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O País – A verdade como notícia

O Manchester City ganhou o recurso contra a suspensão de dois anos da UEFA e vai, afinal, poder continuar a jogar a Liga dos Campeões.

Depois de, em Fevereiro, a Câmara Adjudicatória Independente do Organismo de Controle Financeiro de Clubes da UEFA ter considerado o City culpado por exagerar a sua receita de patrocínio nas suas contas e nas informações de equilíbrio apresentadas à UEFA entre 2012 e 2016″, a decisão fica agora sem efeito.

Os citizens, emblema detido pela família real de Abu Dabi, nos Emirados Árabes Unidos, garantiram ter “provas irrefutáveis” da inocência e acabaram por convencer o Tribunal Arbitral do Desporto a reverter a suspensão da UEFA.

A decisão permite ao clube encaixar também o prémio de dezenas de milhões de euros pagos pela UEFA aos clubes que se apuram para a Liga dos Campeões.

A suspensão do City abria mais uma vaga para a próxima fase da prova rainha de clubes da UEFA e, neste momento, beneficiava o rival Manchester United, onde alinham os portugueses Bruno Fernandes e Diogo Dalot, atual quinto classificado da Liga inglesa.

O levantamento da suspensão reacende a luta pelo terceiro e quarto lugar, ocupados respetivamente pelo Chelsea e pelo Leicester, com 60 e 59 ponto.

De acordo com a televisão estatal South African Broadcasting Corporation (SABC), “Zindzi Mandela, a filha mais nova do ex-presidente Nelson Mandela e de Winnie Madikizela-Mandela morreu nas primeiras horas desta manhã num hospital de Joanesburgo, aos 59 anos.

Ainda são desconhecidas as causas da morte de Zindzi Mandela, que ocupava o cargo de embaixadora da África do Sul na Dinamarca.

Zindzi Mandela destacou-se em 1985, quando o regime do apartheid tentou negociar com o líder do ANC, (Mandela) a liberdade, caso denunciasse os crimes praticados pelo Congresso Nacional Africano.

Zindzi Mandela leu publicamente a carta do pai rejeitando a proposta num acto político que foi transmitido em todo o mundo.

O Presidente do Kosovo, Hashim Thaci, foi formalmente acusado, contra a humanidade e crimes de guerra, durante o conflito contra a Sérvia no final da década 1990. As declarações foram feitas antes da partida para o Tribunal Internacional de Justiça em Haia onde enfrenta acusações criminosas.

Hashim Thaci nega todas as acusações e afirma que irá provar junto dos magistrados que não violou quaisquer leis internacionais durante o conflito armado entre separatistas de origem albanesa e a Sérvia ocorrido entre 1998 e 1999.

O presidente, assim como membros do Exército de Libertação do Kosovo, que lutava em prol da independência do território, enfrentam acusações de crimes de guerra e crimes contra a Humanidade.

Hashim Thaci, na altura comandante do grupo armado, enfrenta acusações de ser responsável pelo assassinato de quase uma centena de opositores políticos sérvios, Roma e albaneses do Kosovo, para além de desaparecimentos, perseguições e tortura.

O conflito provocou mais de 10 mil mortos, na sua maioria vítimas de origem albanesa. O conflito terminou após uma campanha aérea da NATO que durou 78 dias e que levou as forças sérvias a abandonarem o Kosovo

O Presidente da África do Sul prorrogou na noite deste domingo o Estado de Calamidade Nacional até 15 de Agosto, com início esta segunda-feira, para conter o aumento de casos do novo Coronavírus. Cyril Ramaphosa suspendeu, de novo, a venda e distribuição de bebidas alcoólicas.

Cyril Ramaphosa reintroduziu o recolher obrigatório entre as 21h00 e as 04h00, a partir de amanhã.

Segundo Cyril Ramaphosa, a África do Sul permanecerá no nível 3 de gestão da pandemia, mas a aplicação das medidas em vigor terá que ser reforçada.

O reforço inclui a obrigatoriedade absoluta do uso de máscaras em espaços públicos.

Ademais, a venda e distribuição de bebidas alcoólicas volta a ser suspensa, para reduzir o número de camas hospitalares que são ocupadas por casos de coma alcoólico e traumas causados por acidentes devido ao consumo excessivo de álcool, disse o Chefe de Estado sul-africano.

Aquele país tem uma média de 500 novos casos de COVID-19 a cada hora. De acordo com Ramaphosa, cada província sul-africana atingirá o pico da pandemia em momentos diferentes, entre meados de Julho e finais de Setembro.

 

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, usou uma máscara em público pela primeira vez neste sábado, durante a visita a um hospital militar, cedendo à forte pressão para dar um exemplo de saúde pública.

Trump apareceu com uma máscara preta ao caminhar pelos corredores do hospital militar Walter Reed, nos arredores de Washington, onde visitou veteranos feridos, segundo imagens da emissora CNN.

“Adoro máscaras nos locais próprios”, afirmou Donald Trump, antes de se deixar fotografar usando uma máscara durante a visita a um hospital militar.

Trump voou de helicóptero para o Walter Reed National Military Medical Center, nos subúrbios de Washington, para um encontro com os militares infectados pelo novo Coronavírus.

“Quando se está num hospital, especialmente… Penso que é esperado que se use uma máscara”, disse Trump aos repórteres quando deixou a Casa Branca.

Trump estava a usar uma máscara no corredor de Walter Reed, quando começou a sua visita, mas não a tinha quando saiu do helicóptero, nas instalações.

Donald Trump já recusou-se a usar máscara em conferências de imprensa de atualização de dados sobre a situação da pandemia no país, comícios e outros eventos públicos, desde o início da pandemia nos Estados Unidos da América.

Duas pessoas (uma criança e um adulto) morreram este sábado na sequência de desabamento de um prédio na cidade de Lagos, na Nigéria, anunciou a Agência Nacional de Gestão de Emergências do país.

Segundo a fonte, citada pela Associated Press (AP), uma agência de notícias independente, outras oito pessoas foram resgatadas dos escombros do edifício.

Um vídeo realizado pela AP mostra uma faixa de emergência branca e vermelha a separar a pilha de escombros das pessoas que olhavam e murmuravam sobre o que se estava a passar.

O desabamento de edifícios na mais populosa cidade de África e noutros sítios da Nigéria acontece com alguma frequência.

Foi hoje detido, um governador provincial no extremo oriente da Rússia por suspeitas de envolvimento numa série de homicídios e outros delitos graves.

De acordo com o comité de investigação do país Sergei Furgal, governador da região de Khabarovsk, junto à fronteira com a China, foi detido na região e levado para Moscovo.

Ainda segundo a mais alta agência de investigação criminal russa, Furgal é acusado de “organizar a tentativa de homicídio e o assassínio de vários empresários” locais entre 2004 e 2005.

As estações de televisão russas transmitiram imagens da detenção de Furgal, em que os agentes retiram o governador, de 50 anos, do seu carro, revistam-no e levam-no.

Quatro alegados cúmplices de Furgal também foram detidos no âmbito do mesmo caso de crime organizado.
Furgal foi eleito para o cargo de governador de Khabarovsk nas eleições de 2018, nas quais se impôs ao candidato do partido Rússia Unida, do Presidente Vladimir Putin.

Antes disso exerceu, durante 11 anos, o cargo de deputado no parlamento pelo Partido Liberal Democrata da Rússia (LDPR).

Pelo menos 40 pessoas morreram nesta quarta-feira em dois ataques levados a cabo por grupos rebeldes na província de Ituri, no leste da República Democrática do Condo, informaram autoridades civis.

Segundo informações de activistas da sociedade civil à Agência Efe, o primeiro ataque teve lugar em Banyali Kilo, com uma acção armada na aldeia de Bunzenzele levada a cabo por rebeldes da Coopérative pour le Développement du Congo (Codeco), um entre dezenas de grupos rebeldes que actuam no nordeste do país.

“Eram cerca das quatro horas da manhã quando o ataque à aldeia teve lugar. Cerca de 25 pessoas foram mortas e os feridos foram levados para o hospital de referência em Bunia, para tratamento médico”, disse Jean Bosco Lalo, presidente de Djugu, território de Ituri, por telefone, à agência de notícias espanhola Efe.

De acordo com o responsável, as forças do Exército intervieram após se terem ouvido os tiros, “mas já era tarde demais”.

Pouco tempo depois, um segundo ataque na cidade de Irumu, desta vez levado a cabo por alegados rebeldes ugandeses das Forças Democráticas Al iadas (ADF), matou mais 15 pessoas.

“Foi exactamente um ataque semelhante ao que ocorreu quase ao mesmo tempo em Banyali Kilo”, confirmou Bosco Lalo.

Por seu lado, o porta-voz do Exército congolês, Jules Ngongo, confirmou à Efe que tinha havido dois ataques e reiterou que tinham sido destacadas tropas para aquela zona.

Estes ataques surgem num momento em que alguns líderes políticos e senhores da guerra estão a tentar sensibilizar as comunidades locais de Ituri para que deponham as armas.

 

Os estudantes estrangeiros que estiverem a tirar cursos nos Estados Unidos terão de abandonar o país caso as suas universidades passem a realizar aulas exclusivamente online devido à pandemia da COVID-19.

A agência de Imigração e Alfândega dos EUA, explicou em comunicado que estudantes com determinados vistos não podem tirar um curso exclusivamente online e permanecer nos Estados Unidos.

A medida pode vir a afectar milhares de alunos estrangeiros que se encontram a estudar em universidades norte-americanas e que representam uma importante fonte de rendimento para essas instituições de ensino, que arriscam agora ficar sem estas propinas.

Apenas em 2018, estes alunos geraram receitas de 45 milhões de dólares à economia norte-americana. Os estudantes têm dez dias para actualizar o estado das suas aulas, declarando se as mesmas estão a decorrer presencialmente ou online.

A decisão chega numa altura em que universidades de todo o país estão a começar a fazer a transição das aulas presenciais para as aulas online na sua totalidade, de modo a impedir a propagação do novo Coronavírus.

A conceituada universidade de Harvard é uma das que aderiu a esta alternativa, que se aplica inclusivamente aos estudantes que habitam no próprio campus. Em comunicado, o director da instituição disse lamentar profundamente a medida imposta pela administração Trump, considerando-a uma abordagem brusca para um complexo problema.

Como alternativa para os alunos afectados, a agência de Imigração e Alfândega sugere que estes peçam transferência para universidades nas quais se mantenha o ensino presencial. Podem também optar por universidades com um modelo híbrido, que mantenham uma conjugação de aulas presenciais e virtuais.

A oposição democrata já se pronunciou sobre a medida. Para os democratas a decisão não faz sentido, é xenófoba e cruel, considerou a senadora Elizabeth Warren. Também Bernie Sanders defendeu que a crueldade da Casa Branca não conhece limites.

A entidade, que representa cerca de 1800 universidades, está particularmente preocupada com a possibilidade de a crise pandémica piorar no semestre de outono e levar a que todas as instituições, incluindo aquelas que continuam agora a optar por aulas presenciais, passem para o regime virtual, deixando os alunos estrangeiros sem outra opção a não ser a de abandonar o país.

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