Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Ao final do dia da quarta-feira, o número dos mortos por coronavírus aumentou dos 132 para pelo menos 170 vítimas, segundo dados da Comissão Nacional de Saúde da China. A mesma fonte indica que os infectados, contam-se 7 711 vítimas só na China, sobretudo, na província Hubei, cuja capital Wuhan foi o epicentro do vírus.

Esta pneumonia viral não só tem causado perigo a vida humana, mas tem prejudicado o crescimento da segunda maior economia do mundo. Especialistas dizem que neste primeiro semestre, a economia Chinesa vai registar um decrescimento de 1% ou mais. Eventos desportivos domésticos foram cancelados por conta do vírus e várias empresas continuam encerradas. Residente de Hong Kong ameaçam entrar em greve se não se fechar a fronteira entre a cidade e a China Continental.

No mundo fora, pelo menos 15 países já registaram casos de vírus, e pelo menos 104 pessoas estão infectadas. Em África, especificamente no Quénia, Etiópia, Costa de Marfim, houve registo de casos suspeitos, avançou DW. Entretanto, Centro Africano para o Controlo e Prevenção de Doenças disse que ser provável que haja casos ainda não reconhecidos no continente. Salienta-se que vítimas levam dois a 14 dias para manifestar sintomas de coronavírus. Vários países começaram a repatriar os seus cidadãos e a suspender voos para China.

No mundo fora, pelo menos 15 países registaram 104 casos de coronavírus, mas ainda não houve mortos.

O Centro Africano para o Controlo e Prevenção de Doenças suspeita que haja casos ainda não identificados em África

 

 

É já amanhã que o longo sonho de Brexit torna-se real para os britânicos. A União Europeia aprovou, ontem, com 621 votos, o acordo da saída do Reino Unido do bloco.

Demorou, mas aconteceu. A União Europeia aprovou esta quarta-feira o pacote sobre saída do Reino Unido do bloco, após mais de três anos de discussão. O referendo brexit que ocorreu em junho de 2016 com aprovação de 52% dos votos teve ontem a luz verde do parlamento europeu com 621 votos a favor, 49 contra e 13 abstenções.

Sendo assim, às 23 horas da sexta-feira, os britânicos vão desvincular-se da União Europeia, com o primeiro-ministro britânico Boris Johnson a carimbar as suas palavras “faz o brexit acontecer”.

Depois disso, segue o “período de transição” que decorre até 31 de Dezembro no qual o Reino Unido e União Europeia vão estabelecer termos sobre as futuras relações entre as duas partes. Por enquanto, o Reino Unido vai continuar como membro da União Europeia em todos os deveres, menos em nome, avançou a Reuters.

Após um acordo definitivo, a União Europeia passará a contar com apenas 27 Estados-membros.

 

 

A informação foi confirmada ontem pelas autoridades de saúde alemães citados pela Agência de notícia Lusa.

Informações avançadas pelos meios locais, indicam que todos os infectados trabalham na mesma empresa que o primeiro paciente diagnosticado em Starnberg, na noite de segunda-feira.

A funcionária chinesa que tinha o vírus esteve em contacto com cerca de 40 funcionários alemães. A funcionária esteve entre 19 e 22 de janeiro na Alemanha e, ao regressar ao seu país, “sentiu-se mal”, contou o diretor do Serviço de Saúde da Baviera Andreas Zapf.

A mulher foi, de imediato, diagnosticada como caso positivo de coronavírus e, entretanto, um dos funcionários da empresa da Baviera que havia participado na formação, apresentou também sintomas de gripe, acabando por ser confirmado como caso positivo.

O homem tem 33 anos e trabalha para um fornecedor de automóveis, tendo sido infectado em janeiro por uma colega que foi da China para a Alemanha para fazer uma formação durante alguns dias, avança a Lusa.

Já esta terça-feira, outros três funcionários da mesma empresa de automóveis foram diagnosticados com o novo Coronavírus.

De acordo com o jornal alemão Deutsche Welle, pelo menos 40 funcionários da empresa participaram na mesma formação que a mulher chinesa, ou seja, a possibilidade de o número de infetados aumentar é muito grande.

 

Chuvas torrenciais voltam a causar tragédia no Estado brasileiro de Minas Gerais, um ano depois das inundações que derrubaram a barragem de Brumadinho matando mais de 250 pessoas.

Desta vez, as inundações causadas pela chuva da quinta-feira passada causaram pelo menos 52 pessoas, 65 pessoas continuam feridas e duas estão desaparecidas. A informação foi dada esta terça-feira pelas autoridades de defesa.

Maior parte das vítimas mortais encontra-se no Belo Horizonte que conta com mais de 13 mortos, segundo o último balanço. A equipa de resgate disse que cerca de 33 mil pessoas foram retiradas das suas casas.

A Agência Nacional de Minas, citada pela Reuters, emitiu um comunicado, avisando as companhias mineiras para monitorar suas barragens de rejeitos. Os residentes têm-se esforçado para retirar lama das suas casas.

Chuvas da semana passada já causaram pelo menos 52 mortos, 65 feridos e forçaram a retirada de 33 mil pessoas

 

O território chinês é hoje considerado a área de transmissão activa do Coronavírus devido aos 4.537 mil casos da doença confirmados até ao momento.

A cidade de Wuhan é apontada como sendo o ponto de origem do surto, coronavírus. Trata-se de uma das cidades menos conhecidas que Pequim ou Xangai, mas fica no coração do país. É um movimentado ponto de ligação de viagens internas e tem voos directos para várias partes do mundo, como Londres e Nova York. Nomeado oficialmente de 2019-nCoV, o novo coronavírus é similar a outros dois identificados nas últimas décadas.

Um deles foi responsável por causar a Síndrome Respiratória Aguda Grave, e matou 774 das 8.098 infectadas em uma epidemia que começou na China em 2002.

Outro esteve por trás da Síndrome Respiratória do Oriente Médio, que matou 858 dos 2.494 pacientes identificados com a infecção desde 2012 nesta região do mundo.

Dados da Organização Mundial da Saúde, que estão em constante actualização, indicam que até o dia 28 de Janeiro, terça-feira, dos 4.593 casos confirmados em todo o mundo, 4.537 foram confirmados só na China. OMS indica ainda que cerca de 6.973 casos são suspeitos, 976 pessoas estão em estado grave e houve 106 pessoas morreram pela doença, todas na China.

Entretanto os dados da Comissão Nacional de Saúde da China, divulgados em comunicado apontam que até a madrugada desta quarta-feira haviam 132 mortos, quase 6 mil casos de infectados e outros 9.239mil casos suspeitos só na China continental. A província chinesa de Hube com 60 milhões de pessoas, cuja cidade é Wuhan, teve de ser isolada.

O Coronavírus causa infecção respiratória aguda. Os sintomas começam com uma febre, seguida de tosse seca e, depois de uma semana, leva a falta de ar. Ainda não há cura nem vacina para a doença.

Presume-se que a doença tenha tido disseminação rápida pelo facto do seu surgimento ter coincidido com o festival do Ano Novo Chinês, um dos períodos em que mais há viagens internas na China.

Da cidade de Wuhan, onde vivem 11 milhões de pessoas, a doença se espalhou para cidades vizinhas e outras províncias. Fora da China, estima-se que 56 infecções foram confirmadas em 14 países vizinhos, como Japão, Taiwan, Nepal, Tailândia, Vietnã, Coreia do Sul e Singapura. Também foram confirmados casos na Austrália, nos EUA e na França.

O atendimento clínico de pacientes que se suspeita ou confirme-se que tenham o vírus segundo a OMS deve se concentrar no reconhecimento precoce, isolamento imediato, implementação de medidas apropriadas de prevenção e controlo de infecção e prestação de cuidados.

Os países com casos confirmados e suspeitos tem estado a reforçar as medidas de controlo nos aeroportos, e nas fronteiras que passam pelo cancelamento de voos ou interdição de emissão de vistos para China.

 

 

Depois de França, Alemanha é o segundo país europeu a detectar o coronavírus. O caso foi identificado no estado da Baviera.

Segundo o ministério da Saúde local, citado pela Euronews, o doente está estável e em isolamento.

O aumento do número de casos identificados e do número de países atingidos pelo Coronavírus tornou-se uma preocupação global. Os últimos números divulgados indicam mais de 100 mortes e mais 4000 infectados, segundo a Euronews.

Os governos europeus definem planos para retirar os cidadãos nacionais da região de Wuhan – o epicentro da epidemia e para identificar rapidamente o vírus.

Jérôme Salomon, diretor-geral do Departamento de Saúde de França, sublinha a rapidez dos testes.

“Estamos a beneficiar, em França, de um teste rápido que se tornará cada vez mais disponível nos próximos dias. É importante para podermos tranquilizar as pessoas. As suspeitas serão descartadas ou confirmadas em apenas algumas horas”.

Nos últimos dias, o governo de Pequim assumiu medidas rigorosas para controlar a disseminação do coronavírus. A cidade de Wuhan, onde vivem cerca de 11 milhões de pessoas, foi isolada e foram proibidas as viagens turísticas de chineses para fora do país.

O primeiro-ministro da Chinês, Li Keqiang acompanha a mobilização quase militar para a construção de dois hospitais para receber os doentes. O primeiro, com 1500 camas, deve estar pronto já na próxima semana.

 

 

 

A bilionária angolana Isabel dos Santos vai processar o consórcio internacional de jornalistas investigativos bem como os órgãos de informação responsáveis pelas reportagens de Luanda Leaks.  

De contemplação à acção. A acusada de crimes de corrupção, Isabel dos Santos, disse esta segunda-feira que vai tomar medidas legais contra o consórcio internacional de jornalistas investigativos e os media parceiros responsáveis pela divulgação do caso “Luanda Leaks”.

A mulher mais rica de África acusa esses órgãos de informação de se terem apoderado de informações secretas para conduzir uma campanha de difamação contra ela. Isabel dos Santos, citado pela Reuters, diz já ter contratado a empresa de advogados Schillings Partners para lidar com o processo criminal.

O consórcio internacional de jornalistas investigativos ainda não reagiu à recente decisão da bilionária Isabel dos Santos.

As reportagens “luanda leaks” revelam supostos esquemas de corrupção usados pela filha do ex-presidente de Angola para erguer o seu império de negócios. Por sua vez, o Estado angolano acusa Isabel dos Santos de ter desviado cerca de 1.1 bilião de dólares da Sonangol, quando era presidente da empresa petrolífera. Dos Santos nega todas as acusações e queixa-se de perseguição política encetada pelo governo de João Lourenço.

 

França voltou ontem a informar os Estados Unidos sobre o perigo de cortar-se apoio militar no Sahel, região africana assolada por vários grupos terroristas.

A probabilidade dos Estados Unidos retirarem as suas tropas do Sahel e cortar o apoio financeiro é cada vez maior.

Foi por esta razão que Florence Parly, Ministra francesa de Defesa, voltou a insistir esta segunda-feira que os Estados Unidos não tomassem essa medida, senão grupos terroristas com ligação a Estado Islâmico e al-Qaida vão ganhar mais espaço em vários países da África ocidental. Entretanto, o pentágono, citado pela Reuters, disse que nenhuma medida foi tomada, mas os Estados Unidos têm procurado reduzir custos do combate ao terrorismo para aumentar capacidades militares em desafio ao crescimento militar gigantesco da China.

Países do Sahel como Mali, Burkina Faso, Níger têm ultimamente registado vários ataques de grupos jihadistas, tendo alguns dos seus territórios ingovernáveis. França vai enviar mais 220 tropas para região africana.

 

O coronavírus continua a multiplicar-se a passos largos, já com 106 pessoas mortas e quase três mil infectados. A Organização Mundial da Saúde diz-se confiante nas medidas adoptadas por Pequim, numa altura em que vários países têm retirado os seus cidadãos da China.

Continua preocupante o surto de coronavírus na China. De segunda à terça-feira, o número de vítimas mortais saltou de 81 para 106. Já o número de infectados aumentou de um dia para outro de 2 835 para 4 515. Alguns investigadores de saúde de Hong Kong desconfiam que o número dos infectados esteja acima de 40 mil pessoas.

A pneumonia viral já foi registada em mais de 10 países, mais todas as vítimas mortais são da China, sobretudo, da cidade de Wuhan, o epicentro do coronavírus.

Vários países do mundo começaram a suspender voos de algumas cidades chinesas e têm repatriado os seus cidadãos. Entretanto, o chefe da Organização Mundial de Saúde, Tedros Adhanom, diz que ainda não há necessidade de os estrangeiros saírem da China, pois este país continua a tomar medidas certas para contenção do vírus.

Vários analistas avisam que o coronavírus poderá prejudicar em grande parte o turismo chinês. São tantas empresas que continuam encerradas devido à pneumonia viral que se transmite pelo contacto humano.
 

 

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE