Comité Central, sob orientação do presidente do partido, José Eduardo dos Santos, para, entre outros assuntos, avaliar o estado actual do partido, do ponto de vista da execução do calendário, das suas actividades e do grau de organização e funcionamento.

 

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