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O País – A verdade como notícia

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

Desabamento de prédio no Cairo provoca seis mortos

Entre as vítimas mortais estão três crianças. Sete pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades hospitalares. Pelo menos seis pessoas morreram, incluindo três crianças,

O parlamento de El Salvador aprovou hoje, a pedido do presidente Nayib Bukele, o decretar de estado de emergência por um mês, como tentativa de conter a violência de gangues, acusados de terem cometido 62 homicídios em 24 horas.

O estado de emergência, restringe a liberdade de reunião, a inviolabilidade de correspondência e comunicações e permite prisões sem mandado.

El Salvador registou no sábado o dia mais violento da sua história recente, com 62 homicídios, numa escalada de violência que começou na sexta-feira, segundo confirmou hoje a Polícia Nacional Civil (PNC).

A PNC oficializou os dados, que já tinham sido avançados por fontes não oficiais, quando se esperava o início de uma sessão plenária extraordinária na Assembleia Legislativa para a votação de um regime de emergência.

A escalada de homicídios este fim de semana chegou aos 76 mortos em dois dias, com os 14 ocorridos na sexta-feira.

O número mais próximo dos 62 homicídios registados no sábado são os 51 ocorridos num único dia em Agosto de 2015, quando o país viveu o seu ano mais mortífero desde o fim da guerra civil (1980-1992).

A segunda “caixa negra” do Boeing 737-800, que se despenhou na China, foi hoje recuperada, segundo anunciou a agência de notícias estatal chinesa.

O avião, que se despenhou na segunda-feira, na região de Guangxi, fazia a ligação entre as cidades chinesas de Kunming (sudoeste) e Cantão (sul).

As “caixas negras”, que registam todos os dados de um voo, incluindo os diálogos na cabine de comando, contêm informações cruciais e linhas de investigação, que chegam a poder explicar cerca de 90% de um acidente aéreo, de acordo com o Notícias ao Minuto.

Os gravadores, introduzidos na aviação nos anos de 1960, encontram-se no interior de caixas metálicas reforçadas, concebidas para resistir a choques extremamente violentos, fogo intenso e longa imersão em águas profundas.

Cada uma das caixas pesa entre sete e 10 quilogramas e, ao contrário do que o nome indica, são de cor laranj,a com bandas brancas refletoras, para que sejam mais visíveis. Os dados são protegidos por uma cinta blindada, que resiste imersa a profundidades de até seis mil metros ou exposta a temperaturas elevadas, uma hora a 1.100º Celsius.

O nome de “caixa negra” ficou a dever-se à película fotográfica protegida por uma cinta negra, usada nos primeiros gravadores de voo.

De acordo com as normas em vigor, um avião comercial possui duas “caixas negras”, uma FDR (gravador de dados) e uma CVR (gravador de voz da cabina de comando).

O gravador FDR regista, a cada segundo, todos os parâmetros técnicos ao longo de 25 horas de voo, como velocidade, altitude e trajectória, entre outros.

O CVR guarda os diálogos trocados na cabina de comando, mas também os sons e anúncios ouvidos no local. Uma análise aprofundada permite conhecer o regime dos motores.

O acidente, em que o avião desceu rapidamente de uma altitude superior a oito mil metros, é considerado muito pouco comum. Desde 2010 que a China, um dos três principais mercados de aviação civil do mundo, não registava qualquer acidente aéreo com mais de cinco mortes.

Cerca de 13 milhões de ucranianos estão retidos nas áreas afectadas pelo conflito e sem meios para fugir, devido à destruição de estradas e pontes. A informação foi avançada ontem pela Organização das Nações Unidas.

A guerra na Ucrânia fez com que mais de três milhões de pessoas fugissem do país, segundo o balanço da Organização das Nações Unidas, divulgado na sexta-feira, confirmando também o abrandamento do fluxo migratório nos últimos dias.

O número de pessoas que procura fugir dos combates e das condições de vida cada vez mais difíceis na Ucrânia caiu para menos de 100 mil por dia, desde o dia 22 de Março.

Entretanto, o Alto Comissariado da Organização das Nações Unidas para os Refugiados anunciou que cerca de 13 milhões de ucranianos estão retidos nas áreas afectadas pelo conflito, pois não conseguem sair do país, devido à destruição de estradas e pontes, entre outros factores.

Entre as pessoas que conseguiram fugir da Ucrânia, cerca de 90 por cento são mulheres e crianças. A Organização das Nações Unidas estima ainda que há quase 6.5 milhões de deslocados no interior da Ucrânia.

Antes do conflito, a Ucrânia tinha uma população de mais de 37 milhões de pessoas nos territórios controlados pelo governo de Kiev. Neste momento, a Polónia acolhe mais de metade de todos os refugiados que fugiram desde o início da invasão russa.

A Organização Mundial da Saúde pede que os países africanos tenham cautela no relaxamento das restrições contra a COVID-19 e apela para que o ajustamento das normas seja acompanhado por testagem massiva da população, para evitar novas variantes da doença.

Nas últimas semanas, vários países africanos suspenderam algumas medidas de prevenção contra a COVID-19 por conta da redução do número de infecções da doença.

A Organização Mundial da Saúde, que acompanha a par e passo a situação da pandemia no mundo, disse, na quinta-feira, que África deve ter cautela no relaxamento das restrições contra a doença e deve potenciar a vacinação massiva da população.

A directora regional da Organização Mundial da Saúde para a África, Matshidiso Moeti, lembra que a COVID-19 teve, nos últimos dois anos, um impacto devastador no continente africano. Por isso, é imperioso que os países reavivam as suas economias e os meios de subsistência das populações, pois a pandemia ainda não acabou.

A dirigente considera ainda ser difícil acompanhar a propagação do vírus e identificar novos focos de infecção enquanto a população não estiver imunizada, até porque a vacinação cobre menos de 16 por cento dos habitantes.

A guerra na Ucrânia poderá ter o seu término a 9 de Maio, data que coincide com o dia da vitória soviética sobre a Alemanha nazi, na II Guerra Mundial. A informação foi avançada pelo Serviço de Inteligência do Estado-Maior-General das Forças Armadas da Ucrânia.

Segundo escreve o Notícias ao Minuto, que cita a forças armadas ucranianas, “há um trabalho de propaganda constante a ser realizado entre o pessoal das Forças Armadas da Federação Russa, que impõe a ideia de que a guerra deve ser encerrada até 9 de Maio de 2022”.

As tropas russas continuam com os ataques à Ucrânia, mesmo tendo, os soldados, manifestado o seu descontentamento pelo decurso da guerra.

Refira-se que a ofensiva militar foi lançada pela Rússia na Ucrânia, na madrugada de 24 de Fevereiro. Um mês depois, milhares de pessoas morreram, milhões de ucranianos e cidadãos que residiam na Ucrânia abandonaram o país em desespero, o que constitui uma das maiores crises de refugiados das últimas décadas.

As sanções económicas impostas ao Mali pela Comunidade dos Países da África Ocidental já foram levantadas. O país sofreu duras sanções após o golpe de Estado em Maio de 2021.

O Mali está a sofrer duras sanções impostas pela Comunidade dos Países da África Ocidental, em resposta ao golpe de Estado ocorrido em Maio de 2021 e pelo atraso na conclusão do processo de transição do governo.

Entre as medidas estabelecidas em conjunto pelos países-membros do bloco regional, o país viu parte dos bens do Estado congelados, fronteiras fechadas e foram suspensas as transações financeiras não essenciais.

Na quinta-feira, o tribunal da União Económica e Monetária da África Ocidental ordenou a suspensão das sanções económicas que pesam sobre o Mali, mas a instituição disse que a implementação da medida carece ainda de alguns aspectos por ser acautelados.

As autoridades malianas tem pedido repetidamente que as sanções sejam suspensas e apresentaram uma queixa ao tribunal no mês passado, dizendo que as medidas tornariam difícil a vida da população.

No passado mês de Janeiro, o tribunal da União Económica e Monetária da África Ocidental instruiu todas as instituições financeiras por si tuteladas para suspender o Mali, depois que a junta militar decidiu adiar as eleições necessárias para restaurar o regime democrático no país.

Uma declaração do Secretário de Estado norte-americano, Antony J. Blinken, refere que desde que lançou a sua guerra de escolha não provocada e injusta, o presidente russo, Vladimir Putin, desencadeou uma violência implacável que causou morte e destruição em toda a Ucrânia.

“Temos visto numerosos relatos credíveis de ataques indiscriminados e ataques deliberadamente contra civis, bem como outras atrocidades”, disse Blinken em declaração.

Segundo o Secretário de Estado norte-americano, as forças russas destruíram edifícios de apartamentos, escolas, hospitais, infra-estruturas críticas, veículos civis, centros comerciais e ambulâncias, deixando milhares de civis inocentes mortos ou feridos. Muitos dos locais atingidos pelas forças russas foram claramente identificáveis como estando em uso por civis.

“Isto inclui a maternidade de Mariupol, tal como o Gabinete do Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Direitos do Homem assinalou expressamente num relatório de 11 de Março. Inclui também uma greve que atingiu um teatro de Mariupol, claramente marcada com a palavra “дети” – russo para “crianças” – em enormes letras visíveis do céu”, acrescentou Blinken.

Ainda em conformidade com a mesma fonte, as forças de Putin utilizaram estas mesmas tácticas em Grozny, Chechénia, e Aleppo, Síria, onde intensificaram o bombardeamento das cidades para quebrar a vontade do povo.

“A sua tentativa de o fazer na Ucrânia chocou novamente o mundo e, como o Presidente Zelenskyy atestou sobriamente, banhou o povo da Ucrânia em sangue e lágrimas”, acrescentou Blinken.

Dados divulgados a 22 de Março indicam que mais de 2.400 civis foram mortos em Mariupol, cidade que se encontrava praticamente sitiada.

Dados das Nações Unidas citados pelos EUA confirmaram oficialmente que houve mais de 2.500 baixas civis, incluindo mortos e feridos, e enfatiza que o número real de mortos e feridos é provavelmente mais elevado.

“Hoje, posso anunciar que, com base na informação actualmente disponível, o Governo dos EUA avalia que membros das forças da Rússia cometeram crimes de guerra na Ucrânia”, continuou Blinken.

Finalizando, o Secretário de Estado norte-americano disse que o Governo dos EUA continuará a seguir os relatórios de crimes de guerra e partilhará a informação que recolhermos com aliados, parceiros, e instituições e organizações internacionais, conforme apropriado.

“Comprometemo-nos a perseguir a responsabilização utilizando todos os instrumentos disponíveis, incluindo processos penais”, concluiu.

Os países do G7 garantem estar prontos para aplicar sanções adicionais à Rússia conforme necessário e asseguram que não pouparão esforços para responsabilizar Vladimir Putin e os seus apoiantes pela invasão à Ucrânia.

Num comunicado conjunto, citado pelo Notícias ao Minuto, os líderes frisam que não têm queixas contra o povo russo. “É o presidente Putin, o seu governo e os seus apoiantes que estão a impor esta guerra e as suas consequências aos russos”, escrevem.

Numa declaração conjunta esta quinta-feira, os líderes do G7 condenaram o que chamaram de “guerra de escolha” do presidente russo e sua agressão “injustificável, não provocada e ilegal” na Ucrânia e alertaram ainda a Rússia contra o uso de armas químicas, biológicas ou nucleares.

No comunicado, os países do G7 denunciaram, também, a campanha de desinformação russa, que classificaram como maliciosa e completamente infundada.

“Expressamos preocupação com outros países e actores que amplificaram a campanha de desinformação da Rússia. Estamos preocupados com a repressão crescente e reforçada contra o povo russo e a retórica cada vez mais hostil da liderança russa, inclusive contra cidadãos comuns”, escreveram.

Os líderes do G7 pediram à Bielorrússia que evite uma nova escalada do conflito e que se abstenha de usar as suas forças militares contra a Ucrânia, ao mesmo tempo que, sem referirem a China, exortam todos os países a não prestarem assistência militar ou de outra natureza à Rússia.

Mais de 800 mil vacinas contra a COVID-19, doadas ao Quénia, expiraram o prazo e serão incineradas, segundo o Ministério da Saúde daquela país. A situação deve-se à fraca participação da população na vacinação.

Cerca de 30 por cento da população elegível para vacinação contra a COVID-19, no Quénia, foi abrangida. Neste momento, dos mais 27 milhões de doses, cerca de 17,3 milhões foram administradas.

As autoridades de saúde queixam-se da redução significativa, nas últimas semanas, de pessoas que deviam vacinar.

Consequentemente, cerca de 840 mil doses da vacina AstraZeneca, recebidas através da iniciativa COVAX, estão fora do prazo, disse o Ministério da Saúde queniano.

Segundo a imprensa internacional, parte da população do Quénia recusa certas vacinas, principalmente as da AstraZeneca, o que contribui para a fraca adesão à vacinação.

Outro obstáculo avançado pelo governo daquele país tem a ver com rumores e desinformação em relação à eficácia das vacinas.

As doses que serão destruída foram entregues em Janeiro passado, com a data de validade até 28 de Fevereiro. Quénia disse que não aceitará doações de vacinas cuja duração seja inferior a quatro meses, a partir do momento de entrega.

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