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O País – A verdade como notícia

O Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, disse hoje que pode negociar tudo, menos a “cabeça do primeiro-ministro”, e uma eventual remodelação governamental deve ser proposta pelo Governo.

“É normal a especulação. Desde que recebi uma delegação do PAIGC (Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde) que há muita especulação. Podemos negociar tudo, menos a cabeça de Nuno Nabiam, como primeiro-ministro”, afirmou Umaro Sissoco Embaló.

Umaro Sissoco Embaló falava aos jornalistas no Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira, em Bissau, momentos antes de partir para Lisboa, onde inicia, esta quinta-feira, uma visita de três dias a Portugal, segundo o Notícias ao Minuto.

“Temos funcionado muito bem e em nenhuma circunstância a figura do primeiro-ministro será negociada”, disse o Chefe de Estado guineense, salientando que a democracia é a expressão da vontade da maioria e que a coligação no poder tem a maioria no parlamento.

Questionado sobre a possibilidade de uma remodelação para integrar o PAIGC, Umaro Sissoco Embaló afirmou que “quem propõe remodelações é o primeiro-ministro”.

Nas declarações aos jornalistas, o Presidente guineense salientou que não há “cidadãos especiais e diferentes” e que é obrigado a dar proteção a todos os cidadãos, nomeadamente o presidente do PAIGC, Braima Camará (líder do Movimento para a Alternância Democrática, segunda força política no parlamento) e Nuno Nabiam.

“A Guiné-Bissau não é o Texas”, afirmou.

Novo governo do Mali libertou ontem centenas de jihadistas das prisões. Suspeita-se que a medida visa garantir a libertação do opositor político detido por terroristas há mais de seis meses.

As autoridades malianas libertaram 180 extremistas islâmicos da prisão na capital do Mali e moveu-os para norte do país, um agente confirmou a Associated Press, gerando especulações que o mais proeminente político da oposição detido por jihadistas possa ser liberto após mais de seis meses da sua captura.

Acredita-se que os terroristas que sequestraram Soumaila Cissé no final de Março busquem uma troca de prisioneiros com o governo do Mali.

Cerca de 70 homens foram libertos no sábado e outros 110 no domingo.

Ainda não houve comentários da parte do novo governo de transição do Mali, que só esta segunda-feira foi completamente instituído, após mais de um mês do golpe militar que depôs o presidente democraticamente Ibrahim Boubacar Keita. Os Estados Unidos saudaram a formação do novo governo.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou esta segunda-feira o Centro Médico Nacional Militar Walter Reed, em Maryland, após receber alta hospitalar. Diagnosticado com COVID-19, Trump estava internado desde sexta-feira e agora seguirá com o tratamento na Casa Branca.

Informações avançadas pela Euronews indicam que momentos depois de receber alta, Donald Trump recorreu ao Twitter para deixar uma mensagem aos norte-americanos.

“Aprendi muita coisa sobre o novo Coronavírus e uma dessas coisas é: não deixem que ele vos domine. Não tenham medo porque vão conseguir vencê-lo”, afirmou, elogiando os profissionais de saúde e os equipamentos médicos ao dispor no país.

Usando máscara, Donald Trump percorreu a pé a curta distância entre a porta do hospital e o carro oficial que o levou ao helicóptero que o conduziu à Casa Branca. Levantando várias vezes o punho cerrado e o polegar em sinal de força e de que está tudo bem, o chefe de Estado ignorou as perguntas dos jornalistas que o questionaram sobre o número de pessoas actualmente infectadas na Casa Branca e sobre se se considerava um supertransmissor da COVID-19, escreve o Notícias ao Minuto.

Citado pelo Notícias ao Minuto, o líder norte-americano voltou a reforçar que há dois dias se sentiu melhor do que há 20 anos e fez sobressair que “como líder” teve de enfrentar o vírus e vencê-lo.

“Agora estou melhor e talvez até esteja imune. Não sei. Mas não deixem que o novo Coronavírus domine a vossa vida”, afirmou Trump.

Aos 74 anos, e depois de um tratamento de choque com medicamentos normalmente reservados aos casos mais graves da COVID-19, o Presidente dos Estados Unidos quer mostrar-se pronto para voltar à campanha eleitoral. Mas os médicos têm ainda reservas.

“Continuamos todos cautelosamente optimistas e vigilantes, porque estamos num território pouco conhecido no que toca a um paciente que recebeu as terapias que ele recebeu tão cedo,” afirmou Sean Conley, médico pessoal do chefe de Estado norte-americano, citado pela Euronews.

Segundo a Euronews, na chegada à Casa Branca, Trump saiu mais uma vez sozinho do helicóptero. Ainda na varanda do número 1600 da Avenida da Pensilvânia tirou a máscara, desafiando todas as recomendações.

O galardão foi atribuído aos cientistas norte-americanos Harvey J. Alter e Charles M. Rice e ao britânico Michael Houghton, que dividirão igualmente o prémio de dez milhões de coroas suecas (953.843 euros), informou a Lusa.

Segundo o Comité do Nobel, estes três cientistas “deram uma contribuição decisiva para a luta contra a hepatite transmitida pelo sangue, um grande problema de saúde global que provoca cirrose e cancro do fígado em pessoas de todo o mundo”.

Harvey J. Alter, Michael Houghton e Charles M. Rice fizeram “descobertas seminais que conduziram à identificação de um novo vírus, o vírus da Hepatite C”.

Antes do seu trabalho, a descoberta dos vírus da hepatite A e B já tinha sido um decisivo passo em frente, mas a maioria dos casos de hepatite transmitida pelo sangue permanecia inexplicada”.

“A descoberta do vírus da Hepatite C revelou a causa dos restantes casos de hepatite crónica e tornou possíveis análises ao sangue e novos medicamentos que salvaram milhões de vidas”, acrescenta o Comité do Nobel.

Esta forma de hepatite é insidiosa, pois indivíduos saudáveis podem ser silenciosamente infectados e assim permanecer durante muitos anos antes de surgirem complicações graves.

A hepatite transmitida pelo sangue está associada a significativas taxas de morbilidade e mortalidade, sendo responsável por mais de um milhão de mortes por ano em todo o mundo, tornando-a assim uma preocupação de saúde global a uma escala comparável à da infecção pelo VIH e pela tuberculose, destacou o comité no discurso posterior ao anúncio dos vencedores.

“A descoberta do vírus da Hepatite C pelos laureados com o Prémio Nobel é um marco histórico na luta contra as doenças virais. Graças à sua descoberta, testes sanguíneos altamente sensíveis ao vírus estão agora disponíveis e permitiram eliminar praticamente as hepatites pós-transfusão em muitas partes do mundo, melhorando significativamente a saúde global”.

A descoberta destes cientistas também permitiu o rápido desenvolvimento de medicamentos antivirais para a Hepatite C, e, pela primeira vez na história, a doença pode agora ser curada, criando esperanças de erradicar a Hepatite C do mundo.

O prémio Nobel da Medicina reveste-se este ano de um significado particular devido à pandemia causada pelo novo Coronavírus, que destacou a importância que a investigação médica tem para as sociedades e economias de todo o mundo.

Harvey J. Alter, nascido em 1935, em Nova Iorque, é especialista em medicina interna e trabalha desde 1969 no Instituto Nacional de Saúde como investigador sénior no departamento do Centro Clínico de Medicina Transfusional.

O seu compatriota Charles M. Rice, nascido 1952 em Sacramento, é desde 2001 professor na Universidade Rockefeller, em Nova Iorque, onde durante 17 anos foi o director científico e executivo do Centro para o Estudo da Hepatite C naquela universidade.

Michael Houghton, nascido no Reino Unido, trabalha desde 2010 na Universidade de Alberta, Canadá e é considerado uma excelência na área de investigação em virologia.

Este é o primeiro dos Nobel a ser anunciado este ano, ao qual se segue, na terça-feira, o da Física e, na quarta-feira, o da Química.

Apesar de ainda não ter recebido alta, o presidente norte-americano, Donald Trump, infectado com a COVID-19, atreveu-se a dar, este domingo, um breve passeio de veículo pelo quintal do hospital militar Walter Reed, de onde acenou para os seus apoiantes, escreveu a CNN.

Segundo avançou o canal de notícias (CNN), o presidente foi transportado por um veículo dos Serviços Secretos, onde foi fotografado a acenar a quem o esperava à porta do hospital, onde está internado desde sexta-feira.

Entretanto, alguns especialistas de saúde norte-americanos reagiram a este passeio surpresa, acusando o presidente de ser imprudente e continuar a menosprezar a seriedade do vírus. Por exemplo, o chefe de medicina de desastres da Universidade George Washington escreveu no twitter que todas as pessoas que estiveram com Trump no veículo devem ser submetidas à quarentena. E correm risco de morte por causa deste teatro político e insano.

O Dr. James Philips acrescentou que o risco de contaminação continua alto mesmo dentro do veículo.

Já Celine Gounder, especialista em doenças infeciosas na Universidade de Nova Iorque classificou a gestão de pandemia pela Administração Trump como desastrosa, dando eco a crítica do professor de medicina da Universidade da Columbia sobre a irresponsabilidade do presidente. Desde sexta-feira que Trump está internado, depois de ter registado febre e dificuldades de respiração naquela manhã.

Entretanto, a sua equipa médica avançou que o presidente poderia ter alta ainda esta segunda-feira e voltar para Casa Branca onde há equipamento suficiente para continuar com procedimentos médicos.

 

A China somou, no domingo, 50 dias consecutivos sem registar  transmissões locais com o novo Coronavírus, mas detectou 20 casos importados, anunciou hoje a Comissão de Saúde do país.

Dez dos casos importados foram diagnosticados em Xangai (leste) e outros tantos nas províncias de Sichuan  (sudoeste, três), Mongólia Interior (norte, dois), Fujian  (sudeste, dois), Shanxi  (norte, um), Jiangsu  (leste, um) e Guagandong  (sul, um), escreve o Notícias ao Minuto.

O número total de infectados activos na China continental é de 208, um dos quais permanece em estado grave.

A Comissão de Saúde da China não anunciou novas mortes por COVID-19. Dos 85.470 infectados na China desde o início da pandemia, 4.634 pessoas morreram e 80.628 já superaram a doença, diz o Notícias ao Minutos.

Pela quarta vez, desde que assumiu o poder, a 26 de Setembro de 2017, o Presidente da República, João Lourenço, dirige-se aos angolanos, a 15 de Outubro, a partir do Parlamento, no tradicional discurso sobre o Estado da Nação.

Segundo a Angop, a intervenção de João Lourenço, que emana de um imperativo constitucional, marcará o ponto alto da cerimónia de abertura da 4ª Sessão Legislativa da IV Legislatura da Assembleia Nacional.

À semelhança de 2017, 2018 e 2019, o Presidente angolano dirige-se à Nação num contexto bastante complexo para Angola, do ponto de vista económico, social e epidemiológico, pelo que o seu discurso é aguardado com expectativa, internamente e pela diáspora angolana.

Nesta nova ida ao Parlamento, o estadista vai apresentar as medidas implementadas pelo Executivo, ao longo do ano, e as políticas públicas preconizadas para a resolução dos principais problemas, promoção do bem-estar dos angolanos e para o desenvolvimento do país.

A apresentação do discurso sobre o Estado da Nação representa um momento ímpar para o Presidente da República falar sobre o impacto das suas políticas de governação e fazer um balanço das principais realizações e dificuldades encontradas ao longo do ano corrente, acrescenta a Angop.

Em 2017, por exemplo, na sua primeira deslocação ao Parlamento, para este mesmo efeito, João Lourenço elencou uma série de prioridades que tem vindo a procurar materializar, com incidência na diversificação da economia e no reforço do sistema democrático.

Prometeu, a propósito, investir na qualificação e dignificação dos funcionários públicos, continuar a modernizar a Administração Pública, com base na simplificação dos procedimentos administrativos e na redução dos custos a incorrer pelos cidadãos e pelas empresas, refere o órgão que citamos.

Em gesto de solidariedade, a Rússia está disposta a oferecer uma vacina ao presidente norte-americano e à sua esposa que testaram positivo para a COVID-19, na última quinta-feira

A vacina chama-se “Sputnik V” desenvolvida pelo Instituto de Investigação Gamaleya em coordenação com o Ministério da Defesa russo. A vacina provou a sua eficiência contra doença respiratória adenovírus, uma gripe comum.

Entretanto, ainda não houve nenhuma resposta da parte de Washington. Num vídeo de 4 minutos publicado no twitter, Donald Trump disse que se sentia tão bem que podia deixar o hospital, mas acrescentou que os próximos dias seriam decisivos para sua saída. As declarações de Trump vieram amenizar informações contraditórias da Casa Branca em torno da saúde do presidente.

Trump, de 74 anos de idade, é agora um paciente do grupo de risco, devido à sua idade avançada e peso. O seu opositor democrata nas eleições de 3 de Novembro, Joe Biden deseja-lhe rápidas melhoras e, ao mesmo tempo, acusou-o de má gestão da pandemia que já fez 208 mil óbitos nos Estados Unidos.

Em gesto de solidariedade, a Rússia está disposta a oferecer uma vacina ao presidente norte-americano e à sua esposa que testaram positivo para a COVID-19, na última quinta-feira

A vacina chama-se “Sputnik V” desenvolvida pelo Instituto de Investigação Gamaleya em coordenação com o Ministério da Defesa russo. A vacina provou a sua eficiência contra doença respiratória adenovírus, uma gripe comum.

Entretanto, ainda não houve nenhuma resposta da parte de Washington. Num vídeo de 4 minutos publicado no twitter, Donald Trump disse que se sentia tão bem que podia deixar o hospital, mas acrescentou que os próximos dias seriam decisivos para sua saída. As declarações de Trump vieram amenizar informações contraditórias da Casa Branca em torno da saúde do presidente.

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