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O País – A verdade como notícia

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Netanyahu quer derrubar regime do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, em campanha para as legislativas de 27 de Outubro, defendeu que derrubar o Governo iraniano é a única opção para

Depois de ter realizado exames médicos, ontem, quarta-feira, o presidente do Brasil Jair Bolsonaro disse existir possibilidade de ter cancro de pele, reporta a Folha de São Paulo.

“Tenho pele clara, pesquei muito na minha vida, fiz muita actividade. Então, a possibilidade de cancro de pele existe”, declarou Bolsonaro em Brasília, após se submeter a um exame dermatológico.

O presidente apresentava um curativo na orelha esquerda, após ser submetido a exames no Hospital da Força Aérea Brasileira (FAB).

Na chegada à residência oficial, Bolsonaro trazia um penso na orelha esquerda e falou sobre a possibilidade de ter cancro, embora não tenha detalhado se será feita ou não uma biópsia.

“Não sei se vão fazer uma biópsia, mexeram, furaram, deram anestesia. Eu adormeci. Estava tão cansado que deitei-me na maca e adormeci”, indicou.

“Há possível cancro de pele. Fizeram-me um check up. Eu nem peço, muitas vezes são eles que me dizem para ir lá e eu vou. Não sou mais dono de mim mesmo em muitas questões", acrescentou.

Inicialmente, a assessoria de imprensa informou que Bolsonaro, de 64 anos, faria exames de rotina e que está em boas condições de saúde. Perante as perguntas dos jornalistas, o chefe de Estado manifestou, porém, bom humor, dizendo que Hamilton Mourão continuará a ser vice-presidente.

 

Arrancaram hoje as eleições legislativas antecipadas no Reino Unido que vão decidir o futuro do brexit. As últimas sondagens apontavam para vitória do primeiro-ministro britânico contra o líder dos trabalhadores.

Milhões de eleitores britânicos já começaram a votar no novo partido que vai decidir o futuro da saída do Reino Unido da União Europeia. Em destaque, está o partido dos conservadores liderados pelo primeiro-ministro, Boris Johnson, e o partido dos trabalhadores ao comando de Jeremy Corbyn.

Segundo as últimas sondagens de YouGov, Johnson reúne maior intenção de votos, distanciando-se de Corbyn com apenas 10 pontos.

O primeiro-ministro britânico que conduziu a sua campanha sob o lema “Faz o Brexit acontecer”, promete separar o Reino Unido da União Europeia bem antes do dia 31 de Janeiro, assim que vencer as eleições.

Por sua vez, Corbyn promete realizar um novo referendo de brexit, caso saia vencedor, de modo a realizar a vontade dos britânicos que se encontram mais divididos do que nunca. Corbyn acusa o partido de Johnson de ser dos bilionários, enquanto o dele é das massas. As urnas abriram as sete horas e vão encerrar as 22 horas locais.

 

Já é oficial. A Comissão de Justiça, nos Estados Unidos, formalizou a acusação para destituir Donald Trump da presidência.

Dois artigos são apontados como fundamento. Ambos estão relacionados com a alegada pressão ao presidente da Ucrânia para levar a cabo uma investigação com vista a prejudicar Joe Biden, o Democrata tido como o principal opositor de Trump nas presidenciais de 2020.

“O primeiro artigo é por abuso de poder. É uma ofensa válida para a destituição, o presidente exercer os poderes de um cargo público para benefício próprio, ignorando ou ferindo os interesses nacionais". Já o segundo artigo é por “obstrução ao Congresso”, diz presidente da Comissão de Justiça da Câmara dos Representantes, Jerry Nadler, citado pela Euronews.

Em resposta no Twitter, Trump diz que tudo não passa de uma caça às bruxas.

Mais tarde, o presidente dos Estados Unidos reagia à acusação, através de uma declaração aos jornalistas.

“Isto é uma caça às bruxas. É uma coisa terrível. Mas nem os Democratas conseguiram encontrar muito, porque inventaram dois artigos que, sinceramente, são muito fracos e eles são muito fracos”, afirmou Donald Trump.

Cabe agora à Câmara dos Representantes, liderada pelos Democratas, aprovar a acusação. Mas, caso seja aprovada, fica nas mãos do Senado, de maioria Republicana, levar a cabo um julgamento para a destituição.

“Disse que seria uma total surpresa 67 senadores destituírem o presidente. E mantenho a minha opinião”, afirmou, aos jornalistas, o líder da maioria republicana no Senado.

Donald Trump nega todas as acusações e mantém os olhos em 2020, com vista para uma reeleição em Novembro.

 

 

A sueca Marie Fredriksson, a cantora da banda sueca Roxette morreu esta segunda-feira aos 61 anos de idade, comunicou o seu empresário. Em comunicado dijvulgado esta terça-feira, o empresário disse que a cantora "enfrentou 17 anos de uma batalha contra o cancro".

"É com grande tristeza que devemos anunciar que Marie Fredriksson, do grupo Roxette, morreu na manhã de 9 de dezembro, depois de 17 anos de luta contra o cancro", disse Dimberg Jernberg Management em comunicado.

Em 2002, Marie foi diagnosticada com um grave tumor, recebendo um tratamento agressivo, mas que acabou sendo bem-sucedido. Com isso, a cantora sofreu alguns danos permanentes no cérebro, perdeu a capacidade de ler e contar, a visão no olho direito e teve os movimentos do lado direito de seu corpo ligeiramente afetados. Em 2009, ela conseguiu iniciar um retorno gradual aos palcos, que resultou em novos álbuns e turnês. Porém, em 2016, os médicos de Marie a aconselharam a parar de fazer turnês e se concentrar em sua saúde. Desde então, ela estava distante dos palcos. A cantora era casada desde 1994 com o músico Mikael Bolyos e deixa dois filhos.

A banda Roxette, formada em 1986 pelo guitarrista Per Gessle e pela cantora Marie Fredriksson, vendeu quase 80 milhões de álbuns em todo o mundo e acumulou hits, incluindo "The look", "Listen to your heart” ou “It must have been love".

Roxette foi uma dupla de pop rock sueca formada por Marie Fredriksson e Per Gessle. A dupla alcançou sucesso mundial entre o fim dos anos 1980 até meados da década de 1990.

 

 

 

O candidato às eleições presidenciais de 24 de Novembro na Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, disse que caso seja eleito presidente vai sugerir pena de morte para traficantes de drogas.

"Os bandidos? Tenho lugar para eles na cadeia. Os marginais? Tenho lugar para eles na cadeia. Droga? Eu vou mesmo sugerir a pena de morte para os traficantes se for eleito. Para mim é intolerante, não podemos estar aqui a banalizar uma sociedade a traficar drogas. Aqui não é a Colômbia e a gente conhece as pessoas que traficam droga. As pessoas que utilizam a Guiné-Bissau como passagem de droga. Haverá pena de morte para essas pessoas", afirmou Umaro Sissoco Embaló.

Sissolo disse ser um homem da concórdia, e que quando ganhar as eleições não haverá exclusões.

“Assim que ganhar eleições não há nenhuma exclusão até o PAIGC não será excluído, porque fazem parte da sociedade e nós guineenses temos de nos sentar numa mesa e falar como irmãos.", afirmou, referindo-se à crise política que tem persistido no país nos últimos anos.

"Nós temos de ganhar estas eleições e não há mais oportunidade para confusões na Guiné. Nós guineenses, temos de encontrar uma solução entre nós. Eu sou um homem de paz e não vou excluir nenhum guineense, mas uma coisa é certa, sou alguém que vai respeitar a Constituição e fazer respeitar a Constituição", salientou.

A Guiné-Bissau realiza eleições presidenciais em 24 de Novembro, estando a segunda volta, caso seja necessária, marcada para 29 de Dezembro.

A Nigéria, Níger e Benin anunciaram formação de patrulhas para lutarem contra o contrabando e a criação de um comité para retomar as trocas comerciais.                                                       

Ministros, responsáveis pelos Negócios Estrangeiros dos três países, assim como o comissário do Comércio da Comunidade de Desenvolvimento Económico da África Ocidental (CEDEAO), reuniram-se hoje na sede da organização regional, em Abuja, capital da Nigéria, onde consertaram a criação de patrulhas comuns.

Foi criado um comité de vigilância e avaliação que reúne os três países para incentivar a erradicação do contrabando.

A declaração é o primeiro sinal de apaziguamento das relações entre a Nigéria e os vizinhos, cerca de três meses depois de o Presidente nigeriano, Muhammadu Buhari, ter decidido o encerramento das fronteiras terrestres com Níger e Benin.
A medida tinha como objectivo parar o contrabando de arroz e óleo.

O Benin beneficiou, por várias décadas, da importação ilegal de gasolina subsidiada, algo que Abuja diz ter custado milhares de milhões de dólares aos cofres nigerianos.

Já o Níger alega que o encerramento da fronteira provoca uma redução de receitas na ordem dos 40.000 milhões de francos CFA (cerca de 60 milhões de euros).

O encerramento das fronteiras terrestres provocou um abrupto aumento de preços na Nigéria, sendo que a maioria dos produtos passaram a ser importados pelo porto de Lagos, comumente criticado pela sua ineficiência.

Um passo encorajador para o fim da instabilidade política na Bolívia. Os deputados da oposição e os do partido Movimento para Socialismo do ex-presidente Evo Morales acordaram esta quinta-feira medidas para realização das novas eleições.

Ainda não se determinou a data, mas espera-se que dentro de 90 dias a presidente interina da Bolívia, Jeanine Anez, convoque as novas eleições presidenciais. Entretanto, Anez adianta que Evo Morales que se encontra asilado no México não volte a candidatar-se, pois a Constituição da Bolívia não prevê um quarto mandato presidencial.

O líder indígena renunciou ao poder no domingo passado, depois de ter perdido apoio dos militares, e a organização dos Estados Americanos terem verificado sérias irregularidades nas eleições de 20 de Outubro. A senadora da oposição, Jeanine Anez, assumiu o poder, e actualmente goza do apoio dos Estados Unidos, Brasil, Colômbia, Alemanha, Reino Unido e Rússia. Pelo menos 10 pessoas morreram, centenas ficaram detidos durante os protestos violentos contra os resultados eleitorais.

A União Nacional para Independência Total de Angola, UNITA, elege, esta sexta-feira, o terceiro presidente na história da formação do "Galo Negro".

O evento que arrancou ontem, reúne durante três dias, na sede do partido em Viana, mil cento e cinquenta delegados vindos das delegações da UNITA no interior e exterior de Angola, que vão eleger o sucessor do líder Isaías Samakuva no poder há 16 anos.

São cinco candidatos que disputam a liderança do “galo negro”. Alcides Sakala, porta-voz do partido, Adalberto Costa Júnior, líder da bancada parlamentar, Raúl Danda, vice-presidente do partido, Abílio Numa, general e deputado, e José Katchiungo, deputado. Samakuva que assumiu o poder após a morte de Jonas Savimbi disse esperar que novo líder seja alguém com capacidades de congregar e não dividir os membros do partido.

Neste segundo dia, os cinco candidatos mostram-se confiantes mas também já adiantaram que em caso de derrota, vão trabalhar com o futuro presidente para levar às próximas eleições gerais uma UNITA mais forte.

Durante o discurso de abertura do 13º congresso ordinário da UNITA, o presidente cessante, Isaías Samakuva, pediu aos militantes que escolhessem “um líder com capacidade de congregar, e não dividir” e que trabalhassem juntos para levar a UNITA ao poder.

"Líderes honestos e disciplinados capazes de formar um núcleo sólido, disciplinado e coeso para constituir a direção executiva do partido e trabalhar, afincadamente, em equipa para a conquista do poder desejado", acrescentou Isaías Samakuva.

O maior partido da oposição, em Angola, foi criado há 53 anos por Jonas Savimbi. Após a sua morte, sucedeu-lhe no cargo Isaías Samakuva, que dirigiu o partido durante 16 anos.

 

A violência pós-eleitoral na Bolívia que levou à renúncia do presidente Evo Morales fez sete mortos.

A Bolívia atravessa uma grave crise desde a proclamação de Evo Morales como Presidente para um quarto mandato consecutivo, marcadas por suspeitas de fraude eleitoral, denunciada pela oposição e movimentos da sociedade civil.

Os confrontos entre apoiantes e opositores do Presidente da Bolívia causaram ainda pelo menos 384 feridos.

A senadora da oposição Jeanine Áñez assumiu a Presidência interina da Bolívia, depois da renúncia de Evo Morales no domingo, numa sessão parlamentar que decorreu sem a presença de representantes do Movimento para o Socialismo, escreve a imprensa internacional.

Añez, uma advogada opositora de Morales de 52 anos, reivindicou o direito de assumir interinamente a chefia do Estado até à realização de novas eleições, dadas as demissões do vice-presidente da República e dos presidentes e vice-presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados.

Evo Morales renunciou ao cargo no domingo, após quase 14 anos no poder, numa declaração transmitida pela televisão do país.
Morales demitiu-se depois de os chefes das Forças Armadas e da polícia da Bolívia terem exigido que abandonasse o cargo para que a estabilidade e a paz possam regressar ao país.

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