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O País – A verdade como notícia

Doze pessoas morreram e outras 10 ficaram feridas num deslizamento de terra causado por fortes chuvas no departamento colombiano de Nariño, na fronteira com o Equador.

Um porta-voz da Direcção Administrativa de Gestão de Riscos de Catástrofes (DAGRD) do Governador de Nariño, citado pelo Notícias ao Minuto, disse que até agora foram resgatados 12 corpos no município de Mallama, onde ocorreu a tragédia.

Acrescentou que a emergência foi notificada nas primeiras horas da manhã de terça-feira às agências de ajuda humanitária que se deslocaram imediatamente para o local e resgataram 12 corpos.

Dos feridos, oito já foram dispensados e os dois restantes foram enviados para centros médicos em Pasto, a capital do departamento.

O deslizamento de terras destruiu duas casas e também afectou um estabelecimento comercial.

Os esforços de busca e salvamento prosseguem e os sobrevoos por aeronaves estão a ser efetuados, enquanto geólogos e engenheiros continuam a avaliar os danos causados a outras casas.

Foi lançada hoje, na Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas de 2021 (COP 26), a nova Aliança Global de Energia para as Pessoas e o Planeta (GEAPP), cujo objectivo é acelerar o investimento em transições de energia verde e soluções de energia renovável nas economias em desenvolvimento e emergentes em todo o mundo.

Durante a próxima década, a Aliança visa desbloquear USD 100 mil milhões em capital público e privado e enfrentar simultaneamente três problemas humanos profundos. Primeiro, atingir mil milhões de pessoas com energias renováveis fiáveis; evitar quatro mil milhões de toneladas de emissões de carbono; e construir uma rampa de acesso às oportunidades através da criação, viabilização, ou melhoria de 150 milhões de empregos.

A nova Aliança Global de Energia lançou também um apelo global para parcerias de países transformadores, convidando as economias em desenvolvimento e emergentes a candidatarem-se ao apoio técnico e financiamento para o avanço dos ecossistemas de projectos de energia limpa.

Embora os países pobres em energia sejam actualmente responsáveis por 25% das emissões globais de CO2, a sua quota de emissões globais poderá aumentar para 75% até 2050, de acordo com a análise publicada hoje pela Aliança.

No entanto, estes países recebem, actualmente, apenas 13% do financiamento de energia limpa, apesar de representarem quase metade da população mundial.

Há também 243 GW de centrais de carvão em planeamento, autorizadas ou em construção nos países em desenvolvimento. Se construídas, elas emitiriam 38 mil milhões de toneladas de CO2 nas próximas décadas, o que é quase o mesmo que o total das emissões globais em 2020.

Para alterar esta trajectória e maximizar o seu impacto no emprego e na subsistência, a Aliança anunciou que estão a fornecer mais de USD 10 mil milhões para se concentrarem na transição dos combustíveis fósseis, nas energias renováveis baseadas na rede e nas energias renováveis distribuídas.

Os parceiros da Aliança incluem organizações filantrópicas âncoras (as Fundações Rockefeller, IKEA e Bezos Earth); parceiros de investimento (Banco Africano de Desenvolvimento, Banco Asiático de Desenvolvimento, Banco Europeu de Investimento, Banco Interamericano de Desenvolvimento, IFC do Banco Mundial, UK’s CDC Grupo CDC do Reino Unido, Corporação Financeira Internacional de Desenvolvimento dos Estados Unidos e Banco Mundial); e parceiros nacionais (co-anfitriões Itália e Reino Unido e Dinamarca).

A Secretária-Geral da Commonwealth, Patricia Scotland, apelou aos países desenvolvidos para que finalmente honrassem o compromisso de uma década para disponibilizar USD 100 mil milhões por ano, para combater as alterações climáticas nos países em desenvolvimento.

Durante um evento conjunto de alto nível co-organizado com o Fórum Vulnerável ao Clima (CVF) a 1 de Novembro em Glasgow, na Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas COP 26, a Secretária-Geral da Commonwealth descreveu o financiamento como “tanto para produzir o impacto pretendido no terreno, mas também como uma questão fundamental de confiança”.

“As promessas devem ser cumpridas. A diplomacia da Commonwealth tem a ver com levar a nossa determinação colectiva e as experiências que os líderes, ministros e cidadãos de toda a Commonwealth partilham connosco, para o coração das negociações climáticas globais”, disse Scotland.

O evento contou com um discurso do Primeiro-Ministro do Bangladesh, Sheikh Hasina, como presidente do Fórum Vulnerável ao Clima, bem como declarações de uma proeminente fila de líderes de toda a Commonwealth, incluindo o presidente da Guiana Irfaan Ali, o presidente das Maldivas Ibrahim Mohamed Solih, o Primeiro-Ministro de eSwatini Cleopas Dlamini e outros delegados e enviados ministeriais.

“Os 48 membros do CVF representam apenas 5 por cento do total das emissões globais. No entanto, os impactos adversos das alterações climáticas representaram ameaças fundamentais para as nossas vidas e meios de subsistência. A nossa vulnerabilidade e necessidade de financiamento climático adequado e de transferência de tecnologia devem ser reconhecidas pela comunidade internacional. Os principais países emissores precisam de cumprir as suas obrigações de nos apoiar nos nossos esforços para lidar com os efeitos das alterações climáticas”, declarou Sheikh Hasina declarou.

Tanto a CVF como a Commonwealth expressaram a sua solidariedade no apoio ao reforço do financiamento climático para a resiliência e prosperidade. O evento também apoiou a partilha de conhecimentos e a colaboração entre os dois grupos de países para o desenvolvimento de capacidades.

A CVF é uma parceria diversificada de 48 dos países mais vulneráveis do mundo em termos climáticos de África, Ásia, Caraíbas, América Latina e Pacífico. Representam 1,2 mil milhões de pessoas, mas contribuem com apenas 5 por cento do total das emissões globais. Um terço dos países da CVF são da Commonwealth, incluindo a maioria dos Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento (PEID) e países litorais abaixo do nível do mar, como o Bangladesh.

O Congresso Nacional Africano (ANC) lidera as eleições municipais na África do Sul, com 46.22 por cento de votos, deixando para trás os partidos Aliança Democrática e Lutadores pela Liberdade Económica.

Segundo escreve o News 24, até às primeiras horas desta terça-feira, cerca de dois milhões de cidadãos sul-africanos já tinham feito as suas escolhas para as lideranças municipais, num total de 8,794 mesas de votos. Os três principais partidos políticos da África do Sul lideram as eleições.

O partido no poder, ANC, do Presidente Cyril Ramaphosa, com 46.22 por cento de votos em 361 mesas, deixa para trás a Aliança Democrática, com 25.5 por cento de votos em 135 mesas e Lutadores pela Liberdade Económica com 8.95 por cento de votos em apenas 12 mesas.

Apenas dois Municípios já têm dados particulares disponíveis. Na cidade do Cabo, o partido Aliança Democrática está à frente, com 58 por cento de votos e o partido no poder tem uma ligeira vantagem sobre os opositores no Município metropolitano de Ekurhuleni.

Cerca de 40 milhões de pessoas estão aptas a votar, mas apenas 26 milhões de sul-africanos estão registados na Justiça Eleitoral. Segundo a Comissão Eleitoral Independente, um terço dos cidadãos que poderiam votar não se cadastraram no prazo.

Uma explosão, seguida de tiros, fez 15 mortos e 34 feridos esta terça-feira em Cabul, capital do Afeganistão, em frente ao maior hospital militar do país.

O número de vítimas foi passado por uma autoridade de segurança do Talibã à agência de notícias Reuters, que também fala em uma segunda explosão.

O Porta-voz do Talibã diz que a explosão em frente ao maior hospital militar do Afeganistão teve civis como alvo. Combatentes do Estado Islâmico entraram no hospital, diz agência de notícias, citada pelo G1.

Ninguém reivindicou o ataque até o momento, mas a agência oficial de notícias do país, a Bakhtar, diz que vários combatentes do Estado Islâmico entraram no hospital.

O hospital Sardar Mohammad Daud Khan tem 400 leitos e fica perto da antiga zona diplomática no centro da capital afegã.

O Brasil registou, 3.838 novos casos da COVID-19 e 98 mortes associadas à doença, de acordo com os dados divulgados ontem pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde.

De acordo com o ministério da Saúde brasileiro, esta é a primeira vez que o país contabiliza menos de 100 mortes diárias associadas ao vírus desde 11 de Abril de 2020 (quando foram reportadas 68 vítimas mortais).  Na altura, o primeiro caso de COVID-19 tinha sido identificado no Brasil há menos de um mês, refere o Notícias ao Minuto.

Em termos acumulados, o país soma 21.814.693 casos de infecção e 607.922 óbitos desde o início da pandemia.

As médias diárias de óbitos e de infecções ficaram em 303 e 11.305, respectivamente, números que confirmam a tendência de queda da pandemia no Brasil.

Contudo, os números hoje divulgados são parciais, uma vez que os estados de Mato Grosso e Acre não conseguiram comunicar atempadamente os registos da doença das últimas 24 horas devido a problemas técnicos.

Além disso, durante os fins de semana e segundas-feiras os números costumam ser ligeiramente inferiores, uma situação que as autoridades de saúde brasileiras justificam com a falta de recursos humanos para processar os dados nesse período, acabando por serem consolidados nos dias seguintes.

Segundo a tutela da Saúde, a taxa de incidência da doença no país com 213 milhões de habitantes mantém-se em 289 mortes por 100 mil habitantes e a taxa de casos é de 10.381.

A diminuição no número de vítimas mortais e casos positivos nos últimos meses no Brasil é atribuída por especialistas aos avanços na campanha de vacinação.

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 155,1 milhões de brasileiros receberam a primeira dose de alguma das vacinas contra a doença e 120,7 milhões completaram o esquema vacinal.

São Paulo continua a ser o estado brasileiro mais afetado pela COVID-19, com um total de 4.406.252 infectados e 152.019 desde o início da pandemia.

Em números absolutos, o Brasil permanece na segunda posição mundial na lista de nações com mais mortes, depois dos Estados Unidos, e na terceira com mais casos positivos, antecedido pelos norte-americanos e pela índia.

A Alemanha pretende reabrir os postos de vacinação para proceder com a administração massiva da terceira dose da vacina contra a COVID-19, devido a explosão de novos casos da doença.

“Temos de tornar possível a reabertura rápida dos centros de vacinação que foram suspensos em setembro”, disse o ministro da Saúde alemão, Jens Spahn.

Segundo escreve a LUSA, citada pelo Notícias ao Minuto, Jens Spahn propõe que seja enviada uma notificação aos maiores de 60 anos para receber a terceira dose da vacina tal como foi feito no arranque da campanha no início do ano.

Já Angela Merkel admite que o actual índice de vacinação é insuficiente e pede a convocação de uma cimeira entre o executivo e os estados federados para activar a administração da terceira dose da vacina.

“Merkel e o seu provável sucessor, o social-democrata Olaf Scholz, comprometeram-se a levar a cabo uma transferência harmoniosa de poderes, especialmente no que diz respeito à luta contra a pandemia”, escreve a LUSA.

De acordo com a imprensa portuguesa, na Alemanha, 66,7% dos cidadãos têm a vacinação completa e não tem sido possível aumentar aquela percentagem, apesar dos múltiplos apelos do meio político aos cidadãos.

A pandemia viral já provocou em todo o mundo cerca de 4.992.831 mortes e mais de 246,31 milhões infeções.

Os países do G20 chegaram, este domingo, a um acordo sobre a limitação do aquecimento global a 1,5 graus acima dos níveis pré-industriais.

Tem hoje início formal, em Glasgow, na Escócia a cimeira do clima das Nações Unidas (COP26), de onde deverão sair compromissos firmes para conseguir cumprir o Acordo de Paris e reduzir emissões globalmente, De acordo com  o Notícias ao Minuto.

A cimeira, que decorre até 12 de Novembro, começa hoje com reuniões plenárias preliminares que juntarão os representantes dos países signatários da Convenção, do Protocolo de Quioto e do Acordo de Paris sobre redução de emissões de gases com efeito de estufa.

Um grupo de seis assaltantes invadiu, na madrugada deste sábado, o Consulado de Portugal no Rio de Janeiro, tendo sequestrado o cônsul, Luís Gaspar da Silva, e a família. Luís Gaspar da Silva, a família e vários funcionários foram amarrados durante o assalto, mas todos se encontram bem.

De acordo com a Globo, antes de entrarem na casa do diplomata, os assaltantes sequestraram também alguns funcionários do Consulado.

Durante cerca de 50 minutos, os reféns estiveram amarrados, sob vigilância de dois dos assaltantes, enquanto o resto do grupo revistava as instalações.

Segundo testemunhas, o grupo estaria armado e roubou várias jóias, computadores e outros bens. Depois, os ladrões colocaram-se em fuga.

A Polícia já está a investigar o caso e esteve hoje no local a realizar perícias. Também já foram solicitadas as imagens das câmaras de videovigilância, segundo escreve o Notícias ao Minuto.

De acordo com o embaixador de Portugal em Brasília, Luís Faro Ramos, o Cônsul e a sua família já foram libertados e estão bem.

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