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O País – A verdade como notícia

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

O ex-presidente do Brasil Michel Temer volta esta quinta-feira à prisão. O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) decidiu, por 2 votos a 1, que Michel Temer e João Baptista Lima, o coronel Lima, voltem à prisão. O ex-ministro e ex-governador do Rio Moreira Franco e outros cinco acusados tiveram o habeas corpus mantido em julgamento realizado na tarde desta quarta-feira.

Temer e Coronel Lima foram presos no dia 21 de Março, pela Justiça Federal do Rio de Janeiro. Eles são acusados de corrupção, peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O coronel Lima é apontado como o operador do esquema. Eles foram soltos quatro dias depois da decisão prévia do juiz Ivan Athié, do TRF2.

Temer disse estar surpreendido, mas garantiu que se apresentará esta quinta-feira de forma voluntária à justiça.

"Em primeiro lugar, decisão da Justiça se cumpre. Segundo ponto, claro, eu a considero inteiramente equivocada sob o foco jurídico. Eu sempre sustentei que nessas questões todas não há prova. Para mim, foi uma surpresa desagradável. Claro que com muita lamentação. É uma injustiça, não só injustiça, mas uma injuridicidade. Já falei com o advogado e ele apresentará um 'habeas corpus' ao Superior Tribunal de Justiça", afirmou Temer.

Temer será assim o segundo ex-presidente brasileiro detido na sequência da operação Lava Jato, depois de Lula da Silva, na prisão desde abril de 2018 por corrupção e branqueamento de capitais.

 

Chevron informou, nesta quinta-feira, que não elevará sua oferta de 33 biliões de dólares pela Anadarko Petroleum. Com isso, a expectativa é que a Anadarko interrompa as conversas sobre uma fusão com a Chevron e acabe por ser comprada pela Occidental Petroleum.

A Chevron informou que ficará com a taxa de 1 bilião de dólares a que tem direito pelas negociações sem sucesso com a Anadarko e elevará sua taxa de recompra de acções em 25%, para cinco biliões de dólares por ano.

Nesta semana, a Anadarko havia informado que a oferta de 38 biliões da petrolífera Ocidental era superior a seu acordo com a Chevron, dando quatro dias úteis para esta fazer outra oferta. A Chevron disse que deixará esse período vencer, acrescentando que espera que a Anadarko termine com as negociações.
 

 

Até as 12 horas desta sexta-feira, a Comissão Eleitoral Independente da África do Sul já tinha feito o apuramento de 83.04 por cento dos votos.

Os números mostram que o ANC continua a liderar o processo com 57.09 por cento, o equivalente a 7 651 311 votos na corrida para Assembleia Nacional.

Em segundo lugar segue a Aliança Democrática, com 2 893 421 votos o que corresponde a 21.59 por cento dos votos contados.
Em terceiro lugar está o EFF com 10.13 por cento de votos, equivalente a 1 358 084 votos.

Há um registo de 186 796 votos nulos, 13 402 608 votos válidos. A participação eleitoral situa-se nos 65.52 por cento

 

ANC lidera contagem de votos

O ANC está a liderar a tendência de voto na África do Sul. Os últimos dados colocam o partido de Nelson Mandela com cerca de 56 por cento dos votos, seguido da Aliança Democrática com 22 por cento e o EFF com quase 10 por cento.  

Até as 18 horas desta quinta-feira, a Comissão Eleitoral Independente da África do Sul já tinha feito o apuramento de 56.46 por cento dos votos.

Os números mostram que o ANC continua a liderar o processo com 56.93 por cento, o equivalente a 4 851 295 votos na corrida para Assembleia Nacional.

Em segundo lugar segue a Aliança Democrática, com 22.56 por cento dos votos contados. Em números obteve até agora 1 922 581 votos na corrida ao parlamento.

Em terceiro lugar está o EFF com 9.68 por cento de votos, equivalente a 824 705 votos.

A restante percentagem é dividida pelos outros 45 partidos que concorrem ao parlamento sul-africano.  

 

De Rei de Wakanda a Samurai. Conhecido por seu papel como T’Challa, o Pantera Negra, no universo cinematográfico da Marvel, o ator Chadwick Boseman interpretará o protagonista Yasuke em adaptação cinematográfica da história do samurai.

O filme vai contar a história de Yasuke, um homem nativo de Moçambique, sob o domínio português, que foi levado ao Japão como escravo por missionários jesuítas no Século XVI. À sua chegada despertou o interesse de Oda Nobunaga, um chefe militar que buscava unir um Japão fracionado sob sua governação.  

Nobunaga e Yasuke desenvolveram uma relação de amizade com respeito mútuo. Com esta amizade Yasuke acabou ganhando a confiança de Nobunaga ascendendo à honra e ao título de samurai.

Boseman citado pela imprensa internacional afirmou estar animado por participar do projeto. "A lenda de Yasuke é um dos segredos mais bem-guardados da história, a única pessoa de origem não-asiática que se tornou um Samurai. Isso não é apenas um filme de ação, é um evento cultural, uma troca, e estou empolgado em fazer parte disso".

O filme terá roteiro de Doug Miro (Narcos), e a direção ainda não foi anunciado. Entram como produtores Mike De Luca, Stephen L’Heureux, Logan Coles e Boseman. "[Essa história] é não apenas um filme de ação, é um evento cultural, uma troca, e estou empolgado por ser parte disso", contou o protagonista.

O filme de Yasuke ainda não tem um título e nem data de lançamento.

 

 

Mais de 26 milhões de eleitores sul-africanos votam esta quarta-feira em todo o país para a eleição dos novos membros da Assembleia Nacional e das Assembleias Provinciais.

É a sexta vez em 25 anos que os sul-africanos são chamados as urnas. O processo arrancou as 07 horas em todas as 22 924 mesas de voto abertas. Muitos eleitores chegaram aos postos de voto muito cedo de modo a acompanhar o resto do processo a partir de casa e aguardar a contagem dos votos após o fecho das urnas as 21 horas.

Entretanto em alguns postos de voto, as mesas não abriram a hora marcada. Foi o caso da Escola Primária de Showground no centro da capital Pretória onde devido a problemas técnicos até 25 minutos depois da hora marcada, o processo ainda não tinha começado. A votação só veio a iniciar quando faltavam cerca de 20 minutos para as 08h.

Já em Soweto, um dos bairros históricos de Johannesburg, a votação começou a tempo e o processo decorreu de forma ordeira. Uma das eleitoras que votou nesta neste bairro foi a irmã do presidente do ANC, Ciryl Ramaphosa.

As eleições de hoje vão confirmar ou não as sondagens que, nos últimos dias, davam vantagem ao ANC com previsão de arrecadar cerca de 52 por cento dos votos, seguido da Aliança Democrática que desta vez poderá atingir cerca de 30 por cento.

Dos 26.7 milhões de eleitores, 45 por cento são homens e 55 por cento são mulheres. A votação vai decorrer até as 21 horas, altura que todas as mesas de voto vão ser encerradas e vai começar o apuramento dos resultados.

 

 

A notícia já corre um pouco por todo o mundo. O príncipe Harry e a duquesa Meghan Markle apresentaram, hoje, o filho ao público, e passa a chamar-se Archie Harrison Mountbatten-Windsor.

Numa rápida aparição, segundo cita Nes Brasil, Meghan afirmou que o bebé é muito calmo. "Ele tem sido um sonho", disse a mãe.

Archie Harrison nasceu por volta de 5h30 do dia 6 deste mês, e, assim, torna-se o que News Brasil considera a primeira criança birracial da actual família real britânica – Meghan tem raízes negras por parte de mãe.

Archie será um príncipe?

De acordo com o News Brasil, por enquanto não será. “A expectativa até o momento é de que o menino seja chamado de Conde de Dumbarton, a não ser que a rainha Elizabeth 2ª interceda”, avança a fonte. Ainda de acordo com a fonte, o bebé será cidadão americano, pois como Meghan ainda é uma cidadã americana, seu filho também o é. “Isso porque qualquer americano que tiver morado cinco anos nos EUA automaticamente passa a cidadania para seus filhos, mas, como seu bebé nasceu fora dos EUA, Meghan terá de registrar o nascimento na embaixada americana em Londres”, escreve o jornal, esclarecendo que, assim, terá dupla cidadania – britânica e americana.

Por fim, segundo o News Brasil, “acredita-se que Meghan eventualmente pedirá uma cidadania britânica para si própria, mas esse processo exige tempo: ela precisa residir no Reino Unido por ao menos cinco anos. Quando isso acontecer, ela pode optar por renunciar à cidadania americana, mas seu filho teria de esperar até os 16 anos caso decida fazê-lo”.

 

Ciryl Ramaphosa voltou a pedir desculpas aos sul-africanos por todos os erros cometidos pelo ANC durante os últimos 24 anos. Favorito a renovar o mandato na liderança da África do Sul, Ramaphosa votou pela manhã numa escola localizada no bairro em que nasceu: Soweto, em Joanesburgo. Após exercer seu direito de voto dirigiu-se à imprensa onde voltou a reconhecer os erros do passado do ANC e prometer uma nova África do Sul.

Já o cabeça de lista da Aliança Democrática, Mmusi Maimane exercer o seu direito de voto também em Joanesburgo e apelou aos sul-africanos a votarem de forma consciente.

O líder dos combatentes para a liberdade económica, Julius Malema, votou em Limpopo e no fim encorajou os apoiantes da EFF e os agentes do partido a ficarem de olho no processo de votação, alegando que havia uma possibilidade de fraude eleitoral.

 

 

 

Istambul vai, novamente, às urnas para escolher o presidente da Câmara Municipal após o Alto Comité Eleitoral ter anulado o resultado do escrutínio de 31 de Março a pedido do AKP (Partido Justiça de Desenvolvimento), o partido do Presidente Recep Tayyip Erdogan.

As autoridades eleitorais turcas deram razão à queixa do partido AKP sobre irregularidades no escrutínio de 31 de Março e ordenaram a repetição das eleições. O AKP perdeu por menos de 13 mil votos, uma margem ínfima tendo em conta os cerca de 10 milhões de eleitores da cidade.

Já o Partido Republicano do Povo, que surpreendentemente venceu o sufrágio, com mais de 10 milhões de habitantes nega irregularidades. Ekrem Imamoglu, líder da oposição afirmou que uma decisão que não respeita a vontade da população é típica de uma "ditadura".

"Meus concidadãos, eles tentaram tirar as eleições que ganhámos na noite de 31 de Março. Tentaram roubar-nos o nosso trabalho árduo", sublinhou Imamoglu.

O ex-primeiro-ministro Binali Yildirim, que perdeu por uma curta margem de 13 mil votos, afirmou que o escrutínio foi marcado por "manchas".

"Porque é que as eleições foram para o Comité Eleitoral? Por causa das irregularidades, irregularidades, irregularidades, fraudes e manchas que detetamos e que aconteceram durante e depois do escrutínio".

As novas eleições municipais, em Istambul, estão marcadas para o dia 23 de junho.

 

Decorrem as sextas eleições gerais na África do Sul com 26.7 milhões de eleitores. O ANC, partido no poder há 25 anos, mostra-se favorável para vencer o escrutínio. O DA (Aliança Democrática) poderá continuar como o principal partido da oposição.

O ANC vai receber mais de 60% dos votos nacionais, independentemente da afluência nas urnas, segundo a última sondagem de votos de Ipsos divulgada hoje, um dia antes das eleições.

Estes e outros dados fazem parte do estudo “Pulse of the People” que foi feito em Março e Abril de 2019.
Foram realizadas 3 600 entrevistas domiciliares nos idiomas dos entrevistados selecionados aleatoriamente.

As sondagens de voto sugerem que o Congresso Nacional Africano (ANC) vai continuar a governar o país após 8 de Maio e a Aliança Democrática (DA) continuará a principal oposição de África do Sul.

O ANC tem apoio em todo o país, mas especialmente em Gauteng e KwaZulu-Natal. Os apoiantes da DA estão em maioria em Western Cape e Limpopo.

Independentemente da afluência nas urnas, o ANC é suposto conseguir angariar entre 61% e 65% dos votos a nível nacional.
Por sua vez, a DA é prevista que obtenha entre 17% e 19% dos votos em diferentes cenários de afluência – uma descida dos 22% dos votos que recebeu em 2014.

Os Combatentes da Liberdade Económica (EFF) poderão ganhar entre 10% e 11%, independentemente de qualquer cenário de afluência dos eleitores.

O estudo de Ipsos sugere que caso haja baixa afluência nas urnas, os eleitores do ANC estão comprometidos a votar na mesma e isso significaria o aumento considerável do apoio ao partido.

“Em um cenário de alta participação dos eleitores, o ANC consegue convencer os eleitores, que de outra forma não teriam votado, a sair e participar. Assim, tanto um baixo comparecimento como uma alta participação serão benéficos para o ANC.

“O apoio a outros partidos é menos consistente em vários cenários”, segundo a Ipsos.

O escrutínio sul-africano decorre em meio a frustração popular devido ao fraco crescimento económico que África do Sul tem registado nos últimos anos.

Cerca de 27% da população continua sem emprego e a economia que costumava cresceu em torno dos 4%, na última década reduziu para 2%.

A África do Sul tem também das piores taxas de desigualdade do mundo, havendo um grande fosso entre os ricos e os pobres, o que cria certo nervosismo na sociedade sul-africana, por ver sucessivos Governos do ANC que não conseguem resolver o seu problema.  

Fora do fraco progresso económico, a Africa do Sul tem sido assolado por vários escândalos de corrupção que obrigaram o antigo presidente Jacob Zuma a renunciar ao poder em 2018.
O novo presidente Cyril Ramaphosa tem envidado esforços para limpar a imagem do partido no poder. Caso o ANC, a Aliança Democrática ou os Combatentes da Liberdade Económica vençam as eleições, o plano de expropriação de terra sem indemnização será outro desafio a ser enfrentado com cuidado de não se prejudicar a segurança alimentar.

Os sul-africanos também clamam por melhores condições de energia elétrica, após vários apagões e uma série de greves registadas na ESKOM, empresa estatal de eletricidade que se encontra mergulhada em crise financeira.

 

 

 

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