Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Uma morte e mais de 450 casos de internamentos foram reportados, nos últimos três dias no estado de Andhra Pradesh, no sudeste da Índia, devido a uma doença ainda não identificada. Os sintomas incluem náuseas, vómitos, tonturas, ataques epiléticos e até mesmo perda de consciência.

A morte de um paciente de 45 anos de idade foi por causa de um ataque cardíaco.

A Índia é o segundo país com mais infectados pelo novo Coronavírus em todo o mundo, com um total de casos positivos que se aproxima dos dez milhões. A juntar à COVID-19, o gigante asiático enfrenta agora um novo e desconhecido surto, que alastrou no estado de Andhra Pradesh, no sudeste do país, onde centenas de casos foram reportados pelas autoridades de saúde nos últimos três dias, segundo o Expresso.

Segundo um relatório divulgado na segunda-feira, a doença não é contagiosa mas pode causar “uma crise epilética durante três a cinco minutos, perda de memória, ansiedade, vómito, dor de cabeça e dor nas costas”, refere o Notícias ao Minuto.

“As pessoas que ficaram doentes, principalmente as crianças, de repente começaram a vomitar, após se queixarem de dores nos olhos. Alguns desmaiam ou sofrem convulsões”, explicou um médico da unidade de saúde local ao jornal “The Indian Express”.

O ministro da Saúde, Alla Kali Krishna Srinivas, descarta igualmente “a contaminação da água ou a poluição do ar como causa”, acrescentando que esta “é uma doença misteriosa e apenas as análises de laboratório vão revelar exatamente do que se trata”.

De acordo com o Notícias ao Minuto, o governo indiano enviou uma equipa médica formada por especialistas do Instituto Nacional de Virologia, do Centro Nacional de Controlo de Doenças e do Instituto Indiano de Ciências Médicas até Eluru, Estado de Andhra Pradesh, para investigar a doença que apareceu no último sábado, causando convulsões, náuseas e dores crónicas.

O país europeu (Reino Unido) mais afectado pela COVID-19, com mais de 61 mil mortos e mais de 1.7 milhões de casos positivos é primeiro no mundo a ter autorizado a utilização da vacina anti-COVID-19 desenvolvida pelo grupo farmacêutico norte-americano Pfizer e pela empresa alemã BioNTech e será o primeiro país ocidental a iniciar a sua campanha de vacinação, escreve a Euronews citando a Lusa.

Num comunicado divulgado no fim de semana, o ministro da Saúde britânico, Matt Hancock, citado pela Euronews, disse que os primeiros grupos que irão receber a vacina serão “os mais vulneráveis e aqueles com mais de 80 anos”, bem como os funcionários de lares e residências seniores e do serviço de saúde público britânico.

Segundo as autoridades de saúde britânicas citadas pela Euronews, as especificidades da vacina Pfizer/BioNTech, que necessita de uma conservação a 70 graus negativos, representam um desafio logístico.

Para a Saúde as doses têm de ser transportadas por uma empresa especializada e que o respetivo descongelamento demora várias horas.
O Reino Unido encomendou 40 milhões de doses da vacina Pfizer/BioNTech, o que permite proteger 20 milhões de pessoas, uma vez que esta vacina se administra com duas doses.

Numa primeira fase, estarão disponíveis 800.000 doses no Reino Unido.
Apesar da rapidez com que o regulador britânico aprovou a vacina Pfizer/BioNTech, a directora-executiva do organismo, June Raine, reiterou que “os mais elevados padrões” internacionais foram aplicados.

O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) de Venezuela, anunciou nesta segunda-feira, que a aliança de partidos que apoiam o Governo do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, venceu as eleições legislativas de domingo, com 67,6% dos votos, quando foram contados 82,35% dos boletins.

Até agora, foram contados 5.264.104 votos, dos quais 3.558.320 foram para o Grande Pólo Patriótico (GPP), em eleições contestadas pela oposição, que apelou ao boicote.

Uma aliança liderada pelos partidos tradicionais Ação Democrática (AD) e o Comité de Organização Política Eleitoral Independente (Copei) ficou em segundo lugar, com 944.665 votos (17,95%), informou a presidente do CNE, Indira Alfonzo.

Tanto o AD como o Copei sofreram a intervenção do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), que impôs como líderes de ambos os partidos antigos militantes que foram expulsos e acusados de corrupção pelos seus antigos colegas.

Apesar de os políticos que lideram estes partidos por escolha dos seus membros terem optado por não participar nas eleições, incluindo o grupo liderado por Juan Guaidó, os responsáveis nomeados pelo STJ decidiram ir às urnas.

Em terceiro lugar ficou outra aliança liderada pelo Vontade Popular (VP), o partido de Leopoldo López e Guaidó, que também sofreu a ingerência do STJ, e que inclui ainda o Venezuela Unida (VU) e o Primeiro Venezuela (PV). Esta aliança obteve 220.502 votos, o que representa 4,19%.

O Partido Comunista Venezuelano teve 143.917 votos (2,73 %), enquanto o resto das formações obtiveram 357.609 votos (6,79 %).

A taxa de participação, de 31%, segundo o CNE, é ligeiramente superior à de 2005, quando a oposição tradicional também não participou e o ‘chavismo’ conquistou a maioria absoluta dos lugares por um período de cinco anos.

Nas eleições de domingo disputavam-se 277 lugares no parlamento, mais 110 do que nas últimas eleições parlamentares, e ainda não se sabe quantos representantes cada lado ganhou, embora seja claro que o partido no poder obteve uma clara maioria.

Para dominar a última instituição que escapa ao seu controlo, Maduro precisa de pelo menos 185 deputados na nova Assembleia Nacional, que tomará posse no dia 5 de Janeiro, para ter a maioria qualificada de dois terços, com a qual pode assumir o controlo total da Câmara e exercer todos os poderes legislativos.

Nas últimas eleições parlamentares, ganhas pela oposição, 74,25% das listas eleitorais participaram, naquelas que foram as votações legislativas mais concorridas da história do país sul-americano. Desde então, a tendência abstencionista tem vindo a crescer, devido à desconfiança na votação.

O número de mortos devido à COVID-19 em África subiu para 53.853, com registo de mais 310 óbitos, nas últimas 24 horas, de acordo com os dados do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC) citados pela Lusa.

Dados da África CDC indicam que mais 13.320 pessoas foram infectadas, nas últimas 24 horas, elevando o número de pessoas infectadas para 2.261.589 nos 55 membros da União Africana.

O número de recuperados, nas últimas 24 horas, foi de 11.470, para um total de 1.927.697.

O maior número de casos de infecção e de mortos regista-se na África Austral, com 914.769 casos e 23.885 vítimas mortais.

Nesta região, a África do Sul, o país mais afectado do continente, tem 814.565 casos de infecção e contabiliza 22.206 mortes.

O Norte de África é a segunda zona mais afectada pela pandemia, com 786.467 pessoas infetadas e 20.497 vítimas mortais.

A África Oriental contabiliza 283.097 casos e 5.362 mortos, na África Ocidental, o número de infeções é de 210.450, com 2.902 mortos, enquanto a África Central regista 66.806 casos e 1.207 óbitos.

O Egito, que é o segundo país africano com mais vítimas mortais, a seguir à África do Sul, regista 6.771 mortos e 118.432 infectados, seguindo-se Marrocos, que contabiliza 6.245 vítimas mortais e 379.657 casos de infecção.

Entre os seis países mais afectados estão também a Tunísia, com 104.002 infectados e 3.561 mortos, a Argélia, com 88.252 infecções e 2.499 mortos, a Etiópia, com 113.295 casos e 1.747 vítimas mortais, e a Nigéria, com 69.255 infectados e 1.180 óbitos.

Em relação aos países de língua oficial portuguesa, Angola regista 354 óbitos e 15.591 casos, seguindo-se Moçambique (133 mortos e 16.244 casos), Cabo Verde (109 mortos e 11.063 casos), Guiné Equatorial (85 mortos e 5.166 casos), Guiné-Bissau (44 mortos e 2.441 casos) e São Tomé e Príncipe (17 mortos e 997 casos).

O ministro dos assuntos sociais da Indonésia, Juliari Batubara entregou-se hoje às autoridades anticorrupção que o acusam de desvio de ajuda destinada ao combate da COVID-19.

A comissão anticorrupção acusa o ministro de receber pelo menos 17 mil milhões de rupias de duas empresas fornecedoras, através dos seus dois subordinados, de acordo com o Notícias ao Minuto.

Juliari Batubara chegou à sede da Comissão de Erradicação da Corrupção horas após o presidente da Comissão, Firli Bahuri, o ter convidado a entregar-se durante uma conferência de imprensa este sábado.

Bahuri disse que Batubara poderia ser condenado a prisão perpétua se fosse considerado culpado de desviar dinheiro público.

“Não vamos parar aqui. Vamos observar de perto como a assistência social do governo está a ser obtida e canalizada durante a pandemia”, acrescentou.

O Notícias ao Minuto refere que o ministro dos assuntos sociais da Indonésia é o segundo membro do governo detido por desvio de dinheiro público em menos de duas semanas. O Ministro dos Assuntos Marítimos e das Pescas, Edhy Prabowo, que, entretanto, se demitiu, também foi detido por suspeita de aceitar subornos.

Os venezuelanos votam hoje para eleger os novos deputados da Assembleia Nacional, dominada pela oposição desde 2015. Os apoiantes do Presidente Nicolas Maduro prometem agora uma vitória arrasadora.

De acordo com o Notícias ao Minuto, as forças que apoiam o regime dizem que a crise económica, política e social que obrigou 4,5 milhões de venezuelanos a abandonar o país nos últimos cinco anos foi causada pela oposição e o Presidente Nicolás Maduro promete mudar a situação.

Alguns analistas consideram ser pouco provável haver mudanças políticas na liderança do país, principalmente depois de 37 partidos opositores se terem recusado a participar, apelando ao boicote das eleições, que dizem serem “uma fraude”.

Segundo o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela, os cidadãos vão eleger 277 deputados, mais 110 do que os eleitos nas legislativas de 06 de Dezembro de 2015.

O novo parlamento entrará assumirá as funções a 05 de Janeiro de 2021, ou seja, dois anos após o líder opositor Juan Guaidó se autoproclamar presidente interino da Venezuela, prometendo convocar um governo de transição e eleições livres e democráticas no país.

As negociações entre o Reino Unido e a União Europeia sobre um acordo comercial envolvendo regulações entre as partes após o período de transição do Brexit retomam este domingo em Bruxelas. O anúncio foi feito ontem pelo primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, numa declaração conjunta, escreve o Notícias ao Minuto.

Os dois representantes reuniram-se no sábado para analisar o actual estado das negociações.

Segundo a Lusa que cita um comunicado conjunto divulgado por Downing Street (o gabinete do primeiro-ministro britânico), Boris Johnson e Ursula von der Leyen consideraram que um “esforço suplementar deve ser feito” pelos negociadores para determinar se estas diferenças podem ser “resolvidas”.

No comunicado, os dois representantes indicaram mais uma vez que “diferenças importantes” permanecem em três grandes áreas: concorrência, mecanismo de resolução de litígios e pescas.

A mesma nota referiu que os dois líderes vão voltar a reunir-se segunda-feira à noite.

Na sexta-feira, o chefe da delegação da UE para o ‘Brexit’, Michel Barnier, anunciou que as conversações tinham sido interrompidas para que as duas delegações pudessem informar os respetivos líderes políticos sobre o impasse nas negociações.

Na mesma ocasião, Barnier assegurou que não existiam condições, naquele momento, para se chegar a um acordo e que permaneciam as divergências com o Reino Unido após meses de intensas negociações.

O mundo espera ter em breve as vacinas contra a COVID-19 como medida para controlar a COVID-19. Apesar de ser uma ferramenta relevante na luta contra a pandemia, especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) defendem que todos os outros esforços continuam a ser necessários.

“A vacinação será uma ferramenta importante e poderosa no ‘kit’ de ferramentas que temos à disposição. Mas, por si só, não fará o trabalho”, alertou a OMS citado pela Lusa.

Para o director-geral da OMS, Tedros Adhanom, com a chegada das vacinas, “começamos a ver o fim da pandemia”, mas é preciso continuar a fazer outros esforços para combater este mal.

Porque a expectativa de ter vacinas em breve é maior e a situação se agrava em alguns países, especialistas apelam aos países a não relaxarem as medidas contra o novo Coronavírus.

Não é a primeira vez que Namíbia vende elefantes e outros animais selvagens. O país que se encontra em risco de seca, desta vez, colocou à venda 170 elefantes, escreve a Euronews.

Segundo o Governo, citado pela Lusa, os elefantes foram postos à venda após “a identificação de uma necessidade de reduzir a sua população devido à seca e ao aumento do número de animais que está a gerar conflitos com as populações”.

“O país semi-árido e pouco povoado da África Austral, a Namíbia é o lar de cerca de 28.000 paquidermes. Alguns países queixaram-se de que a Namíbia estava a matar elefantes. Em vez disso, decidimos, depois de alguma investigação, vendê-los”, disse o ministro do Ambiente da Namíbia, Pohamba Shifeta.

Um anúncio de venada no jornal governamental “New Era” de quarta-feira, o governo informa que para exportar estes animais, os compradores terão de assegurar que os requisitos da CITES (Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção) são cumpridos tanto no país de exportação como no país de importação para que a transação seja autorizada.

Desde 1990, o número de elefantes na Namíbia tinha caído para cerca de 5.000, mas aumentou acentuadamente após o estabelecimento de um programa de proteção aclamado a nível mundial. De acordo com o anúncio, rebanhos inteiros serão capturados de modo a não deixar animais pequenos ou jovens abandonados.

Shifeta adiantou que a Namíbia não tem qualquer intenção de vender estes elefantes de forma imprudente. “Temos de nos certificar que o país é adequado” para os acolher.

A Namíbia tem mais de 28 mil elefantes, nascidos após a independência do país em 1990, fruto de um programa de protecção da espécie que foi saudado no mundo inteiro.

Em outubro, Windhoek já tinha posto à venda 100 búfalos selvagens. Em Junho de 2019, após ter declarado o estado de catástrofe natural por causa da seca, o governo tinha proposto à venda de mil animais, entre os quais 600 búfalos, 150 antílopes, 60 girafas e 28 elefantes.

De acordo com o ministério do Ambiente, o objectivo é limitar as perdas dos animais e obter 1,1 milhões de dólares para a conservação das espécies.

 

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE