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O País – A verdade como notícia

Termina, esta sexta-feira, o Estado de Emergência no Timor-Leste mas será prorrogado por mais um mês, de acordo com a aprovação do Parlamento Nacional daquele país, para melhor eficácia das medidas de prevenção do novo Coronavírus.

A 03 de Agosto passado, o Conselho de Ministros timorense propôs ao Presidente da República, Francisco Guterres Lu-Olo, a declaração de Estado de Emergência durante 30 dias para responder à situação da COVID-19.

Timor-Leste regista cumulativamente 27 casos do novo Coronavírus, desde Março passado [à semelhança de Moçambique], 25 dos quais recuperados e dois activos.

E, ontem, o Parlamento timorense aprovou, na plenária extraordinária, mais 30 dias para conter a pandemia. Houve 40 votos a favor e sete abstenções, numa sessão em que estiveram ausentes 18 deputados, a maioria do Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT), na oposição, com os restantes membros do partido a absterem-se, segundo a Lusa.

No documento remetido ao Parlamento, o chefe de Estado explicou que teve parecer favorável do Governo, do Conselho de Estado e do Conselho Superior de Defesa e Segurança para a declaração de mais um mês de restrições.

Timor-Leste tem actualmente dois casos ativos da COVID-19, com 25 doentes recuperados desde o início da pandemia, acrescenta a Lusa.
Contudo, a renovação das restrições por causa da COVID-19 deve-se à preocupação por conta do aumento de casos da doença nos países vizinhos, fundamentou Francisco Guterres Lu-Olo.

O Estado de Emergência continuará a implicar “a suspensão ou a restrição dos direitos de circulação internacional, de circulação e de fixação de residência e de resistência”.

Na prática, segundo a agência a que nos temos referido, trata-se de manter em vigor as restrições que estão actualmente a aplicar-se no país durante o período de excepção que termina oficialmente esta sexta-feira.

Uma pessoa morreu e outras 2.400 abandonaram as suas residências em busca de abrigos temporários, após a chegada à Coreia do Sul do tufão Maysak, segundo informou, hoje, a agência de informação LUSA.

De acordo com a agência de notícias Associated Press, citada pela LUSA, a vítima morreu devido a ferimentos com estilhaços de vidros quando uma rajada forte rebentou as janelas do seu apartamento, em Busan, na costa sul.

Para além das inundações causadas, a tempestade arrancou árvores, semáforos e postes de eletricidade, deixando mais de 270 mil casas sem corrente eléctrica no sul do país e na ilha de Jeju. Mais de 950 voos domésticos foram cancelados, bem como os serviços ferroviários em algumas regiões do sul e leste da Coreia do Sul.

Com a passagem do tufão, quatro reatores nucleares perto de Busan desligaram-se automaticamente, na sequência de problemas de fornecimento de electricidade, entretanto não foi detetada fuga de materiais radioativos, segundo deu a conhecer o Ministério do Interior e Segurança da Coreia do Sul.

“O Maysak dirige-se agora para leste da península, em direção ao Mar do Japão, com ventos que podem atingir velocidades de até 140 km/hora. O impacto do tufão no nosso país vai diminuir gradualmente”, informaram os serviços meteorológicos sul-coreanos, citados pela LUSA, prevendo ainda fortes chuvas e ventos no leste do país.

O tufão Maysak causou danos menores no Japão, esta terça-feira, e é o segundo tufão da semana na península.

 

O novo Coronavírus continua a matar. Desde que iniciou a pandemia já matou mais de sete mil profissionais de saúde no mundo, segundo uma investigação da Amnistia Internacional, citada pelo Observador.

O comunicado da Amnistia Internacional revela que o México é o país que encabeça a lista, com pelo menos 1.320 vítimas, seguido dos EUA com 1.077 e o Reino Unido com 649.

As nações como a Índia com 573 e África do Sul com 240 apresentam mais casos nos últimos meses de vítimas mortais de profissionais de saúde infectados pelo Coronavírus.

“A morte de mais de sete mil pessoas enquanto tentavam salvar outras vidas é uma crise a uma escala impressionante”, afirmou o responsável da Justiça Económica e Social da Amnistia Internacional, Steve Cockburn.

Steve Cockburn defende que “todo o profissional de saúde tem o direito de estar seguro no trabalho e é um escândalo que tantos estejam a pagar o preço mais elevado”.

Cockburn alerta ainda que “tantos meses depois do início da pandemia, os trabalhadores da saúde continuam a morrer a níveis terríveis, em países como México, Brasil e EUA”.

“A rápida disseminação das infecções na África do Sul e Índia mostra a necessidade de todos os Estados agirem. Deve haver cooperação global para garantir que todos os profissionais de saúde recebem equipamentos de proteção adequados, para que possam continuar o seu trabalho vital sem arriscar as próprias vidas”, conclui Steve Cockburn”, sublinhou.

Em 13 de julho a Amnistia Internacional divulgou um relatório onde registava a morte de mais de três mil trabalhadores de saúde por COVID-19.

O relatório mais recente da organização aponta que os últimos números “são impulsionados pelo aumento das taxas de infecção em vários locais, bem como pela disponibilidade de novas fontes de dados”.

O documento realça ainda que os dados nem sempre podem ser diretamente comparáveis devido aos diferentes métodos de recolha usados e às definições dos profissionais de saúde usadas nos vários países.

Para Cockburn “é provável também provável que estes números correspondam a uma estimativa significativamente mais baixa, graças à subnotificação dos casos pelas autoridades nacionais”.

A União Europeia está a mobilizar 10 milhões de euros e 1,4 milhões de testes para a União Africana detectar e combater a pandemia do novo Coronavírus.

Segundo a Comissão Europeia, a União Europeia “continua a trabalhar com os estados-membros para combater a pandemia em todas as frentes”, tendo mobilizado, através da Alemanha, um “pacote de apoio imediato de 10 milhões de euros à União Africana”, ao qual acrescem “quase 1,4 milhões de testes para a decteção do vírus”, refere a organização, citada pela Lusa.

A ajuda financeira visa ajudar na “implementação da Estratégia Conjunta Continental Africana para o surto do Coronavírus, apoiando os profissionais de saúde no país e os agentes de resposta rápida para a vigilância, gestão laboratorial e de casos”.

Ao todo já foram fornecidos 500 mil kits de teste ao Centro Africano de Controlo e Prevenção de Doenças. O comissário europeu para a Gestão de Crises, Janez Lenarcic, observou que a ajuda anunciada esta terça-feira, irá “chegar a um grande número de países, uma vez que irá apoiar a resposta continental organizada pela União Africana”, acrescenta o órgão que temos vindo a citar.

Seis pessoas morreram e cinco ficaram feridas em consequência de um ataque perpetrado pelo grupo extremista Talibã à uma base policial, na província de Paktia, no sudoeste do Afeganistão, segundo indicou a agência de informação Lusa.

O ataque começou por volta das 05h30 (hora local), quando um dos terroristas explodiu um veículo carregado de explosivos na base da Unidade de Polícia de Proteção Pública em Gardiz, capital de Paktia.

“Neste ataque, três agentes da polícia da unidade atacada foram mortos e outros cinco ficaram feridos”, informou em comunicado o gabinete do governador da província, citado pela Lusa.

De acordo com a mesma fonte, um oficial de segurança, que pediu o anonimato, disse à Efe que “dois atacantes foram mortos num contra-ataque pelas forças de segurança, após um tiroteio de dez minutos”, elevando para três o número total de insurgentes talibãs mortos.

O governador de Paktia, Halim Fedai, disse em comunicado que “a situação na zona voltou ao normal e está sob o controlo das forças de segurança”.

Por sua vez, o porta-voz dos Talibã, Zabihullah Mujahid, reivindicou a responsabilidade pelo atentado. Numa nota citada pela Efe, o porta-voz afirmou que, após a explosão, vários insurgentes entraram na base policial e atacaram a polícia.

Este é o mais recente incidente de violência com vítimas mortais no país, depois do dia 28 de Agosto duas bombas terem feito 14 mortos.

A violência surge numa altura em que aumentou a esperança na realização de conversações intra-afegãs para determinar o futuro do país em guerra.

O Talibã é um grupo político que atua no Afeganistão e no Paquistão. A milícia tem origem nas tribos que vivem na fronteira entre esses dois países. Este grupo teve a sua formação em 1994, após a ocupação soviética do Afeganistão (que durou de 1979 a 1989) e durante o governo dos também rebeldes mujahedins.

Apesar de islâmico, esse governo era considerado muito liberal, deixando descontentes os muçulmanos mais extremistas.

A violência baseada no género aumentou drasticamente na África do Sul desde que o governo declarou o Estado Nacional de Desastre, para combater a disseminação do Coronavírus.

Apenas na semana passada, as autoridades anunciaram a morte de cinco mulheres pelas mãos de homens por elas conhecidos, segundo indica a CCTVPLUS.

Neste sentido, marchas de protesto contra a violência baseada no género agora se tornaram uma visão familiar no país. Neste sábado, os manifestantes marcharam até o prédio do parlamento sul-africano na Cidade do Cabo para exigir o fim da violência, fenómeno que aumentou durante a pandemia da COVID-19.

Mulheres e homens descontentes geralmente vão às ruas para expressar suas preocupações e listar suas demandas ao governo de forma violenta, desta vez, o movimento contra a violência baseada no género organizou um protesto pacífico nos Union Buildings, a sede do governo da África do Sul.

De acordo com a CCTVPLUS, os manifestantes disseram que estavam nas ruas para mostrar solidariedade às vítimas de violência e ao mesmo tempo para expressar sua raiva com a falta de mudança na situação.

“Esses actos violentos e desumanizadores praticados por homens assustaram nossa nação e instilaram medo nos corações e na vida de muitos de nós. Não queremos ouvir sobre outra vida sendo tirada por um homem. Não queremos ouvir sobre actos brutais e violentos cometidos por um homem. As promessas de mudança que ouvimos repetidas vezes não se cumpriram. Hoje, nós os lembramos novamente, basta”, disse Thandeka Mahlangu, um dos manifestantes, citado pela CCTVPLUS.

No início desta semana, o Presidente sul-africano Cyril Ramaphosa anunciou que 1,6 biliões de rands (cerca de 96,5 milhões de dólares americanos) seriam alocados para um plano de resposta de emergência que se concentrará na erradicação da violência de género no país

 

Passam-se hoje, 31 de Agosto de 2020, 23 anos após a morte da Princesa Diana. Nascida numa família aristocrata, Diana era filha de Edward John Spencer, oitavo conde Spencer e de Frances Ruth Burke, filha do quarto barão de Fermy.

Apelidada de Lady Di, Diana nasceu na aldeia de Sandringham, no condado de Norfolk, Inglaterra, no dia 1 de julho de 1961. Foi uma aristocrata, filantropa e a primeira esposa de  Charles, filho da Rainha Elizabeth II da Inglaterra.

Após o seu casamento com o príncipe Charles, Diana tornou-se uma das mulheres mais famosas do mundo, um ícone da moda, ideal de beleza e elegância feminina, admirada por seu trabalho de caridade, em especial por seu envolvimento no combate ao HIV/SIDA e em campanhas internacionais contra minas terrestres.

Seus dois filhos, os príncipes William, Duque de Cambridge, e Henry, Duque de Sussex, são respectivamente, o segundo e o sexto na Linha de sucessão ao trono britânico e de outros 12 países da Commonwealth.

A sua trágica e inesperada morte ocorrida após um acidente de carro na cidade de Paris, em 1997, foi seguida de um grande luto público pelo Reino Unido e um pouco pelo mundo todo.

O corpo da Princesa foi sepultado em uma ilha, no meio de um lago artificial, denominado lago Oval, situado na região das terras de Althorp.

Seu funeral foi realizado em setembro do mesmo ano e assistido globalmente por cerca de 2,5 bilhões de pessoas, tornando-se um dos eventos mais assistidos da história da televisão.

Mesmo após 23 anos da sua morte, a “Princesa do povo” continua a ser uma celebridade frequente na imprensa, servindo de tema para muitos livros, jornais e revistas.

África regista um total de 15.319 recuperados da COVID-19, o que corresponde aproximadamente o dobro das 8.099 novas infecções no continente, segundo dados oficiais do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), citados pela Lusa.

Desde sábado, 343 pessoas morreram devido ao novo coronavírus, entidade que reúne os dados mais recentes dos relatórios oficiais dos 55 membros da organização.

A mesma fonte referiu ainda que a África Austral continua a registar o maior número de casos e de mortos de COVID-19, com um total de 14.961 e 667.008 infeções. Só a África do Sul, o país mais afectado do continente, contabiliza 622.551 infetados e 13.981 vítimas mortais.

O norte de África, a segunda zona mais afectada pela pandemia da COVID-19, tem agora 225.902 pessoas infectadas e 8.412 mortos e na África Ocidental o número de casos subiu para 159.475 e o de vítimas mortais para 2.375.

Na região da África Oriental, o número de casos de infecção pela COVID-19 é de 131.062 e 2.643 mortos e na África Central estão contabilizados hoje 53.623 casos de 1.039 óbitos.

O Egipto, que é o segundo país com mais vítimas mortais, a seguir à África do Sul, regista 5.376 mortos e 98.497 infectados, seguindo-se a Argélia, com 1.491 mortos e 43.782 casos.

Marrocos contabiliza hoje 60.056 infectados e 1.078 vítimas mortais.
Nos cinco países mais afectados, estão também a Nigéria, que regista 53.727 infectados e 1.011 mortos e o Sudão, onde estão registados 13.181 infectados e 823 mortos. Nestes dois países, o número de mortos não aumentou desde sábado.

Entre os países africanos lusófonos, e de acordo com os dados divulgados pelas autoridades oficiais destes países, Cabo Verde lidera em número de casos (tem hoje 3.778 casos e 39 mortos), seguindo-se Moçambique (3.760 casos e 22 mortos), Angola (2.551 casos e 107 mortos) e São Tomé e Príncipe, com 895 casos e 15 vítimas mortais, os mesmos de sábado. Também a Guiné-Bissau mantém os indicadores (2.205 infeções e 34 mortos).

A Guiné Equatorial, que integra a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), registou 4.941 pessoas infectadas e 83 mortes, segundo os dados mais recentes, atualizados na sexta-feira.

O novo decreto, ordenado pelo xeque Khalifa bin Zayed Al Nahyan, permite acordos comerciais e financeiros entre os dois países, informou, neste sábado, a agência de notícias oficial dos Emirados Árabes Unidos WAM, citada pela CCTVPLUS.

O Presidente dos Emirados Árabes Unidos emitiu um decreto encerrando o boicote do país a Israel depois que os dois países chegaram a um acordo de paz, mediado pelos Estados Unidos da América.

De acordo com a agência, o decreto visa “apoiar a cooperação bilateral para se chegar ao estabelecimento de boas relações bilaterais”.

Além disso, de acordo com a Autoridade Aeroportuária de Israel, a El Al Israel Airlines deve operar um voo comercial para os Emirados Árabes Unidos no dia 31 de agosto. Este será o primeiro voo comercial sem escalas de Israel para os Emirados Árabes Unidos.

A 13 de agosto corrente, Israel e os Emirados Árabes Unidos chegaram a um acordo para trabalhar visando a “normalização total das relações”.

Analistas políticos dos Emirados Árabes Unidos, citados pela CCTVPLUS, consideram que os dois países podem fechar mais acordos no futuro, envolvendo turismo e voos directos

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