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O País – A verdade como notícia

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

O Presidente da China, Xi Jinping, pede que se avance rapidamente com uma investigação à queda do Boeing 737, da companhia aérea China Eastern Airlines.

Xi Jinping disse estar chocado com o acidente e pediu uma investigação para que “as causas do acidente sejam esclarecidas o mais rapidamente possível”, de acordo com a televisão pública chinesa CCTV.

O Boeing 737-800, da China Eastern Airlines, que viajava entre as cidades chinesas de Kunming (sudoeste) e Cantão, com 132 pessoas a bordo, caiu ontem, perto da cidade de Wuzhou, na região de Guangxi (sul), e causou um incêndio nas montanhas.

Não há informações imediatas sobre o número de mortos e de feridos.

Um Boeing 737, da companhia aérea China Eastern Airlines, que ia de Kunming e Cantão, caiu na região montanhosa de Guangxi, no sul.

As equipas de resgate já estão no local, conforme indica o meio de comunicação estatal CCTV+, não havendo, ainda, informações sobre vítimas mortais, segundo informações da Administração de Aviação Civil da China.

A aeronave, um Boeing 737-800, tinha seis anos, de acordo com o site Flight Radar, que monitora voos em todo o mundo. Ainda segundo o site, o avião perdeu contacto com as torres quando sobrevoava a cidade de Wuzhou, no sul do país.

No momento, o voo estava a uma altitude de 29.100 pés. Apenas 15 segundos mais tarde, a altitude registrada pelo Flight Radar caiu para 9.075 pés e, 20 segundos depois, para 3.225 pés.

A China Eastern Airlines colocou seu site em preto e branco, como costuma fazer quando há acidentes envolvendo seus aviões.

A aviação civil da China é considerada uma das mais seguras do mundo, e o último acidente no país ocorreu em 2010, quando 44 pessoas morreram na queda de um Embraer E-190, da Henan Airlines, quando o voo se aproximava do aeroporto de Yichun.

Médicos angolanos voltam a paralisar as actividades, a partir de hoje, por tempo indeterminado. Funcionarão apenas com 25% da força de trabalho para assegurar serviços mínimos, anunciou sindicato.

Segundo a declaração de greve aprovada neste sábado em assembleia-geral, a paralisação é extensiva a todas as unidades sanitárias, a partir das 8 horas locais do dia 21 de março de 2022, por tempo indeterminado, escreve a DW.

Enquanto durar a greve, ficam suspensos os trabalhos nas enfermarias, seminários, internatos de especialidade, admissão e alta de pacientes, assim como passagem de relatórios, atestados médicos e certificados de óbitos.

Contudo, serão garantidos serviços mínimos “na ordem dos 25% nos bancos de urgência e cuidados intensivos para atendimento aos doentes críticos (vermelhos e laranjas)”, acrescenta o documento.

Esta é a segunda greve em três meses, depois de uma paralisação de uma semana, em Dezembro passado.

Um carro em fuga da polícia atropelou uma série de pessoas a celebrar o carnaval numa localidade na Bélgica, este domingo, matando pelo menos seis pessoas no local e ferindo muitas mais.

O número inicial de mortos dado pelas autoridades foi de quatro óbitos, tendo sido actualizado ao final da manhã numa conferência de imprensa, escreve o Notícias ao minuto.

O acidente deu-se em Strepy-Bracquegnies, um bairro na cidade de La Louvière, a cerca de 43 quilómetros de Bruxelas.

Além dos seis mortos, há a registar, para já, dez feridos graves que foram deslocados para vários hospitais e 27 feridos ligeiros.

Pelo menos 100 crianças foram mortas desde o início da invasão russa à Ucrânia ordenada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, anunciou o Presidente Ucraniano, durante uma intervenção no parlamento do Canadá.

Na ocasião, Volodymyr Zelensky pediu aos presentes para terem em atenção as cidades da Ucrânia e os pontos turísticos a serem bombardeados, para devidas precauções, e voltou a apelar para o encerramento do espaço aéreo do país, de modo a privar ataques.

“Eles estão a destruir tudo: memoriais, escolas, hospitais e prédios. Eles já mataram 97 crianças ucranianas. Não estamos a pedir muito. Estamos a pedir justiça, apoio verdadeiro”, afirmou Zelensky, citado pelo Notícias ao Minuto.

Uma vez que o pedido já tinha sido feito, mas sem resposta esperada, o Chefe do Estado ucraniano questionou: “Quantos mais mísseis têm de cair na nossa cidade até que isso (encerramento do espaço aéreo) aconteça?”, e pediu humanismo: “Gostava que vocês entendessem e que sentissem isto”.

Segundo o Notícias ao Minuto, o Canadá, a segunda maior diáspora ucraniana do mundo depois da Rússia, já prometeu mais de 103 milhões de euros em ajuda humanitária à Ucrânia

Na sequência de ataques levados a cabo por tropas russas, a Organização das Nações Unidas (ONU) estima que, nos últimos 20 dias, já foram registadas pelo menos 1.834 vítimas civis, entre as quais 691 mortos e 1.143 feridos.

A Organização Mundial da Saúde alerta que a pandemia da COVID-19 ainda está longe de acabar e diz que as infecções aumentaram em vários países, nas últimas semanas, e ainda é crucial cada país vacinar 70 por cento da sua população.

As infecções por COVID-19 baixaram consideravelmente, durante vários dias, no mundo. Mas nas últimas semanas os casos voltaram a disparar, principalmente na Ásia, particularmente na China, onde em algumas zonas foram impostas medidas de confinamento para conter o surto.

Neste contexto, a Organização Mundial da Saúde avisou, na sexta-feira, que a pandemia da COVID-19 continua um problema que deve preocupar a todos, uma que não mostra sinais de chegar ao fim.

Segundo a organização, o aumento de pessoas com a doença deve-se a uma combinação de factores como a variante Ómicron, altamente transmissível, e o alívio das medidas de restrição em diferentes países.

Neste momento, o mundo está no meio da pandemia e é preciso que os países acelerem os seus programas de vacinação contra a COVID-19, refere a Organização Mundial da Saúde, insistindo na necessidade da distribuição equitativa das vacinas, para que as nações mais pobres não fiquem prejudicadas e possam abranger pelo menos 70 por cento das suas populações.

Decorreram hoje eleições presidenciais em Timor-Leste e o processo de contagem de votos iniciou logo depois do fim da votação. As eleições são descritas como as mais concorridas de sempre, com 16 candidatos e mais de 800 mil eleitores.

As eleições presidenciais deste sábado em Timor-Leste, país com uma democracia ainda em construção, podem ter uma segunda volta caso nenhum dos candidatos reúna mais de 50 por cento dos votos.

A votação encerrou quando eram 15 horas locais e 7 horas em Maputo e logo de seguida iniciou o processo de contagem de votos que pode demorar mais de 24 horas. As eleições são descritas como históricas, com uma participação de 16 candidatos, 850 mil eleitores, o maior número de sempre.

Os principais candidatos foram o actual presidente Francisco Guterres Lú-Olo, e Ramos-Horta, prémio Nobel da Paz em 1996 pela luta pela da independência do país e também ex-Presidente.

Não é a primeira vez que estas duas figuras políticas se confrontam, com Lu-Olo a contar com o apoio da FRETILIM, partido no poder, e Ramos-Horta como candidato do Congresso Nacional da Reconstrução Timorense.

O processo eleitoral mobiliza milhares de funcionários do Estado, entre equipas do Secretariado Técnico de Administração Eleitoral, da Comissão Nacional de Eleições, da Polícia Nacional de Timor-Leste e de autoridades centrais, regionais e locais.

Além dos centros de votação espalhados pelos postos administrativos, municípios e vilas, houve ainda locais de eleição na Austrália, Coreia do Sul, Inglaterra, Irlanda do Norte e Portugal.

Díli, capital do país, teve o maior número de centros de votação. Várias pessoas foram vistas, entre jovens, idosos e alguns com mais dificuldade em andar e que eram apoiados por familiares, todos alinhados para escolher o seu presidente, descreve a impresnsa internacional.

No âmbito da 49ª sessão do Conselho dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (UNHRC), que decorre em Genebra, a organização não-governamental internacional “Africa Culture International” realizou a 16 de Março, juntamente com vários actores da sociedade civil saharauis das províncias do Sul de Marrocos que participam na sessão do UNHRC, uma conferência internacional sobre o recrutamento militar de crianças saharauis dos campos de Tindouf pela Frente Polisário.

Durante esta conferência, a presidente do Observatório do Sahara para a Paz, Democracia e Direitos Humanos, Aicha Duihi, salientou no seu discurso, que a doutrinação e o alistamento de crianças pela Frente Polisário nas guerras é um crime contra o ser humano em geral.

“Essas práticas contrariam os princípios dos Direitos Humanos e os requisitos da Convenção sobre os Direitos da Criança. O fenómeno das crianças-soldados nos campos de Tindouf constitui um perigo para toda a região norte-africana. Essas crianças poderiam ser facilmente recrutadas por organizações terroristas no Sahel”, disse Duihi, apelando à comunidade internacional para que adopte medidas sérias para lidar com este fenómeno.

Por seu turno, o presidente da Comissão Independente de Direitos Humanos (IHRC), Moulay Lahcen Naji, sublinhou que a organização desta conferência sobre o tema das crianças-soldados incide com um assunto complexo e particularmente chocante, enquanto fenómeno que afecta os direitos da criança. Neste sentido, Moulay Naji insistiu no facto de as situações de guerra em África favorecerem o fenómeno do recrutamento de crianças pelas milícias armadas da Frente Polisário nos campos de Tindouf.

“Trata-se de uma grave violação dos direitos da criança e dos seres humanos em geral”, reiterou Moulay Naji.

A este respeito, o presidente da IHRC convidou a União Africana (UA) e o Conselho de Paz e Segurança da União Africana a assumirem as suas responsabilidades relativamente ao fenómeno do recrutamento de crianças pela Frente Polisário, que constitui uma grave violação de todas as resoluções das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança.

Por outro lado, o pesquisador e presidente da “Africa Watch”, Abdelouahab Gain Brahim, referiu que a questão das crianças-soldados nos campos de Tindouf é uma grave violação dos direitos da criança citados nos mecanismos das Nações Unidas (NU) sobre os direitos da criança. Nesse sentido, Brahim convidou a sociedade civil e a comunidade internacional a trabalharem para fortalecer o monitoramento da situação das crianças no mundo e particularmente nos campos de Tindouf.

Já Achemir Said, presidente da ONG internacional “Forum for Justice and Human Rights”, disse que a Frente Polisário começou a doutrinar e envolver as crianças nas guerras há décadas, com a adopção de um programa de formação pré-estabelecido. Achemir Said citou, a este respeito, a reportagem publicada pelo jornal espanhol “Tribuna Libre” em 2020 sobre as crianças-soldados nos campos de Tindouf e a formação militar a que são submetidas, acrescentando que o caso das crianças-soldados nos campos de Tindouf deve ser apreendido pelos mecanismos de direitos humanos das Nações Unidas (NU) e da União Africana (UA).

Finalmente, a presidente da Liga do Saara para a Democracia e os Direitos Humanos, Hammada Labaihi, narrou sua experiência como alguém que viveu por muito tempo nos campos de Tindouf. Assegurou que foi enviado a Cuba aos 9 anos de idade, onde foi doutrinado e obrigado a portar e manejar armas.

Encerrando suas observações, os participantes da conferência pediram a mais forte condenação possível das violações cometidas contra crianças nos campos de Tindouf, que foram obrigados a se juntar às fileiras da milícia da Frente Polisário, exigindo sua libertação imediata pela frente separatista; e pediram à comunidade internacional e a todos os mecanismos das NU e da Carta para denunciar publicamente a exploração e o recrutamento dessas crianças.

Ao final da conferência, os participantes adoptaram uma declaração que reiterou que a exploração de crianças em conflitos armados e sua obrigação de portar armas é considerada pela comunidade internacional como a pior violação dos direitos humanos, registada em todas as legislações internacionais e instrumentos das NU, incluindo costumes e práticas ancestrais.

Além disso, declararam no seu comunicado que a Frente Polisário não hesita em recrutar crianças dos 12 aos 13 anos como soldados e desfilá-las em desfiles militares. Isso foi relatado às organizações da sociedade civil que participaram da conferência, por um grupo de mães dos acampamentos de Tindouf que preferiram permanecer anónimas por medo de represálias.

A este respeito, o Presidente das ONG presentes no evento anunciou no seu comunicado que foram publicados numerosos artigos de imprensa e comunicados de imprensa, apoiados por gravações de vídeo e fotos – cuja autenticidade foi confirmada pelas Nações Unidas e pelo Parlamento Europeu – mostrando crianças dos campos de Tindouf vestidas com uniformes militares e participando de um desfile militar organizado pelas milícias da Frente Polisário.

A Conferência Internacional contou com a presença de Dianke Lamine (consultora e presidente da ONG “Africa Culture); Abubekrine Mohamed Yehdih (membro do Comité Africano de Especialistas em Direitos e Bem-estar da Criança – ACERWC); Aicha Duihi (presidente do Observatório do Sahara para a Paz, Democracia e Direitos Humanos); Abdelouahab Gain (pesquisador e Presidente da Africa Watch); Moulay Lahsen Naji (presidente da Comissão Independente de Direitos Humanos – IHRC); Mohamed Ahmed Gain (professor universitário e presidente do Instituto Africano para Construção da Paz e Transformação de Conflitos); Hammada Labaihi (presidente da Liga do Saara para a Democracia e os Direitos Humanos); e Achemir Said (presidente da ONG internacional “Forum for Justice and Human rights”).

A guerra na Ucrânia provocou pelo menos 780 mortos e 1.252 feridos entre a população civil, incluindo mais de uma centena de crianças, desde a invasão pela Rússia, segundo a Organização das Nações Unidas.

A operação militar russa na Ucrânia, já há três semanas, não tem um fim à vista. De acordo com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, a guerra já matou 780 pessoas civis e feriu outras 1.252, incluindo crianças.

A instituição para os direitos humanos acredita que os números reais de baixas civis são consideravelmente mais elevados, especialmente nos territórios controlados pelo Governo ucraniano, mais sujeitos à ofensiva russa.

A maioria das baixas civis registadas foi causada pela utilização de armas explosivas com uma vasta área de impacto, incluindo bombardeamentos de artilharia pesada, sistemas de mísseis, ataques aéreos e de mísseis, refere um relatório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

A invasão da Ucrânia continua a ser condenada pela comunidade internacional e vários países e organizações impuseram sanções contra a Rússia.

Apesar disso, o regime de Vladimir Putin não mostra sinais de acabar com a guerra, que, segundo as Nações Unidas, causou a fuga de mais de três milhões de ucranianos.

Por conta da mesma guerra, estima-se que 4,8 milhões de pessoas de diferentes países tenham abandonado a Ucrânia, e esta é considerada a pior crise de refugiados na Europa, desde a Segunda Guerra Mundial, entre 1939 e 1945.

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