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O País – A verdade como notícia

Os ministros da Saúde e representantes dos países africanos reúnem-se virtualmente de hoje a 26 do mês em curso, para discutir e aprovar políticas, actividades e planos financeiros regionais para melhorar a saúde e o bem-estar das populações.

O encontro dos ministros integra a septuagésima primeira sessão do Comité Regional para a África da Organização Mundial da Saúde (OMS). O evento poderá congregar cerca de 47 ministros da Saúde e mais de 400 delegados da OMS, Fundos e Pogramas das Nações Unidas, com destaque para Tedros Gebreyesus, director-geral da OMS, e Matshidiso Moeti, directora regional da agremiação para a África.

Do rol dos assuntos a serem debatidos no encontro, consta a intensificação da resposta à COVID-19, a eliminação do cancro do colo do útero, o acesso a tecnologias de assistência na área da saúde, resposta integrada à tuberculose, ao HIV, às infecções sexualmente transmissíveis e à hepatites.

O Presidente recém-eleito da Zâmbia, Hakainde Hichilema, toma posse amanhã, dia em que se assinala o feriado nacional para permitir que a população possa testemunhar a ascensão do maior partido da oposição ao comando dos destinos dos zambianos.

Esta terça-feira, o líder da oposição Hakainde Hichilema, de 59 anos de idade, vai assumir a presidência da Zâmbia, após derrotar Edgar Lungu nas eleições de 12 de Agosto corrente.

Os resultados definitivos divulgados a 16 deste mês, pela comissão eleitoral zambiana, apontam para uma vitória expressiva de Hakainde Hichilema.

Além de Hichilema, nesta terça-feira tomará posse, também, o Vice-presidente, Mutale Nalumpangpo.

A cerimónia será restrita, devido às medidas impostas para evitar a propagação da pandemia da COVID-19.

Na mesma cerimónia, espera-se a presença dos Presidentes de Moçambique, Filipe Nyusi, do Botswana, Mokgweetsi Masisi, o Malawi, Lázaro Chakwera, entre outros.

O assessor para a Segurança Nacional do Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Jake Sullivan, admitiu ontem que a ameaça de haver um ataque terrorista protagonizado pelo Estado Islâmico no aeroporto de Cabul, no Afeganistão, “é real e persistente”.

Jake Sullivan admitiu, igualmente, que a prevenção de um ataque terrorista no aeroporto de Cabul é uma das principais prioridades das tropas norte-americanas.

“Os nossos comandantes no terreno têm ao seu dispor várias opções, que estão a utilizar para defender o aeroporto de um potencial ataque terrorista. Estamos a trabalhar arduamente para isolar e determinar de onde poderia surgir um ataque”, sublinhou Jake Sullivan, citado pela Lusa.

Desde a tomada de Cabul, milhares de pessoas afluem ao Aeroporto Internacional Hamid Karzai, com o objectivo de embarcar nos aviões de resgate e sair do país.

As ruas de Cabul estão sob segurança dos talibãs, que têm dificultado o acesso dos cidadãos àquele aeroporto, protagonizando violência contra todos que se fazem às fronteiras com o objectivo de abandonar o país.

Os Estados Unidos já retiraram cerca de 17.000 pessoas do Afeganistão desde que a operação de resgate começou em 14 de Agosto, incluindo 2.500 cidadãos americanos.

Os homens armados que raptaram mais de 100 estudantes em Julho, numa escola na Nigéria, libertaram mais 15 estudantes depois de receberem um pagamento de resgate, anunciou um representante das famílias, citado pela imprensa internacional. Actualmente, permanecem nas mãos dos raptores cerca de 65 estudantes.

Joseph Yayab, reverendo citado pela Lusa, acrescentou que há um trabalho que está sendo feito para garantir o resgate das restantes crianças.

Apesar dos esforços empreendidos, o pagamento de resgates é criticado pelas autoridades locais, que afirmam que o pagamento perpetua o ciclo de raptos no noroeste e centro da Nigéria.

Dos 121 estudantes raptados em 05 de Julho, 56 já foram libertados ou escaparam das garras dos raptores.

“Estes bandidos, como são conhecidos no país, atacam aldeias, roubam gado e raptam funcionários locais e viajantes nas estradas em troca de resgates, e operam a partir de bases na floresta do Rugu, que abrange os estados nigerianos de Zamfara, Katsina, Kaduna e Níger”, explica a Lusa.

De acordo com as Nações Unidas, cerca de mil estudantes foram raptados desde dezembro, tendo a maioria sido libertada através de negociações e pagamento de resgates, mas centenas ainda estão em cativeiro.

O Primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, informou hoje que vai convocar, para a próxima terça-feira, uma reunião “urgente” do grupo dos sete países mais ricos do mundo (G7) sobre a situação do Afeganistão.

“É vital que a comunidade internacional trabalhe junta para conseguir retiradas seguras, prevenir uma crise humanitária e apoiar o povo afegão para garantir o que foi alcançado nos últimos 20 anos”, afirma Johnson na sua conta na rede social Twitter, citada pelo Notícias ao Minuto.

O chefe do Governo britânico, responsável pela presidência rotativa do G7, não deu outros detalhes, mas a expectativa é que a reunião seja virtual, refere a agência Efe.

O Ministério da Defesa britânico informou hoje que sete civis afegãos morreram, devido à situação caótica em frente ao aeroporto de Cabul, onde milhares de pessoas tentam chegar àquele terminal.

A operação do Reino Unido para retirar os seus cidadãos e afegãos é apoiada por 600 forças britânicas, incluindo paraquedistas da 16.ª Brigada de Assalto Aéreo e um pequeno número de funcionários do Ministério do Interior.

Os talibãs conquistaram Cabul no dia 15 de Agosto, concluindo uma ofensiva iniciada em Maio, quando começou a retirada das forças militares norte-americanas e da NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

A pandemia da COVID-19 provocou pelo menos 4.423.173 mortos em todo o mundo, tendo sido registados 8.835 óbitos a nível mundial nas últimas 24 horas, revelou hoje o balanço da France-Presse (AFP).

Desde que o novo Coronavírus (SARS-CoV-2) foi identificado na China em Dezembro de 2019, mais de 211.307.660 casos de infecção foram oficialmente diagnosticados em todo o mundo.

A maioria dos pacientes recupera-se da COVID-19, provocada pelo SARS-CoV-2, mas uma parte destas pessoas ainda relata sentir alguns sintomas associados durante semanas ou até mesmo meses, segundo a agência noticiosa, citada pelo Notícias ao minuto.

Nas últimas 24 horas, registaram-se mais 563.387 novos casos da doença em todo o mundo.

Os países que registaram mais mortes nas últimas 24 horas foram, de acordo com os respectivos balanços nacionais, a Indonésia com 1.030 óbitos, o México (847) e a Rússia (762).

Os Estados Unidos da América (EUA) continuam a ser o país mais afectado a nível global, tanto em número de mortos, como de casos positivos, com um total de 628.303 mortes entre 37.673.305 casos recenseados, segundo a contagem da Universidade Johns Hopkins.

Depois dos EUA, a lista dos países mais afectados pela crise pandémica em termos globais é composta pelo Brasil (574.209 mortos e 20.556.487 casos), Índia (434.367 mortos e 32.424.234 casos), México (252.927 mortos e 3.217.415 casos) e Peru (197.818 mortos e 2.141.235 casos).

Um ataque de supostos jihadistas provocou a morte de 19 pessoas e dois feridos, no sábado, numa aldeia na região de Tillabéri, no Níger, na denominada “zona das três fronteiras”, com o Mali e Burkina Faso.

De acordo com o Governo nigerino, citado pelo Notícias ao Minuto, o ataque teve como alvo civis que rezavam ao início da noite na aldeia de Theim e terá sido provocado por “indivíduos armados, que chegaram a pé e não foram ainda identificados, estando em curso um inquérito judicial”.

Uma fonte local, citada pela agência France-Presse, referiu que o ataque contra fiéis numa mesquita causou 17 mortos e cinco feridos.

Este ataque ocorre dias depois de pelo menos 37 civis, incluindo mulheres e crianças, terem sido mortos na região ocidental do Níger, quando alegados jihadistas atacaram uma aldeia na região de Tillabéri.

Composta por uma vasta área de quase 100.000 quilómetros quadrados, a região de Tillabéri situa-se na zona das três fronteiras, que reúne Níger, Mali e Burkina Faso e é palco regular de ofensivas por grupos jihadistas afiliados à Al-Qaida ou ao grupo Estado Islâmico.

As violações e assassinatos na vizinha África do Sul aumentaram cerca de 60% durante o segundo trimestre do ano em curso, comparativamente ao igual período de 2020 quando o país se encontrava num estado de confinamento devido à COVID-19.

Segundo avançaram as autoridades sul-africanas, só no período entre Abril e Junho, foram registadas, pelo menos, 10 mil violações e 5.700 assassinatos.

Apesar do aumento de 60% face ao igual período de 2020, quando comparado com o mesmo período de 2019, o aumento das violações e assassinatos é de um porcento.

Por seu turno, o ministro da Polícia sul-africana, Bheki Cele, citado pela Angop, diz que os dados anunciados não reflectem, na íntegra, a realidade, por se tratar de uma comparação feita num período anormal devido ao confinamento decorrente da pandemia da COVID-19.

Entre 2019 e 2020, o país registou mais de 21.000 casos, um aumento de 1,4% face ao ano anterior. As autoridades dizem que as discussões, mal-entendidos e raiva ao volante são as principais razões das violações e assassinatos naquele país.

O furacão “Grace”, da categoria três, numa escala de cinco, atingiu hoje a costa leste do México, segundo o Centro Nacional de Furacões norte-americano

Com ventos de 205 quilómetros por hora, o furacão atingiu a costa de Tecolutla, Veracruz, no leste do México, segundo o NHC.

Segundo o Notícias ao Minuto, “Grace”, que já tinha levado as autoridades mexicanas a emitirem alerta vermelho na região, atingiu pela segunda vez o México, depois de ter atravessado a província de Iucatão na quinta-feira, sem fazer vítimas ou causar danos materiais importantes.

A intensificação do fenómeno meteorológico colocou em alerta o Governo e as Forças Armadas, tendo sido destacados 7.829 elementos da Protecção Civil, além de funcionários da Defesa, Marinha e da Comissão Federal da Electricidade.

“Grace” tocou a terra na quinta-feira, por volta das 05:45 locais, a sul de Tulum, no leste da península do Iucatão, como um furacão de categoria um, com ventos máximos sustentados de 130 quilómetros por hora.

O fenómeno tinha sido rebaixado para tempestade tropical quando chegou a terra, mas ganhou força quando regressou ao mar.

A Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês) estima que a actual temporada ciclónica no Atlântico venha a ter uma actividade acima da média.

Este ano, até agora, só se formou na bacia atlântica outro furacão, o Elsa, em inícios de Julho.

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