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O País – A verdade como notícia

O grupo jihadista Boko Haram confirmou, ontem, a morte do seu líder histórico Shekau, que morreu em combate com o grupo rival Estado Islâmico na África Ocidental (Iswap) e anunciou Bakura Modu, conhecido como Sahaba, como seu novo líder.

Por seu turno, Sahaba “pediu a Allah para abençoar a alma de Shekau”, que morreu “como mártir”, e acusa o líder do Iswap pela morte do seu antecessor.
As declarações surgem num vídeo enviado, ontem, à agência France-Presse e validado por fontes certificadas, segundo divulgou o Notícias ao Minuto.

Em seu discurso, o novo líder do movimento jihadista apelou à vingança contra o grupo rival, que se separou do Boko Haram em 2016.

O Boko Haram foi criado em 2002, no nordeste da Nigéria, por Mohammed Yusuf, após o abandono do norte do país pelas autoridades.

A empresa diamantífera do Botswana, Debswana, anunciou hoje a descoberta de um diamante de 1,098 quilates, o terceiro maior alguma vez encontrado no mundo.

A pedra, descoberta no dia 1 de Junho, foi mostrada ao Presidente do Botswana, Mokgweetsi Masisi, na capital, Gaborone, de acordo com o “Notícias ao Minuto”.

O maior diamante conhecido é o “Cullinan”, que pesa mais de 3.100 quilates e foi desenterrado na África do Sul em 1905.

O segundo, de 1.109 quilates, foi descoberto em 2015 na mina de Karowe, no nordeste do Botsuana, que é o maior produtor de diamantes de África.

O governador de São Paulo, João Doria, afirmou ontem, pela primeira vez, que pretende ser o candidato do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) à Presidência do Brasil em 2022. As eleições prévias do partido vão ocorrer em Novembro deste ano.

Antes de concorrer para presidência do Brasil, Doria deverá pleitear nas eleições internas do PSDB, que definirão o candidato do partido para tomar as rédeas do país.

“Vamos trabalhar para vencer e somar forças com todos para fortalecer a candidatura do PSDB e ajudar o Brasil”, disse Doria em declarações ao jornal Folha de São Paulo.

Doria foi eleito governador, associando a sua candidatura à campanha presidencial de Bolsonaro em 2018, mas os dois afastaram-se, no ano passado, e tornaram-se rivais políticos declarados durante a pandemia do novo Coronavírus.

O Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, anunciou, ontem, a adopção do nível três de confinamento, ajustando as restrições, para conter o avanço da terceira vaga da COVID-19 no país.

O recolher obrigatório faz parte da nova aposta do governo sul-africano no combate e mitigação do novo Coronavírus.

“O Governo ajustou o confinamento para o nível três, a partir de ontem, à noite, com um novo recolher obrigatório das 22 até às 04 horas”, frisou Ramaphosa citado pela Lusa.

Entre as medidas ajustadas, o Presidente sul-africano referiu, também, que o uso da máscara e consumo de álcool em espaços públicos permanece proibido.

Restaurantes e bares passam a encerrar às 21 horas, os encontros estão limitados a 50 pessoas no interior e a 100 no exterior, os funerais não podem exceder 50 pessoas.

O chefe de Estado referiu que o número de óbitos associados à COVID-19 no país aumentou cerca de 48% em apenas duas semanas.

Numa comunicação à Nação, o Presidente sul-africano disse que os hospitais privados estão próximos da capacidade máxima, sublinhando que se deve agir de forma rápida e decisiva para conter o aumento das infecções.

O fundador da Zâmbia e ex-Presidente Kenneth Kaunda foi internado num hospital de Lusaka, devido a problemas de saúde.

Sem avançar detalhes, o seu gabinete disse, na segunda-feira, que, Kenneth Kaunda, de 97 anos de idade, não se encontra bem e foi internado no hospital do Centro Médico Maina Soko.

Já hospitalizado, “Kaunda pede a todos os zambianos e à comunidade internacional que orem por ele, pois a equipe médica está fazendo todo o possível para garantir sua recuperação”, disse Rodrick Ngolo, assistente administrativo de Kaunda.

Kaunda, uma das figuras sobreviventes da luta anticolonial da África, na década de 1950, governou a Zâmbia durante 27 anos desde sua independência, em 1964.

O Director-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom, salientou ontem a diminuição do número de casos da COVID-19 no mundo, mas afirmou estar preocupado com o “aumento acentuado” em África.

“Esse aumento é especialmente preocupante por se tratar de uma região onde há menos acesso a vacinas, a diagnósticos e a oxigénio”, disse o responsável numa conferência de imprensa online, a partir de Genebra, para fazer um ponto da situação da pandemia da COVID-19 no mundo.

De acordo com a OMS, citada pelo “Notícias ao Minuto”, globalmente, o número de casos de COVID-19 diminuiu durante sete semanas consecutivas, a sequência mais longa de declínios semanais desde o início da pandemia.

No entanto, salientou, ainda, que embora o número de casos semanais esteja a baixar, o número de mortes não diminui tão rapidamente, tendo, o número de mortes relatado na semana passada, sido idêntico ao da semana anterior.

Ainda em relação ao continente africano, o Director-geral da OMS citou um estudo recente (publicado na revista Lancet) para dizer que África tem a mais elevada taxa de mortalidade por COVID-19, apesar de ser das regiões com menos casos notificados.

O Presidente da Zâmbia, Edgar Lungu, desmaiou, ontem, durante a cerimónia anual oficial, televisionada, do Dia das Forças de Defesa Nacional, que foi imediatamente interrompida após o incidente.

O Chefe de Estado, de 64 anos de idade, que concorre à reeleição em Agosto, sofre de uma doença rara Acalasia. A enfermidade afecta o esôfago e causa ataques de hipoglicemia.

Lungu, já havia adoecido e, foi hospitalizado em 2015. No entanto, “o líder da Zâmbia recuperou-se e continua a desempenhar as suas funções – de acordo com a declaração oficial emitida pela presidência”, escreve o Africanews.

Edgar Lungu assumiu o cargo pela primeira vez em 2015 e manteve sua posição de poder em uma eleição, disputada no ano seguinte.

Homens armados, não identificados, atacaram, na noite de sexta a sábado, a residência do presidente do Parlamento nigerino, Seini Oumarou, matando um dos seus guarda-costas, e ferindo gravemente um segundo.

Ousseini Salatou, conselheiro do líder do parlamento, citado pela Angop, disse que “na noite de sexta para sábado, o domicílio do presidente da Assembleia nacional foi atacado por dois motoqueiros, matando um guarda e ferindo gravemente um outro”.

Num comunicado publicado no sábado, o Ministério nigerino do Interior confirmou o ataque, e um inquérito estava em curso para apurar as causas.

Seini Oumarou, de 70 anos, que dirige o Movimento Nacional para a Sociedade do Desenvolvimento (MNSD), no poder de 1999 a 2010, foi o terceiro mais votado nas eleições presidenciais de 21 de Dezembro de 2020, e, na segunda volta, apelou ao voto de Mohamed Bazoun, o candidato vencedor, e actual Presidente da República.

A África do Sul anunciou, hoje, que vai retirar dois milhões de vacinas contra a COVID-19 da Johnson & Johnson (J&J), devido a “um problema de não conformidade” durante o seu fabrico nos Estados Unidos.

A agência sul-africana do medicamento (Sahpra) afirmou, numa declaração, que tinha “tomado a decisão de não distribuir vacinas produzidas a partir de lotes de componentes impróprios”.

As autoridades americanas anunciaram, na sexta-feira, que milhões de doses, fabricadas em Baltimore nos Estados Unidos e cuja produção teve de ser interrompida há várias semanas, terão de ser deitadas fora. Os testes tinham revelado que os componentes da vacina britânica AstraZeneca, da mesma fábrica, tinham sido erradamente misturados com a fórmula J&J.

A Ministra da Saúde da África do Sul, Mmamoloko Kubayi-Ngubane, citada pelo “Notícias ao Minuto”, disse, no sábado, que os lotes em questão eram os que estão, actualmente, armazenados num laboratório de alta tecnologia em Port Elizabeth.

A África do Sul conta com a entrega de 31 milhões da vacina de dose única J&J para imunizar a sua população de 59 milhões. O país conseguiu obter 30 milhões de doses da Pfizer, mas a vacina de duas doses requer um armazenamento a temperaturas muito baixas.

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