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O País – A verdade como notícia

A Organização Não Governamental “Rio de Paz” homenageou, este domingo, as mais de 500 mil vítimas da COVID-19, no Brasil, colocando rosas no areal da praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.

Segundo  “Rio de Paz”, citada pelo G1, as rosas representam “a solidariedade às famílias enlutadas vítimas da crise sanitária provocada pelo coronavírus”.

António Carlos Costa, presidente da ONG, disse “ temos mais de meio milhão de brasileiros mortos, um número incontável de enlutados, vítimas que sobreviveram com sequelas e milhões de famílias a conviver com o temor da morte por falta de vacina”.

O responsável aponta directamente o dedo ao Presidente Jair Bolsonaro, considerando o seu comportamento perante a pandemia “criminoso e execrável”.

A marca dos 500 mil mortos devido à COVID-19 foi alcançada este sábado, dia de manifestações contra Bolsonaro por todo o país e em muitos pontos do mundo.

O Papa pediu hoje ao mundo que acolha os refugiados para “fazer crescer uma comunidade mais humana, uma grande família”, quando se assinala o dia mundial do refugiado sob o lema “Juntos podemos fazer a diferença”.

“Abramos os nossos corações aos refugiados, façamos nossa a sua tristeza, as suas alegrias, aprendamos com a sua brava resistência. Assim, juntos, faremos crescer uma comunidade mais humana, uma grande família”, disse Francisco, citado pelo “Notícias ao Minuto” no final do Angelus dominical diante de dezenas de fiéis reunidos na Praça de São Pedro para o ouvir.

O Papa, que, por diversas vezes, defendeu o respeito para com os refugiados, assegurou previamente, durante a oração, que tem estado a ver “as imagens de tantos que vêm de barco”.

Segundo um comunicado divulgado na sexta-feira pelas Nações Unidas, apesar da pandemia, o número de refugiados e deslocados internos no mundo continuou a crescer em 2020, atingindo um novo recorde de 82,4 milhões, o que significa que são mais do dobro do que os que existiam há uma década, quando o número era inferior a 40 milhões.

Pelo menos 15 pessoas foram mortas no sábado em vários ataques violentos por grupos criminosos na cidade mexicana de Reynosa, que pertence ao estado de Tamaulipas e faz fronteira com o Texas, nos Estados Unidos.

Segundo escreve o “Notícias ao Minuto”, apesar de jornalistas locais noticiarem 16 mortes, este número não foi oficialmente confirmado.

Na sequência dos incidentes, as autoridades destacaram um número não especificado de efectivos do Exército, da Guarda Nacional, da Polícia Estatal e da Procuradoria-Geral da Tamaulipas para patrulhamento, vigilância e investigação.

Pelo menos quatro pessoas morreram e 17 ficaram feridas em consequência da queda de um avião na região russa de Kemerovo, na Sibéria. Entre as vítimas, estão dois pilotos.

“Por enquanto, sabe-se que quatro pessoas morreram em resultado do acidente”, relatou o Notícias ao Minuto.

Segundo a agência Interfax, a tripulação do avião incluía paraquedistas.

Informações preliminares indicam que a falha de um dos dois motores do avião poderá ter provocado o acidente. No entanto, para apurar as reais causas, o Comité de Investigação abriu um inquérito no âmbito das violações das normas de segurança no tráfego aéreo.

Cerca de 8.500 refugiados foram expulsos de um acampamento improvisado na República Centro-Africana, informou, hoje, a organização não-governamental Médicos Sem Fronteiras (MSF).

Em comunicado, citado pelo Notícias ao Minuto, a MSF refere que o acampamento localizado em Bambari, cerca de 380 quilómetros a nordeste da capital do país africano, Bangui, foi consumido por um incêndio.

A MSF não dá uma explicação sobre as causas do incêndio, mas menciona que um confronto ocorreu na noite de sexta-feira, 4 de Junho, entre forças governamentais e grupos armados não estatais, próximo do acampamento.

No dia seguinte, os soldados chegaram e ordenaram que os refugiados deixassem o local imediatamente, segundo testemunhas citadas pela MSF.

“Os moradores de zonas vizinhas aproveitaram a situação para saquear os bens dos refugiados, como cabras e colchões, e, posteriormente, deu-se o incêndio, acrescentaram os deslocados”, escreve o Notícias ao Minuto

Epicentro da guerra civil no país, que atingiu o seu auge entre 2013 e 2017, Bambari voltou a ser palco de confrontos desde a ofensiva rebelde em curso, que visa derrubar o regime do Presidente Faustin Archange Touadéra.

Com apoio de paramilitares russos, o Governo tem vindo a recuperar algumas vilas antes sob controlo dos grupos armados.

O Governo centro-africano afirma que a cidade está, agora, sob seu controlo.

O clérigo Ebrahim Raïssi venceu as eleições presidenciais do Irão com mais de 62,2% dos votos, segundo resultados oficiais parciais hoje divulgados.

Dos votos amealhados, 28,6 milhões, Raïssi obteve mais de 17.800.000, segundo escreve o Noticias ao Minuto.

O general Mohsen Rezaï, ex-comandante-chefe da Guarda Revolucionária, que também digladiava nos pelito eleitorais, ficou em segundo lugar, com mais de 11,5% dos votos, à frente do ex-presidente do Banco Central Abdolnasser Hemmati com 8,3% e do deputado Amirhossein Ghazizadeh-Hachémi com 3,4%.

O eleitorado deste ano, no Irão, tem mais de 59,3 milhões de iranianos, com idade igual ou superior a 18 anos.

Mais de 59 milhões de iranianos foram chamados às urnas, para escolher entre os quatro candidatos à presidência, três conservadores e um moderado, assumindo-se como favorito o clérigo ultraconservador e actual chefe do poder judicial, Ebrahim Raïssi.

O Secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, presta hoje juramento e toma posse para um segundo mandato, em Nova Iorque.

Em Março passado, António Guterres divulgou a sua visão para um segundo mandato e, a 7 de Maio, apresentou-se para uma sessão de diálogo informal na Assembleia Geral, onde respondeu as perguntas dos Estados-membros e sociedade civil sobre como pretende dirigir a ONU, nos próximos cinco anos.

Na altura, o Secretário-geral propôs-se continuar no cargo como “construtor de pontes e intermediário honesto, com o objectivo de enfrentar riscos existenciais, como a crise climática, degradação ambiental, desigualdades, ciberataques, proliferação nuclear, ou violações de direitos humanos”, escreve o Notícias ao Minuto.

“O Secretário-geral sozinho não tem todas as respostas, nem procura impor seus pontos de vista”, afirmou António Guterres, defendendo o apoio mútuo entre a ONU e os 193 Estados-membros.

O fundador da Zâmbia e ex-Presidente Kenneth Kaunda morreu aos 97 anos de idade, hoje, três dias depois de ter sido internado num hospital militar de Lusaka, devido a problemas de saúde.

A informação sobre a morte de Kenneth Kaunda é avançada por vários órgãos internacionais, sobretudo de países africanos, dos quais o Africa News.

Segundo o The Citizen, enquanto no poder, Kaunda hospedou muitos dos movimentos que lutaram pela independência ou igualdade dos negros em outros países da região.

Kaunda nasceu a 28 de Abril de 1924 e governou a Zâmbia durante 27 anos, desde a independência, em 1964.

 

A acusação, no julgamento na Costa do Marfim, do Ex-primeiro-ministro Guillaume Soro, acusado de conspirar para derrubar o governo, pediu, ontem, a prisão perpétua para o acusado.

Soro e 19 dos seus apoiantes são acusados de conspiração, tentativa de ataque à autoridade do Estado, bem como divulgação e publicação de notícias falsas que descredibilizam as instituições e o seu funcionamento, tendo resultado num atentado à moral das populações.

“A acusação sustenta que Soro tentou fomentar uma insurreição civil e militar destinada a derrubar o poder quando regressou ao país africano, em Dezembro de 2019, dez meses antes das eleições presidenciais que deram novo mandato a Alassane Ouattara”, escreve o Notícias ao Minuto.

Por outro lado, a acusação pediu ainda 20 anos de prisão para Souleymane Kamagaté, ex-chefe de protocolo de Guillaume Soro, para Affoussy Bamba, seu advogado e Ex-ministro, e para Toure Moussa, Ex-director de comunicação do chefe de governo.

Os réus negaram veementemente às acusações feitas. Soro vive no exílio há dois anos.

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