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O País – A verdade como notícia

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Um tiroteio ocorrido este sábado no Texas, no mercado Walmart, em El Paso, matou 20 pessoas e fez mais de 26 feridos. O atirador já foi preso.

O governador do estado, Greg Abbott, disse que este é um dos dias mais mortíferos da história do Texas. O ataque acontece seis dias depois de um atirador, adolescente, matar três pessoas num festival de comida, na Califórnia.

O suspeito do ataque em El Paso é um jovem de 21 anos, de nome Patrick Crusius, e terá actuado sozinho.

O chefe da polícia disse que as autoridades encontraram um alegado manifesto anti-imigração do suspeito que indica que este poderá ser um crime de ódio. Falta, contudo, provar se foi Patrick que partilhou um documento na internet no qual mostra simpatia pelo terrorista que matou 51 pessoas na Nova Zelândia.

O presidente norte-americano, Donald Trump, disse que os relatos de El Paso eram muito maus e ofereceu total apoio ao governo federal. “Deus esteja com vocês todos”, disse Trump.

Rajadas e ventos fortes causaram o naufrágio de três “ferrys”, este sábado, nas Filipinas, provocando a morte de 31 pessoas e três desaparecidos.

No total, as equipas de regaste salvaram 62 pessoas, entre passageiros e tripulantes dos três ‘ferrys’ que ligavam duas ilhas na zona central das Filipinas.

A informação anterior apontava para 25 vítimas mortais e seis pessoas desaparecidas.

Os naufrágios ocorreram nas águas do arquipélago filipino, entre a cidade de Iloilo e a província de Guimaras, devido “à ondulação e às fortes chuvas”, segundo o Conselho Nacional de Gestão de Redução de Riscos de Desastres das Filipinas .

Escolas e empresas da cidade de Manila foram encerradas devido às fortes chuvas e inundações, que causaram engarrafamentos nas zonas baixas da capital.

Anualmente, em média, 20 tufões e tempestades atingem as Filipinas, fazendo com que o arquipélago, localizado no Anel de Fogo do Pacífico, regularmente atingido por sismos, seja um dos países mais exposto a desastres naturais.
 

A NATO aponta o dedo à Rússia pelo fim do Tratado Internacional de Desarmamento Nuclear, que vigorava há mais de 30 anos.

Em causa estão os novos mísseis nucleares russos que Moscovo desenvolveu e recusou destruir. A Aliança Atlântica promete uma resposta à altura.

O secretário-geral da NATO afirma que a organização vai "garantir que a defesa nuclear se mantém segura e efectiva". Para Jens Stoltenberg, os "aliados estão firmemente comprometidos com a preservação efectiva de um controlo internacional de desarmamento e não proliferação nuclear", mas assegura que "não vão imitar a Rússia" por que "não querem uma nova corrida ao armamento".

O tratado vigorava há mais de 30 anos. Foi assinado em 1987 por Ronald Reagan e Mikhail Gorbachev. Na altura pôs fim à crise que se seguiu à instalação, em 1980, de mísseis da União Soviética apontados para capitais ocidentais.

Os Estados Unidos acusaram a Rússia de violar o tratado. Já no início deste ano, a administração Trump anunciou que abandonava o pacto.

A Rússia insiste que não violou os termos do tratado e diz que este episódio é uma desculpa dos Estados Unidos para abandonar o acordo estabelecido.

Moscovo tinha até esta sexta-feira para destruir os mísseis 9M729 com capacidade de alcance de 500 quilómetros.
A NATO não prolonga o ultimato e garante que vai responder de forma ponderada e responsável aos riscos para a segurança dos aliados.

 

 

A búlgara Kristalina Georgieva é a escolhida para substituir Christine Lagarde na liderança do Fundo Monetário Internacional.

Não conseguiu vencer António Guterres na corrida para o cargo de secretário-geral das Nações Unidas, mas a búlgara Kristalina Georgieva foi a candidata europeia escolhida para substituir Christine Lagarde na liderança do Fundo Monetário Internacional (FMI).

O antigo presidente do Eurogrupo congratulou a rival pela vitória que só não foi mais cristalina porque inicialmente a candidata não obteve os votos necessários para uma maioria qualificada. Foi preciso conversações dos ministros das Finanças da União Europeia para desbloquear o processo.

Mas Georgieva tem contra ela a idade. A 13 de Agosto completa 66 anos de idade e as regras do FMI ditam que o director-geral deve ter menos de 65 anos de idade à data de entrada em funções. Significa que só uma mudança de regras e estatutos asseguraria a ascensão da candidata.

Kristalina Georgieva foi eleita para dirigir o FMI, na sequência da saída de Christine Lagarde para a presidência do Banco Central Europeu.
 

 

O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que vai impor tarifas alfandegárias suplementares sobre importações oriundas da China no valor de 300 mil milhões de dólares, o que provocou uma queda imediata na bolsa nova-iorquina. As novas tarifas começam a ser aplicadas a partir de 1 de Setembro.

Estas importações tinham sido poupadas até agora na guerra comercial que o Presidente norte-americano mantém com a China, escreve a LUSA.

O anúncio de Trump  provocou a queda repentina dos índices bolsistas.

O seletivo Dow Jones, que estava a ganhar 1,0%, passou a evoluir em baixa de 0,61%, o alargado S&P500 a ceder 0,30% e o tecnológico Nasdaq a recuar 0,69%. O barril de petróleo do Texas passou a cotar com uma queda de 7,4%.

Trump justificou a sua decisão acusando os dirigentes de Pequim de não terem cumprido duas promessas: compras massivas de produtos agrícolas aos EUA e paragem das vendas de fentanyl, um opiáceo muito forte que está a fazer estragos nos EUA do qual a China é um importante produtor.

As duas partes estavam a dar contas de discussões “produtivas” no âmbito das negociações recomeçadas em Xangai, para procurar acabar com a guerra comercial iniciada por Trump.
 

O governador democrata da Califórnia promulgou uma lei que vai impedir o actual Presidente dos Estados Unidos de figurar nos boletins das eleições primárias dos republicanos para as presidenciais, no estado, caso não divulgue a situação fiscal.

Donald Trump continua a recusar divulgar a sua situação fiscal, como fizeram os antecessores nos últimos 40 anos, e os democratas procuram por todo os meios obrigar o Presidente a torná-la pública.

A medida californiana estabelece que qualquer candidato à presidência deve fornecer declarações fiscais dos últimos cinco anos para poder disputar a nomeação partidária na Califórnia.

"Nestes tempos extraordinários, os estados têm uma obrigação legal e moral de fazer tudo em seu poder para garantir que os dirigentes candidatos às mais altas funções cumprem os critérios mínimos", declarou o governador da Califórnia, Gavin Newsom.

Para a equipa de campanha de Trump, as leis adotadas pelos estados relativamente à elegibilidade dos candidatos às presidenciais são anticonstitucionais.

"A Constituição é clara sobre as condições exigidas para servir enquanto Presidente, e os estados não devem acrescentar restrições", declarou o diretor de comunicações da campanha de Donald Trump, Tim Murtaugh.

A actriz brasileira, Ruth de Souza, morreu aos 98 anos. Ruth foi a primeira actriz negra a representar no teatro municipal e a primeira indicada para um prémio internacional de cinema. A causa da morte ainda não foi revelada, mas a actriz esteve internada com pneumonia.

O seu gosto pelo teatro levou-a a procurar e a juntar-se ao Teatro Experimental do Negro, grupo fundado por Abdias Nascimento e Agnaldo Camargo. E foi com aquela companhia que, em 8 de Maio de 1945, actuou pela primeira vez no Teatro Municipal, que até então só tinha recebido actrizes brancas, ajudando dessa forma, a abrir as portas a outras actrizes negras no Brasil.

Em televisão, participou em mais de 20 novelas, entre as quais 'Sinhá Moça'.

Os familiares de Ruth Souza disseram hoje que vão tentar que o velório da atriz se realize no Teatro Municipal.

"Ela merece essa homenagem da família, e os fãs também merecem, né? Dar esse adeus para ela, porque a gente sabe que tem muita gente que gosta dela. Minha tia foi uma pessoa muito importante para a família toda. Uma pessoa de muita garra, uma pessoa que sempre deu conselhos, presente demais na família. Era tipo a matriarca da família", declarou Midori de Souza, sobrinha-neta de Ruth Souza.

23 pessoas morreram este sábado vítimas de um ataque organizado pelo grupo jihadista Boko Haram numa aldeia do nordeste da Nigéria.

Segundo fontes locais, citados pela Agence France-Presse, tudo começou por volta das 10H30 (hora local) quando os rebeldes chegaram em três motos e abriram fogo sobre um grupo de homens que regressava da aldeia vizinha, onde tinham participado em funerais, no distrito de Nganzai, a 90 quilómetros da capital regional, Maiduguri.

"Os nossos homens encontraram 23 corpos no local do ataque, que ocorreu esta manhã", declarou Bunu Bukar, membro da milícia empenhada na luta contra o Boko Haram, citado pela AFP.

Um responsável local de Nganzai, em declarações à AFP por telefone, confirmou o ataque e o número de mortos.

"Recebi informações dizendo que o Boko Haram tinha morto 23 pessoas perto de Badu Kuluwu esta manhã", afirmou o responsável que preferiu manter o anonimato.

Os corpos estavam a ser guardados pelas milícias e caçadores locais, depois de os sobreviventes terem dado o alerta sobre o ataque nas suas aldeias, descreveu um habitante, Saleh Masida.

O Boko Haram está activo naquela zona onde leva a cabo regularmente ataques contra aldeias, pilhando víveres e incendiando casas. Em setembro passado, os rebeldes mataram oito pessoas e levaram animais em duas aldeias do distrito de Nganzai.

O Boko Haram, braço do grupo Estado Islâmico, intensificou os ataques contra civis e armados nos últimos meses. Ainda na última quinta-feira, membros do Boko Haram atacaram um campo de deslocados na periferia de Maiduguri, matando duas pessoas e roubando as reservas de alimentos, depois de terem invadido a base militar situada na proximidade.

O conflito já fez 27.000 mortos e mais e dois milhões de deslocados em dez anos.

 

 

 

Num ataque perpetrado por cerca de 20 indivíduos armados, descritos como Jihadistas, mataram 14 pessoas em Diblou, no norte de Burkina Faso.

Um primeiro balanço dava conta de sete mortos, mas acabou por ser revisto em alta depois da descoberta de novos corpos na sexta-feira, afirmou uma fonte ligada à segurança, acrescentando que há ainda vários desaparecidos, possivelmente pessoas que fugiram da aldeia.

"Os terroristas (jihadistas) queimaram lojas e motocicletas. Quase todo o mercado foi saqueado", contou um habitante local, adiantando que a população fugiu para localidades vizinhas.

O Burkina Faso tem registado nos últimos quatro anos ataques 'jihadistas' recorrentes e cada vez mais frequentes. Desde 2015 já fizeram cerca de 500 mortos.

Inicialmente estes ataques tinham lugar no norte do país, mas acabaram por estender-se a outras regiões, nomeadamente a leste, na zona de fronteira com o Togo e o Benim.
 

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