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Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Os resultados das eleições de 8 de Maio deram mais cinco anos de governação ao partido Congresso Nacional Africano liderado pelo presidente Cyril Ramaphosa. Com 57.5% dos votos, o ANC mais uma vez esteve em frente do principal partido da oposição, Aliança Democrática, com 20.8% e o partido da esquerda, Combatentes da Liberdade Económica que, desta vez, subiu a pontuação dos 6% em 2014 para 10.8% dos votos este ano.

Há muito que a vitória era certa para o ANC, mas desta vez, o resultado foi o mais baixo de toda a sua história eleitoral, uma vez que o partido costumava vencer com mais de 62% dos votos. Em discurso, o Presidente Ramaphosa prometeu governar com todos sul-africanos bem como reanimar a economia do país cuja taxa de desemprego está nos 27%. Os observadores eleitorais consideraram o processo eleitoral livre e justo.

 

O autoproclamado presidente interino Juan Guaidó convocou uma manifestação, para hoje, contra o regime de Nicolás Maduro. A convocatória foi feita na sequência da detenção do seu número dois, o vice-presidente da Assembleia Nacional, Edgar Zambrano.

Guaidó reiterou as críticas ao regime, que acusa de já não governar nem resolver problemas dos cidadãos, mas apenas "perseguir os deputados", escreve o Notícias ao Minuto.

"Se governasse, procurava resolver os problemas da falta de electricidade, da falta de alimentos, de medicamentos, de transportes, mas não, só se preocupa em perseguir os deputados da Assembleia Nacional", acrescentou Guaidó.

O vice-presidente do parlamento foi preso depois de ter sido acusado de vários crimes, como traição à pátria e conspiração e por ter apoiado uma tentativa de golpe de estado contra o presidente Nicolás Maduro.

A abertura das urnas na África do Sul comprovou a vitória de Cyril Ramaphosa, que deve governar o país mais uma vez  pelos próximos 5 anos, em um momento em que o país enfrenta uma crise no sector eléctrico, a mais alta taxa de desemprego juvenil do mundo e uma polêmica reforma agrária.

A estatal responsável pela distribuição está sucateada e envolvida em escândalos de corrupção. Ramaphosa,  tem como proposta a privatização, mas essa ideia enfrenta muita resistência até mesmo dentro do governo.

Ramaphosa assumiu a presidência em 2018 após seu antecessor, Jacob Zuma, renunciar por denúncias de envolvimento em diversos escândalos de corrupção. Escândalos estes que  afectaram os investimentos externos no país africano e este é um cenário que o presidente tem se esforçado para mudar.  para além disso, Ramaphosa precisa ainda incluir os jovens no mercado de trabalho. Segundo um relatório publicado pela revista The Economist e citado pelo Notícias R7, cerca de 52% dos jovens com idades entre 15 e 24 anos estão desempregados no país.

Ramaphosa espera também colocar em andamento a proposta de reforma agrária  que existe desde os tempos em que Nelson Mandela era presidente.  Proposta esta que de acordo com  Galdino, citado pelo Notícias R7, o presidente tem a qualidade mais importante para tirar a ideia do papel: vontade política. “Existe muita confiança na habilidade técnica do presidente em executar as medidas que são necessárias, entre elas, a reforma agrária.”

Apesar da vontade política ,Ramaphosa pode encontrar algumas barreiras. Pois, uma reforma a todo custo poderia afastar investidores estrangeiros e prolongar ainda mais a crise econômica do país.

Por outro lado, a demanda é uma reivindicação da população negra que é maioria no país e viveu por séculos afastada dos direitos políticos.

Os votos já foram processados a 100 por cento e o ANC é o vencedor do escrutínio. Assim, o partido de Cyril Ramaphosa conseguiu um total de 10. 026. 385 votos, o correspondente a 57.50 por cento.

Com estes resultados, o ANC vai manter o controlo do governo de Gauteng, a província economicamente mais forte.

Em segundo lugar está o partido Aliança Democrática, com 20.77 por cento dos votos, em virtude do total de 3. 621. 188 votos. E na terceira posição está o EFF de Julius Malema, com 1. 881.389 votos, equivalentes a 10.79 por cento.

Os restantes votos distribuem-se pelos outros 45 partidos.
Há um registo de 17. 435. 988 votos válidos e 235. 451 votos nulos. A participação eleitoral situa-se nos 65. 99 por cento. No total foram registados 26. 779 025eleitores. As eleições legislativas e provinciais de 8 de Maio na África do Sul contaram com um total de 48 partidos.

 

Foram libertas, nesta sexta-feira,  894 menores dos quais 106 meninas, que eram obrigadas a lutar como soldados de uma milícia nigeriana, Força-Tarefa Conjunta Civil (CJTF), um grupo local apoiado pelo governo nigeriano voltado para o combate aos terroristas do Boko Haram. Menores estes que testemunharam mortes, assassinatos e violência, eram usados não só como soldados mas  também em outras funções.

O CJTF foi formado em 2013 para proteger as comunidades do nordeste do país contra os ataques do grupo terrorista Boko Haram. No entanto, usava centenas de crianças recrutadas à força em suas tropas. Em 2017, a milícia assinou um tratado prometendo parar de recrutar menores e libertar os que mantinha presos.

A libertação das 894 crianças, menores de idade, aconteceu durante uma cerimônia em Maiduguri, uma cidade no nordeste do país, como parte do “compromisso da CJTF de acabar e impedir o recrutamento e uso de crianças” como soldados, afirmou à agência da ONU citada pela Veja.

Com esta cerimônia, o CJTF já libertou 1.727 crianças que explorava como soldados. Não está claro, contudo, quantos menores ainda são mantidos pelo grupo.

As crianças libertadas serão matriculadas em um programa de reintegração e treinamento para ajudá-las a retornar à vida civil.

Relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) de 2017 informa que havia na Nigéria mais de 15 milhões de crianças entre 5 e 14 anos forçadas a trabalhar, “algumas das quais usadas como soldados em conflitos armados”.
 

Quase dois anos depois de assumir o comando dos destinos de Angola, João Lourenço disse numa mensagem enviada no contexto da conferência Internacional ‘Angola Oil & Gas 2019’, que decorre de 4 a 6 de Junho em Luanda, que o país atravessa uma “nova era” na área do petróleo e do gás.

O Presidente de Angola justifica que o novo momento resulta da implementação daquilo que considera de gestão totalmente transparente nos concursos públicos e da criação de uma agência nacional concessionária dos recursos petrolíferos do país.

Um exemplo destas alterações é reestruturação da Sonangol, facto que vai permitir que a empresa se foque na produção, refinação e distribuição de produtos petrolíferos e de gás natural, disse João Lourenço, garantindo também que o país está a aplicar as melhores práticas internacionais num sector fundamental para a economia nacional.

Na mensagem que surge no final da semana em que Carlos Saturnino foi substituído no cargo de presidente da Sonangol por Sebastião Gaspar Martins, João Lourenço admitiu que o petróleo é ainda o motor da actividade económica de Angola”, mas salientou a necessidade de diversificar a economia.

 

Congressistas democratas e várias organizações recolheram mais de 10 milhões de assinaturas para pedir a destituição do Presidente norte-americano, Donald Trump.

"Trump tem de sair", lia-se numa faixa colocada em frente do Capitólio, sede do Congresso, em Washington, junto da qual se reuniram representantes democratas e de associações, escreve a imprensa internacional.

A direção do Partido Democrata não partilha da opinião da sua ala mais progressista e tem resistido à ideia de lançar a destituição do republicano Donald Trump.

Por outro lado, a câmara alta do Congresso, o Senado, é da maioria republicana, que bloquearia o processo de destituição

A Comissão Eleitoral sul-africana reconhece que houve votos duplicados e partidos que impediram a votação, mas garante que os resultados do escrutínio são válidos. Em balanço do dia de eleições, a comissão prometeu instaurar processos-crime contra aqueles de criaram distúrbios para o processo.

Quase a meia-noite desta quarta-feira, os seis vogais da Comissão Eleitoral da África do Sul fizeram o balanço do dia de votação. O órgão responsável pela organização do processo reconheceu perante jornalistas de diversos órgãos sul-africanos e internacionais que houve irregularidades no processo, com destaque para situações de votos duplicados.

Segundo Mosotho Moepya, da Comissão Eleitoral, o órgão garante que vai investigar todas as suspeitas de fraude eleitoral e levar à barra da justiça todos aqueles que foram responsáveis por perturbações ao processo. Lembre-se que na província de Eastern Cape, cinco mesas de voto não tinham aberto até às 17 horas devido a distúrbios e os eleitores tiveram de votar em outros postos.

Contudo, apesar das irregularidades, a Comissão Eleitoral Independente da África do Sul dá garantias de que no geral o processo foi ordeiro e os resultados são válidos.

 

 

 

Ontem, os sul-africanos foram às urnas, para votarem o futuro do seu país. Até aqui, os resultados provisórios, segundo a Euronews, apontam para a vitória do partido mais votado.

De acordo com os resultados parciais apontados pela Euronews, dos 95% dos votos contados, o ANC conseguiu 62,24 % dos votos, menos três pontos percentuais do que obteve em 2009.

“Os estreantes Lutadores da Liberdade Económica, o partido populista do antigo líder da juventude do ANC Julius Malema, estão na terceira posição com 4,6 % dos votos. O principal partido da oposição, a Aliança Democrática, obteve até agora 23,63% dos votos, o que representa um aumento de seis pontos percentuais em relação às últimas eleições. Helen Zille, líder do partido, deverá continuar como primeira-ministra do Cabo Ocidental, a única província em nove, que não é controlada pelo ANC”, escreve a Euronews.

 

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